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TAM terá que indenizar mãe que viajou com filha no colo entre o Rio de Janeiro e Maceió.


Marcio Maçana

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SÃO PAULO - A Justiça de Alagoas determinou que a TAM pague indenização de R$ 10.639,16 à cliente Cynthia Maria Kearns por má prestação de serviços e por danos morais. A mulher foi obrigada a viajar entre o Rio de Janeiro e Maceió com a filha de dois anos no colo. Embora tenha comprado uma passagem para a filha, a TAM não disponibilizou o assento para a criança.

 

Não restam dúvidas da responsabilização da empresa, pela prestação inadequada e até inexistente do serviço pactuado

 

Cynthia Maria Kearns, seu marido e a filha do casal compraram três passagens partindo do Rio de Janeiro com destino a cidade de Maceió. Ao entrar no avião, foram surpreendidos com a falta de um assento. Isso obrigou a mulher a viajar com a filha no colo. Também houve mudança na rota inicial, aumentando o trajeto com uma conexão para Belo Horizonte, seguindo depois para Salvador e, de lá, Maceió.

 

Em sua defesa, a TAM alegou a inexistência de prejuízo de moral, ou mesmo prova deste, capaz de afastar a estabilidade emocional da família. Em relação ao dano material, a empresa alegou que a viagem foi realizada e, portanto, não havia prejuízo. No recurso, a companhia aérea defendeu ainda a redução da quantia indenizatória.

 

O relator do processo, desembargador Alcides Gusmão da Silvam, baseou-se no Código de Defesa do Consumidor para responsabilizar a empresa.

 

- Não restam dúvidas de obstar a certeza da responsabilização da empresa, pela prestação inadequada e até inexistente do serviço pactuado, uma vez que não fora fornecido assento para criança - diz no juiz na sentença.

 

- É inegável a ocorrência de abalo de cunho emocional e mesmo o desgaste físico a que se submeteu essa família e, portanto, inconcebível afastar a existência de dano moral - fundamentou o desembargador Alcides Gusmão da Silva.

 

Ele manteve a sentença de primeiro grau de R$ 10.639,16, valor já arbitrado em casos parecidos.

 

Fonte: O Globo.

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eles compraram um assento para a filha, desembolsaram $$ para isso e a TAM diz que não houve danos morais e nem prejuizos ??? :thumbsdown_still:

 

tem mais que indenizar mesmo, a hora que eles aprenderem a tratar cliente como "cliente" e não "numeros" a coisa vai melhorar

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Está na hora da TAM começar a respeitar seus clientes e funcionários....

Tenho orgulho em dizer que passei na seleção da TAM e preferi voar na TRIP. por essas e outras questões.

 

Depois vem com essa conversinha de paixão por servir????

 

Oras, posso ficar negativado mas falei o que tinha vontade.

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Bola fora para a Tam, falar que isso não afetou em nada eles, o que significa então ter que segurar a criança no colo?! E pagou para ter um assento para tal criança. E a segurança? Como questionou o Cmte. Garcia, e em caso de turbulência ou decolagem/pouso, os braços da mãe eram cintos?

 

Agora, será que o avião estava 100% para não ter uma vaga para a criança? Se estivesse, pior ainda para a JJ pois vendeu mais que o permitido.

 

:thumbsdown_still:

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Não podemos esquecer do fato segurança. Todos os pax devem estar sentados e com cintos afivelados quando há turbulência. E em um caso desses, como faz?

 

Crianças até 2 anos de idade são considerados Bebes e podem ser transportados no colo. Tanto que nos Safety cards tem posiçoes para impacto com criança de colo.

 

Agora se a familia pagou pelo assento, este deveria estar reservado para a criança e ai sim a cia errou...

 

Se a criança fosse maior de 2 anos ai seria uma infração do CBA e alem do processo da familia poderia sofrer sançoes da ANAC.

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