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A saga do Super Tucano na concorrência da USAF, para o Afeganistão

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Muito boa a noticia da venda (via US) dos Super Tucanos pro Afeganistao... bixo vai fazer miseria por lah! Essa eu acho que ninguem tira da Embraer, ja a outra encomenda pros States, ta pegando viu!

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Muito boa a noticia da venda (via US) dos Super Tucanos pro Afeganistao... bixo vai fazer miseria por lah! Essa eu acho que ninguem tira da Embraer, ja a outra encomenda pros States, ta pegando viu!

 

MSM,

 

Difícil tirar pq não tem ninguém ou nada parecido! Vamos ver no que dará essa choradeira.

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O pior de tudo eh saber que agente ta correndo risco de perder - mais uma vez - pra uma Aeronave que o proprio Americano admite nao ter a capacidade tecnica operacional do Super Tucano.

(...)

Prezado MSMPILOT: como não serão pilotos americanos a operar e, sim, pilotos afegãos, na opinião de alguns políticos americanos lobistas, o aviãozinho Hawker serve.

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Política no ar

Para presidente da Embraer, a concorrente Beechcraft, que contesta na Justiça a decisão da Força Aérea americana de comprar aviões brasileiros, aproveita eleições nos EUA para politizar o caso

"Já há uso político por causa das eleições nos EUA, mas estou otimista", diz Frederico Curado, presidente da Embraer, sobre a ação da rival americana Beechcraft.

 

Ao contestar a Força Aérea dos EUA, que preferiu os Super Tucanos, a concorrente alegou perda de vagas no país.

"Vi reportagem negativa sobre Obama, com declaração dele no Rio, em alusão a empregos indo para o Brasil. E não é isso. O Brasil tem deficit comercial com os EUA e os aviões serão feitos na Flórida, requisito do país, com a local Sierra Nevada." Asa e fuselagem irão do Brasil.

O contrato de US$ 355 milhões seria um selo de confiança nos aviões nacionais.

 

Para justificar que a escolha se deu "porque o Tucano é melhor", Curado elenca argumentos. O primeiro é a adequação para ataque leve, testado contra as Farc (Colômbia). O segundo é o prazo de entrega. "Conseguimos atender por termos avião pronto. A Beechcraft tem só projeto e difícil situação financeira."

É na área de defesa que a Embraer tem crescido mais. Jato comercial vai bem, mas a aviação executiva não se recuperou da crise.

 

A companhia não adianta resultados, mas a receita de 2011 deve ficar entre US$ 5,6 bilhões e US$ 5,8 bilhões, incremento em torno de 5%, "bastante para quem exporta 90% do que produz".

Quanto à China, onde a empresa tem dificuldades, Curado diz que as críticas não procedem. "O controle é da Embraer. A transferência que houve não é segredo", diz. "Mas as coisas lá são lentas", reconhece. A empresa não consegue aprovar a produção do Embraer 190.

 

"Ou insistíamos em negócio que não anda ou mudávamos. Na China, há só seis jatos executivos. Converteremos a fábrica para Legacy."

E qual o avião do presidente da Embraer? Nenhum. Curado circula em jatos de carreira. Apenas excepcionalmente voa em avião de demonstração da companhia

fonte: Maria Cristina Frias para a Folha de São Paulo, via CECOMSAER 5 fev 2012

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Meus prezados:

Sierra Nevada rebate pontualmente as desinformações divulgadas pela Hawker Beechcraft sobre a competição LAS da USAF

Published on fevereiro 4th, 2012 by Fernando Valduga in Brasil, Militar

 

A aeronave Super Tucano foi vencedora da competição Light Air Support da Força Aérea dos EUA .

Desinformação e disputas legais atrasam a entrega de aeronaves de missão crítica A-29 Super Tucano para os militares norte americanos no Afeganistão. A Sierra Nevada Corporation (SNC), a empresa vencedora da concorrência de Apoio Aéreo Leve (LAS) da Força Aérea dos EUA, emitiu hoje uma reposta pont-a-ponto sobre a desinformação que está sendo espalhada pela candidata desqualificado para o contrato, a Hawker Beechcraft.

 

O contrato LAS prevê a compra de aeronaves Super Tucano para ser utilizados no Afeganistão.

O contrato LAS oferece aeronaves de treinamento e apoio aos esforços dos parceiros do governo dos EUA na reconstrução no Afeganistão e em outras nações. A aeronave é urgentemente necessária para apoiar as operações de reconhecimento aéreo e de ataque leve no Afeganistão, bem como para desenvolver a capacidade orgânica necessária para completar a missão de contra-insurgência dos Estado Unidos no Afeganistão. No dia 22 de dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA entregou o contrato do LAS para a SNC, tendo antes desclassificado, a outra empresa candidata ao contrato, a Hawker Beechcraft, por não estar numa linha competitiva, baseada na constatação de que “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta [da Hawker Beechcraft] tornaram ela tecnicamente inaceitável e resultaram num risco inaceitável de capacidade de missão”. Desde aquela época, a Hawker Beechcraft realizou uma campanha maciça de desinformação, desafiado a integridade do processo de contratação da Força Aérea dos EUA, questionando as intenções da Administração Obama, e utilizado litígio para parar o trabalho no contrato.

 

“É essencial que todos os fatos desta situação sejam apresentados de forma clara e transparente para o público americano. Há muito em jogo”, disse Fatih Ozmen, CEO da Sierra Nevada Corporation. “As pessoas que estão pagando o preço desse comportamento imprudente e irresponsável é o contribuinte americano e o americano combatente. A Sierra Nevada Corporation e nossos parceiros estão honrados com esse prêmio e pela oportunidade de servir o nosso país, e nós continuamos prontos para começar a trabalhar no contrato LAS.”

 

 

A Hawker Beechcraft disputou a competição com a aeronave AT-6, que somente teve duas aeronaves prótótipos fabricadas.

Na sua Solicitação de Proposta, a Força Aérea especificamente procurou um não-desenvolvimento na produção de aeronaves, para que os combatentes no teatro de operações pudessem ter uma solução avançada e rápida para que os contribuintes americanos não terem que pagar os custos de desenvolvimento. O plano proposto pelo concorrente da SNC é uma aeronave em desenvolvimento que não está em produção e nunca foi usada para apoio aéreo leve ou qualquer outra finalidade.

 

Em contraste, a aeronave selecionada pela Força Aérea e a ser fornecida pelo SNC, o Embraer A-29 Super Tucano, é uma aeronave de apoio aéreo leve que está atualmente em uso com seis forças aéreas ao redor do mundo. Esta aeronave será feita na América por trabalhadores norte-americanos. Mais de 88 por cento do valor em dólar do A-29 Super Tucano vem de componentes fornecidos por empresas norte-americanas ou de países que se qualificam sob o Buy America Act. A aeronave será construída em Jacksonville, Florida, cirando pelo menos 50 novos empregos de alta tecnologia e oferecendo mais de 1.200 postos de trabalho em todo o país.

 

“É lamentável que a verdade esteja sendo sacrificada para os interesses próprios da Hawker Beechcraft e seus proprietários, uma empresa canadense, a Onex, e um banco de investimento, o Goldman Sachs. A Hawker Beechcraft está usando meios agressivos e táticas de lobby para lutar contra a decisão da Força Aérea, em vez de deixar o Tribunal decidir esta questão num momento oportuno. Estas manobras dilatórias estão tendo o maior efeito sobre os nossos colegas americanos atualmente engajados em operações de combate. Eles precisam da capacidade que só o A-29 pode proporcionar. O atraso também está impedindo a criação de empregos num momento em que há uma necessidade urgente para colocar os americanos para trabalhar”, disse Taco Gilbert, General de Brigada Aposentado da USAF, e vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios ISR da SNC.

 

“Inacreditavelmente, esta é a segunda vez que a Hawker Beechcraft imprede que um avião de apoio aéreo leve seja cuidadosamente avaliado por nossos militares para seguir em frente para apoiar nossas tropas em necessidade. Os pedidos urgentes para o A-29 no Afeganistão continuam a definhar porque a Hawker não pode fornecer uma capacidade aceitável, mas não vai deixar ninguém prestar essas informações”, disse Gilbert.

 

Em uma ação separada e incomum no meio de um processo legal, a USAF publicou um informativo sobre o processo de aquisição de LAS e, especificamente, rebateu as afirmações da Hawker Beechcraft de que não recebeu as informações sobre a avaliação da sua proposta.

A refutação ponto por ponto da desinformação sendo espalhada sobre o contrato LAS está abaixo. Isto e outras informações também podem ser encontradas no site Built for the Mission.

 

A competição LAS (Light Air Support) – Os Fatos

 

 

A USAF decidiu em dezembro de 2011 que o Super Tucano havia vencido a competição.

No dia 22 de dezembro de 2011, a Força Aérea dos EUA assinou um contrato para as aeronaves de treinamento e apoio para o seu programa Apoio Aéreo Leve (LAS) com a empresa Sierra Nevada Corporation (SNC), baseada em Sparks, Nevada. No pedido de proposta, a Força Aérea dos EUA especificamente procurou por uma aeronave de apoio aéreo leve em não-desenvolvimento. O avião a ser fornecida no âmbito do contrato é o Embraer A-29 Super Tucano.

 

O outro principal concorrente para o presente contrato, a Hawker Beechcraft, de Wichita, Kansas, e seu protótipo de avião, o AT-6, foi desclassificado pela Força Aérea, em novembro de 2011. Como o Government Accountability Office (GAO) afirmou, a USAF, “realizado discussões com os ofertantes na faixa competitiva desde o dia 08 de abril e até 23 de setembro de 2011. Depois de analisar as respostas da HBDC às questões levantadas durante as discussões, a Força Aérea concluiu que a HBDC não teve adequadamente as deficiências corrigidas na sua proposta.” Desde a adjudicação do contrato, a Hawker Beechcraft vem lutando contra a decisão da USAF – primeiro para o GAO e agora no Tribunal de Ações Federais dos EUA – e empreendendo uma campanha de desinformação sobre a aeronave vencedora, que pode ser vista nas questões a seguir:

 

 

A aeronave Super Tucano encontra-se em operação em seis nações.

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft diz que a Força Aérea dos EUA fez uma “decisão fundamentalmente falha” na adjudicação do contrato LAS para a SNC e o A-29 Super Tucano.

 

FATO: A Força Aérea selecionou uma plataforma comprovada no A-29 Super Tucano, que está atualmente em serviço, com seis forças aéreas no mundo inteiro. O AT-6, por outro lado, é uma aeronave em fase de desenvolvimento, com nenhum avião atualmente voando em qualquer força aérea no mundo. A Força Aérea dos EUA desclassificou a Hawker Beechcraft da competição LAS porque seu avião era muito arriscado. De acordo com o GAO, a Força Aérea concluiu que, “múltiplas deficiências e fraquezas significativas encontradas na proposta [da Hawker Beechcraft] tornaram ela tecnicamente inaceitável e resulta num risco inaceitável de capacidade de missão.”

 

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft disse que a atribuição do contrato LAS para a SNC vai resultar na perda de 1.400 empregos nos EUA.

 

FATO:Existem apenas dois protótipos da aeronave AT-6. O AT-6 não está atualmente em produção e não apoia todos os trabalhos manufaturados nos EUA. O cumprimento do contrato LAS pela SNC apoiará aproximadamente o mesmo número de postos de trabalho nos EUA que a Hawker Beechcraft diz que eles teriam. Especificamente, mais de 50 novos empregos de alta tecnologia serão criados em Jacksonville, Flórida, onde o A-29 Super Tucano será fabricado e mais de 1.200 empregos por todos EUA serão oferecidos como um resultado do contrato LAS.

 

 

Cerca de 88% da aeronave Super Tucano em valor é fabricado nos EUA. (Foto: Renato Leite)

RECLAMAÇÃO: O Super Tucano será fabricado pelo “trabalho brasileiro e levado para os EUA”

 

FATO: O A-29 Super Tucano será construído na América. A Embraer fará o avião em uma nova fábrica em Jacksonville, Flórida. Mais de 88 por cento do valor em dólar do A-29 Super Tucano vem de componentes fornecidos por empresas norte-americanas ou de países que se qualificam sob o Buy America Act. Não há novos empregos sendo criados no Brasil como resultado do presente contrato.

 

REIVINDICAÇÃO: O Super Tucano “tem um custo de mais de 25%” do que o Hawker Beechcraft AT-6.

 

FATO:A Hawker Beechcraft não tem nenhum insight sobre a oferta dada à Força Aérea dos EUA pela SNC e, portanto, não tem base credível para fazer tal declaração. Ao contrário do AT-6, o A-29 Super Tucano tem mais de sete anos de combate no mundo real e experiência de formação por trás dele. Isto significa que seus custos operacionais são conhecidos e que todas as questões de desenvolvimento onerosos relacionados a carga de armas, manobrabilidade e de operações já foram trabalhadas.

 

 

Enquanto o Super Tucano já teve mais de 150 aeronaves entregues, o AT-6 somente teve duas aeronaves protótipos.

 

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft diz que entregou 740 aviões AT-6.

 

FATO: A Hawker Beechcraft nem vendeu e nem entregou uma única aeronave AT-6. A empresa está confundindo deliberadamente o seu treinador T-6 com o ainda em desenvolvimento AT-6. A Força Aérea dos EUA especificamente procurou um avião de ataque leve que não estivesse em desenvolvimento, e sim em produção, para seu programa LAS. O AT-6 continua a ser hoje um protótipo de aeronave. A Hawker Beechcraft vem tentando reformular seu treinador com um motor maior, capacidade de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR), tecnologia e armas, a fim de atender os requisitos LAS. Enquanto isso, mais de 150 aeronaves A-29 Super Tucanos estão em uso em todo o mundo atualmente realizando missões de ISR e de segurança. Este fato é incontestável.

 

RECLAMAÇÃO: O AT-6 tem um desempenho melhor nos principais critérios de combate.

 

FATO: Apenas o A-29 Super Tucano foi realmente levado em combate. Mais significativamente, apenas o A-29 foi construído a partir do zero para realizar as operações de apoio à contra insurgência e apoio aéreo leve. O A-29 é maior em tamanho, que lhe permite fazer pleno uso do motor de 1.600 hp, sem limitações de potência devido ao torque. Ele fica mais alto do chão e tem uma ampla postura, aumentando a estabilidade em aeródromos despreparados. O seção de cauda mais longa do A-29 aumenta a estabilidade longitudinal e oferece uma precisão excepcional para a liberação de armas.

 

Apenas o sistema de lançamento de armas do A-29 é projetado especificamente com os cinco pontos fixos da OTAN para armas externas, traduzindo-se em máxima flexibilidade operacional para os combatentes no teatro. O AT-6 não carrega munição em sua configuração nativa. Esta é uma diferença crítica. O A-29 também é certificado com munições, e com mais de 130 configurações operacionais de carga externa. O AT-6 ainda não está com as munições certificadas.

 

 

As aeronaves Super Tucano passaram por uma extensa avaliação pelos militares dos EUA no Novo México.

REIVINDICAÇÃO: O processo de decisão da Força Aérea dos EUA não inclui uma avaliação prática dos A-29 nas características de controle de vôo.

 

FATO:Tanto o A-29 Super Tucano como o AT-6 foram sujeitados a uma rigorosa avaliação de voo no Novo México em janeiro de 2011. A Força Aérea dos EUA identificou sérias deficiências técnicas com o AT-6, que culminou com a desclassificação da aeronave da competição LAS em novembro de 2011.

 

 

As vantagens do Super Tucano frente ao AT-6.

RECLAMAÇÃO: O sistema de apoio logístico para a aeronave AT-6 e os sistemas de missão estão definidos nos EUA e atualmente estão pagos.

 

FATO: O AT-6 é um avião em desenvolvimento. Com apenas dois protótipos existentes, nunca entrou em produção. A Hawker Beechcraft está mais uma vez alegando elementos de seu programa T-6, como parte da oferta AT-6. Apenas o A-29 Super Tucano, com mais de 150 aeronaves em serviço em seis forças aéreas ao redor do mundo, tem uma logística estabelecida/sistema de apoio à missão no local.

 

RECLAMAÇÃO: A Hawker Beechcraft é uma empresa americana.

 

FATO:A Hawker Beechcraft é propriedade conjunta da Onex, uma empresa privada de capital canadense, e pela Goldman Sachs, o banco de investimento que em 2008 recebeu um resgate de US$ 10 bilhões do governo dos EUA. A marca Hawker foi inventada no Reino Unido pela British Aerospace e até apregoa-se como um das “marcas mais conhecidas da Grã-Bretanha.” O AT-6 é baseado num projeto licenciado da empresa suíça Pilatus.

 

 

As aeronaves Super Tucano são provadas em combate em diversos países.

RECLAMAÇÃO: Nós devemos criar empregos nos Estados Unidos, não terceirizar eles para outros países.

 

FATO: Desde 2007, a Hawker Beechcraft deslocou a produção e empregos a partir de sua sede em Kansas, para Chihuahua, no México. De acordo com notícias recentes (por exemplo, a Aviation Week do dia 4 de novembro de 2011 e no Wall Street Journal no dia 31 de janeiro de 2012), a Hawker Beechcraft agora está com uma carga em dívidas de US$ 2,4 bilhões, com US$ 1,4 bilhão que está vencendo nos próximos 24 meses. Essas pressões financeiras e competitivas parecem estar levando a mudança para o México e a demissão resultante de milhares de trabalhadores norte-americanos. Durante este processo, a Hawker Beechcraft exaltou os talentos de força de trabalho mexicana da empresa. Num comunicado em fevereiro de 2011, a Hawker Beechcraft anunciou a imprensa a abertura da segunda fábrica da empresa no México, conforme disse o CEO da Hawker Bill Boisture: “Temos visto um alto nível de qualidade e habilidade de obra qualificada do país e temos grande confiança na sua capacidade para assumir as responsabilidades adicionais no processo de fabricação.” A Hawker tem uma terceira instalação prevista para o México.

 

 

A rede de fornecedores e empresas ligadas a Sierra Nevada Corporation nos EUA.

A Sierra Nevada Corporation e sua equipe parceira Embraer, sejam financeiramente como tecnicamente são muito forte e em crescimento que estão investindo nos EUA. A SNC é a Top Woman-Owned Federal Contractor nos EUA e está classificada entre a empresas privadas de maior crescimento da América. Fundada em 1963, a SNC emprega mais de 2.100 pessoas em 31 localidades, em 16 estados. Também está continuamente criando novos postos de trabalho nos EUA, apoiando ao mesmo tempo milhares de empregos americanos através de seus esforços significativos de terceirização. A SNC EUA é uma empresa privada e 100 por cento norte-americana.

 

A Embraer tem estado nos EUA há mais de 30 anos e atualmente emprega 800 pessoas nas unidades norte-americanas em Ft. Lauderdale e Melbourne, na Flórida; Nashville, Tennessee; Mesa, Arizona; Minneapolis, Minnesota; e Windsor Locks, Connecticut. A Embraer recentemente mudou as operações globais de seu jato executivo do Brasil para Melbourne, na Flórida, marcando um grande investimento nos Estados Unidos. A nova unidade de produção, recentemente inaugurada em Melbourne, criou 200 postos de trabalho em áreas de engenharia e técnicas duramente atingidas pela cancelamento do programa Space Shuttle. A abertura da fábrica do A-29 Super Tucano em Jacksonville, Flórida irá marcar um similarmente significativo investimento nos EUA.

 

http://www.cavok.com.br/blog/?p=45900

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Fonte: Terra

A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de US$ 355 milhões para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, citando problemas com a documentação.

A Força Aérea disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela americana Hawker Beechcraft. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.

"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado. "Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor."

Procurada pela Reuters, a Embraer não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.

Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.

No ocasião, a Força Aérea disse que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.

O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.

Edited by DavidNemer

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Mais do que esperado. Globalização é uma via de mão única. A crise deu fim à brincadeira, e então, protecionismo. Ora, quem não o faria?

 

Será que isto tem relação com possíveis rumores do descarte do F-18 em favor do Raffale, por questões políticas?

 

Navegador.

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EUA cancelam acordo com Embraer para compra de Super Tucano

 

http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2012/02/28/eua-cancelam-acordo-com-embraer-para-compra-de-super-tucano.jhtm

 

WASHINGTON, 28 Fev (Reuters) - A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de US$ 355 milhões (cerca de R$ 604 milhões) para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer (EMBR3), citando problemas com a documentação.

A Força Aérea disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.

 

 

"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado. "Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor.

Procurada pela Reuters, a Embraer não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.

Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.

No ocasião, a Força Aérea disse que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.

O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.

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Pra virar piada pronta, só falta agora o F-18 ganhar o milenar programa FX-2 da FAB....

Pra falar a verdade eu tinha achado estranho a Embraer ter vencido essa "licitação" pois havia concorrente nacional. Nada que não tenha acontecido antes lá, vide programa Tanker KCX que a Boeing venceu no tapetão...

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Engraçado...

 

Se esse tipo de "decisão" ocorre aqui nas terras tupiniquins, todo mundo vai dizer que é culpa dos barbudinhos, que é isso, que é aquilo, que tem propina rolando, que só acontece no Brasil, que no primeiro mundo é diferente...

 

Diferente????

 

Contrato dessa monta é direcionado, em qualquer lugar do mundo. Pedra cantada desde o início por vários foristas do CR!

 

Lamentável, pois seria uma excelente credencial para vendas do setor militar na Embraer.

 

Vamos ver para quem irá esse "Oscar"...que grande palhaçada!

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Bela "puxada de tapete", já é a segunda vez que a Embraer ganha mas não leva, quem vai pagar a conta é a Boeing com os F18...

Vão refazer a concorrência e ganha uma jujuba quem adivinhar quem vai ganhar.

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Pra virar piada pronta, só falta agora o F-18 ganhar o milenar programa FX-2 da FAB....

Pra falar a verdade eu tinha achado estranho a Embraer ter vencido essa "licitação" pois havia concorrente nacional. Nada que não tenha acontecido antes lá, vide programa Tanker KCX que a Boeing venceu no tapetão...

 

Caro T7blue,

 

'Ilustrando' sua referencia ao caso 'Tanker', localizei a matéria abaixo.

 

Abaços,

 

Navegador.

 

"O esforço da U.S. Air Force(Força Aérea dos EUA) para substituir sua antiga frota de KC-135 de mais de 45 anos por 179 novos aviões tanques através do programa KC-X sofre mais uma mudança no cronograma com a confirmação que uma decisão sobre a escolha foi postergado de novembro de 2010 para o começo de 2011.

 

Também foi revelado que os membros da USAF acidentalmente enviaram dados confidenciais entre os dois concorrentes da competição, a Boeing com seu KC-767AT e a EADS com seu KC-45, baseado no A330 MRTT, incluindo detalhes sigilosos como informações de preços.

 

A data enviada inicialmente para os competidores previa a data de 12 de novembro para divulgação do vencedor, o que foi posteriormente mudado para o dia 20 de dezembro. O Coronel Les Kodlick, diretor de assuntos públicos da USAF disse a agência de notícias Reuters que a seleção foi novamente adiada devido a certos aspectos da competição que poderiam levar mais tempo que o originalmente esperado, mas que o atraso não “estava relacionado” ao erro no envio dos dados sigilosos. “A USAF tinha analisado as informações que foram de inadvertidamente divulgadas e está tomando medidas para garantir que ambos competidores tenham igual acesso as mesmas informações,” ele disse.

 

Nem a Boeing e nem a Airbus quiseram comentar o assunto".

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Mui amigo.......chega na hora....agora fico torcendo pela Rafale e até avião paraguaio...

 

 

Sinceramente?

Prefiro que gastem com outras "coisas" ao invés de avião.

Mas, mas...

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Fonte: folha.com

 

"A Embraer informou nesta terça-feira que lamenta o cancelamento do contrato de fornecimento de 20 aviões Super Tucano à Força Aérea dos Estados Undidos e que cumpriu as exigências feitas pelo país.

Os EUA cancelaram o negócio, de US$ 355 milhões, citando problemas com a documentação.

Veja fotos do avião Super Tucano

icn-podcast.gifIgor Gielow: Cancelamento da compra de aviões é revés para a Embraer

Embraer fica em 94º lugar em ranking de venda de armas

Embraer vende quatro aeronaves à Estonian Air

Embraer estuda versão alongada do jato 195

"Junto com sua parceira nos Estados Unidos, Sierra Nevada Corporation (SNC), a Embraer participou do referido processo de seleção disponibilizando, sem exceção e no prazo próprio, toda a documentação requerida", disse a empresa.

Segundo nota da companhia brasileira, a decisão a favor do Super Tucano, divulgada pela Força Aérea Americana no dia 30 de dezembro, foi "uma escolha pelo melhor produto, com desempenho em ação já comprovado e capaz de atender com maior eficiência às demandas apresentadas pelo cliente".

"A Embraer permanece firme em seu propósito de oferecer a melhor solução para a Força Aérea dos Estados Unidos e aguardará mais esclarecimentos sobre o assunto para, junto com sua parceira SNC, decidir os próximos passos", diz a nota.

O CASO

A Força Aérea americana disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela norte-americana Hawker Beechcraft após sua aeronave AT-6 ser excluída da competição --o que levou o negócio a ser suspenso no começo de janeiro. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.

No ocasião, a Força Aérea havia dito que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes. Hoje, porém, mudou o tom.

FAB/Divulgação 11056855.jpeg O Caça Super Tucano, projetado para ataque e treinamento

"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse nesta terça-feira o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado.

"Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor."

O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.

O contrato, em negociação há um ano, gerou resistências, principalmente entre congressistas do Kansas, Estado-sede da Hawker. Pedidos de investigação internacional para apurar eventual subsídio do Brasil à Embraer chegou a ser cogitado.

A avaliação é que um contrato dessa magnitude (em momento de crise econômica) e um setor tão sensível não podem chegar às mãos de uma empresa estrangeira.

PACOTE DE SERVIÇOS

O negócio havia sido anunciado no final de 2011 e incluía, além do fornecimento das aeronaves, um pacote de serviços, como treinamento de mecânicos e pilotos responsáveis pela operação do avião.

Pelo contrato, a Embraer teria 60 meses para entregar esse primeiro lote, prazo que começaria a contar já neste mês. O primeiro avião teria de ser entregue em 2013.

A unidade de São José dos Campos, no Vale do Paraíba (SP), produziria grande parte do avião. A montagem final seria feita nos EUA.

A companhia mantinha expectativas de vender mais 35 aviões, o que poderia elevar o contrato à cifra de US$ 950 milhões.

DEFESA

O fornecimento das 20 unidades do A-29 Super Tucano era o primeiro contrato da Embraer com a Defesa americana.

Quando anunciou o contrato, a Embraer disse que o negócio seria "uma grande vitrine". "Esse é o primeiro contrato com a Força Aérea dos EUA. Esse é um item sensível no maior mercado de defesa do mundo. Muitos países vão olhar isso", disse na ocasião Luiz Carlos Aguiar, presidente da Embraer Defesa e Segurança.

Com esse pedido, a Embraer alcançaria 200 encomendas do modelo Super Tucano (desenvolvido pela FAB em 1995 e exportado para vários países do mundo). Apenas 40 precisam ainda ser entregues, mas esse número inclui o pedido que havia sido feito pela Força Aérea americana.

O A-29 Super Tucano, projetado para missões de contra-insurgência, atualmente é empregado por seis forças aéreas e possui encomendas de outras, segundo a Embraer.

De acordo com a licitação, as aeronaves da Embraer seriam utilizadas para treinamento avançado em vôo, reconhecimento e operações de apoio aéreo no Afeganistão.

Com REUTERS

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Denise Chrispim Marin, de Washington

WASHINGTON - Em uma guinada inesperada pela Embraer, a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) cancelou na tarde desta terça-feira, 28, sua decisão de comprar 20 aviões A-29 Super Tucano, a serem destinados ao front no Afeganistão. O valor desse contrato, ainda não assinado, alcançaria US$ 355 milhões. Embora justificada por "problemas de documentação", a decisão foi motivada sobretudo pela pressão da oposição republicana e de políticos do Estado do Kansas, onde está instalada a sede da Hawker Beechcraft, a rival americana da Embraer.

"Apesar de buscarmos a perfeição, nós às vezes não atingimos nosso objetivo. E quando isso acontece, temos de adotar medidas de correção", afirmou o secretário da USAF, Michael Donley, por meio de um comunicado. "Dado que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo responsável pelas aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor".

De acordo com a USAF, o diretor da área de equipamentos, Donald Hoffmann, determinou a abertura de uma investigação sobre o processo de licitação. A porta-voz da Força Aérea, Jennifer Cassidy afirmou não saber quando o processo de compra será retomado. Tampouco detalhou as razões do cancelamento.

Apelação

Em janeiro, a Hawker contestou na Corte Federal de Apelação a decisão da Força Aérea americana de desqualificá-la na licitação para a compra de caças leves, tomada no mês anterior. Única concorrente, a Embraer foi declarada vitoriosa. A decisão judicial era esperada entre o final de fevereiro e o início de março sem causar preocupação para a empresa brasileira. Segundo um alto executivo da Embraer, a escolha da USAF se mostrara consistente com as exigências da licitação, e os argumentos da Hawker eram "frágeis".

Além da Embraer, o Itamaraty e o Departamento de Estado consideravam uma questão de semanas a emissão de um parecer positivo a esse negócio pela Justiça americana. A dissipação da incerteza na esfera judicial daria maior fôlego para a visita da presidente Dilma Rousseff a Washington, no próximo dia 9. Embora não estivesse entre os temas de discussão das equipes de Dilma e de Barack Obama, presidente dos EUA, o futuro contrato da USAF com a Embraer seria tomado como um exemplo da iniciativa da Casa Branca de atrair investimentos brasileiros capazes de gerar empregos em solo americano.

A Embraer estava por decidir pela ampliação de suas instalações na Flórida, de forma a adequá-la à exigência de produção dos aviões nos EUA, ou pela montagem na planta de sua parceira nessa empreitada, a americana Sierra Nevada Corporation. Também alimentava a expectativa de ver a compra elevada a 55 unidades, em valor equivalente a US$ 950 milhões, e de receber encomendas de outros parceiros dos EUA na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).

Desde a escolha da Embraer, oficializada em 30 de dezembro passado, a decisão da Força Aérea tem sido criticada duramente por políticos e tornou-se fonte de atritos entre os governos da Flórida e do Kansas. A derrota da Hawker Beechcraft significaria a perda de empregos em Wichita, Kansas, cidade em risco de ver sua fábrica da Boeing fechada. A opção da USAF pela Embraer havia se tornado também munição eleitoral contra o presidente Barack Obama. O pré-candidato republicano Newt Gingrich criticara pelo menos duas vezes a escolha dos aviões da Embraer.

Em comunicado, o deputado federal Mike Pompeo, republicano de Kansas, afirmou ter chamado a atenção para o fato de "algo não cheirar bem" nessa licitação. "Estou contente por ter seguido os meus instintos e lutado pela Hawker Beechcraft e pelos empregos que ela gera em Kansas. Eu aplaudo a USAF por ter, finalmente, começado a eliminar esse véu de sigilo", afirmou.

 

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Mas isso já era previsto, queria ver se o brasileiro deixasse de comprar Chevrolet, Ford, Apple e outros, logo viria um mimimi em retaliação por parte dos EUA.

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