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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF, para o Afeganistão

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(...)

Futuramente, vejo a Embraer vendendo um pacotaço militar, envolvendo os R-99 / A-29 e KC390. Que portfólio hein!!! Nisso, você joga um tempero legitimamente brasileiro com a Fumaça voando o A-29 mundo afora...

(...)

Prezado Thiago: ...apoiada pelo KC-390 hein!?

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Contrato da Embraer com Força Aérea dos EUA é paralisado, diz jornal

 

 

A Força Aérea dos Estados Unidos emitiu uma ordem de interrupção de trabalhos para Embraer e Sierra Nevada, vencedoras de uma licitação de para venda de aeronaves que serão usadas no Afeganistão, segundo o jornal "O Estado de S. Paulo".

Ainda de acordo com o jornal, a ordem de interrupção dos trabalhos é um procedimento padrão, que se segue quando um concorrente questiona o resultado de uma licitação.

A fabricante brasileira ganhou, em 27 de fevereiro, a licitação para fornecer 20 aviões de ataque para missões contra-insurgência no Afeganistão. O negócio é avaliado em US$ 427,5 milhões, anunciou o Pentágono.

A empresa norte-americana Beechcraft, concorrente da Embraer no negócio, disse na semana passada que vai protestar formalmente contra a decisão da Força Aérea dos Estados Unidos de conceder um contrato à Embraer para o fornecimento de aviões de ataque leve para uso no Afeganistão.

A fabricante de aeronaves disse em comunicado que estima que a decisão da Força Aérea afetará cerca de 1.400 postos de trabalho no Kansas e outros Estados norte-americanos.

Mesmo com os protestos da empresa dos EUA, o governo do país afirmou que está do lado da Embraer. "Estamos confiantes que esta decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick.

A Embraer estima que a primeira aeronave deva ser entregue no segundo semestre de 2014.

fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/03/14/contrato-da-embraer-com-forca-aerea-dos-eua-e-paralisado-diz-jornal.htm

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Contrato da Embraer com Força Aérea dos EUA é paralisado, diz jornal

Mesmo com os protestos da empresa dos EUA, o governo do país afirmou que está do lado da Embraer. "Estamos confiantes que esta decisão é bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick.

 

A Beechcraft está saindo de uma concordata.

Precisa urgentemente de dinheiro e encomendas.

Não vai largar o "osso" e vai brigar de todas as formas para obter a encomenda.

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A Beechcraft está saindo de uma concordata.

Precisa urgentemente de dinheiro e encomendas.

Não vai largar o "osso" e vai brigar de todas as formas para obter a encomenda.

 

 

Qual a % de possibilidade de ocorrer uma reviravolta? será que tem chance?

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Qual a % de possibilidade de ocorrer uma reviravolta? será que tem chance?

 

Tudo é possível quando se envolve o governo dos Estados Unidos ...

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De fato eles não vão largar o osso

 

 

 

 

A Força Aérea dos Estados Unidos emitiu uma ordem de interrupção de trabalhos para Embraer (EMBR3) e Sierra Nevada, vencedoras de uma licitação para a venda de 20 aviões militares, segundo o jornal "O Estado de S. Paulo".

Ainda de acordo com o jornal, a ordem de interrupção dos trabalhos é um procedimento padrão, que acontece quando um concorrente questiona o resultado de uma licitação.

A fabricante brasileira ganhou, em 27 de fevereiro, a licitação para fornecer 20 aviões de ataque para missões contra-insurgência no Afeganistão. O negócio é avaliado em US$ 427,5 milhões, anunciou o Pentágono.

A Beechcraft, concorrente da Embraer no negócio, disse na semana passada que iria protestar formalmente contra o resultado. Segundo a empresa norte-americana, a decisão afetará cerca de 1.400 postos de trabalho nos EUA.

Não é a primeira vez que a Beechcraft contesta a escolha feita pela Força Aérea dos EUA. Embraer e Serra Nievada ganharam um contrato de US$ 355 milhões inicial em dezembro de 2011, mas o negócio foi desfeito depois de ser questionado pela Beechcraft, então conhecida como Hawker Beechcraft.

Apesar disso, o governo dos EUA afirmou que está do lado da Embraer. "Estamos confiantes que esta decisão está bem fundamentada e que as propostas dos ofertantes foram total e justamente consideradas dentro do critério de avaliação", disse o porta-voz da Força Aérea, Ed Gulick.

A Embraer estima que a primeira aeronave deva ser entregue no segundo semestre de 2014.

(Com agências)

Fonte: http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/03/14/contrato-da-embraer-com-forca-aerea-dos-eua-e-paralisado-diz-jornal.htm

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De fato eles não vão largar o osso

(...)

A Beechcraft, concorrente da Embraer no negócio, disse na semana passada que iria protestar formalmente contra o resultado. Segundo a empresa norte-americana, a decisão afetará cerca de 1.400 postos de trabalho nos EUA.

(...)

Fonte: http://economia.uol....-diz-jornal.htm

Não é a Beechcraft que tem uma fábrica no México e agora vem falar em perda de postos de trabalho nos EUA?
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15/03/2013 - 17h14

 

Embraer é liberada a produzir o Super Tucano para a Força Aérea dos EUA

 

MARIANA BARBOSA

DE SÃO PAULO

 

Atualizado às 18h40.

 

A Embraer foi liberada para iniciar a produção do avião Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos nesta sexta-feira (15).

 

Hoje, a Força Aérea do país conseguiu reverter determinação do GAO (Government Accountability Office), responsável por auditar licitações de governo, de segunda-feira, que resultou na suspensão dos trabalhos de produção do avião.

 

A ordem de suspensão dos trabalhos é uma decorrência automática do processo aberto pela concorrente Beechcraft junto ao GAO, questionando o resultado.

 

A Força Aérea obteve a vitória sob o argumento de que o programa é estratégico e de interesse para a segurança nacional.

 

A Embraer venceu a disputa em dezembro de 2011, em parceria com a SNC (Sierra Nevada Corporation), mas a Beechcraft entrou na Justiça e conseguiu anular a concorrência. Uma nova disputa foi realizada e, fim de fevereiro, a Embraer e a SNC foram novamente anunciadas como vencedoras.

 

O contrato de US$ 428 milhões envolve a compra de 20 aviões Super Tucano, além de peças e serviços de manutenção. Os aviões serão usados para dar apoio à missão militar dos EUA no Afeganistão. Se concretizada, será a primeira venda da Embraer para a Defesa dos EUA.

 

 

BEECHCRAFT

 

 

"No que concerne à produção de aeronaves para ajudar os americanos a voltar do Afeganistão para casa, a Força Aérea dos EUA hoje concluiu que o 'melhor interesse' agora pesa nos ombros do Brasil", declarou a Beechcraft, em nota.

 

A empresa americana questionava o valor do contrato. "Simplesmente não entendemos como a Força Aérea pode justificar um gasto adicional de mais de US$ 125 milhões pelo o que consideramos ser uma aeronave com menos capacidades", disse em comunicado o presidente-executivo da empresa, Bill Boisture, após perder a licitação pela segunda vez.

 

Ele disse que sua empresa estava "muito perplexa" com a decisão e que há dúvidas sobre eventuais erros cometidos no processo de seleção.

 

EMPREGOS

 

Anteriormente conhecida como HB (Hawker Beechcraft), a Beechcraft saiu de um processo de concordata no mês passado. Em comunicado, ela disse que a decisão a favor da Embraer afetará cerca de 1.400 postos de trabalho no Kansas e em outros Estados americanos.

 

O presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, lembrou que a Embraer emprega 1.200 funcionários em sua fábrica na Flórida, nos EUA, e que a Beechcraft, desde 2008, demitiu cerca de 5.000 funcionários no país.

 

 

 

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1246999-embraer-e-liberada-para-produzir-o-super-tucano.shtml

Edited by T-6D

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Creio que de fato desta vez nada irá adiantar o protesto da Beechcraft ...

 

Fonte: Flight Global

 

The US Air Force is ordering Sierra Nevada Corporation (SNC) and partner Embraer to restart work on a contract to supply Afghanistan with 20 A-29 Super Tucano light attack aircraft.

"[On 15 March] the Air Force Deputy Assistant Secretary for Contracting authorized Nevada-basedSierra Nevada Corporation to restart work on the Light Air Support (LAS) contract after notifying the Comptroller General of her decision," the USAF says.

The service says that it had to unfreeze the contract "in order to honor a critical and time-sensitive US commitment to provide air support capability to the Afghanistan Air Force (AAF)." Work on the contract was stopped on 11 March after losing bidder Beechcraft filed a protest with the Government Accountability Office (GAO). SNC and Embraer were awarded the LAS contract on 27 February.

"The Competition in Contracting Act provides for such actions, called overrides, when it is determined to be in the best interests of the United States or unusual and compelling circumstances will not permit waiting for the GAO's decision," the USAF says. "The override does not affect the 100 day period that GAO has to render its decision on the LAS protest. The Air Force is fully committed to supporting the protest process."

The USAF is in a hurry to get the LAS in service with the Afghan air force before relations with that nation's government deteriorate further to where the programme may be terminated regardless of any protests, says Richard Aboulafia, an analyst at the Virginia-based Teal Group. "I think there is an excellent chance it just gets cancelled not because of the protest, just because we're buying them on behalf a highly uncertain ally-who may not be an ally for much longer," he says.

Nonetheless, machines like the Super Tucano or Beechcraft AT-6-a derivative of Switzerland's Pilatus PC-9-are the only fixed-wing strike aircraft the US can realistically offer Afghanistan, Aboulafia says. The US is not willing to supply that nation with advanced attack helicopters like theBoeing AH-64 Apache or supersonic fighters like the Lockheed Martin F-16. Nor is there a ready supply of aircraft like the Russian Sukhoi Su-25 Frogfoot available, he says.

Beechcraft released a strongly worded statement in response to the USAF's decision to move forward on the LAS contract.

"When it comes to producing aircraft that will help Americans come home from Afghanistan, the US Air Force today concluded that America's "best interest" now rests on the shoulders of Brazil," Beechcraft says. "This decision is very misguided. It will lead to the loss of American jobs and substantially higher costs to American taxpayers."

Beechcraft claims that the USAF is outsourcing "American defense jobs" by overriding the stop work order. The company further asserts that "the definitions of national security and the protection of the US aerospace industrial base have been turned upside down."

Additionally, Beechcraft called the LAS acquisition process "opaque", and says that the USAF's move "deprives the American taxpayer of transparent answers to legitimate and well-documented questions."

Beechcraft's aggressive response is likely due to the company's precarious post-bankruptcy financial situation. "If the AT-6 doesn't go ahead-and it probably won't go ahead without a US endorsement, they only have the King Air," Aboulafia says. "There is more at stake for Hawker Beechcraft because of their restructuring plan."

Embraer, meanwhile, hopes to use the Super Tucano deal to expand its defence business and secure a US toehold. The company says that it will build the 20 Super Tucanos ordered under the LAS contract in Jacksonville, Florida.

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E baseado no que a USAF ordenou, a EMBRAER já se adiantou e tomou providências ...

 

Jacksonville, Estados Unidos, 15 de março de 2013 – A Embraer Aircraft Holding, Inc. anunciou hoje que assinou um contrato de locação de 10 anos para um hangar de 3.716 metros quadrados no qual realizará a montagem da aeronave A-29 Super Tucano para o programa LAS (Light Air Support), ou Apoio Aéreo Leve, da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF, na sigla em inglês). A preparação das instalações já se encontra em andamento. As aeronaves para o programa LAS atendem a uma necessidade urgente de apoiar a retirada segura das tropas dos Estados Unidos do Afeganistão.

 

O Prefeito de Jacksonville, Alvin Brown, deu boas-vindas à Embraer. “Fico feliz com esse marco econômico, uma vez que a fabricação do A-29 da Embraer representa a primeira operação plena de montagem de aeronaves em Jacksonville”, disse o Prefeito. “Isto mostra tanto a confiança que temos nos nossos trabalhadores quanto a expansão do papel de Jacksonville como uma das cidades mais receptivas aos militares e veteranos da América. Parabenizo a Embraer por abraçar esses valores e esperamos uma relação longa e produtiva.”

 

“Aguardávamos ansiosamente o dia em que finalmente poderíamos estabelecer a nossa presença em Jacksonville e estamos prontos para trabalhar”, disse Gary Spulak, Presidente da Embraer Aircraft Holding, Inc. “Este importante passo é o primeiro de muitos que vão consolidar a nova parceria que criamos entre a Embraer e a comunidade de Jacksonville.”

 

Com o apoio do Estado da Flórida, da cidade de Jacksonville e da Autoridade Aeroportuária local, as instalações no Aeroporto Internacional do município já estão passando pelas modificações necessárias. Essas instalações receberão as etapas de pré-equipagem, montagens mecânica e estrutural, instalação e testes de sistemas, e testes de voo da aeronave LAS.

 

“Um time formidável foi formado para apresentar argumentos consistentes para a fabricação deste avião no nordeste da Flórida, resultando numa grande vitória para a economia da região e para a nossa defesa nacional”, disse o Deputado Ander Crenshaw (Republicano da Flórida), que representa o 4° Distrito do Estado. “A implementação dessas instalações realça a posição de Jacksonville como centro de excelência para a aviação militar.”

 

“É um orgulho podermos abrigar a produção dessa importante aeronave”, disse Steve Grossman, Diretor-Executivo da Autoridade Aeroportuária de Jacksonville. “Isto traz investimentos financeiros e bons empregos para a região.”

 

“Este é um exemplo maravilhoso da internalização das atividades, e é exatamente o que nossa região e nação precisam. Estas instalações vão gerar empregos altamente qualificados e representam milhões de dólares em investimentos. A produção da aeronave envolverá fornecedores em todos os Estados Unidos, contribuindo assim para muito mais empregos americanos”, disse a Deputada Corrine Brown (Democrata da Flórida), que representa o 5° Distrito do Estado.

 

A Embraer possui sede nos EUA, na cidade de Fort Lauderdale, na Flórida, há mais de 30 anos e emprega mais de 1.200 colaboradores no país. A unidade em Jacksonville junta-se à expansão recente das operações da Empresa na Flórida. Em 2011, a Embraer inaugurou, na cidade de Melbourne, uma unidade de produção para os jatos Phenom 100 e Phenom 300 e um Centro Global de Atendimento ao Cliente. Em 2012, a Empresa começou a construção de um novo Centro de Engenharia e Tecnologia, também em Melbourne, que empregará 200 engenheiros. Outros 1.400 postos de trabalho serão sustentados por meio do contrato LAS.

 

Como a aeronave escolhida para o programa LAS, o A-29 Super Tucano será utilizado para fornecer capacidades de apoio aéreo leve, vigilância e treinamento às Forças Armadas do Afeganistão. O avião representa um elemento vital para a estratégia de retirada dos Estados Unidos do Afeganistão, desempenhando papel central na manutenção do progresso da segurança na região. O programa LAS também oferecerá aos Estados Unidos e outras nações parceiras importantes capacidades para um poderio aéreo ágil, flexível, econômico, de nova geração e múltiplas missões. Veja mais sobre o A-29 Super Tucano no site www.BuiltForTheMission.com.

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Alguém tem que dizer para essa Beechcraft que a USAF NÃO QUER OS AVIÕES DELES !!!

Prestem atenção no grifado em vermelho ...

 

Fonte: Flight Global

 

Beechcraft is suing the US Air Force in an attempt to prevent the service from continuing work on an effort to supply Afghanistan with a Light Air Support (LAS) aircraft. The service awarded Sierra Nevada Corporation (SNC) and partner Embraer a $427 million contract to supply 20 A-29 Super Tucano light attack aircraft in late February to meet the urgent requirement.

Beechcraft subsequently filed a protest with the US Government Accountability Office (GAO) on 8 March, which led to the award being frozen. But the USAF issued an order on 15 March for SNC and Embraer to resume work on the programme because of the "time-critical" nature of the LAS contract.

"Beechcraft Corporation has filed suit in the Court of Federal Claims to contest the US Air Force's decision to lift the stay of performance on the Light Air Support contract while the Government Accountability Office continues to review Beechcraft's protest of the award to Embraer/Sierra Nevada," the company says. "A GAO ruling on Beechcraft's protest of this procurement is expected within 90 days."

This is the second time Beechcraft has filed a lawsuit to stop work on the LAS contract after its AT-6 aircraft lost out to the Super Tucano. The company protested to the GAO after its candidate was rejected by the USAF during the first iteration of the LAS contest in late 2011 and early 2012. After the GAO rejected Beechcraft's protest, the company subsequently sued the USAF, ultimately forcing the service to restart the programme.

Beechcraft has in recent weeks been promoting its rejected AT-6 as an aircraft designed and built inside in the USA. However, the aircraft is a derivative of the Swiss Pilatus PC-9 turboprop trainer.

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Link quebrou....nao consegui editar pelo Ipad...segue a notícia...

 

A indústria aeronáutica norte-americana Beechcraft anunciou que abriu um processo no Tribunal de Demandas Federais dos Estados Unidos para contestar a concessão de um contrato de US$ 427,5 milhões entre a Força Aérea do país e o consórcio formado pela Embraer e pela Sierra Nevada Corp., informa o jornal Wichita Eagle, de Wichita (Kansas), onde a Beechcraft tem sede. A companhia norte-americana já apresentou um protesto contra o resultado da licitação ao Escritório de Prestação de Contas do governo dos EUA (GAO). Nesta quinta-feira, a Beechcraft disse esperar uma decisão do GAO para os próximos 90 dias. A disputa se arrasta há três anos. O consórcio Embraer/Sierra Nevada venceu em duas instâncias com o A-29 Supertucano, que seria fabricado na unidade da Embraer em Jacksonville (Flórida). A Beechcraft apresentou o AT-6, uma versão de ataque de seu avião de treinamento militar T-6. Os aviões deverão ser cedidos pelos EUA à Força Aérea do Afeganistão. A reportagem do Wichita Eagel está disponível aqui.

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E a EMBRAER tem pressa ...

 

Fonte: Reuters

 

A Embraer inaugurou, na tarde desta terça-feira (26), as instalações onde serão montados os aviões Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos: um hangar de 3.716 metros quadrados no Aeroporto Internacional de Jacksonville, em Jacksonville, na Flórida.

Segundo a empresa, trata-se de uma cerimônia institucional, que contou com a presença do governador do Estado da Flórida, do prefeito de Jacksonville e outras autoridades locais.

O contrato com a Força Aérea dos EUA envolve a compra inicial de 20 aeronaves, no valor de US$ 427 milhões, além de peças e serviços de manutenção. Os aviões serão usados em apoio às missões militares dos EUA no Afeganistão. A entrega da primeira aeronave A-29 Super Tucano feita nos EUA está programada para meados de 2014.

Esta é a primeira venda de um produto de defesa da Embraer para o governo dos EUA, considerado o maior comprador de equipamentos de defesa do mundo.

A contratação da Embraer para o fornecimento dos Super Tucanos foi contestada pela americana Beechcraft, que perdeu a licitação para a brasileira. A concorrente alega que a escolha da Embraer encarece o custo da aquisição das aeronaves pelas Forças Armadas e compromete empregos. O Departamento de Defesa dos EUA revogou a contestação, mas a Beechcraft entrou com novo recurso contra a compra das aeronaves.

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E a EMBRAER tem pressa ...

 

Fonte: Reuters

 

 

A Embraer inaugurou, na tarde desta terça-feira (26), as instalações onde serão montados os aviões Super Tucano para a Força Aérea dos Estados Unidos: um hangar de 3.716 metros quadrados no Aeroporto Internacional de Jacksonville, em Jacksonville, na Flórida.

 

Segundo a empresa, trata-se de uma cerimônia institucional, que contou com a presença do governador do Estado da Flórida, do prefeito de Jacksonville e outras autoridades locais.

 

O contrato com a Força Aérea dos EUA envolve a compra inicial de 20 aeronaves, no valor de US$ 427 milhões, além de peças e serviços de manutenção. Os aviões serão usados em apoio às missões militares dos EUA no Afeganistão. A entrega da primeira aeronave A-29 Super Tucano feita nos EUA está programada para meados de 2014.

 

Esta é a primeira venda de um produto de defesa da Embraer para o governo dos EUA, considerado o maior comprador de equipamentos de defesa do mundo.

 

A contratação da Embraer para o fornecimento dos Super Tucanos foi contestada pela americana Beechcraft, que perdeu a licitação para a brasileira. A concorrente alega que a escolha da Embraer encarece o custo da aquisição das aeronaves pelas Forças Armadas e compromete empregos. O Departamento de Defesa dos EUA revogou a contestação, mas a Beechcraft entrou com novo recurso contra a compra das aeronaves.

 

 

Tem mesmo

 

JAXRIBBONCUTTING1.jpg

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Pessoal, deem uma lida nessa noticia ...

 

A USAF realmente autorizou a compra de 20 + 35 STs, ou a imprensa viajou na maionese novamente ?

 

---

 

Aeronáutica confirma venda de Super Tucanos para Guatemala e Senegal

 

 

Valor OnLine

 

 

O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, confirmou a venda de nove Super Tucanos pela Embraer para a Guatemala e o Senegal.

 

Segundo ele, o interesse pelo modelo turboelice de ataque leve, produzido pela Embraer, aumentou recentemente depois que a Força Aérea dos EUA confirmou a compra de 20 aeronaves.

 

A força Aérea americana, de acordo com o brigadeiro, também já autorizou a compra de mais 35 Super Tucanos, o que eleva o valor do contrato de US$ 427 milhões para cerca de US$ 1 bilhão.

 

"O comandante da Força Aérea das Filipinas me procurou hoje, durante a realização da feira internacional Laad para falar do seu interesse em adquirir o Super Tucano", revelou o Comandante.

 

O brigadeiro disse que vai se reunir com o comandante das Filipinas para falar sobre a experiência da FAB com a aeronave. A Aeronáutica brasileira é a maior operadora de Super Tucano no mundo, com uma frota de 99 aeronaves.

 

 

Fonte: http://m.g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/aeronautica-confirma-venda-de-super-tucanos-para-guatemala-e-senegal.html

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Meus prezados:

 

Light Aircraft Support: The Choice Was Clear

Apr 15, 2013 by Fred George

 

For a second time, W.W. "Bill" Boisture, the CEO of Beechcraft Corp. (formerly Hawker Beechcraft), is challenging the U.S. Air Force's decision to award a contract to Sierra Nevada Corp. to supply 20 Embraer A-29B Super Tucano aircraft for the Light Air Support (LAS) program for use by the Afghan military.

Boisture claims the Defense Department is spending significantly more for the A-29B than it would for Beechcraft's AT-6, its proposed LAS variant of the T-6 Texan II turboprop primary trainer. The T-6 is a well-proven platform, and the AT-6 shares about 80% of its parts.

 

I could see Boisture's point if lowest cost were the only criterion for awarding a contract and if the AT-6 and A-29B offered equivalent capabilities. But neither point is the case.

I have flown both aircraft and there are significant differences. The AT-6 is a trainer that has been adapted for the LAS role with a 1,600-shp engine, a beefed-up wing with hard points, plus twin external gun pods, an electro-optical/infrared camera sensor ball and a network-centric C2ISR communications suite, among other significant improvements. On paper, that gives the AT-6 virtually the same capabilities as the A-29B Super Tucano.

 

Walk around the two aircraft, though, and obvious differences emerge. Built from the ground up for the light attack role, the Brazilian contender is considerably larger than the Beechcraft. The relatively small five-blade propeller offers 5 in. more ground clearance than the AT-6's four-blade prop, and its oil cooler intake is much higher, for protection against foreign object damage. These features make the Super Tucano better suited to rough-field operations.

 

The A-29B's wingspan is 4 ft. wider than the AT-6's and the lateral distance between the landing gear is 50% greater, making the aircraft easier to handle on runways in stiff crosswinds. The A-29B's main landing gear rolling stock is larger, featuring low-pressure 6.5-10 tires that are better suited to unimproved runway operations than the AT-6's high-pressure, 4.4-20 tires that are designed for smooth pavement. The A-29B's fuselage is 3 ft. longer and its vertical stabilizer is 2.3 ft. higher, providing more aerodynamic stability to handle the 1,600-shp engine.

The Super Tucano, to be assembled in Jacksonville, Fla., has two internally mounted 250-round FN Herstal .50-caliber guns plus four wing-mounted hard points for external stores and a center-line fuselage station for an external fuel tank. It can carry 3,420 lb. of external stores with fully loaded guns.

 

The AT-6 has six wing hard points, two of which can accommodate 400-round FN Herstal .50-caliber gun pods. While the AT-6 carries more ammunition, internal guns are easier to keep boresight-aligned than external gun pods. And the AT-6's external stores load is limited to 2,675 lb. with fully loaded gun pods.

Belt into the front seat of each aircraft and more important differences emerge. The A-29B's canopy is considerably larger, affording better visibility in the combat environment. Front and rear internal windshields protect the crew if the canopy is lost in combat.

 

Its sensor ball is mounted farther forward on the bottom of the fuselage so its view of targets abeam the aircraft is not blocked by the wing when the aircraft is banked. The larger wing affords more lateral control with asymmetric external stores loads, such as a pilot might encounter if a 500-lb. smart bomb hangs up on an ejector rack.

The A-29B also has anti-skid power brakes, a computer that calculates drag and runway distance for 133 different external stores configurations and an autopilot that can be coupled to the mission computer to reduce pilot workload. The aircraft also has a proven combat record, having logged more than 18,000 hr., mainly in counterinsurgency operations against the Revolutionary Armed Forces of Colombia (FARC). It has amassed about 180,000 hr. with the air forces of Brazil, Chile, Colombia and Ecuador. Deliveries now have begun to Angola and Indonesia.

 

But, even if the two aircraft were exactly comparable, the long-term financial staying power of the two companies is not the same. That is a key risk factor written into the Federal Acquisition Regulation decision-making process. Sierra Nevada and Embraer have strong product portfolios and robust balance sheets. They will assemble the Super Tucano in Jacksonville. Beechcraft, having shed several unviable product lines, just now is emerging from bankruptcy. The Wichita manufacturer still faces a tough road to recovery. So, on balance, I believe the Air Force twice made the best choice for LAS, first in December 2011 and again in 2013.

fonte: http://www.aviationw..._p58-566822.xml

O colega Grumman F-14 Tomcat nos informa da compra de mais 35 ST's. Alguém tem mais detalhes?

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Negado o protesto da Beechcraft ao contrato do Super Tucano nos EUA

 

 

 

A-29-imagem-site-built-for-the-mission-580x325.jpg

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Embraer e Sierra Nevada pronunciaram-se sobre a decisão do GAO – General Accountability Office – que validou hoje a seleção feita pela USAF

 

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Em pronunciamento conjunto, a Embraer e a Sierra Nevada informaram nesta quinta-feira, 13 de junho, que o GAO (General Accountability Office – organização de controle contábil dos Estados Unidos), negou o protesto da Beechcraft Corporation referente ao contrato concedido pela Força Aérea dos EUA (USAF) à Sierra Nevada Corporation (SNC) e sua parceira Embraer Defensa & Segurança, no programa LAS (Light Air Support – apoio aéreo leve).

 

O programa LAS é considerado essencial para que a retirada dos Estados Unidos do Afeganistão se dê no cronograma e de forma bem-sucedida, segundo o pronunciamento das empresas. Pelo contrato concedido em 27 de fevereiro de 2013, a SNC está fornecendo 20 aeronaves Embraer A-29 Super Tucano que serão construídas em Jacksonville, na Flórida, assim como equipamento de treinamento em solo, treinamento de pilotos e de manutenção, além de apoio logístico. A entrega do primeiro avião está programada para meados de 2014, permitindo o treinamento necessário antes da retirada dos EUA do Afeganistão.

 

Segundo Taco Gilbert, vice-presidente de Soluções Táticas Integradas da área de negócios de inteligência, vigilância e reconhecimento da SNC, “a decisão de hoje é uma vitória para os combatentes americanos e nossos aliados no Afeganistão, que necessitam urgentemente dessa capacidade de ataque leve para cumprir nossa missão lá. Também é uma vitória para os trabalhadores americanos que estão produzindo esse avião.”

 

Super-Tucano-quadro-de-fornecedores-nos-EUA-para-o-programa-LAS-imagem-Embraer-e-Sierra-Nevada-builtforthemission-580x322.jpg

 

Mais de 100 empresas dos Estados Unidos em mais de 20 estados, incluindo Elbit Systems, Honeywell International, FLIR Systems, Inc., GE Aviation, L-3 Communications, BAE Systems, Hartzell, PPG Aerospace, Rockwell Collins e Lord Corporation são parte da cadeia de fornecedores que já está trabalhando para construir o A-29 Super Tucano. No total, o contrato apoia mais de 1.400 empregos nos Estados Unidos.

 

Gilbert completou: “Além disso, essa operação de produção americana continuará a produzir o avião A-29 para outras nações, como parte dos esforços da “Building Partnership Capacity” (construindo capacidade de parcerias) dos EUA, apoiando o emprego contínuo de trabalhadores americanos altamente talentosos.”

 

A-29-foto-via-Built-for-the-Mission-580x365.jpg

 

FONTE / FOTOS:Built for the Mission (site de divulgação do A-29 nos EUA)

Tradução e edição do Poder Aéreo a partir de original em inglês.

 

NOTA DO EDITOR: o jornal “The Hill trouxe trecho da decisão: “O GAO negou o protesto da Beechcraft após constatar que a Força Aérea concluiu sensatamente que a abordagem proposta pela Beechcraft apresentava um alto risco de que sua aeronave não atingiria um requerimento da solicitação dentro do período de tempo requisitado.”

 

O jornal também trouxe a opinião da Beechcraft a esse respeito em um pronunciamento, indicando que os requerimentos do contrato foram escritos para favorecer o avião da Embraer: “Durante este protesto, percebemos que a revisão do GAO apenas analisou se a Força Aérea seguiu seu processo, mas não se o processo em si era correto ou apropriado. É o momento agora do Congresso entrar em ação e colocar um fim nesse processo de aquisição falho, limitando a compra do avião brasileiro apenas ao requerimento afegão coberto pelo primeiro pedido de entrega do programa LAS”. Clique aqui para acessar a resposta da Beechcraft, em inglês.

 

Em suma: a Beechcraft está, pelo jeito, “jogando a toalha” em relação aos 20 aviões já encomendados, enquanto aposta na possibilidade de impedir novas encomendas, ganhando tempo para tentar garanti-las para o seu avião AT-6. Contudo, o apelo ao Congresso dos EUA para “melar” novas compras é algo um tanto difuso, uma convocação para uma batalha ainda a ser lutada – ou mesmo uma forma de se comunicar positivamente com seus apoiadores no legislativo. O fato é que acaba se mostrando, principalmente, um reconhecimento de que o primeiro combate foi irremediavelmente perdido.

 

 

Fonte: http://www.aereo.jor...tucano-nos-eua/

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Gilbert completou: “Além disso, essa operação de produção americana continuará a produzir o avião A-29 para outras nações, como parte dos eforços da “Building Partnership Capacity” (construindo capacidade de parcerias) dos EUA, apoiando o emprego contínuo de trabalhadores americanos altamente talentosos.”

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Em suma: a Beechcraft está, pelo jeito, “jogando a toalha” em relação aos 20 aviões já encomendados, enquanto aposta na possibilidade de impedir novas encomendas, ganhando tempo para tentar garanti-las para o seu avião AT-6.

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Fonte: http://www.aereo.jor...tucano-nos-eua/

Será que a Embraer irá só receber royalties sobre as vendas posteriores da Sierra Nevada Corporation, sem participar da fabricação do ST?

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Porque receber royalties??

 

Acredito que na assinatura dos contratos ela já receberá parte dos valores. É uma venda da Embraer. A Sierra Nevada é uma parceira, e não licenciada. Sempre se falou em montagem dos aviões nos EUA, não em fabricação.

Na minha opinião essas aves continuarão nascendo aqui no interior de São Paulo, sendo levadas para serem concluídas por lá. Seria um bolo onde nós fazemos a massa (estrutura), enviamos para lá e eles colocam o recheio (sistemas) e a cobertura (pintura).

Penso isso por causa do prazo e porque não existe escala para produzir tudo por lá... mas dependendo do número de encomendas subsequentes, até poderá ser.

 

Lembro da fabricação do Tucano na Irlanda, pela Shorts... no início os aviões eram produzidos em SJK e enviados para montagem por lá. Depois parte das peças começaram a ser feitas lá... depois mais peças... e não sei se chegaram a fazer 100% por lá ou não. Mas no total foram 160 aeronaves.

 

No caso da produção do Tucano no Egito, foram fabricados cerca de 180 aeronaves... mas todas foram apenas montadas lá, tudo vinha do Brasil, na form a de kits. (Os primeiros aviões foram inteiros e voando).

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Porque receber royalties??

 

Cabe registrar que a FORÇA AÉREA BRASILEIRA receberá royalties pela venda dos ST, que são devidos, se não me engano. a partir da entrega das aeronaves angolanas. É parte do contrato firmado entre a Embraer e a FAB, que merece nosso reconhecimento por ter feito as especificações desse grande sucesso de vendas.

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Mesmo com a decisão do GAO (General Accountability Office – organização de controle contábil dos Estados Unidos), a Beechcraft vai insistir no assunto:

 

Beechcraft’s Statement on U.S. Government Accountability Office Ruling on Light Air Support Contract

 

 

WICHITA, Kan. (June 13, 2013) – Beechcraft Corporation today issued the following statement regarding the ruling by the U.S. Government Accountability Office on Beechcraft’s petition for further review of the U.S. Air Force’s award of the Light Air Support contract to Brazil-based Embraer.

“It is deeply distressing that the Air Force selected a more expensive, less capable, foreign-manufactured airplane with weapons and systems unfamiliar to, and outside the control of, the United States military. We have known that the requirements for this procurement were written to favor the competition’s aircraft. During this protest, we learned that the GAO’s review looks only at whether the Air Force followed its process, but not whether the process itself was actually correct or appropriate. We question whether the Embraer aircraft with its foreign-made weapons can be certified to U.S. military standards in time to provide the mission-capable aircraft per the contract.

“It is now time for Congress to step in and put an end to this flawed acquisition process and limit the purchase of the Brazilian aircraft to only that of the Afghanistan requirement covered by the first delivery order of the LAS contract.

“Beechcraft remains confident that the AT-6, which was rated “Exceptional” by the Air Force, was the better choice for LAS and is the best aircraft for U.S. partner nations in need of light attack aircraft. The company is certain that future procurements, including those run by other governments, will validate this rating and result in the selection of the AT-6 for counterinsurgency and irregular warfare missions.”

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