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Comissário da TAM é preso com remédios trazidos do Paraguai no aeroporto de Foz do Iguaçu


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Comissário da TAM é preso com remédios trazidos do Paraguai no aeroporto de Foz do Iguaçu

 

SÃO PAULO - Um comissário de bordo da Companhia Aérea TAM foi detido na tarde desta quarta-feira, no Aeroporto Internacional das Cataratas, em Foz do Iguaçu, quando tentava embarcar com um mala cheia de medicamentos contrabandeados do Paraguai.

 

Segundo a Polícia Federal, são vários tipos de estimulantes sexuais que estavam dentro da mala. Em uma contagem prévia, pelo menos 600 cartelas com dez comprimidos cada foram localizadas, além de ampolas de anabolizantes, cuja comercialização é proibida no Brasil.

 

O rapaz, que não teve o nome divulgado, foi encaminhado para a Delegacia da Polícia Federal para prestar depoimento. A mala, que traz até timbre da companhia área, será enviada para a Receita Federal.

 

Em nota, a TAM informa que está tomando as providências cabíveis e que está contribuindo com as investigações.

 

Radio CBN - http://glo.bo/nrmiGq

Jornal O Globo - http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/08/24/comissario-da-tam-preso-com-remedios-trazidos-do-paraguai-no-aeroporto-de-foz-do-iguacu-925201264.asp

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Espero mesmo que seja preso e seja demitido,contrabando e crime,ainda mais com remedios proibidos no Brasil,ele sequer se deu ao trabalho de usar sua propria mala,qualquer um que cometa um crime precisa ser punido!!!

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Eu acredito que não deve ter sido a primeira vez que ele fez isso. Deve ter passado outras vezes com quantidade menor de medicamentos. Como a fiscalização não barrava pequenos volumes, a ambição foi aumentando até ser pego. É um palpite, claro.

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O problema é que se for prender todo mundo que tras coisa para vender a internacional da TAM vai parar por falta de comissario... Infelizmente a categoria abusa do "privilegio" de voar internacional para fazer um dinheiro extra, dinheiro extra que as vezes é maior que o proprio salario. Cada um sabe onde o calo aperta, mas isso acaba prejudicando todo o resto do grupo que quer apenas entrar em um vinhozinho, chocolate ou eletronico para uso próprio uma vez que a receita aperta o cerco para coibir esses abusos como o relatado acima. Não sei se é caso de demissão ou simplesmente deixar ele responder perante a justiça como qualquer outro que passe por cima da lei...

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O problema é que se for prender todo mundo que tras coisa para vender a internacional da TAM vai parar por falta de comissario... Infelizmente a categoria abusa do "privilegio" de voar internacional para fazer um dinheiro extra, dinheiro extra que as vezes é maior que o proprio salario. Cada um sabe onde o calo aperta, mas isso acaba prejudicando todo o resto do grupo que quer apenas entrar em um vinhozinho, chocolate ou eletronico para uso próprio uma vez que a receita aperta o cerco para coibir esses abusos como o relatado acima. Não sei se é caso de demissão ou simplesmente deixar ele responder perante a justiça como qualquer outro que passe por cima da lei...

 

Tem mais é que demitir mesmo e fazer uma faxina ética no grupo. Quem sabe assim na próxima vez que passarmos na alfândega não seremos tratados como "muambeiros e sacoleiros" ....

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Aqui temos contrabando em todos os lugares, inclusive dentro do avião. Se isso acontece no trecho do Paraguai, imagina em outras rotas, como Europa, Africa, etc. A fiscalização existe para os passageiros e deve ter também, igual ou melhor, a fiscalização dos tripulantes.

:joinha:

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Aqui temos contrabando em todos os lugares, inclusive dentro do avião. Se isso acontece no trecho do Paraguai, imagina em outras rotas, como Europa, Africa, etc. A fiscalização existe para os passageiros e deve ter também, igual ou melhor, a fiscalização dos tripulantes.

:joinha:

 

A fiscalizaçao para tripulantes é melhor ( na verdade é pior) pois TODO tripulante passa no "Bens a declarar" enquanto a grande maioria dos passageiros passa reto (contando com a sorte) no "Nada a declarar".

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Será q o cara não tava fardadinho tripulando inclusive ??

 

Se tava, esse ai não consegue emprego nem de faxineiro na Lider.... :facepalm:

 

 

 

Nesse caso, é CAIXAO E VELA PRETA.

 

:joinha:

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O problema é que se for prender todo mundo que tras coisa para vender a internacional da TAM vai parar por falta de comissario... Infelizmente a categoria abusa do "privilegio" de voar internacional para fazer um dinheiro extra, dinheiro extra que as vezes é maior que o proprio salario. Cada um sabe onde o calo aperta, mas isso acaba prejudicando todo o resto do grupo que quer apenas entrar em um vinhozinho, chocolate ou eletronico para uso próprio uma vez que a receita aperta o cerco para coibir esses abusos como o relatado acima. Não sei se é caso de demissão ou simplesmente deixar ele responder perante a justiça como qualquer outro que passe por cima da lei...

 

Meus Pitacos:

 

Uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa:

 

Demissão vai ser o menor dos problemas dele, o crime que ele cometeu tem pena que varia de 10 até 15 anos de prisão, com grandes chances de ele ficar preso até o julgamento.

Para se ter uma idéia a pena do tráfico internacional de drogas vai de 5 até 15 anos de prisão.

Ou seja entre trazer remédios de venda proíbida no Brasil e trazer entorpecente, é melhor trazer drogas que o lucro é maior e a pena é menor!

 

A conduta deste funcionário é completamente diferente daquele que traz um ou outro eletrônico, perfume ou roupas, coisas lícitas e que podem no máximo configurar uma falta tributária (se for abaixo de R$ 10.000,00 segundo o STF) ou uma falta funcional, que não daria demissão por justa causa.

 

No primeiro caso estamos diante de uma conduta grave, que tendo ou não relação com o trablho pode ser motivo para demissão por justa causa (apesar de alguma controvérsia na Justiça do Trabalho), no segundo caso, somente se ficar caracterizado o uso comercial dos benefícios ou oindevido desvio na conduta de trabalho é que a empresa poderia demiti-lo.

 

Quem pensa que a vida de tripulantes é mais fácil que as dos viajantes comuns, esta bem enganado, por motivos óbvios eles são alvos constantes das fiscalizações da Receita e da PF.

 

Abraços

 

.

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A conduta deste funcionário é completamente diferente daquele que traz um ou outro eletrônico, perfume ou roupas, coisas lícitas e que podem no máximo configurar uma falta tributária (se for abaixo de R$ 10.000,00 segundo o STF) ou uma falta funcional, que não daria demissão por justa causa.

 

No primeiro caso estamos diante de uma conduta grave, que tendo ou não relação com o trablho pode ser motivo para demissão por justa causa (apesar de alguma controvérsia na Justiça do Trabalho), no segundo caso, somente se ficar caracterizado o uso comercial dos benefícios ou oindevido desvio na conduta de trabalho é que a empresa poderia demiti-lo

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Exatamente! O nome técnico do crime que este rapaz cometeu é contrabando: introduzir no País produtos cuja importação é proibida.

 

Agora, quanto ao caso da pessoa que traz bens cuja importação é permitida mas não os declara na Aduana Brasileira, caso seu valor ultrapasse a quota de isenção, a situação pode ter dois tipos de tratamento:

 

Se o fiscal da Aduana encontrar evidências de que o passageiro teve a intenção de ocultar os bens da fiscalização: o passageiro pode ser acusado do crime de descaminho, além de pagar uma multa de 100% sobre os bens que excedam a quota de isenção, além dos 60% do Imposto de Importação. Este pagamento não exime o passageiro de ser acusado criminalmente de descaminho.

 

Atenção: passar na fila "nada a declarar" com bens acima da quota de isenção, é a mesma coisa que "ocultar os bens da fiscalização". Olho!

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Exatamente! O nome técnico do crime que este rapaz cometeu é contrabando: introduzir no País produtos cuja importação é proibida.

 

Agora, quanto ao caso da pessoa que traz bens cuja importação é permitida mas não os declara na Aduana Brasileira, caso seu valor ultrapasse a quota de isenção, a situação pode ter dois tipos de tratamento:

 

Se o fiscal da Aduana encontrar evidências de que o passageiro teve a intenção de ocultar os bens da fiscalização: o passageiro pode ser acusado do crime de descaminho, além de pagar uma multa de 100% sobre os bens que excedam a quota de isenção, além dos 60% do Imposto de Importação. Este pagamento não exime o passageiro de ser acusado criminalmente de descaminho.

 

Atenção: passar na fila "nada a declarar" com bens acima da quota de isenção, é a mesma coisa que "ocultar os bens da fiscalização". Olho!

Não é o contrário?

Descaminho lesa fisco.

Contrabando mercadoria probida?

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Não é o contrário?

Descaminho lesa fisco.

Contrabando mercadoria probida?

Claro, já corrigi. Só me dei conta do meu engano depois de postar pela 1ª vez.

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Não me atentei ao fato que o material é ilegal no país, pensei que era coisa legal mas em quantidade para vender... ai a coisa complica mesmo.

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