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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF, para o Afeganistão

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Essa é a maior diferença entre o Super Tucano e o AT-6. O primeiro foi concebido desde o início como avião de ataque leve, enquanto o segundo é um avião de treinamento (mal-)disfarçado.

Para mim deu a lógica. O Super Tucano é disparado o melhor avião neste segmento e o único que já está pronto. O resultado não poderia ser outro.

Tomara que o contrato sobreviva aos cortes no orçamento americano e em breve tenhamos eles nas cores da USAF.

 

 

 

Um dos maiores parceiros dos EUA na America do Sul (Colombia) é uma ótima referencia para o ST.

 

Um grande abraço.

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Não duvido de que se trata de uma manobra política para dar o contrato para a empresa americana. Lembremos o que aconteceu no caso do aviões de reabastecimento.

 

abraço

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Nestas situações só há vitórias e derrotas quando os acordos são assinados, na minha opinião a Embraer não ganhou nada, mas sim a HB é que pode ter perdido alguma coisa, mas tambem se o perdeu foi só uma batalha e não a guerra, muitos desenvolvimentos ainda estão para acontecer.

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Meus prezados:

 

Relembremos: o E-99 venceu e não levou, alegadamente por falta de capacidade para carga útil. Daí eles aparecem com um KING AIR, com muito menos capacidade...

Também há o recente caso do KC-X quando a Northrop em parceria com a EADS emplacaram o A-330 e, após ""mudança de requerimentos"" por parte do Pentágono, caiu no colo da Boeing com o 767 . . . Não precisa ser tupiniquim para tomar canelada!

A Embraer/FAB criaram mais um produto de excelência, mas esperamos que isso seja o suficiente para garantir o contrato.

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Meus prezados:

 

Embraer perto de contrato nos EUA

 

Se vencer licitação da Força Aérea americana, na qual virou a única concorrente, empresa vai fornecer até 20 Super Tucanos ao país

 

 

O Super Tucano, avião de ataque leve e apoio próximo à tropa terrestre, da Embraer, está bem perto de levar o contrato da Força Aérea americana, a USAF, para o fornecimento inicial de 15 a 20 aeronaves. A encomenda vale cerca de US$ 250 milhões. O benefício maior, entretanto, é a certificação dos Estados Unidos para um produto brasileiro de considerável valor agregado e de emprego militar.

 

O mercado internacional para essa classe de equipamento é avaliado em US$ 3,5 bilhões, envolvendo 300 aeronaves a serem adquiridas até 2020.

A posição da Embraer Defesa e Segurança na disputa pelo programa Light Attack Air Suport (LAS) melhorou muito com a exclusão do outro finalista, o AT-6, da Hawker Beechcraft, afastado da competição na semana passada. A empresa, de Wichita, no Estado do Kansas, reagiu à decisão com perplexidade.

 

Em nota, disse que recebeu a informação por carta, "embora tenha trabalhado por dois anos com a USAF (no programa)". No mesmo comunicado, a Hawker Beechcraft se diz "preocupada e confusa" com o fato de a correspondência da USAF "não oferecer qualquer justificativa para a resolução". A Embraer não comentou o episódio.

 

O fabricante americano acumula dificuldades. Exigência do LAS, o avião apresentado não pode estar em fase de desenvolvimento. Na nota, a Hawker destaca que fez investimentos de US$ 100 milhões, "preparando o atendimento aos requisitos da Força". Porém, o avião nunca entrou em combate e só recentemente pôde realizar os testes iniciais com bombas inteligentes, guiadas a laser, no Arizona, de 28 de setembro e 5 de outubro.

 

O grupo divulgou que está pedindo explicações à USAF e que vencer a escolha permitiria gerar 1,4 mil empregos em 20 Estados americanos.

Já o Super Tucano está em produção desde 1999, ano do primeiro voo. Entrou em operação em 2004 - sete nações adotaram o turboélice. Os pedidos em carteira somam 180 unidades. As entregas batem em 152 aviões.

 

Em outubro, o modelo foi certificado pela FAA, a agência americana que regula o setor aeronáutico nos Estados Unidos. O Emb-314, nome oficial do Super Tucano, foi provado em ação. Acumula 18 mil horas de combate sem perdas. A Embraer tem, a seu favor, outro fator estratégico: mantém uma parceria com a corporação Sierra Nevada para fabricar o Super Tucano em Jacksonville, na Flórida, em complexo industrial próprio.

 

A decisão do Departamento de Defesa, o Pentágono, deve sair no começo de 2012. O interesse dos americanos é por um avião capaz de oferecer apoio à tropa em terra. Os caças pesados são caros. O gasto com a operação, alto. A hora de voo do supersônico F-16E não sai por menos de US$ 6,5 mil, contra apenas US$ 500 do Super Tucano.

 

Mais que isso, o avião brasileiro leva carga eletrônica embarcada equivalente, e cumpre a missão de contrainsurgência, ataque leve, interceptação de alvos de baixo desempenho e a instrução avançada, com alto rendimento.

O batismo de fogo foi em 18 de janeiro de 2007. Dois esquadrões de Super Tucanos da Força Aérea da Colômbia despejaram 4,5 toneladas de explosivos sobre as instalações de um comando das Forças Armadas Revolucionárias, as Farc.

 

Em março de 2008, um número não revelado de aviões bombardeou um acampamento das Farc localizado pela inteligência colombiana em território do vizinho Equador. No começo do mês, oito Super Tucanos da Operação Odisseia lançaram um novo tipo de bomba de precisão na base do comandante da guerrilha, Alfonso Cano.

 

Investigação. Apesar de estar perto de vencer a disputa, a Embraer pode enfrentar problemas nos EUA. A empresa está sendo investigada pela SEC (a CVM americana) por possível descumprimento das leis contra prática de corrupção no Exterior.

fonte: Roberto Godoy para o Estado de São Paulo, via CECOMSAER 24 nov 2011

 

Edited by jambock

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Meus prezados:

 

Embraer é alvo de campanha nos EUA

 

Lobbies acusam Brasil de ter história "sórdida" com o Irã na área aeronáutica para enfraquecer companhia em licitação de US$ 250 milhões

 

Inconformada por ter sido retirada de concorrência para a venda de 20 aeronaves para a Força Aérea dos Estados Unidos, a americana Hawker Beechcraft quer rever a decisão. O pedido será acompanhado por lobby político do Kansas e de 19 Estados envolvidos na fabricação da aeronave AT-6, sob o pretexto da transferência de 1,4 mil empregos para o Brasil.

 

Com a exclusão da empresa americana, os Super Tucanos, da Embraer, tornaram-se os favoritos na disputa pelo contrato de US$ 250 milhões.

A campanha pela reinserção da Hawker Beechcraft tende a ser acompanhada por ataques ao Brasil. O site de notícias na internet Redstate, um dos mais visitados pela extrema direita republicana nos EUA, acusou o Brasil, em artigo veiculado nesta semana, de ter mantido uma "longa e sórdida" história com o Irã no campo aeronáutico.

 

Sublinhou ainda a aproximação entre governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Teerã no campo nuclear e a utilização do avião Tucano, da Embraer, pelas forças de segurança iranianas.

Citando o Conselho sobre Assuntos Hemisféricos, o Redstate informou ter o Brasil "vendido Tucanos, da Embraer, a preços relativamente baixos" para o Irã em 1989. Com base em dados do Washington Institute, o site registrou que a Força Aérea da Guarda Revolucionária Islâmica operaria com cerca de 40 Tucanos (T-27). "De fato, os iranianos usam o Tucano como sua aeronave de apoio próximo", disse o texto do Redstate.

 

Potencial. O contrato para a venda de 20 aeronaves seria apenas o início de um negócio capaz de atingir a cifra de US$ 950 bilhões. Esses primeiros aviões supririam duas bases aéreas americanas no Afeganistão. Mas outras 15 aeronaves devem ser incluídas no contrato, para atender ao programa militar americano de capacitação das forças de segurança países parceiros, e mais 15 podem completar as necessidades da Força Aérea, segundo o jornal The Wichita Eagle. A entrega dos aviões deve começar em 2013.

 

A concorrência deverá ser decidida no início de 2012. A decisão técnica do Escritório de Contas do Governo (GAO, na sigla em inglês), porém, deverá sofrer influência política por várias razões vinculadas à questão do emprego. Esse é o tema mais delicado da economia americana, hoje com desemprego de 90%, e mais influente nas eleições presidenciais de 2012.

 

Sede da Hawker Beechcraft, a cidade de Wichita, no Estado de Kansas, deixaria de criar 800 empregos se os aviões AT-6 não vencerem a licitação da Força Aérea. A situação tende a ser agravada pela possibilidade de a companhia americana Boeing fechar sua planta na cidade, que responde por 2,1 mil postos de trabalho, no próximo ano. "Nós continuamos a acreditar que oferecemos a aeronave leve de ataque mais capaz, acessível e sustentável", informou a Hawker Beechcraft, em comunicado.

 

A bancada de Kansas no Congresso pediu nesta semana ao secretário de Força Aérea dos EUA, Michael Donley, para explicar aos representantes da Hawker Beechcraft a retirada do AT-6 da concorrência. "A questão não é apenas de a Hawker ter perdido o contrato, mas de ter sido considerada inelegível na última etapa da concorrência. Isso não faz sentido, e há certamente necessidades a serem explicadas", afirmou o senador republicano Jerry Moran, de Kansas, segundo o Wichita Eagle. "A Hawker tem grande experiência na construção dessa aeronave."

 

fonte: Denise Chrispim Marin correspondente em Washington do "Estado de São Paulo" 25 nov 2011

"A Hawker tem grande experiência na construção dessa aeronave". Tudo bem. Pode até ter, mas Não É ESSA AERONAVE QUE PREENCHE OS REQUISITOS DA USAF. O SUPER TUCANO É QUE PREENCHE, COM FOLGA, TODOS OS REQUISITOS!

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engraçado né? e os F-14s do Irã, foi a Rússia que vendeu?

Prezado Claudio Calheiros: Muito bem lembrado! Parece que os caras da Hawker esqueceram deste pequeno detalhe. A não ser que só americano (com a devida autorização do Congresso) poderia ter vendido para o Irã. A verdade é que os caras jogam na base do "abaixo do pescoço é tudo canela". Vale tudo!
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Prezado Claudio Calheiros: Muito bem lembrado! Parece que os caras da Hawker esqueceram deste pequeno detalhe. A não ser que só americano (com a devida autorização do Congresso) poderia ter vendido para o Irã. A verdade é que os caras jogam na base do "abaixo do pescoço é tudo canela". Vale tudo!

Bem lembrado caro Jambock, ,

Aproveitando o gancho . Quando o Irã quis nacionalizar as explorações petroliferas após a queda do Xá Pharlevi e não rezar pela cartilha yankee os EUA abasteceram de tudo quanto é forma o Iraque de Saddam Hussein naquela guerra dos anos 80.

Depois de muito tempo depois o brinquedo não prestava e foi necessário gastar $ 400 bilhões ou mais para justificar sua remoção do poder porque não atendia mais aos anseios pro-EUA . Sem falar naquela desculpa esfarrapada das armas quimicas que nunca foram encontradas.

Realmente abaixo do pescoço é tudo canela .

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Gente, vcs vao reamente querer discutir os argumentos dos Lobistas?

argumentos qualquer sé ruela cria, acredita quem quer!

eles vao defender a industria deles até os dentes, nao importa quem esta certo ou errado.

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Sorte a Embraer, tá com a mão na taça, mas a HB tá roendo a unhas pensando em algo que possa fazer com que ela ganhe! Isso que é protecionismo, mal-feito, pelo menos até o momento!

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Toda a gente sabe que qualquer equipamento militar que contenha um parafuso que seja feitos nos USA precisa de autorização para que seja vendido para outro país, os T-27 vendidos pela Embraer para o Irão foram autorizados pelos Estados Unidos, basta ver os motores que o treinador da Embraer utiliza... Ou seja isto é conversa para boi dormir...

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Meus prezados:

Embraer - Atuação do governo pode manter chances

 

A Embraer Defesa precisa do governo para manter as chances de receber o contrato da venda dos Super Tucano de ataque leve para a Força Aérea dos EUA. A encomenda de 15 a 20 aeronaves vale cerca de US$ 250 milhões, mas é apenas inicial - o lote completo, ainda não definido, chega a US$ 1 bilhão. Além disso, a encomenda dá ao produto brasileiro a chancela do Pentágono.

 

A equação das discussões tem duas vertentes. Uma delas é o requisito de que a produção das aeronaves seja feita em território americano. Essa é fácil. A Embraer tem um centro industrial na Flórida. Se vencer, o consórcio vai gerar 50 empregos qualificados em Jacksonville e cerca de 1.200 outros na rede de fornecedores.

 

A segunda é a seleção F-X2, da Força Aérea Brasileira, para compra de 36 caças avançados. A americana Boeing é finalista com o F-18E/F Super-Hornet, ao lado da sueca Saab, com o Gripen NG, e a francesa Dassault, com o Rafale.

 

Embora o produto dos EUA tenha longa folha de bons serviços em combate, a proposta da Boeing esbarra na transferência de tecnologia - fundamento da decisão da FAB. Essa é difícil. Nesse ponto é que o Palácio do Planalto precisa entrar no cenário, sentar-se à mesa e negociar.

 

A Embraer já amargou frustração numa licitação do Pentágono. Em 2004, o governo americano anunciou vitória da empresa na licitação para venda de jatos de inteligência. Os ERJ-145 serviriam de plataforma para um sistema de coleta de informações, vigilância e reconhecimento no campo de batalha,

 

O contrato, entre US$ 7,5 bilhões e US$ 10 bilhões, cobria 58 aviões. Logo um intenso movimento das indústrias aeroespaciais dos EUA contra a resolução do Departamento de Defesa teve inicio. A assinatura do contrato sofreu três adiamentos. A concorrência foi anulada.

fonte: Roberto Godoy - Defesanet -25 de Novembro, 2011 - 09:19 ( Brasília )

Edited by jambock

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GAO rejeita proposta de revisão da Hawker no programa LAS da USAF

 

 

Embraer-1.jpg

A aeronave de ataque leve Hawker AT-6 Texan II foi excluída da competição LAS da USAF em novembro passado. (Foto: HBC)

 

Em novembro, após receber uma notificação de que Hawker Beechcraft Corporation (HBC) havia sido excluída do processo de licitação LAS (Light Air Support) da USAF, a empresa fabricante da aeronave AT-6 Texan solicitou que o Government Accountability Office (GAO) reavaliasse a decisão da Força Aérea dos EUA. A decisão do GAO saiu no último dia 22 de dezembro e foi negado o pedido de revisão.

 

A Hawker tentou de todas maneiras conter a decisão do programa LAS em favor da empresa concorrente, a brasileira Embraer com a aeronave Super Tucano. Na resposta do GAO, a U.S. Air Force (Força Aérea dos EUA) alega que durante reuniões realizadas entre abril e setembro desse ano foram levantadas diversas questões que deveriam ser corrigidas pela Hawker Beechcraft, mas a USAF “concluiu que a Hawker não havia adequadamente corrigido as deficiências na sua proposta”, disse o GAO na resposta oficial. “Neste sentido, a agência concluiu que ‘múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta da Hawker tornaram a proposta tecnicamente inaceitável e que poderia resultar num risco inaceitável na capacidade de missão,” complementa a resposta do GAO.

 

Mas um outro motivo gerou discussão junto ao GAO, o tempo hábil para reapresentar as respostas as questões numa nova proposta técnica, que segundo o GAO, a Hawker alegou não ter recebido a informação da exclusão da proposta por essa ter sido enviada para um endereço errado. O GAO afirma que a resposta oficial foi enviada no dia 4 de novembro para o mesmo endereço da Hawker que até então era utilizado para todas comunicações oficiais.

 

Devido a esse suposto “envio errado”, a Hawker somente respondeu as questões da proposta no dia 15 de novembro, ou seja, mais que os 10 dias regulamentares. Sendo assim, o GAO negou o pedido de revisão da Hawker e deixa agora o Super Tucano mais perto do anúncio de vencedor do programa.

 

A empresa brasileira Embraer participa da concorrência da Força Aérea americana para fornecer 20 aviões (que podem chegar a 55) para serem usados no Afeganistão e também nos EUA.

 

Quem quiser ler a resposta oficial do GAO, basta clicar aqui.

 

 

Fonte: http://cavok.com.br/blog/?p=44412

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Isso vai ser A conquista!

 

Nem os mais, "mais" otimistas poderiam pensar em algo assim.

 

Vamos esperar e ver no que vai dar.

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Vamos ver se eles não enrolam até sair o resultado do FX2, ou se fazem uma venda casada.

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Vamos ver se eles não enrolam até sair o resultado do FX2, ou se fazem uma venda casada.

 

Venda casada ou não, é um tremendo sucesso para a EMB

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Vamos analisar...

 

Será que a venda casada seria uma boa? F18 Super-Hornet x Rafale. O que vcs acham.

 

Não me importaria se o Brasil optasse pelos F18s e a gente vendesse uns 200 super-tucanos!

 

Comprando Rafale a gente leva alguma vantagem técnica?

 

Sei lá... Deixo isso para os especialistas...

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Vamos ver se eles não enrolam até sair o resultado do FX2, ou se fazem uma venda casada.

 

O LAS é uma compra de 300 milhões de dólares. Já o FX-2 é de 5 a 8 bilhões de dólares, dependendo da proposta escolhida.

Se for para fazer uma venda casada então os americanos tem que botar muito mais coisa no negócio.

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Sydy, os especialistas, no caso, seriam deputados e senadores? Sabem tudo...

 

Os especialistas da aeronáutica emitiram seu parecer, agora se os e$pecialistas do executivo o seguirão, é uma outra conversa.

 

Depois que costureiro virou investigador de acidente, acredito em qqer coisa.

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