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Companhia aérea trata com sanduíche e refrigerante viajante que infartava


Ronaldo Araujo

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Companhia aérea trata com sanduíche e refrigerante viajante que infartava

 

05/08/2011 - 10h51

Do UOL Notícias (Com informações do "The Local" - http://www.thelocal.se/35346/20110804/)

Em São Paulo

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/08/05/companhia-aerea-trata-com-sanduiche-e-refrigerante-viajante-que-infartava.jhtm

Durante um voo da Inglaterra para a Suécia, Per-Erik Jonsson, 63 anos, passou mal e começou a ter um infarto. No entanto, segundo sua enteada Bille Appleton, a companhia aérea não sabia o que fazer.

 

“Eles disseram que meu padrasto estava com pressão baixa e deram a ele um sanduíche e um refrigerante”, contou Appleton. “E ainda fizeram questão que pagássemos pelos dois alimentos consumidos”, completou.

 

O incidente aconteceu cerca de uma hora depois da decolagem do voo. Jonsson começou a suar frio e pediu água para a mulher.

 

No entanto, o passageiro logo desmaiou e sua mulher alertou a tripulação da Ryanair, que disse que se tratava apenas de um problema de pressão baixa.

 

Segundo Appleton, quando a situação se estabilizou, a tripulação veio cobrar pelo sanduíche e refrigerante usados como “tratamento”.

 

O porta-voz da Ryanair, Stephen McNamara, defendeu o procedimento adotado pela tripulação.

 

“Oferecemos uma ambulância no aeroporto para que o passageiro recebesse tratamento médico. Sua acompanhante, no entanto, se identificou como enfermeira e declinou nossa oferta”, disse.

 

No entanto, a família de Jonsson alega que ficou surpresa ao não ser recebida com uma ambulância no aeroporto e foi forçada a levar o homem de 63 anos por conta própria ao hospital.

 

Jonsson ainda está estudando se irá processar a Ryanair na Justiça.

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Se fosse aqui, iam dar Cereal e bolacha! :cutuca:

Olha cara, só posso dizer que, ao longo desses anos de aviação, vi que as tripulações brasileiras são muito bem preparadas para casos de atendimento a bordo em caso de mal estar de algum passageiro. Nenhum de nós tripulantes comerciais é médico tampouco enfermeiro, mas nos empenhamos de verdade nos treinamentos de primeiros socorros que alias, pelo menos na vermelha é muito bem estruturado e bastante cobrado em termos de conhecimento.

No caso de um passageiro com infarto você tem alguns sinais que denunciam que o coração não anda bem, vai do socorrista estar ligado nesses sintomas e fazer o que for possível.

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Olha cara, só posso dizer que, ao longo desses anos de aviação, vi que as tripulações brasileiras são muito bem preparadas para casos de atendimento a bordo em caso de mal estar de algum passageiro. Nenhum de nós tripulantes comerciais é médico tampouco enfermeiro, mas nos empenhamos de verdade nos treinamentos de primeiros socorros que alias, pelo menos na vermelha é muito bem estruturado e bastante cobrado em termos de conhecimento.

No caso de um passageiro com infarto você tem alguns sinais que denunciam que o coração não anda bem, vai do socorrista estar ligado nesses sintomas e fazer o que for possível.

 

Mas por melhor e mais rápido que possam identificar um infarto, o tempo perdido até a ave pousar e o paciente chegar num serviço médico, isso pode diminuir bem as chances de escapar dessa.

Tendo uma aspirina, vasodilatador e um oxigênio (em máscara) a bordo já melhoraria significativamente as chances. Pena que as tripulações não podem fazer isso.

Uma dúvida, esse oxigênio com balão é disponível a bordo??

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Olha cara, só posso dizer que, ao longo desses anos de aviação, vi que as tripulações brasileiras são muito bem preparadas para casos de atendimento a bordo em caso de mal estar de algum passageiro. Nenhum de nós tripulantes comerciais é médico tampouco enfermeiro, mas nos empenhamos de verdade nos treinamentos de primeiros socorros que alias, pelo menos na vermelha é muito bem estruturado e bastante cobrado em termos de conhecimento.

No caso de um passageiro com infarto você tem alguns sinais que denunciam que o coração não anda bem, vai do socorrista estar ligado nesses sintomas e fazer o que for possível.

 

 

Tenho certeza disso!

Acho que a comparação em questão é entre o que pode ser servido como lanche e não o comportamento da tripulação.

 

Saudações!

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Me lembro uma vez que ia de Natal para Brasilia pela Transbrasil e ao se aproximar da pista de decolagem, um sujeito começou a passar mal, e suspeitaram de principio de infarto, mas o cidadão tava em pânico com medo de voar. Ao retornar para o finger, o mesmo não se controlou e cagou-se todo, mas foi muita bosta mesmo...

O avião ficou impraticável e tivemos que esperar pela limpeza fazer o serviço.

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o tripulante não saber fazer o diagnóstico não é problema, mas achando se tratar de queda de pressão e mesmo assim ainda cobrar pelo sanduíche-remédio é simplesmente desumano!

 

por essas e outras que essas companhias nunca viram e nem verão um centavo meu.

 

e pensar que tinha gente torcendo pra Webjet ser comprada por esse sujeito...

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Tenho certeza disso!

Acho que a comparação em questão é entre o que pode ser servido como lanche e não o comportamento da tripulação.

 

Saudações!

 

Obg por explicar Arkobayashi! :joinha:

 

Abs

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Poxa, uma empresa cobrar pela água, pela barrinha de ceral ou até pelo uso do sanitário, ok.

 

Mas cobrar por um refrigerante usado numa situação de emergência? Se o passageiro teve um principio de infarto e ainda sobreviveu, teve é muita sorte.

Com certeza eu processaria a empresa, ai cabe alguns processos que iriam render um bom dinheiro.

 

Será que na Rynnair já se esqueceram qual o papel desenpenhado pela equipe de comissários?

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