Jump to content

Infraero aposta em aeroporto popular


LipeGIG

Recommended Posts

O ESTADO DE S.PAULO

Infraero aposta em aeroporto popular

Depois das críticas aos aeroshoppings, estatal pretende espalhar terminais de baixo custo por cidades do litoral

Mariana Barbosa

 

Depois de se notabilizar por construir aeroshoppings - com cinemas, fontes e muita área comercial, mas negligenciando a parte operacional -, a Infraero pretende ampliar a infra-estrutura de aeroportos do País nos próximos anos com projetos de terminais populares.

 

Segundo o presidente da Infraero, José Carlos Pereira, a estatal está trabalhando no conceito de aeroportos de baixo custo ou econômicos, a serem construídos ao longo do litoral, nos principais destinos turísticos. “Estamos pensando em um aeroporto barato, modular, com capacidade para ser ampliado com gastos mínimos”, explica. A pista teria capacidade para receber jatos de mais de 150 lugares usados no mercado doméstico pela companhias regulares, como o Boeing 737 e o Airbus A320.

 

Padronizados, os novos aeroportos custariam cerca de R$ 35 milhões e levariam 18 meses para ficar prontos. Pelos padrões atuais, um aeroporto de capital custa cerca de R$ 280 milhões e as obras duram três anos.

“Não podemos ficar reféns de crises. Precisamos de mais agilidade para atender a demanda”, diz Pereira. Por serem construídos em módulos, os aeroportos econômicos poderiam ser rapidamente ampliados. “O que mais demora em uma obra é o projeto.”

 

A idéia é espalhar os aeroportos econômicos por 10 a 12 cidades do litoral, do Norte ao Sul do País. A previsão da Infraero é iniciar as construções a partir de 2008.

 

Motivo de orgulho para a estatal, os aeroshoppings são considerados pela indústria como exemplo de ineficiência e desperdício de recursos. “Os novos aeroportos são bons para os olhos, mas críticos na parte operacional”, avalia o professor de Transporte Aéreo do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA) Cláudio Jorge Pinto Alves, que tem estudado a situação dos principais aeroportos do País. “Tem shopping, cinema e fonte, mas a fila do check-in não pára de crescer, faltam cadeiras na sala de embarque e os painéis de informação de vôo estão sempre desatualizados.”

 

Alves cita o exemplo de Brasília, que acabou de ser reformado e cujas salas de embarque já não têm capacidade para receber o fluxo atual de passageiros. “Estética não dá conforto. Essa é uma verdade”, admite o brigadeiro Pereira. “O problema é que o aeroporto leva três anos para ser concluído, enquanto um novo avião se faz em apenas três dias.”

 

Frases

Depois das críticas aos aeroshoppings, estatal pretende espalhar terminais de baixo custo por cidades do litoral

 

Cláudio Jorge Pinto Alves

Professor do ITA

 

'Os novos aeroportos são bons para os olhos, mas críticos na parte operacional. Tem shopping, cinema e fonte, mas a fila do check-in não pára de crescer, faltam cadeiras na sala de embarque e os painéis de informação de vôo estão sempre desatualizados'

 

José Carlos Pereira

Presidente da Infraero

 

'O aeroporto leva três anos para ser concluído, enquanto um avião se faz em três dias'

 

'Estamos pensando em um aeroporto barato, modular, para ser ampliado com gastos mínimos'

 

----------------------------------------

 

Nota: Ressaltado na cópia.

 

 

 

Obs: Até que enfim começam a pensar em levar os aviões a novos destinos, com aeroportos simplificados mas funcionais... já não era sem tempo... agora resta saber quem vai ter mais poder político!

Link to comment
Share on other sites

Depois de se notabilizar por construir aeroshoppings - com cinemas, fontes e muita área comercial, mas negligenciando a parte operacional

 

Enfim alguém na imprensa dá um chute de leve no tornozelo da Infraero... BTW...

Link to comment
Share on other sites

Como alguém é capaz de acreditar numa notícia dessa?!

Se começam a construir aeroportos "populares", com certeza vai reduzir o movimento nos aeroshoppings, cinemas, além do mais, pra que essa redundância nos aeroportos nordestinos?!? Será que vale a pena empregar tanto dinheiro, se tem lugares com aeroportos que estão longe de atingir sua capacidade operacional maxima?

Falácias....

 

abs!

Link to comment
Share on other sites

O que eles querem é aumentar o movimento dos Aeroshoppings. Já sabem que dificilmente uma TAM ou uma Gol vai colocar um avião de 150 lugares ligando por exemplo São Paulo à Guarapari. O que acontecer é o sujeito ligar VIX à GUZ com um avião menor, gerando ainda mais lucro pra rede Infraero que vai abocanhar uma fatia que hoje pertence ao setor rodoviário ou aviação de pequeno porte.

 

Abraço

Link to comment
Share on other sites

Mas ai vai uma outra aposta, não falaria em São Paulo-Guarapari, mas sim BH-Guarapari.

 

Os pequenos aeroportos vão permitir conexões não só a SP pessoal, mas descentralizar, e com isso o AeroShopping não perde, pelo contrário, ganha.

 

É necessário desenvolver algo para levar mais cidades à rede aérea doméstica, uma coisa é clara, um aeroporto é caro e poucas cidades tem recursos suficientes para tal, poucos governos estaduais também se permitem tal investimento. E aeroportos em Cabo Frio, Macaé e Angra descongestionam SDU, em Santos/Guarujá e outras cidades próximas os de SAO....

 

É um assunto polêmico sem dúvidas!

 

Felipe

Link to comment
Share on other sites

Mas ai vai uma outra aposta, não falaria em São Paulo-Guarapari, mas sim BH-Guarapari.

 

É justamente esse o ponto. Se fizessem um BHZ-GUZ por exemplo, poderíamos concentrar mais gente ainda em CNF/PLU procedente de outras cidades. É nesse momento que o tráfego dos aeroportos atuais aumentaria pois o cidadão saindo de onde fosse poderia descer direto em GUZ mas depois de uma conexão em BHZ.

 

Porém é preciso estudar isso muito bem pra saber até que ponto vai compensar ao passageiro pagar mais caro (bem mais caro eu acredito) pra descer numa cidade como GUZ sendo que de carro até VIX não sai tão caro e nem demora tanto. Então mesmo nessa "ponte" BHZ-GUZ eu não sei se justificaria um vôo direto. Há muito tráfego entre as duas cidades (e toda a região ali) mas não sei até que ponto esse pessoal está disposto a pagar. A TAM já operou um vôo lá com F27 e F50 mas não tenho idéia de como era a ocupação. O mesmo quadro pode ocorrer em muitos outros locais do país.

 

Abraço

Link to comment
Share on other sites

Concordo Diego, mas existe um conceito forte que é "construa a ponte e pode esperar que as pessoas virão para atravessá-la"

 

Guarapari tem indústrias na região, tem uma rede hoteleira forte (assim como Iriri, Anchieta e outros destinos menos conhecidos nacionalmente, mas com forte expressão regional).

 

Uma coisa pode ajudar a aviação a decolar de vez: o governo isentar de impostos veículos para locação, e financiá-los com TJLP... isso poderia fazer com que alugar um veiculo custe R$ 60 a diária, e o conforto de ter um carro na porta do aeroporto pode levar milhares de pessoas a fazer BH-Guarapari num A319.

 

Eu tenho certeza Diego, que pessoas de Brasilia, Cuiabá, Ribeirão, Curitiba, Porto Alegre, se interessariam mais por Guarapari (lembro sempre de Ilhéus e Porto Seguro, são uma potência hoje pelo acesso facilitado que o Aeroporto proporcionou).

 

Felipe

Link to comment
Share on other sites

Para mim, aeroporto de baixo do custo, é baixo custo operacional, já que utiliza métodos que diminuem o impacto ambiental (como redução da utilização de energia elétrica, adotando um prédio inteligente em todos os sentidos), que seja capaz de comportar o fluxo estimado daqui a 6 anos, para mais é claro.

Link to comment
Share on other sites

Exato, uso de iluminação natural, prédio com construção simplificada, menos gente operando (otimizado), uso de gás natural para gerar energia e ar condicionado, e do lado dos estados e municipios, QAV com imposto baixo (tal qual CNF e GIG), e operações simplificadas de carga e passageiros.

 

Depois basta a Infraero cobrar uma taxa de embarque reduzida, tarifas de pouso e permanência reduzidas que o mercado faz o resto!

 

Felipe

Link to comment
Share on other sites

Exato, uso de iluminação natural, prédio com construção simplificada, menos gente operando (otimizado), uso de gás natural para gerar energia e ar condicionado, e do lado dos estados e municipios, QAV com imposto baixo (tal qual CNF e GIG), e operações simplificadas de carga e passageiros.

 

Depois basta a Infraero cobrar uma taxa de embarque reduzida, tarifas de pouso e permanência reduzidas que o mercado faz o resto!

 

Felipe

 

Ai ai, faltou só algumas morenas desfilando para o paraíso se completar :P

Brincadeiras a parte, também acredito nesse tipo de estrutura. Algo mais enxuto, o que viabilizaria um melhor controle dos gastos, de gerenciamento de pessoal e tornaria a vida de todos, passageiros e funcionários, muito mais fácil. Além de desafogar outros aeroportos teríamos a expansão dos que têm ainda capacidade ociosa. É impressionante como o potencial do Brasil está ai, não só no quesito aviação, mas em muitas áreas, e é lamentável ver o que é feito. Não é possível que sejamos seres superiores para enxergar soluções - muitas delas simples, e os governantes não, para mim isso só tem um nome: descaso.

 

 

Um abraço

 

 

Marco A Constantino

Link to comment
Share on other sites

Concordo Diego, mas existe um conceito forte que é "construa a ponte e pode esperar que as pessoas virão para atravessá-la"

 

Guarapari tem indústrias na região, tem uma rede hoteleira forte (assim como Iriri, Anchieta e outros destinos menos conhecidos nacionalmente, mas com forte expressão regional).

 

Uma coisa pode ajudar a aviação a decolar de vez: o governo isentar de impostos veículos para locação, e financiá-los com TJLP... isso poderia fazer com que alugar um veiculo custe R$ 60 a diária, e o conforto de ter um carro na porta do aeroporto pode levar milhares de pessoas a fazer BH-Guarapari num A319.

 

Eu tenho certeza Diego, que pessoas de Brasilia, Cuiabá, Ribeirão, Curitiba, Porto Alegre, se interessariam mais por Guarapari (lembro sempre de Ilhéus e Porto Seguro, são uma potência hoje pelo acesso facilitado que o Aeroporto proporcionou).

 

Felipe

 

É, tem razão. O problema é que contar com vontade política fica complicado, ainda mais com 4 anos de PT pela frente (certo BG?).

 

 

Abraço

Link to comment
Share on other sites

O ESTADO DE S.PAULO

Infraero aposta em aeroporto popular

Depois das críticas aos aeroshoppings, estatal pretende espalhar terminais de baixo custo por cidades do litoral

Mariana Barbosa

 

Depois de se notabilizar por construir aeroshoppings - com cinemas, fontes e muita área comercial, mas negligenciando a parte operacional -, a Infraero pretende ampliar a infra-estrutura de aeroportos do País nos próximos anos com projetos de terminais populares.

 

Segundo o presidente da Infraero, José Carlos Pereira, a estatal está trabalhando no conceito de aeroportos de baixo custo ou econômicos, a serem construídos ao longo do litoral, nos principais destinos turísticos. “Estamos pensando em um aeroporto barato, modular, com capacidade para ser ampliado com gastos mínimos”, explica. A pista teria capacidade para receber jatos de mais de 150 lugares usados no mercado doméstico pela companhias regulares, como o Boeing 737 e o Airbus A320.

 

Padronizados, os novos aeroportos custariam cerca de R$ 35 milhões e levariam 18 meses para ficar prontos. Pelos padrões atuais, um aeroporto de capital custa cerca de R$ 280 milhões e as obras duram três anos.

“Não podemos ficar reféns de crises. Precisamos de mais agilidade para atender a demanda”, diz Pereira. Por serem construídos em módulos, os aeroportos econômicos poderiam ser rapidamente ampliados. “O que mais demora em uma obra é o projeto.”

 

A idéia é espalhar os aeroportos econômicos por 10 a 12 cidades do litoral, do Norte ao Sul do País. A previsão da Infraero é iniciar as construções a partir de 2008.

 

Motivo de orgulho para a estatal, os aeroshoppings são considerados pela indústria como exemplo de ineficiência e desperdício de recursos. “Os novos aeroportos são bons para os olhos, mas críticos na parte operacional”, avalia o professor de Transporte Aéreo do Instituto de Tecnologia Aeronáutica (ITA) Cláudio Jorge Pinto Alves, que tem estudado a situação dos principais aeroportos do País. “Tem shopping, cinema e fonte, mas a fila do check-in não pára de crescer, faltam cadeiras na sala de embarque e os painéis de informação de vôo estão sempre desatualizados.”

 

Alves cita o exemplo de Brasília, que acabou de ser reformado e cujas salas de embarque já não têm capacidade para receber o fluxo atual de passageiros. “Estética não dá conforto. Essa é uma verdade”, admite o brigadeiro Pereira. “O problema é que o aeroporto leva três anos para ser concluído, enquanto um novo avião se faz em apenas três dias.”

 

Frases

Depois das críticas aos aeroshoppings, estatal pretende espalhar terminais de baixo custo por cidades do litoral

 

Cláudio Jorge Pinto Alves

Professor do ITA

 

'Os novos aeroportos são bons para os olhos, mas críticos na parte operacional. Tem shopping, cinema e fonte, mas a fila do check-in não pára de crescer, faltam cadeiras na sala de embarque e os painéis de informação de vôo estão sempre desatualizados'

 

José Carlos Pereira

Presidente da Infraero

 

'O aeroporto leva três anos para ser concluído, enquanto um avião se faz em três dias'

 

'Estamos pensando em um aeroporto barato, modular, para ser ampliado com gastos mínimos'

 

----------------------------------------

 

Nota: Ressaltado na cópia.

Obs: Até que enfim começam a pensar em levar os aviões a novos destinos, com aeroportos simplificados mas funcionais... já não era sem tempo... agora resta saber quem vai ter mais poder político!

 

 

Pois é! acho que isso se encaixa muito bem aqui no NE! principalmente aqui em JPA,que dizem que estão fazendo reforma e tudo mentira! O aeroporto a cada dia que passa fica sucateado e com essa reforma o acesso está pior ainda! ESSA INFRAERO! :thumbsdown_still:

 

JAMPA

Link to comment
Share on other sites

Infraero aposta em aeroporto popular

 

Já vi farmácia popular, restaurante popular, hotel popular..até cabeleireiro popular. Aeroporto popular pra mim é novidade. Vão fazer o que? Cobrar 1 real de taxas? Realmente...

 

A Infraero quer baratear os custos de construção de novos terminais? Simples, ao invés de pagar 5 vezes pelo mesmo mármore, pelos fingers e etc pague só uma vez.

Link to comment
Share on other sites

Já vi farmácia popular, restaurante popular, hotel popular..até cabeleireiro popular. Aeroporto popular pra mim é novidade. Vão fazer o que? Cobrar 1 real de taxas? Realmente...

 

A Infraero quer baratear os custos de construção de novos terminais? Simples, ao invés de pagar 5 vezes pelo mesmo mármore, pelos fingers e etc pague só uma vez.

 

Realmente! Eu gostaria de saber se a popularização também inclui cortes nos gastos com a segurança das operações, que alias, já estão popularizadas há muito tempo seja em Ilhéus seja em Congonhas. Porém agora terão uma justificativa para tal e ponho minhas mãos no fogo se reduzirem as taxas de pouso nestes aeroportos populares.

 

A Infraero tem uma critiavidade incrível para reduzir gastos e otimizar lucros... ah! se usassem 10% disso pra melhorar a vida de quem trabalha com isso todo dia... :rolleyes:

 

Enquanto isso, a aviação geral leve migra cada vez mais para aeroportos não administrados pela Infraero...

Link to comment
Share on other sites

Não gostei muito dessa idéia...

 

O que os turistas pensarão quando desembarcarem em um aeroporto popular, já que muitos esperam um aeroporto com muitas lojas interresantes e de luxo!!! :thumbsdown_still:

 

Isso acaba deteriorando a imagem da cidade ou até do país, pois o aeroporto é a primeira coisa que um turista visita, e quando ver o aeroporto popular, ficará imaginando o resto... :unsure:

 

Alguns de vocês podem discordar dessa minha opnião, mas é o que eu acho!

Link to comment
Share on other sites

Péssima idéia essa da Infraero!

 

Aeroportos Populares?

Onde já se viu isso?

 

Foi como o Juan falou: os turistas, quando chegam aqui, admiram os belos aeroshoppings que temos, como os de Recife, São Paulo, Brasília, etc.

O que eles vão achar se chegarem aqui e desembarcarem num aeroporto com o mínimo de tecnologia possível?

 

Isso seria a mesma coisa que tirar todo o luxo de um shopping, e deixá-lo com cara de uma galeria antiga!!!

 

Só faltava essa!!!

Link to comment
Share on other sites

turista de ... é ....!

 

turista quer chegar, ser atendido de forma eficiente, gastar seu dindim em algo que ofereça qualidade e conforto para ele, e zarpar de forma eficiente.

ou vocês acham que loja de aeroshopping da dinheiro?

 

quem mais usa elas são os funcionarios dos aeroportos pelo desconto, sem contar que, é o metro quadrado mais caro do brasil (que tem um piso, e o teto depende do faturamento).

Link to comment
Share on other sites

Péssima idéia essa da Infraero!

 

Aeroportos Populares?

Onde já se viu isso?

 

Foi como o Juan falou: os turistas, quando chegam aqui, admiram os belos aeroshoppings que temos, como os de Recife, São Paulo, Brasília, etc.

O que eles vão achar se chegarem aqui e desembarcarem num aeroporto com o mínimo de tecnologia possível?

 

Isso seria a mesma coisa que tirar todo o luxo de um shopping, e deixá-lo com cara de uma galeria antiga!!!

 

Só faltava essa!!!

 

Eu vejo a questão de forma um pouco diferente. Se são aeroportos populares no interior do Brasil, dificilmente haverá vôos do exterior por exemplo para estes locais. Então o sujeito vai sair da sua cidade, descer em GRU por exemplo, ter sua boa impressão de Brasil (ou má impressão, pelo andar da carruagem) e então tomar um vôo com destino ao interior.

 

Dessa forma a visão muda completamente porque ao invés do aeroporto popular causar má impressão ele vai transformar o turismo no país porque é muito melhor o passageiro descer num grande centro e depois descer num aeroporto popular do que ter que pegar um ônibus pra ir da capital até o interior com potencial turístico.

 

Mesmo no caso de haver demanda do exterior direto pra determinada cidade, como acontece em BPS e CFB por exemplo, a imagem seria a melhor possível pois no atual modelo da Infraero, onde construir aeroporto custa muito caro e requer muito dinheiro para mantê-lo, um terminal lindo e bem montado nunca será construído e esse potencial turístico será desperdiçado.

 

O aeroporto de Porto Seguro é um exemplo importante dessa necessidade de desenvolvimento. Como disse o LipeGIG mais acima, aquela região mudou de cara com o aeroporto. E me digam, por acaso BPS é moderno e bonito? Mas toda semana chegam grandes grupos de turistas que com certeza deixam a cidade bastante satisfeitos de maneira geral. E aeroportos populares não significam necessariamente galerias antigas. Hoje em dia existe muita coisa bonita e barata, de construção rápida e relativamente fácil. Muitos dos detalhes visuais que a Infraero coloca nos AeroShoppings são de grande impacto mas de pouco custo.

 

Eu acredito muito nesse projeto e acho que pode ser de enorme ajuda ao desenvolvimento do turismo e da aviação como um todo. A única dúvida que fica é a de sempre; Não sei se a Infraero e o governo federal terão honestidade suficiente de levar essa idéia adiante sem maracutaias.

 

Abraço

Link to comment
Share on other sites

quem mais usa elas são os funcionarios dos aeroportos pelo desconto

Que desconto?? Tirando o Pizza-Hut de GRU, nunca vi nenhuma loja dar desconto pra funcionário.

Link to comment
Share on other sites

Que desconto?? Tirando o Pizza-Hut de GRU, nunca vi nenhuma loja dar desconto pra funcionário.

é um suposto desconto que eles dão segundo a infraero... mas a realidade é outra...

Link to comment
Share on other sites

Não concordo com idéia de que turista vai para aeroporto fazer compra.

 

Aeroshopping é o que canaliza os recursos que deveriam ser gastos em pistas, equipamentos.... por isso que eu acho a idéia do aeroporto popular, magnifica.

 

E lembro sempre de BPS e NVT... Navegantes tem o tamanho perfeito para o movimento que tem (na verdade podia ser um pouco maior a área de embarque), poucas lojas, e ninguém reclama.

 

Se Guarapari, Cabo Frio, Angra, Guarujá e outras tiverem terminais do porte de NVT, o Brasil voaria feliz

 

Felipe

Link to comment
Share on other sites

Também discordo da idéia que turista quer fazer compras no aeroporto. Quer sim funcionalidade, ser atendido com rapidez, ter um tratamento respeitoso e não perder tempo. E é por isso que acredito que as cidades que o Felipe citou têm tudo para dar certo com esse modelo. É claro que não basta construir o aeroporto e deixar ao léu, a administração do mesmo tem que condizer com a proposto de "popular" como já foi dito em outros posts.

 

 

Um abraço

 

 

Marco A Constantino

Link to comment
Share on other sites

Também concordo.É tanto que as empresas aereas pedem só 60mins ou 120mins para fazer o checkin e em seguida embarque,a infraero acha que nesse meio tempo ainda podem fazer comprinhas?non...non,a TAM mesmo chama os passageiros 40 mins antes da decolagem e 1 hora antes das decolagens internacionais se fosse pra construir aeroshoppings decentes,deveriam ser dentro da sala de embarque,onde os passageiros possuem um tempo maior para comprar algo,enfim minha opnião é esse!

 

JAMPA

Link to comment
Share on other sites

Eu vejo a questão de forma um pouco diferente. Se são aeroportos populares no interior do Brasil, dificilmente haverá vôos do exterior por exemplo para estes locais. Então o sujeito vai sair da sua cidade, descer em GRU por exemplo, ter sua boa impressão de Brasil (ou má impressão, pelo andar da carruagem) e então tomar um vôo com destino ao interior.

 

Dessa forma a visão muda completamente porque ao invés do aeroporto popular causar má impressão ele vai transformar o turismo no país porque é muito melhor o passageiro descer num grande centro e depois descer num aeroporto popular do que ter que pegar um ônibus pra ir da capital até o interior com potencial turístico.

 

Mesmo no caso de haver demanda do exterior direto pra determinada cidade, como acontece em BPS e CFB por exemplo, a imagem seria a melhor possível pois no atual modelo da Infraero, onde construir aeroporto custa muito caro e requer muito dinheiro para mantê-lo, um terminal lindo e bem montado nunca será construído e esse potencial turístico será desperdiçado.

 

O aeroporto de Porto Seguro é um exemplo importante dessa necessidade de desenvolvimento. Como disse o LipeGIG mais acima, aquela região mudou de cara com o aeroporto. E me digam, por acaso BPS é moderno e bonito? Mas toda semana chegam grandes grupos de turistas que com certeza deixam a cidade bastante satisfeitos de maneira geral. E aeroportos populares não significam necessariamente galerias antigas. Hoje em dia existe muita coisa bonita e barata, de construção rápida e relativamente fácil. Muitos dos detalhes visuais que a Infraero coloca nos AeroShoppings são de grande impacto mas de pouco custo.

 

Eu acredito muito nesse projeto e acho que pode ser de enorme ajuda ao desenvolvimento do turismo e da aviação como um todo. A única dúvida que fica é a de sempre; Não sei se a Infraero e o governo federal terão honestidade suficiente de levar essa idéia adiante sem maracutaias.

 

Abraço

 

 

Bom...

Não é que eu odeie essa idéia, não! Eu até gostei, mas, como vc mesmo falou, esses aeroportos deveriam ser instalados em cidades do interior, onde não há muito movimento, a fim de que haja conexões de aeroshoppings de grandes cidades para estas cidades.

Na minha opinião, o que está errado é o local onde eles irão instalá-los: o litoral.

Já no caso de Porto Seguro, ao meu ver, é uma excessão, pois geralmente, quando os turistas chegam aqui, eles procuram saber sobre as cidades com melhores visuais o as que têm as praias mais badaladas, e Porto Seguro, com certeza, está nessa lista.

 

Bom, é isso!

Abraços!

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

Guest
This topic is now closed to further replies.
×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade