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Após reduzir conforto, aéreas cortam comissários


Bertoli

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Sindicato de aeronautas diz que a redução causa riscos à segurança de voo; empresas negam e dizem seguir tendência

 

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

 

Primeiro, o serviço de bordo rareou e, em algumas empresas, passou a ser cobrado à parte, água inclusive.

Agora, as companhias aéreas começam a cortar comissários dos aviões -e até incumbem o passageiro de abrir a porta principal em eventual emergência.

O sindicato de aeronautas atribui a redução à ânsia das empresas de poupar e fala em risco à segurança de voo.

As empresas negam e dizem não fazer nada além do que já é adotado pelo setor em outros países como, por exemplo, os Estados Unidos.

A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) afirma que a segurança não está sob ameaça -e que não lhe cabe se meter no serviço de bordo.

Em 2010, o número de passageiros subiu 21%. As passagens baratearam 18%.

Entre as principais companhias, a Webjet, vendida à Gol, foi a primeira a receber da Anac autorização para reduzir o número de comissários, de quatro para três, em todos os seus aviões.

Desde novembro, mantém um funcionário na frente e dois atrás em suas aeronaves. Antes, eram dois por setor.

Cabe a um passageiro da primeira fila, em caso de emergência, abrir uma das portas do avião e ajudar os demais passageiros a sair.

Se houver recusa, a Webjet delega a função a outro.

"O passageiro saberá usar a escorregadeira [equipamento inflável para sair do avião] numa situação de emergência? Não vai", diz Leonardo Souza, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas e comissário da Gol.

 

RESPONSABILIDADE

A medida, afirma, transfere para o passageiro a função mais importante do trabalho de um comissário: cuidar da segurança durante o voo.

Em 2007, no Japão, um avião da China Airlines com 157 passageiros e o motor em chamas foi esvaziado pelos comissários cinco segundos antes de explodir. "Com um passageiro ajudando, seria assim?", questiona Souza.

O precedente para o corte de comissários se deu em março de 2010, com uma nova regra da Anac.

Inspirada em normas dos Estados Unidos e Europa, a agência definiu que aviões com até 150 lugares podiam ter três comissários.

A maioria usava quatro, um para cada porta.

O pedido mais recente veio da TAM, que, em junho, obteve aval para reduzir um comissário no seu menor avião, o Airbus A-319, para 144 pessoas. A empresa diz que não adotará a medida. A Avianca fez o mesmo para a sua frota; a Gol discute com a Anac.

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1707201101.htm

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Que tempestade em copo d'água, só agora descobriram que avião com capacidade menor que 150 PAX pode voar com 3 comissários? faz tempo que isso é assim...

Não que eu seja completamente favorável, acredito que seria melhor ter mais um comissário..

 

"O passageiro saberá usar a escorregadeira [equipamento inflável para sair do avião] numa situação de emergência? Não vai", diz Leonardo Souza, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas e comissário da Gol.

Ué, se a escorregadeira estiver armada, é só abrir a porta que ela infla, não?

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A regra anterior era de um comissário para cada porta da aeronave. A nova regra, e que já é amplamente utilizada no exterior, é de 1 comissário para cada 50 assentos; ou seja, em numa aeronave de até 100 assentos = 2 comissários; 100 a 150 assentos = 3 comissários; 150 a 200 assentos = 4 comissários e assim vai. E se foi homologado, acredito eu, que essa configuração de tripulação passou nos testes de evacuação.

 

 

 

 

Ué, se a escorregadeira estiver armada, é só abrir a porta que ela infla, não?

 

Com certeza, a única coisa que o pax não saberia fazer seria avaliar as condições externas antes da abertura da porta (qdo eu digo condições externas quero dizer fogo, detritos, vazamento de combustível) que devem ser levadas em conta pois podem causar risco à vida.

 

Abraços

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Na hora do sufoco será que o pax designado não será o primeiroa pular fora, por absoluta falta de comprometimento com a cia aérea??

 

Abçs

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Que tempestade em copo d'água, só agora descobriram que avião com capacidade menor que 150 PAX pode voar com 3 comissários? faz tempo que isso é assim...

Não que eu seja completamente favorável, acredito que seria melhor ter mais um comissário..

 

 

Ué, se a escorregadeira estiver armada, é só abrir a porta que ela infla, não?

 

 

Teoricamente sim. Mas o treinamento dos comissários é muito mais do que apenas abrir a porta.

E se a escorregadeira não inflar automaticamente?

Passageiro vai ter sangue frio de olhar pra fora e ver se a saída é operacional?

Em uma evacuação pelo lado esquerdo, o passageiro vai saber o que é esquerdo e direito?

Se 1 pax congelar na hora de escorregar, ele vai ser pisoteado?

 

O problema não é esse, é a prerrogativa que algo do gênero causa. Uma coisa acaba puxando outra...

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OUTRO LADO

 

Agência afirma cumprir normas internacionais

 

DE SÃO PAULO

 

A Anac e as companhias defendem a segurança das operações com menos comissários e dizem que o procedimento é homologado pelos fabricantes dos aviões.

A Anac informou seguir lei semelhante à de EUA e Europa e que a norma de 2010 corrige "erros de interpretação". Antes, não era claro se o número de comissários deveria se basear no número de lugares ou no de portas.

 

A Webjet afirma seguir a lei e treinar a tripulação para operar com três tripulantes. Diz ainda estar amparada em lei ao orientar passageiros sobre a necessidade de ajudar em caso de emergência.

 

A TAM diz que, embora possa manter três comissários, opta por ter "quatro profissionais a bordo para melhor atender os passageiros".

A Gol informou que o pedido à Anac para operar com três comissários não se deu por planos de cortar tripulação, mas sim para exceções.

"Se hoje estou em Fortaleza e um dos nossos tripulantes passa mal, eu não posso voar. Aí tenho que cancelar voos", disse Adalberto Bogsan, vice-presidente técnico.

 

A medida, diz, lhe dá a "flexibilidade" de levar a aeronave até uma base onde a tripulação se recomponha.

A empresa não conseguiria implantar a redução em larga escala nem se quisesse, diz Bogsan. Isso porque, afirma, as rotas são integradas e usam dois modelos de avião -Boeings 737-700 e 800.

 

O primeiro, com 144 lugares, é o que a Gol quer autorização para três comissários. O segundo é proibido por lei de fazê-lo, por ser um avião maior, para 183 passageiros.

 

A Avianca não respondeu.

 

Sobre cortar café e leite em voos, a TAM diz ajustar o serviço "constantemente" para evitar desperdício, sem esquecer da "qualidade do atendimento". A Webjet diz que seu modelo "baixo custo, baixa tarifa" é o que permite baratear passagens.

 

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1707201106.htm

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Teoricamente sim. Mas o treinamento dos comissários é muito mais do que apenas abrir a porta.

E se a escorregadeira não inflar automaticamente?

Passageiro vai ter sangue frio de olhar pra fora e ver se a saída é operacional?

Em uma evacuação pelo lado esquerdo, o passageiro vai saber o que é esquerdo e direito?

Se 1 pax congelar na hora de escorregar, ele vai ser pisoteado?

 

O problema não é esse, é a prerrogativa que algo do gênero causa. Uma coisa acaba puxando outra...

justamente por isso que eu não sou favorável

 

pra mim os comissários a bordo são tão importantes quanto os pilotos

E na hora que eles realmente precisam entrar em ação, acho que são ainda mais importantes que os pilotos...

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Logo logo será a vez de cortar o copiloto...hahahahahahah...

 

Ssshhhhhh!!! fala baixo senão algum tecnocrata escuta e bota a idéia em prática. :unsure:

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Para muitos, comissário é para servir cafezinho ... e comissaria (bom voces sabem) ... é triste mas é a realidade.

 

Ja fui comissario e vejo que em muitas empresas (apesar de todo treinamento de segurança) pecam no quesito segurança a mais dos passageiros...

 

Por exemplo: Me lembro que alguns comandantes, durante o briefing, informavam quais os procedimentos tomar se algo ocorresse na cabine (comt e copila inconciente), como chamar a fonia, declarar emergencia e etc...Mas eram poucos...

 

E algo é fato, colocar passageiro leigo para abrir porta em emergencia?? Pelo amor... Espero que nao tenha que ocorrer algo como um aviao derrapar por ae e uns morrerem para ver que um comissario por porta é importante...

 

 

 

 

 

 

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e se não inflar?

Na hora do sufoco???

Ueee... Vc pula do mesmo jeito! Que que é um pum

pra quem tá melado???

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Na hora do sufoco???

Ueee... Vc pula do mesmo jeito! Que que é um pum

pra quem tá melado???

 

Se nao inflar um comissario estaria ali para direcionar o fluxo para outra saida ... Se um pular e se machuca...atrapalharia o fluxo...a evacuação iria demorar muito mais...

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Posso estar enganado, mas até o ponto sei, a escorregadeira dos B737 apesarem de estar armadas, é necessário inflar manualmente a escorregadeira, visto quando a porta é aberta, a escorregadeira qdo armada desprende-se da porta, sendo necessária inflar manualmente.

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Teoricamente sim. Mas o treinamento dos comissários é muito mais do que apenas abrir a porta.

E se a escorregadeira não inflar automaticamente?

Passageiro vai ter sangue frio de olhar pra fora e ver se a saída é operacional?

Em uma evacuação pelo lado esquerdo, o passageiro vai saber o que é esquerdo e direito?

Se 1 pax congelar na hora de escorregar, ele vai ser pisoteado?

 

O problema não é esse, é a prerrogativa que algo do gênero causa. Uma coisa acaba puxando outra...

 

 

Muito bom!

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Que tempestade em copo d'água, só agora descobriram que avião com capacidade menor que 150 PAX pode voar com 3 comissários? faz tempo que isso é assim...

Não que eu seja completamente favorável, acredito que seria melhor ter mais um comissário..

 

 

 

 

Pode parecer tempestade em copo d'água, mas reduzir de 4 para 3 comissários significa 25% de demissões, correto? Também significa mais trabalho por comissário mas isso não implica em maior salário por comissário.

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Pode parecer tempestade em copo d'água, mas reduzir de 4 para 3 comissários significa 25% de demissões, correto? Também significa mais trabalho por comissário mas isso não implica em maior salário por comissário.

Pode ser..

MAS: Lembro que quando voei de Azul e Webjet, haviam apenas 3 comissários, ou seja, sem demissões e continua o mesmo trabalho.

A TAM, como já foi dito em outro tópico aqui e na matéria postada pelo Bertoli, tem a autorização pra isso no A319 mas não pretende fazer, mais uma sem demissões.

A Gol, eu não se fez ou se é necessário fazer o teste que comprova que pode operar com 3 comissários, mas continua com 4, não?

Avianca eu não lembro, mas creio que sejam apenas 3 também

 

Essa regra é antiga, a partir de determinado número de passageiros até 150, precisa-se de 3 comissários, depois um comissário a cada 50 passageiros, eu já li sobre isso em 2009 (antes de 2010 como diz a matéria), por isso que eu digo que é tempestade em copo d'água, já é assim faz tempo, não vai mudar nada agora... Deveria mudar, mas o contrário, deveria ser obrigatório o 4º comissário..

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Posso estar enganado, mas até o ponto sei, a escorregadeira dos B737 apesarem de estar armadas, é necessário inflar manualmente a escorregadeira, visto quando a porta é aberta, a escorregadeira qdo armada desprende-se da porta, sendo necessária inflar manualmente.

As escoregadeiras são infladas por ar comprimido automaticamente quando a porta é aberta e a escorregadeira estiver na posição armada.

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não sou a favor de reduzir o número de cmrs. é segurança a mais e ponto. talvez essa decisão tenha se valido na experiência de que 3 pode dar conta do recado. vide o us air que pousou no hudson, que tinha só 3 cmrs. quem ficou lá trás segurou todo mundo, não abriu nenhuma porta e não se perdeu ninguém. mas e se fosse em chão firme, o 4o comissário faria falta? eu acho que sim.

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Posso estar enganado, mas até o ponto sei, a escorregadeira dos B737 apesarem de estar armadas, é necessário inflar manualmente a escorregadeira, visto quando a porta é aberta, a escorregadeira qdo armada desprende-se da porta, sendo necessária inflar manualmente.

Todas escorregadeiras do 737 inflam automaticamente se a barra estiver conectada ao piso ao se abrir a porta (ou seja, se a escorregadeira estiver armada). Não há necessidade de inflação manual em nenhuma delas.

 

Porém há uma alça de inflação manual, que é usada no caso da escorregadeira, por alguma falha, não inflar. Algumas empresas, por precaução adicional, optam em seu treinamento por já doutrinar os tripulantes de cabine a, no mesmo movimento de se abrir a porta, já puxar a alça de inflação manual, independente se a escorregadeira inflou ou não, para se ganhar tempo.

 

 

 

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Quanto a inflação da escorregadeira,ela é automática ao abrir a porta, estando esta armada. Mas pode sim ocorrer algum problema no mecanismo, e ser necessário puxar a alça de inflação manual. Por isso, pelo menos na Tam, somos condicionados a puxar a alça de inflação manual imediatamente após abrir a porta, sem esperar para ver se inflou ou não, algo como um procedimento redundante para garantir a inflação imediata da escorregadeira.

 

A Tam tem seus 319 homologados para 3 comissários, sendo necessário dar o treinamento específico para esta operação a todos os tripulantes habilitados no equipamento. Porém por dois motivos a empresa não usa esta prerrogativa:

1. O marketing não aprovou a dinâmica do serviço, muita correria e serviço mal feito.

2. No nacional, as tripulações trocam muito de aeronave, entre 319 e 320, então haveria problemas, pois começa o dia num 319 e termina num 320.

 

Quanto ao que falou o funcionário da Gol, sobre usar este procedimento para retornar abase quando um tripulante passa mal, iso já era previsto antes. Foi nessa brecha que a Anac se baseou para mudar a regra.

Antes, a regra padrão era um comissário por porta no nível do piso, porém havia uma disposição que permitia voar com um comissário a cada 50 pax, para retornar para a base, caso algum tripulante ficasse indisponível durante a jornada. E isso, creio eu, me corrijam se eu estiver errado, é válido até hoje, por exemplo se um 737-800 ou A320 precisar voltar a base com um tripulante a menos, bloqueia-se uma saída e os assentos ao máximo de 150 e pronto. Mas lembrando, era apenas para casos exepcionais e para retornar a base. A anac de certa forma, tansformou essa excessão em regra.

 

 

Agora para quem usa o caso do Rio Hudson para defender que 3 comisários são suficientes. Neste caso, foi ótimo, evacuaram rapidamente a aeronave com 3 comissários. Mas vamos lembrar que a aeronave estava inteira, afundou somente depois de todos terem saído e todos saíram por conta própria. Perfeito.

Mas quero ver se houvesse mortos, feridos, diversas pessoas precisando de ajuda para sair, ossos quebrados, cortes profundos, aeronave retorcida e cheia de obstáculos, etc. Será que os 3 dariam conta??? Será que um comissário a mais não salvaria ao menos uma vida a mais??? Será que apenas esta possibilidade não é razão suficiente para manter 4 comissários???

 

 

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Quanto a inflação da escorregadeira,ela é automática ao abrir a porta, estando esta armada. Mas pode sim ocorrer algum problema no mecanismo, e ser necessário puxar a alça de inflação manual. Por isso, pelo menos na Tam, somos condicionados a puxar a alça de inflação manual imediatamente após abrir a porta, sem esperar para ver se inflou ou não, algo como um procedimento redundante para garantir a inflação imediata da escorregadeira.

 

A Tam tem seus 319 homologados para 3 comissários, sendo necessário dar o treinamento específico para esta operação a todos os tripulantes habilitados no equipamento. Porém por dois motivos a empresa não usa esta prerrogativa:

1. O marketing não aprovou a dinâmica do serviço, muita correria e serviço mal feito.

2. No nacional, as tripulações trocam muito de aeronave, entre 319 e 320, então haveria problemas, pois começa o dia num 319 e termina num 320.

 

Quanto ao que falou o funcionário da Gol, sobre usar este procedimento para retornar abase quando um tripulante passa mal, iso já era previsto antes. Foi nessa brecha que a Anac se baseou para mudar a regra.

Antes, a regra padrão era um comissário por porta no nível do piso, porém havia uma disposição que permitia voar com um comissário a cada 50 pax, para retornar para a base, caso algum tripulante ficasse indisponível durante a jornada. E isso, creio eu, me corrijam se eu estiver errado, é válido até hoje, por exemplo se um 737-800 ou A320 precisar voltar a base com um tripulante a menos, bloqueia-se uma saída e os assentos ao máximo de 150 e pronto. Mas lembrando, era apenas para casos exepcionais e para retornar a base. A anac de certa forma, tansformou essa excessão em regra.

 

 

Agora para quem usa o caso do Rio Hudson para defender que 3 comisários são suficientes. Neste caso, foi ótimo, evacuaram rapidamente a aeronave com 3 comissários. Mas vamos lembrar que a aeronave estava inteira, afundou somente depois de todos terem saído e todos saíram por conta própria. Perfeito.

Mas quero ver se houvesse mortos, feridos, diversas pessoas precisando de ajuda para sair, ossos quebrados, cortes profundos, aeronave retorcida e cheia de obstáculos, etc. Será que os 3 dariam conta??? Será que um comissário a mais não salvaria ao menos uma vida a mais??? Será que apenas esta possibilidade não é razão suficiente para manter 4 comissários???

 

 

 

Cara, não sei como funciona no Airbus, mas nos 737-800, falta de comissário deixa o avião no solo. Uma das portas não é bloqueada, nem assentos, até pq a regulamentação diz que a restrição é pelo numero de assentos instalados na aeronave, independente da sua lotação.

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