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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF, para o Afeganistão

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Fonte: Folha de São Paulo

 

'' Análise: valor do negócio da Embraer é pequeno, mas é sinal político eloquente ''

A retomada da compra dos Super Tucanos da Embraer pela Força Aérea norte-americana é resultado de um esforço conjunto da diplomacia comercial do Brasil e dos Estados Unidos.

Os interesses brasileiros são claros: ainda que em pequena escala, a gigante brasileira coloca o pé no clube de fornecedores de material militar de ponta para as Forças Armadas mais poderosas do mundo. Hoje, a Embraer já tem grande presença na aviação civil americana.

 

Já o Departamento de Estado americano sempre foi simpático ao negócio, devido ao interesse em aprofundar laços estratégicos com a maior economia ao sul de suas fronteiras.

Quando interesses paroquiais de congressistas nos Estados Unidos barraram a primeira seleção do avião, os diplomatas começaram as costuras de bastidores agora evidentes.

O negócio em si, em volume, é quase irrelevante. Mas a adoção de um vetor brasileiro sinaliza mais cooperação à frente --e é um sinal político eloquente.

A venda de caças norte-americanos Boeing F-18 está no topo dessa agenda americana. Não por acaso, a fabricante dos Estados Unidos abriu recentemente um escritório em Brasília e tem ninguém menos do que Donna Hrinak, ex-embaixadora do país no Brasil, como sua lobista principal.

 

A concorrência foi congelada pela presidente Dilma Rousseff desde sua posse, em 2011, quando os favoritos eram os franceses e o seu Dassault Rafale (participam também os suecos da Saab e o seu Gripen).

É uma aquisição grande em valor, hoje entre R$ 10 bilhões e R$ 15 bilhões, e que sela alianças industrias e de transferência tecnológica --além de unir estrategicamente os países envolvidos.

Resta ver agora se novos lobbies internos falarão mais alto, novamente, nos EUA. ''

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Impressionante a quantidade de bobagens escrita pelas pessoas na página da UOL e que desconhecem o assunto.

 

Gostei dessa

 

"Com certeza esses aviões nao serão para uso dos americanos. Os caças que os estados unidos possuem, tem tecnologia infinitamente superior a esses teco tecos. Se fossem tão bons assim para que o Brasil estaria precisando comprar caças de verdade?"

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Gostei dessa

 

"Com certeza esses aviões nao serão para uso dos americanos. Os caças que os estados unidos possuem, tem tecnologia infinitamente superior a esses teco tecos. Se fossem tão bons assim para que o Brasil estaria precisando comprar caças de verdade?"

 

 

Há várias 'pérolas' lá .... grandes conhecedores do assunto e engenheiros aeronáuticos de pastelaria !!!

Se bobagem pagasse imposto, muitos deles teriam que sonegar ...

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Na verdade eles escrevem para o público em geral e que na maioria das vezes nada entendem deste assunto.

 

Então não haveria o porque de ter gente especializada no assunto. Isso também acontece com diversos outros assuntos (não diários !!!)

 

É realmente uma pena.

 

Mas é assim que funciona.

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Gostei dessa

 

"Com certeza esses aviões nao serão para uso dos americanos. Os caças que os estados unidos possuem, tem tecnologia infinitamente superior a esses teco tecos. Se fossem tão bons assim para que o Brasil estaria precisando comprar caças de verdade?"

 

Essa foi boa, mas tem outras lá que nem vale a pena lembrar .... sem contar que a lingua portuguesa foi agredida em todas as suas dimensões .... mas é isso aí, a famosa inclusão digital, que abriu literalmente a porteira para os analfabetos funcionais escreverem toscamente o que pensam .... será que pensam??!!!

 

Voltando ao assunto, foi mais um gol de placa da nossa indústria. Quem sabe os F-18 agora levam o FXn

 

abs

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Na verdade eles escrevem para o público em geral e que na maioria das vezes nada entendem deste assunto.

 

Então não haveria o porque de ter gente especializada no assunto. Isso também acontece com diversos outros assuntos (não diários !!!)

 

É realmente uma pena.

 

Mas é assim que funciona.

 

 

Pois é ...

 

Falar e opinar erroneamente e sem conhecimento de causa é passar atestado de burrice.

 

O silêncio muitas vezes vale ouro ...

 

Voltando ao assunto, a coisa vai se estreitar ainda mais com a Boeing ....

Edited by RICARDO MOTTI
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Fonte: Reuters

 

SÃO PAULO, 28 Fev (Reuters) - Com o seu primeiro contrato militar com os Estados Unidos na mão, a unidade de defesa da fabricante de aviões brasileira Embraer atingiu seu grande momento, estabelecendo-se como um player global, enquanto o resto da indústria precisa lidar com orçamentos reduzidos de governos em todo o mundo.

O avião de ataque leve que a Embraer fornecerá para os EUA no Afeganistão ilustra como a empresa, que é mais conhecida pelos jatos regionais que fornece a companhias aéreas como a JetBlue, está subindo no ranking das 100 maiores fornecedoras de armas do mundo.

Um design robusto e de baixo custo fizeram do Super Tucano da Embraer o mais popular para missões contra insurgência da África à Ásia, onde o aumento da riqueza advinda de recursos naturais tem estimulado os gastos com defesa, cenário diferente daquele de austeridade na Europa e nos Estados Unidos.

O foco em mercados externos e nas ambições crescentes das forças armadas brasileiras fizeram da Embraer uma das poucas empresas no mundo a crescer as operações no segmento de defesa.

"Há alguém mais otimista assim com defesa? Certamente nada que o investidor dos EUA possa apostar. Nada nesse hemisfério", disse o analista Myles Walton, do Deustche Bank, em uma entrevista. "A Embraer é a base do complexo militar na América Latina, por meio de uma combinação de execução, sorte e em ser a companhia certa no momento certo."

As ações da Embraer na Bovespa chegaram a atingir a máxima de cinco anos nesta quinta-feira, após o Pentágono declarar a empresa vencedora na licitação, na noite da véspera.

Mas no decorrer do pregão, os papéis devolveram os ganhos, com analistas afirmando que o corte de gastos no orçamento de defesa dos EUA pode tornar a Força Aérea norte-americana menos propensa a exercer opções de compra por mais aviões Super Tucano.

A ação da Embraer encerrou em baixa de 0,77 por cento, a 16,72 reais.

A divisão de defesa da Embraer espera ter um crescimento de receita em até um terço neste ano, compensando a queda nas entregas de jatos comerciais a companhias aéreas e cancelamentos de pedidos por jatos executivos.

O boom de defesa brasileira também está atraindo parceiros poderosos para a Embraer, da unidade de helicópteros da italiana Finmeccanica SpA e da fabricante de robôs israelense Elbit Systems até a Boeing, que intensificou o trabalho com a Embraer de forma considerável no ano passado.

BOEING BENEFICIADA?

De fato, a Boeing pode ter sido uma das grandes vencedoras da decisão de quarta-feira.

A parceria entre Washington e Brasília pode ajudar a aposta da Boeing em um negócio bilionário de venda de caças ao Brasil, disse uma autoridade brasileira à Reuters, classificando o acordo da Embraer como um "desenvolvimento muito bom" para a fabricante norte-americana.

No ano passado, a presidente Dilma Rousseff congelou uma concorrência por no mínimo 36 caças, após os EUA revogarem um acordo anterior com a Embraer devido a ações legais movidas pela rival Beechcraft.

Autoridades brasileiras deixaram claro para os parceiros dos EUA no início deste ano que uma perda da Embraer na nova licitação seria ruim para as chances da Boeing no contrato brasileiro por caças, segundo uma fonte com conhecimento das discussões.

(Reportagem adicional de Brian Winter)

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Meus prezados:

Embraer vence licitação da Força Aérea dos EUA

Empresa vai fornecer 20 aviões de ataque Super Tucano, num contrato de US$ 427 mi; licitação anterior, vencida pela empresa brasileira, foi suspensa pela Justiça americana

 

A Embraer foi selecionada para o fornecimento de 20 Super Tucanos de ataque para a Força Aérea dos Estados Unidos. E a segunda vez que a empresa brasileira vence a escolha da aeronave do programa de apoio aéreo leve-LAS, nas iniciais em inglês.

 

O contrato de US$ 427 milhões estava suspenso desde o início de 2012 por causa de uma ação judicial movida pela única outra concorrente, a americana Hawker, que discordava da seleção da Embraer Defesa e Segurança, em dezembro de 2011. A subseçretaria da aviação militar, como a possibilidade de atingir um volume maior, envolvendo 55 aeronaves, no valor de US$ 955 milhões. Todo o empreendimento, destaca Luiz Aguiar, é conduzido com o parceiro americano, a corporação Sierra Nevada, de Sparks, no estado de Nevada.

 

O anúncio foi feito ontem, por americana decidiu então, primeiro suspender e depois reabrir a concorrência. Os aviões serão repassados para as forças de autodefesa do Afeganistão, compondo uma nova Aeronáutica de combate no país.

Segundo Luiz Carlos Aguiar, o presidente da Embraer Defesa, a escolha tem outras vertenvolta das 17 horas, no briefmg eletrônico do Departamento de Defesa, o Pentágono, em Washington. Em Brasília, a presidente Dilma Rousseff e o ministro da Defesa, Celso Amorim, foram informados logo em seguida pelo subsecretário de Defesa americano, Ashton Carter.

 

A encomenda cobre o lote dos 20 aviões, mais as estações terrestres de treinamento, os componentes e peças, mais a instrução do pessoal técnico. A venda habilita o Super Tucano e a própria EDS no muito restrito mercado de Defesa dos Estados Unidos e alavanca as possibilidades de outros negócios. Para Aguiar, o potencial desse produto no mercado mundial - estimado em US$ 4,5 bilhões - agora crescerá muito. "Precisamos redimensionar o tamanho do salto."

Entregas

O A-29 Super Tucano ganhou nome novo nos EUA, onde é tratado de Super-T. A Embraer vai produzir os aviões localmente, na fábrica de Jacksonville, na Flórida. As primeiras entregas estão previstas para meados de 2014. A montagem regular começa entre agosto e setembro.

De acordo com Eren Ozmen, o presidente da Sierra Nevada Corporation, o contrato LAS manterá 1,4 mil empregos diretos e indiretos em território dos EUA, envolvendo perto de 100 empresas do setor aeroespacial em 20 Estados.

 

O Super-T ganhou novidades importantes durante o ano do impasse na seleção. Desde julho, ele passou a incorporar sistemas de armas de avançada tecnologia da Boeing Defesa, Espaço e Segurança, o que eleva significativamente o perfil do produto. A empresa foi selecionada pela Embraer para participar do plano destinado a adicionar novas capacidades ao turboélice.

 

A Boeing fornecerá determinados equipamentos de ponta, como o Joint Direct Attack Munition (JDAMS), espécie de kit que transforma bombas ""burras" em versões "inteligentes", para ataques de precisão.

Cotado a US$ 25 mil a unidade, o conjunto será acompanhado do JDAM Laser, um acessório que permite expandir o raio de ação e reduzir a margem de erro. O pacote inclui as Small Diarrieter Bombs (SDB), modelos menores, mais leves, de última geração. Sem perda de poder de destruição, mas com maior alcance: 50 a 110 quilômetros. Cada uma sai por US$40 mil.

 

Os recursos passarão a ser oferecidos em todas as ações de vendas internacionais do avião.

A empresa brasileira venceu a disputa do programa da aeronave de Suporte Aéreo Leve (LAS, na sigla em inglês) em dezembro de 2011. Finalista derrotada, a Hawker Beechcraít, iniciou um processo judicial contestando o resultado.

 

Em fevereiro, antes da decisão da Justiça, a administração da Aeronáutica militar dos EUA decidiu cancelar o contrato. Houve grande repercussão negativa.

Pouco depois, um novo procedimento foi iniciado, habilitando as duas corporações, e solicitando novas informações.

O T-6, produto da Hawker, ainda está em desenvolvimento e não se enquadrou nos requisitos da LAS. O Super Tucano é usado por forças de nove países e acumula pouco mais de 180 mil horas de voo, das quais cerca de 28,5 mil cumprindo missões de combate. Toda a frota em atividade soma 172 turboélices de ataque e treino. A aeronave emprega 130 diferentes configurações de armamento.

 

Mercado

US$ 427 mi é o valor do contrato vencido pela consórcio formado pela brasileira Embraer e pela americana Sierra Nevada para 0 fornecimento de 20 Super Tucanos à Força Aérea dos Estados Unidos

US$4,5bi é a projeção de negócios em todo o mundo dentro do setor em que atua o Super Tucano.

Para a Embraer, com o contrato com o governo americano, o produto brasileiro ganha mais projeção e aumenta o potencial de concorrer nesse mercado

fonte: O Estado de São Paulo, via CECOMSAER 28 fev 2013

Edited by jambock
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Meus prezados:

Voo para o norte

Como o investimento em defesa e no mercado externo levou a Embraer a conquistar o exclusivo mercado de aviões militares dos EUA

MARIANA BARBOSA para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 01 mar 2013

 

 

Tucanos não são famosos por sua aerodinâmica, mas os aviões não foram batizados em homenagem ao estilo de voo da ave.

Foi para atender a exigências estrategicamente impostas pelo então presidente da Embraer, Ozires Silva, 82, que o nome venceu um concurso entre cadetes da Aeronáutica, no final dos anos 1970.

 

"Como pretendíamos vender no mundo inteiro, tinha de ser um nome que estrangeiros pudessem falar direito, trissilábico, sem ão", diz Ozires, que presidiu a empresa de 1970 a 1986.

Na quarta-feira, o Super Tucano conquistou o mundo, ao assegurar um contrato com a maior força aérea do planeta -o primeiro da história da Embraer firmado com os Estados Unidos.

 

"É exemplar. A Força Aérea dos EUA praticamente não tem nenhum avião desenvolvido fora do país. Isso vai abrir os olhos de muitas outras nações sobre o avião e sua aplicabilidade", diz Ozires, lembrando-se dos obstáculos iniciais do projeto.

"Tive grande dificuldade com o Tucano, pois a Aeronáutica não acreditava que a gente pudesse ser capaz de fazer um avião militar de pequeno porte. É um momento histórico. Um gol de placa."

 

Para atender a exigências do comprador, os 20 aviões do contrato de US$ 427 milhões com a Força Aérea dos EUA serão montados na fábrica da Embraer na Flórida.

No mundo, a versão moderna do avião turboélice, de apoio a missões militares leves, tem 172 unidades entregues, em operação em nove países: entre eles, Colômbia, Indonésia e Burkina Faso.

O voo do Super Tucano rumo ao hemisfério norte é o ponto mais alto até agora de uma estratégia adotada pela Embraer a partir de 2008 e que, de certa forma, resgata as origens da companhia.

 

A Embraer nasceu durante o governo militar de Costa e Silva, para atender inicialmente as necessidades da FAB, que, diz Ozires, "felizmente eram maciças".

Produzir aviões de excelência que pudessem ser exportados foi o foco desde o início. "As necessidades da FAB permitiram o salto para o futuro", diz Ozires.

As primeiras vendas comerciais vieram em 1979, nove anos depois da fundação da companhia.

A partir da privatização, em 1994, a Embraer se concentrou no desenvolvimento de jatos civis para a aviação regional. Hoje já são quase mil aeronaves em operação em 61 companhias aéreas.

 

A partir dos anos 2000, a empresa entrou no segmento de aviação executiva, com os Legacy, Lineage e Phenom. Dez anos depois, a aviação executiva já representava mais de 20% das receitas.

TURBULÊNCIA

A crise financeira internacional, no final de 2008, precipitou uma queda brutal na venda de aviões comerciais e executivos. O financiamento secou e as vendas despencaram. Mas, enquanto diversos concorrentes -sobretudo nos EUA- foram à bancarrota e demitiram milhares de pessoas, a Embraer conseguiu atravessar a turbulência (não sem arranhões) garantindo contratos na área militar.

 

Em 2009, o faturamento encolheu em quase US$ 1 bilhão e a empresa demitiu 20% da força de trabalho. Mas um contrato com a FAB para o desenvolvimento do avião cargueiro KC-390 permitiu à produção seguir em frente.

Naquele ano, Defesa representava 9% das receitas. Trinta e seis meses depois a divisão dobrou de tamanho e disputa o segundo lugar com a aviação executiva.

O faturamento em 2012 (ainda não divulgado) deve chegar a US$ 1 bi.

 

"A diversificação é natural na indústria aeronáutica", diz Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança. Em um mercado em que relações entre governos são decisivas para os negócios, a EDS encontrou um nicho nas demandas militares de países emergentes. "São semelhantes a nós e nos veem de forma amistosa."

raio-x.png

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Evito de ler a seção de comentários do UOL. Ali os comentários são absolutamente abaixo de qualquer linha de indignidade de inteligência.

Absurdamente fétidos.

E não é papo de ser segregacionista, etc não. São pessoas que, deliberadamente, pra pagar uma de formadores de (estrume) opinião, saem escrevendo toda e qualquer sorte de bobagens, e aí além de tudo, temos de ser condenscendentes. Vão todos lá pro inferno. Aliás, o UOL - e outros portais - poderiam BANIR para todo o sempre, essa caixa de comentários, que EM NADA contribuem. A opinião dessa massa fétida, pouco importa, e pouco acresenta a qualquer assunto.

 

Voltando acima da linha do chorume: Digamos que a Embraer tá com uma mão no caneco, e a outra bem próxima. Mas como o gringo é danaaaado pra mudar isso de última hora, eu só acredito quando ver o primeiro A-29 decolando rumo ao território norte-americano, e depois Afeganistão.

 

Syd, será que vai ter gente da EMB tendo de prestar apoio na terra dos talibãs, ao se pensar um pouco mais pra frente?

 

hehe..

 

Abraço.

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Thiago,

 

Realmente não sei de nada sobre isso. Determinadas missões simplesmente acontecem e ninguém sabe... Outras não acontecem e ninguém sabe também.... :coolface:

 

Abcs,

 

Sydy

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Claro que não iria ser fácil ... Eles não vão largar o osso assim tão fácil, ainda mais que estão tentando se recuperar financeiramente.

Atente em negrito o 'protesto' de que serão criados empregos fora dos Estados Unidos. Insistem nessa história !!!

 

Fonte: Flight Global

 

Beechcraft will protest a $427 million contract award to a Sierra Nevada/Embraer team for a contract awarded by the US Air Force last week to supply light attack aircraft to Afghanistan's military.

The protest filed with the US Government Accountability Office (GAO) will put the light air support (LAS) programme back in the legal crosshairs. The same contract was awarded to the Sierra Nevada/Embraer team a year ago, but was "set aside" after the USAF discovered irregularities in the acquisition process.

Now, Beechcraft wants to know why the USAF selected the Embraer A-29 Super Tucano despite the aircraft costing 40% more than a bid based on the AT-6 Texan II.

Bill Boisture, Beechcraft chief executive, says he remains concerned about "significant errors" in the USAF evaluation process, but did not elaborate.

"The air force needs to make the right decision for the nation and our future allies," Boisture says.

Embraer was not immediately available to comment on Beechcraft's decision.

The contract was considered a strategic award for both companies. For Embraer, it represents a rare chance to break in to the supply chain for the US Department of Defense, albeit through a pass-through contract to support Afghan forces. Beechcraft, meanwhile, labeled the AT-6 award "critical" to the company's plan to emerge successfully from bankruptcy protection last month.

The International Association of Machinists and Aerospace Workers (IAM) is backing Beechcraft's protest, claiming that the Brazilian-designed aircraft would cause a loss of aerospace jobs in the US.

“We should be very concerned whenever U.S. taxpayer dollars are used to create hundreds of jobs in any foreign country,” says IAM president Tom Buffenbarger. “We should be outraged when the loss of those jobs also threatens vital U.S. economic and national security interests.

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Se o governo brasileiro e a Embraer não declararem uma 'guerra' aberta ao processo e por conseguinte à Beechcraft, mais uma vez ficaremos a ver navios, ou melhor a ver aviões ...

O processo foi legítimo pela segunda vez. Está mais do que claro que eles não querem o avião da Beechcraft.

E o valor à maior do contrato se deve ao outros serviços que não seriam anteriormente contratados.

 

Fonte: Reuters

 

A empresa norte-americana Beechcraft disse que vai protestar formalmente contra a decisão da Força Aérea dos Estados Unidos de conceder um contrato à Embraer para o fornecimento de aviões de ataque leve para uso no Afeganistão.

A fabricante brasileira ganhou, em 27 de fevereiro, a licitação para fornecer 20 aviões de ataque para missões contra-insurgência no Afeganistão. A Beechcraft, anteriormente conhecida como Hawker Beechcraft, saiu de um processo de concordata no mês passado. A fabricante de aeronaves disse em comunicado que estima que a decisão da Força Aérea afetará cerca de 1.400 postos de trabalho no Kansas e outros Estados norte-americanos.

Representantes da Embraer e da parceira Sierra Nevada não puderam ser imediatamente contatados para comentar o assunto.

Em comunicado, o presidente-executivo da Beechcraft, Bill Boisture, afimrou que sua empresa está "muito perplexa" com a decisão da Força Aéra e que vai encaminhar protesto junto ao U.S. Government Accountability Office, órgão do governo federal que verifica se licitações públicas tiveram irregularidades.

Segundo a empresa, há dúvidas sobre eventuais erros cometidos no processo de seleção.

"Simplesmente não entendemos como a Força Aerea pode justificar um gasto adicional de mais de US$ 125 milhões pelo o que consideramos ser uma aeronave com menos capacidades", disse Boisture.

A Embraer e a Sierra Nevada venceram um contrato inicial de US$ 355 milhões em dezembro de 2011, mas a licitação foi suspensa depois de ser questionada pela Hawker Beechcraft, que perdeu a disputa.

Na sexta-feira, a Associação Internacional de Maquinistas e Trabalhadores da Aeroespaciais, que representa mais de 3 mil funcionários ativos e inativos da Beechcraft, pediu para a Força Aérea rever a entrega do contrato à Embraer.

Se o governo brasileiro e a Embraer não declararem uma 'guerra' aberta ao processo e por conseguinte à Beechcraft, mais uma vez ficaremos a ver navios, ou melhor a ver aviões ...

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(...)

"Simplesmente não entendemos como a Força Aerea pode justificar um gasto adicional de mais de US$ 125 milhões pelo o que consideramos ser uma aeronave com menos capacidades", disse Boisture.

(...)

Se o governo brasileiro e a Embraer não declararem uma 'guerra' aberta ao processo e por conseguinte à Beechcraft, mais uma vez ficaremos a ver navios, ou melhor a ver aviões ...

O cara da Beechcraft deve ter fumado maconha vencida! É um jogador de poker passando o maior cachorrão! O Super Tucano com menos capacidades de um T-6? 'tas brincando!

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O cara da Beechcraft deve ter fumado maconha vencida! É um jogador de poker passando o maior cachorrão! O Super Tucano com menos capacidades de um T-6? 'tas brincando!

 

Pode ter certeza que eles vão continuar batendo em todas as portas do governo e tentando vender a "verdade" deles e forçarem o cancelamento pela segunda vez da concorrência.

O avião deles sequer tem um protótipo voando ainda.

 

E se por algum motivo ( ou não ) haveria uma remota possibilidade do programa brasileiro de renovação de caças da FAB FX-2 ser levado pela Boeing, pode ter certeza que se essa venda for novamente cancelada, quem mais perderá são os americanos.

 

No airliners.net e cujo "link" coloco aí abaixo, questionam o preço sem saber que mais coisas foram agregadas ao contrato.

E querem saber porque em meio à crise financeira, o governo americano tem que usar de dinheiro do contribuinte para fornecer aviões que eventualmente poderiam evetualmente serem "sequestrados" pelos inimigos dos EUA no Afeganistão e usados contra as forças armadas dos EUA lá estabelecidas.

Mas este é o tipo de pergunta que deveriam fazer ao governo deles, não é verdade ????

 

http://www.airliners.net/aviation-forums/military/read.main/141685/

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Depois dessa o Brasil deveria comprar dos suecos ou franceses as aeronaves do programa FX2.

 

Parece que a USAF esta sem moral....queria ver se fosse a EMBRAER a reclamante..nao davam a menor bola.

 

Palhaçada....EMBRAER compra a Beechcraft antes dos chineses.....

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Palhaçada....EMBRAER compra a Beechcraft antes dos chineses.....

 

Somente a divisão de jatos HAWKER está à venda ... A Beechcraft saiu recentemente do Chapter 11 e continuará produzindo sua linha de turboélices ...

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E a EMBRAER se manifesta ...

 

Comunicado conjunto da Sierra Nevada Corporation (SNC) e da Embraer Defesa e Segurança sobre a decisão da Beechcraft Corporation de protestar a escolha do contrato do programa Light Air Support (LAS):

 

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) selecionou pela segunda vez o A-29 Super Tucano para o programa LAS. Ao fazer a divulgação, a USAF afirmou que “essa escolha é o resultado de uma concorrência plena e aberta,” e o Tenente-Brigadeiro C.R. Davis, representante militar para aquisições da USAF disse “estou certo que o processo de seleção foi rigoroso e meticuloso.” Até o CEO da Beechcraft comentou sobre os cuidados e o profissionalismo do processo. Na verdade, este foi um processo de avaliação totalmente novo, conduzido por uma nova equipe e supervisionado por um Brigadeiro de três estrelas.

 

Ao avaliar os concorrentes, a USAF examinou três critérios, nesta ordem prioritária: capacidade para a missão, histórico de desempenho e preço para determinar o melhor custo-benefício.

 

O A-29 recebeu uma classificação excepcional em termos de capacidade técnica e baixo risco, em todas as categorias. Hoje, somente o A-29 Super Tucano está operacional e realizando missões de apoio aéreo tático. Suas capacidades e trajetória de sucesso são plenamente reconhecidas e demonstradas, e o histórico do desempenho da Embraer e da SNC é igualmente comprovado. Baseados nesses fatores, estamos confiantes de que a USAF escolheu o A-29 como a solução com o menor risco para os Estados Unidos e seus parceiros e o melhor custo-benefício.

 

De acordo com o processo de concorrência, a USAF selecionou o A-29 baseado nos três fatores descritos acima, não somente um deles. A USAF entendeu que o preço que está pagando pelo A-29, uma aeronave superior, é parte deste custo-benefício. Esperamos outra rápida decisão do órgão competente nos EUA (Government Accountability Office) quanto ao protesto da Beechcraft.

 

Um importante aspecto da nossa proposta é a geração de empregos em Jacksonville, Flórida. Entendemos que ela estabelece um novo modelo para trazer de volta para os EUA empregos na manufatura aeroespacial de alta tecnologia, revertendo a recente migração de postos de trabalho para fora do país. As aeronaves A-29 para o programa LAS serão fabricadas em Jacksonville. O contrato da Embraer e da SNC para o LAS ajudará a manter mais de 1.400 postos de trabalho americanos, refletindo tanto a ampla base de fornecedores nos Estados Unidos —com mais de 100 empresas que fornecerão as peças e os serviços para o A-29 Super Tucano — e novos empregos que serão criados pela Embraer e a SNC. A Embraer criará novos empregos de alta tecnologia na sua fábrica em Jacksonville, somados às 1.200 pessoas que atualmente emprega nos Estados Unidos, e a SNC acrescentará 2.500 pessoas à sua força de trabalho.

 

O A-29 Super Tucano é a escolha certa para a missão, os combatentes, os contribuintes, os trabalhadores norte-americanos e nações parceiras. À luz da força da nossa proposta e da profundidade do processo de avaliação, lamentamos que a Beechcraft esteja uma vez mais protestando contra o contrato do LAS.

 

Um ano atrás, a necessidade de se ter essa aeronave era crítica e, hoje, tornou-se ainda mais. A Embraer e a SNC estão avançando e se preparando para começar as operações em Jacksonville.

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Fonte: Defense News

 

 

 

 

WASHINGTON — The Afghan military will receive 20 of the A-29 Super Tucano as their new light air support vehicle, the U.S. Defense Department announced.

The Super Tucano, a joint program from U.S. firm Sierra Nevada Corp. (SNC) and Brazil’s Embraer, has been awarded the contract, beating out competitor Beechcraft and its ATS.

The firm-fixed-price contract is worth $427,459,708, and has a maximum amount $950 million that can be ordered under the contract. Work will be completed by Feb. 26, 2019, and the first delivery order is expected to be complete by April 2015.

In addition to the 20 planes, SNC and Embraer will provide “one computer based trainer, one basic aviation training device, one flight training device, six mission planning stations, six mission debrief systems, long lead spares for interim contractor support, outside the continental United States base activation, site surveys, flight certification to U.S. Air Force military type certification standards, and data.”

“I am confident that the source selection process was disciplined and meticulous, and we are excited to provide a much-needed capability to our Afghan partners,” U.S. Lt. Gen. CR Davis, military deputy with the Office of the Assistant Secretary of the Air Force for Acquisition, wrote in a statement.

The award marks the second time in a year that the A-29 has won this contract. The Air Force picked the plane early last year as its choice for the contract, but were forced to recompete the program after Hawker Beechcraft lodged a formal complaint with the Government Accountability Office and filed a lawsuit in federal court.

The Air Force relaunched the competition last April, although the Super Tucano and the AT-6 were the only competitors. (The relaunching of the contract nullified the lawsuit from Hawker.)

“The Light Air Support program is essential to the United States’ objectives in Afghanistan and to our national security. It is a great honor to serve our country by providing the aircraft, training and support for this program,” Taco Gilbert, vice president of Integrated Tactical Solutions for SNC’s Intelligence Surveillance and Reconnaissance business area, wrote in a statement sent out minutes after the contract was announced.

“The A-29 Super Tucano, with its proven track record, is exactly what’s needed for the LAS program where the mission is critical and time is short. We will deliver a superior product, on-time and on-budget.

“We are glad to provide the U.S. government with the best aircraft for the LAS program and to aid American warfighters and partners in successfully concluding their mission in Afghanistan,” Luiz Carlos Aguiar, president and CEO of Embraer Defense and Security, wrote in the same statement.

“Through this contract with SNC, we will increase our investment in the United States by creating new jobs and supporting American businesses.”

“Although the U.S. Air Force did not select the AT-6 Light Attack Aircraft for the Light Air Support program, Beechcraft is committed to advancing the aircraft’s capabilities and continues to pursue additional close air support opportunities,” Nicole Alexander, Beechcraft spokeswoman, wrote in a statement.

“We are disappointed that our proposal was not chosen. We will meet with the USAF for a full debrief of the award and determine our next steps forward at that time.”

 

‘A Proven System’

During a recent interview, Gilbert expressed confidence that the Super Tucano would once again win the contract.

“It is a proven system” Gilbert said, citing over 28,000 hours of combat flying time logged across nine countries. “What you see if what you get, and we’re confident we get that low-risk capability. It certainly meets all the requirements that are out there for the LAS program.”

Previous models of the A-29 were built in Brazil, but the planes for the LAS contract will be created at a facility located near Jacksonville International Airport in Jacksonville, Fla. Embraer estimates the new facility will support 100 suppliers across 20 states and result in roughly 1,400 American jobs.

The facility is not designed for this contract alone.

“We see a huge market” for expansion, Gilbert said. “We see great growth potential. As the war on terror continues to spread across the globe, one of the lessons learned is that these 4th and 5th generation fighters are very capable but this isn’t necessarily a great mission for them.”

Gilbert said the companies are prepared to hit the ground running “day one” after winning the contract. “We’re ready right now to start ordering long-lead items and start working the hiring down in Jacksonville,” he said.

A former USAF general, Gilbert stressed that his company was aware of the condensed timetable facing the program, a result of the extra year required to bid the program and by the Obama administration’s decision to remove troops from Afghanistan at an acerbated pace.

“This is just too important, both from the mission they have and for the need to bring Americans home,” Gilbert said. “This program has to be successful.”

 

Disappointment for Beechcraft

While the Super Tucano team is celebrating, the contract loss hit hard for the competition.

During the period the contract was recompeted, Hawker Beechcraft went through Chapter 11 bankruptcy. The company, now rebranded with just the Beechcraft name, announced its restructuring last week.

Beechcraft CEO Bill Boisture said in a recent interview that his company is positioned strongly in the market, even if the LAS deal went to the Embraer/SNC duo.

“We have the financial strength and stability as a result of this restructuring to compete vigorously on competitions like this and we’ll go in search of a launch customer if this [LAS] contract is not the vehicle we can use for that,” Boisture said. “We have an expectation that the future growth and profitability of the company will definitely involve the AT-6.”

He also said the second competition “proceeded with a great deal of urgency, and yet care. Our interactions with the Air Force on this round of competition have been very professional.”

 

 

 

 

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Fonte: Reuters

 

A Força Aérea dos Estados Unidos defendeu nesta segunda-feira (11) sua decisão de conceder à Embraer e sua sócia Sierra Nevada um contrato de US$ 428 milhões para a entrega de 20 aviões de ataque leve, apesar de enfrentar protestos renovados da Beechcraft.

"Estamos confiantes que esta decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick, que não tinha nenhum comentário imediato sobre se seria emitida uma ordem de paralisar as encomendas.

A Beechcraft, conhecida anteriormente como Hawker Beechcraft, afirmou na sexta-feira passada que iria protestar contra a decisão, que se seguiu após uma nova concorrência realizada no ano passado.

A Embraer e a Sierra Nevada venceram um contrato inicial de US$ 355 milhões em dezembro de 2011 para o fornecimento de aviões Super Tucano a serem usados no Afeganistão, mas a licitação foi suspensa após ser contestada pela Hawker Beechcraft.

O novo protesto é o capítulo mais recente de uma saga sobre a aquisição de equipamento militar envolvida com política. Representantes brasileiros expressaram desânimo no ano passado quando o contrato original com a Embraer foi suspenso, e consequências políticas do caso também surgiram na campanha eleitoral presidencial dos EUA.

A Força Aérea norte-americana desistiu de conceder o contrato inicial à Sierra Nevada e Embraer depois que encontrou "deficiências no processo de documentação que não poderia confirmar a adequação da decisão anterior", disse Gulick.

Nesta segunda-feira, ele disse que o mais recente contrato concedido à Sierra Nevada e Embraer envolveu um novo "time de avaliação, conselheiros internos e externos e uma nova autoridade para seleção".

Um órgão do governo norte-americano que supervisiona compras federais questionadas tem até 100 dias para decidir sobre o assunto.

A Beechcraft saiu de um processo de concordata no mês passado. A fabricante disse em um comunicado que a decisão da Força Aérea coloca 1.400 empregos em risco no Estado do Kansas e outros locais nos EUA.

Na noite de sexta-feira, a Embraer e Sierra Nevada disseram que sua oferta na competição dá garantia a manutenção de mais de 1.400 empregos nos EUA e acrescentou que o Super Tucano será montado em Jacksonville, na Flórida.

A Sierra Nevada conta com 2.500 trabalhadores e a Embraer tem 1.200 funcionários nos EUA.

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Fonte: UOL

 

A Embraer afirmou que já está pronta para iniciar a produção do avião de ataque leve Super Tucano nos Estados Unidos para atender a contrato concedido pela Força Aérea norte-americana, afirmou o vice-presidente financeiro, José Filippo, em teleconferência com jornalistas.

A fabricante brasileira ganhou, em 27 de fevereiro, a licitação para fornecer 20 aviões de ataque para missões contra-insurgência no Afeganistão. O negócio é avaliado em US$ 427,5 milhões, anunciou o Pentágono.

A empresa norte-americana Beechcraft, concorrente da Embraer no negócio, disse na semana passada que vai protestar formalmente contra a decisão da Força Aérea dos Estados Unidos de conceder um contrato à Embraer para o fornecimento de aviões de ataque leve para uso no Afeganistão.

A fabricante de aeronaves disse em comunicado que estima que a decisão da Força Aérea afetará cerca de 1.400 postos de trabalho no Kansas e outros Estados norte-americanos.

Mesmo com os protestos da empresa dos EUA, o governo do país afirmou que está do lado da Embraer. "Estamos confiantes que esta decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick.

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Meus prezados:

 

Força Aérea dos EUA defende Embraer em licitação

 

A Força Aérea dos Estados Unidos defendeu ontem sua decisão de conceder à Embraer e à sua sócia Sierra Nevada um contrato de US$ 428 milhões para a entrega de 20 aviões de ataque leve, apesar de enfrentar protestos da Beechcraft.

"Estamos confiantes que a decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea americana, Ed Gulick, que não comentou a possibilidade de paralisar as encomendas.

A Beechcraft, conhecida anteriormente como Hawker Beechcraft, afirmou na sexta-feira que vai protestar novamente contra a decisão dos americanos.

Embraer e Sierra Nevada venceram em dezembro de 2011 um contrato de US$ 355 milhões para o fornecimento de aviões Super Tucano para serem usados no Afeganistão.

Mas a licitação foi suspensa após ser contestada pela Beechcraft. Uma nova licitação foi realizada e vencida novamente pelas duas companhias.

O novo protesto é o capítulo mais recente de uma saga sobre a aquisição de equipamento militar envolvida com política. Representantes brasileiros expressaram desânimo quando o primeiro contrato foi suspenso, e consequências políticas do caso também surgiram na campanha eleitoral presidencial dos EUA.

Ontem, Gulick disse que a escolha da Sierra Nevada e da Embraer envolveu um novo "time de avaliação, conselheiros internos e externos e uma nova autoridade para seleção".

Agora, o órgão do governo americano que supervisiona compras federais questionadas tem até 100 dias para decidir sobre o assunto.

A Beechcraft saiu de um processo de concordata no mês passado. A fabricante disse em um comunicado que a decisão da Força Aérea dos EUA coloca 1,4 mil empregos em risco no Estado do Kansas.

Na sexta-feira, Embraer e Sierra Nevada disseram que o Super Tucano será montado em Jacksonville, na Flórida - o que garantiria a manutenção de outros 1,4 mil empregos nos EUA. A Sierra Nevada tem 2,5 mil funcionários e a Embraer, 1,2 mil, só nos EUA.

 

fonte: jornal O Estado de São Paulo, via CECOMSAER 13 mar 2013

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Agora tá ficando legal, os próprios gringos atirando entre si.....

E o Super Tucano quietinho, empoleirado.

 

Incrível como esse avião conseguiu sair de um estado de quase inércia, após as encomendas da FAB, Chile, República Dominicana.....

 

Ressurgiu, porque teve um pequeno período em que sua produção quase parou, sem encomendas, com 12 aviões de excedente (em que alguns até achavam que seriam os A-29 fumaceiros, mas não eram) e aí, vende aqui, vende ali, vai, entra na concorrência LAS, ganha mas não leva, ganha de novo e agora leva.....

 

E daqui pra frente, deve vir muita encomenda ainda na esteira dessa decisão da USAF.

 

A área de Defesa e Segurança soube trabalhar muito bem, e , juntamente com o marketing, conseguiram virar um jogo que estava 3X0 contra no meio do segundo tempo.

 

Futuramente, vejo a Embraer vendendo um pacotaço militar, envolvendo os R-99 / A-29 e KC390. Que portfólio hein!!! Nisso, você joga um tempero legitimamente brasileiro com a Fumaça voando o A-29 mundo afora...

 

Céus infinitamente azuis, basta apenas manter a proa.

 

Orgulho nosso, indubitavelmente.

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Agora tá ficando legal, os próprios gringos atirando entre si.....

E o Super Tucano quietinho, empoleirado.

 

Incrível como esse avião conseguiu sair de um estado de quase inércia, após as encomendas da FAB, Chile, República Dominicana.....

 

Ressurgiu, porque teve um pequeno período em que sua produção quase parou, sem encomendas, com 12 aviões de excedente (em que alguns até achavam que seriam os A-29 fumaceiros, mas não eram) e aí, vende aqui, vende ali, vai, entra na concorrência LAS, ganha mas não leva, ganha de novo e agora leva.....

 

E daqui pra frente, deve vir muita encomenda ainda na esteira dessa decisão da USAF.

 

A área de Defesa e Segurança soube trabalhar muito bem, e , juntamente com o marketing, conseguiram virar um jogo que estava 3X0 contra no meio do segundo tempo.

 

Futuramente, vejo a Embraer vendendo um pacotaço militar, envolvendo os R-99 / A-29 e KC390. Que portfólio hein!!! Nisso, você joga um tempero legitimamente brasileiro com a Fumaça voando o A-29 mundo afora...

 

Céus infinitamente azuis, basta apenas manter a proa.

 

Orgulho nosso, indubitavelmente.

 

 

Prezado Thiago,

 

A grande mudança está exatamente no fato do avião poder cumprir uma grande gama de tarefas a um custo muito menor. Muitos países já perceberam isso. Podem patrulhar suas fronteiras, combater o tráfico de drogas/armas e cumprir outras tantas tarefas já conhecidas por nós.

 

A FAC fez grande uso destas aviões, eles se mostraram muito eficazes. As FARCs sofreram pesadas baixas.

 

Realmente o aviãozinho é um sucesso.

 

:joinha:

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E daqui pra frente, deve vir muita encomenda ainda na esteira dessa decisão da USAF.

 

O contrato pode chegar até US$ 950 milhões.

 

E a Boeing juntamente com a EMBRAER - Sierra Nevada está oferencendo um pacote extra de equipamentos.

 

Sem contar que também a Boeing se associou à EMBRAER para oferecer o KC390 a potenciais mercados, incluindo os Estados Unidos.

Se a parceria vingar, vem muito mais por aí ...

Edited by RICARDO MOTTI
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