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Air New Zealand planeja voar para o Brasil


ppjr

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NZ To Push For More China, Brazil Access

 

Jul 15, 2011

 

By Adrian Schofield adrian_schofield@aviationweek.com

 

AirNewZealand777closeup-AirNewZealand.jpg

The New Zealand government has authorized negotiations to begin for new air service agreements with Brazil, China and other nations in east Asia and South America.

 

The talks will be aimed at allowing greater market access to New Zealand and overseas airlines. “We are looking to remove restrictions on current agreements, and begin negotiations with other countries to create new agreements,” Associate Transport Minister Nathan Guy says in a press statement.

 

New Zealand’s cabinet has given negotiators a mandate to enter discussions with China and Brazil, but the government is not revealing the identity of the other eight nations. India and Indonesia are probably on the list, one industry source says.

 

The existing China and Brazil agreements are both restricted in terms of frequencies. A spokesman for Guy’s office tells Aviation Week that the New Zealand objective, consistent with its longstanding policy, is to pursue “open skies” deals. This involves “seeking to remove restrictions of capacity, routes, traffic rights, tariffs, and airline ownership.” However, “we recognize that some countries still prefer a more restrictive approach,” the spokesman adds.

 

Seven weekly flights by carriers of each nation are allowed under the existing New Zealand-China air services agreement. Currently Air New Zealand and China Southern fly direct routes between the two countries. Air New Zealand uses all seven of its frequencies, and China Southern plans to use all of the Chinese allotment when it expands to daily service later this year.

 

The agreement with Brazil allows three weekly flights for each side, but no carriers currently serve this market non-stop.

 

While it is not clear whether any airlines have been pushing for opening specific markets, the New Zealand government “has a strong interest in promoting trade and tourism with growing regions like East Asia and South America,” the spokesman for Guy’s office says. In the press statement, Guy says that Auckland “has the potential to play a greater role as a stopover between these two regions.”

 

Auckland and Christchurch airports both reacted enthusiastically to news of the negotiation mandate. An Auckland Airport spokesman notes that China and Brazil are both growth economies, and it is widely accepted that these are two markets with great potential for outbound travel.

 

For this reason, Auckland Airport is keen to see the New Zealand government gain more access to China and Brazil. Even though airlines are focused on developing their existing New Zealand-China routes, the airport would like them to have the ability to increase service if they desire, the airport spokesman says.

 

Photo: Air New Zealand

http://www.aviationweek.com/aw/generic/story_channel.jsp?channel=comm&id=news/awx/2011/07/14/awx_07_14_2011_p0-347846.xml

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Que isso aconteça e muito em breve. Acho bacana essa cia. Mas não vou negar, a companhia que quero ver voando no Brasil é a Royal Jordanian.

 

Gostaria de ver também a Austrian, Aeroflot, Vietnam, Air New Zealand... Mas nada igual a Royal Jordanian.

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The agreement with Brazil allows three weekly flights for each side

 

Não é bem assim:

 

FREQÜÊNCIAS/EQUIPAMENTOS (MOC de Dez 95)

3 (três) serviços por semana com qualquer tipo de aeronave.

Em adição (às três) as empresas designadas de uma Parte estão autorizadas a operar

 

4 (quatro) freqüências semanais em código compartilhado com as empresas

designadas da outra Parte. Este entendimento entrará em operação na data em que

as autoridades da Nova Zelândia e do Brasil informarem uma à outra que o mesmo foi

aprovado por seus respectivos governos. (Ata Final da I Reunião de Consulta – 16 e

17 Nov. 2000).

 

Como NZ e JJ estão na mesma aliança, um codeshare é no-brainer.

 

O maior problema da rota AKL-GIG/GRU é a questão do ETOPS. A ANZ só possui birreatores (menos o 744 que está em phase out) e o desvio, para a manutenção dentro da área coberta pelo ETOPS, é grande demais (snme a rota passa por PPT ampliando a distância em cerca de 25%). Como a NZ não vai trazer uma subfrota de A340 (por exemplo) só para operar rotas para o Brasil, o jeito é esperar que o 787 (A NZ encomendou 8 787-9) consiga a certificação ETOPS330 que á a única que da espaço para se operar a rota America do Sul - Oceania sem desvios.

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Um GRU-AKL iria jogar areia nos olhos da Aerolineas Argentinas (na rota BUE-AKL-SYD). A Air New Zealand será muito bem-vinda! O único continente ainda não ligado nonstop com o Brasil é a Oceania e esse vôo viria a suprir essa lacuna. Que venha a Qantas.

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Pelo que eu entendi, eles querem rever bilateral e outras pendências para começar o vôo propriamente dito. Isso é firula diante do maior obstáculo dos vôos Brasil-Oceania: tipo de aeronave.

 

Se um Boeing 747-400 é ideal por estar livres das restrições ETOPS, mas tem a capacidade muito grande para um vôo inicial. Com o B777-200ER ocorre o contrário. A não ser que aumentem o limite ETOPS, uma AFA dizia que os 787 poderiam voar para o Brasil quando acabasse estas restrições.

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O maior problema da rota AKL-GIG/GRU é a questão do ETOPS. A ANZ só possui birreatores e o desvio, para a manutenção dentro da área coberta pelo ETOPS, é grande demais (snme a rota passa por PPT ampliando a distância em cerca de 25%). Como a NZ não vai trazer uma subfrota de A340 (por exemplo) só para operar rotas para o Brasil, o jeito é esperar que o 787 (A NZ encomendou 8 787-9) consiga a certificação ETOPS330 que á a única que da espaço para se operar a rota America do Sul - Oceania sem desvios.

 

A NZ tem 5 747-400

 

MSN Type Delivery date Registration Remark

24855 (815) 747-419 31/10/1990 ZK-NBT Named Kaikoura - Stored 07/2009 to 11/2009

24896 (855) 747-475 07/11/1994 ZK-SUH Named city of dunedin

25605 (933) 747-419 14/09/1992 ZK-NBU Named Rotorua

26910 (1180) 747-419 31/10/1998 ZK-NBV Named Christchurch

29375 (1228) 747-419 08/09/1999 ZK-NBW Named Wellington lsd from ILFC

 

Não poderia usar estes?

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A NZ tem 5 747-400

 

MSN Type Delivery date Registration Remark

24855 (815) 747-419 31/10/1990 ZK-NBT Named Kaikoura - Stored 07/2009 to 11/2009

24896 (855) 747-475 07/11/1994 ZK-SUH Named city of dunedin

25605 (933) 747-419 14/09/1992 ZK-NBU Named Rotorua

26910 (1180) 747-419 31/10/1998 ZK-NBV Named Christchurch

29375 (1228) 747-419 08/09/1999 ZK-NBW Named Wellington lsd from ILFC

 

Não poderia usar estes?

 

Eu me esqueci deles, até corrigi meu post. Um deles (SUH) é inclusive ex-Varig (PP-VPI). A questão é que, além do que o A345 disse, eles estão sendo retirados da frota sendo substituídos pelos 77W.

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A notícia não fala nada da Air New Zealand querer voar pra cá, mas só de pretensão de renegociar bilateral.

 

Exatamente, por isso acho que o mais prudente seria trocar o assunto do tópico para "NZ To Push For More China, Brazil Access".

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Sim, mas pq a NZ e o governo neozelandês fariam pressão para aumentar o bilateral (e tornar a rota realmente lucrativa) se não houvesse intenção de inciar voos para cá?

 

Acho que um voo GRU-AKL mais que perfeito para ambas as pontas: pelos acordos transtasmanianos o vôo pode ser GRU-SYD via AKL. Essa escala em AKL, Hub da NZ, permitiria conexões para Melbourne, Adelaide, Brisbaine, etc. (já que pra Perth é melhor ir pela SAA...) Já em GRU o pax vindo da Oceania teria todo o Brasil e a America do Sul servida pela TAM dede seu maior Hub. Tenho certeza que balançaria o EZE-SYD da Qantas e AR e o voo da Lan. Arriscaria mais: um ou mais destes desapareceria, haja vista Argentina e Chile não terem demanda sozinhos para sustentá-los.

 

Cheers thumbsup.gif

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o que a copa nao faz..

se a pretensao vier a tona msm, vai jogar areia nos olhos da argentinas msm.

provavel q a air n. zealand esteja esperando chegar os 787. sera ela uma das proximas a recebe-lo?

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Sim, mas pq a NZ e o governo neozelandês fariam pressão para aumentar o bilateral (e tornar a rota realmente lucrativa) se não houvesse intenção de inciar voos para cá?

O Brasil possui acordo bilateral assinado com estes países abaixo. Em quantos destes há voo de/para o Brasil?

 

Austrália, África, Bahrein, Bélgica, Camarões, Costa do Marfim, Cuba, Egito, Equador, Etiópia, Gana, Hong Kong, Hungria, Índia, Iraque, Islândia, Japão, Jordânia, Kuait, Líbano, Macau, Malásia, Marrocos, Moçambique, Nigéria, Omã, Polônia, Senegal, Tailândia, Tanzânia, Trinidad e Tobago, Ucrânia, Zimbábue...

 

Intenção sempre há, muita... mas nenhuma empresa se manifesta.

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o que a copa nao faz..

se a pretensao vier a tona msm, vai jogar areia nos olhos da argentinas msm.

provavel q a air n. zealand esteja esperando chegar os 787. sera ela uma das proximas a recebe-lo?

O 787 não pode cruzar o Pacífico Sul.

 

A TAM ou a Air NZ poderiam lançar um GRU-PPT-AKL.

 

Faria sucesso com as agências de viagem e com o público seguramente

Perde atratividade com escala (coisa que a AR e LA já fazem). AKL é extremamente low yield pro Brasil.

O interessante está em SYD.

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Perde atratividade com escala (coisa que a AR e LA já fazem). AKL é extremamente low yield pro Brasil.

O interessante está em SYD.

 

Provavelmente será 3x/semana no mínimo, então façam 2 nonstop e 1 via PPT, deixaria por 3 meses para ver a aceitação do mercado, se não desse certo tiraria a escala PPT.

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O 787 não pode cruzar o Pacífico Sul.

 

 

Perde atratividade com escala (coisa que a AR e LA já fazem). AKL é extremamente low yield pro Brasil.

 

mas num esta em certificação o etops 330?

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A eventual entrada da NZ fazendo AKL-GRU-AKL não vai tirar pax da Aerolineas Argentinas.

 

Para AKL/SYD, hoje temos:

LAN: GRU-SCL-AKL-SYD

ARG: GRU-EZE-AKL-SYD

QFA: GRU-EZE-SYD

 

Pax que voa ARG é pax low-yield, sensível a preços e que não se importa muito com serviço. Esse passageiro jamais vai aceitar pagar o que a NZ vai cobrar.

 

A NZ pode roubar pax da LAN, mas não da AR.

 

Abs

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O fato de um pais ter acordo com outro não é obrigatoriedade para que empresas destas nações iniciem voos entre as partes.

 

Contudo, renegociar cotas e aumento de capacidade de carga, pax e frequencias de uma rota que ainda não existe a troco de nada parece insano e inútil, não?

 

Do mesmo modo afirmar que a AR não teria seus vôos afetados por conta do preço praticado por esta não seria uma exclusividade de los hermanos.

 

Tem neguinho que torce para a Jetblue voar com seus A320 desde FLL para MAO e de lá seguir viagem com E195. Pode ser, mas admitamos, não é racional, prático ou confortável e não arranharia um GRU-MIA pela TAM, American ou Delta. Pura tolice.

 

Todos sabem que a pérola é SYD. AKL é um mal necessário.

 

O que acontece hj é que a AR e a LAN param lá por razões técnicas e não por exigência do mercado. Já no caso específico na JJ e NZ existe a sinergia da Star Alliance e ambas as pontas são hubs destas empresas o que garantiria ao pax em trânsito para outras cidades da Oceania um leque de conexões ainda em AKL. O mesmo em relação a GRU. Nenhum aeroporto sulamericano tem melhores opções de conexão que GRU.

 

O serviço da AR é sofrível e o pax brasileiro tem que pingar em EZE e AKL antes de chegar a seu destino final.

 

O mercado argentino (assim como o chileno) não garante um 747 para Oceania abrindo mão do mercado brasileiro. Nós somos a locomotiva, O resto é vagão vazio que se encher é lucro.

 

Cheers thumbsup.gif

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Só um adendo:

 

 

Turistas na Australia em 2008

 

 

Brasil 25.000 (40% do total para a América Latina)

Chile 10.300

Mexico 7.500

Argentina 5.800

Resto da America Latina 13.400

-----------

62.000

 

http://www.tourism.australia.com/en-au/documents/Corporate%20-%20Markets/TRA_visitor_arrivals_Latin_America.pdf

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A AR perde 1 milhão de dólares por dia em suas deficitárias operações.Existe porque é estatal e a Argentina consegue ser mais retrógrada que o Brasil. Basta ver que no ritmo que vai a 1[ economia latino americana nos anos 50 já perdeu de longe seu posto para Brasil e México e tem agora a Colômbia mordendo o seu PIB. Já já vira a quarta economia. Peegunto quantos destes 5.800 pax argentinos voam direto a SYD pela Qantas e quantos orgulhosos nacionalistas o fazem pela AR.

 

Será que os 25.000 brasileiros mais os outros 13.400 (38.400 pax) não prefeririam voar desde GRU com as inúmeras conexões da JJ ou será que a AR oferece mais opções desde EZE? hypocrite.gif

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Todos sabem que a pérola é SYD. AKL é um mal necessário.

 

O que acontece hj é que a AR e a LAN param lá por razões técnicas e não por exigência do mercado.

Nem tanto.

 

Dados da Junta de Aeronáutica Civil do Chile de 2010:

SCL-AKL-SCL movimentou 71.542 passageiros

SCL-SYD-SYD movimentou 59.880 passageiros

 

Já o preliminar de 2011:

SCL-AKL-SCL movimentou 29.786 passageiros

SCL-SYD-SCL movimentou 26.817 passageiros

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