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[CARGA AÉREA] Potencial em risco


Mills

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Falta de infraestrutura e morosidade nos processos de liberação penalizam a eficiênia do transporte aéreo de cargas.

 

A expansão econômica experimentada pelo país nos últimos anos tem proporcionado o crescimento da indústria ao mesmo tempo em que evidencia gargalos que podem atravancar as oportunidades. Esses efeitos são facilmente diagnosticados no transporte aéreo de cargas: Requisitado para importação, exportação ou mesmo movimentações no mercado doméstico, o serviço vivencia um crescimento inédito, mas empresas do ramo têm que lidar com desafios urgentes que podem comprometer a qualidade do serviço prestado no país.

 

Para debater o assunto a AmCham (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos) realizou em Maio um seminário com representantes da Infraero e das empresas Gollog e DHL que se reuniram para analisar o cenário atual e propor soluções para o setor.

 

Eficiência

 

Coordenador regional de logística de cargas da Infraero, Luiz A. Félix apresentou o programa de eficiência logística que a estatal desenvolve com o intuito de atingir os mais altos padrões internacionais e preparar as empresas nacionais para o mercado global.

"Na última década o setor cresceu 122%, com provisões de aumento da ordem de 5 a 7% ao ano nos próximos 5 anos. Temos que melhorar sim, não pela Copa do Mundo apenas, mas pela forte pressão da economia internacional que se instala aqui", argumentou.

A Infraero é hoje responsável pelo gerenciamento de 67 aeroportos, montante que engloba 34 terminais de carga, 30 que atuam com importação, 24 com exportação, 13 com foco em transporte de carga nacional e quatro habilitados para serviços de remessa expressa.

A variedade de cargas impressiona: Por via aérea são transportados fármacos e produtos químicos que exigem refrigeração especial, cargas radioativas, cargas declaradas valiosas e cargas vivas que devem ser submetidas a quarentena para entrar no país.

 

Investimentos

 

Parte dos investimentos feitos hoje em aeroportos favorece diretamente o transporte de carga. Para os próximos anos está prevista a criação de um terminal no aeroporto de Curitiba (PR), já em andamento, orçado em R$ 25,7 milhões, enquanto no Galeão (RJ) serão investidos R$ 26,1 Milhões; em Goiânia (GO), um novo complexo logístico receberá R$ 22,7 milhões e outros R$ 45,4 milhões serão destinados para o complexo logístico de Brasília (DF), além de R$ 135 milhões para obras no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), e R$ 69,5 milhões para um novo terminal de cargas em Guarulhos (SP).

 

Dois aeroportos que devem receber maior atenção são Guarulhos e Viracopos. Este recebe 3,6 toneladas de carga por pouso. Já Guarulhos tem 236% mais pousos e decolagens, 394% mais passageiros e, no entanto, apenas 46% a mais de carga que o aeroporto de Campinas. O Investimento é necessário já que, na Copa, por exemplo, as aeronaves virão com um grande volume de cargas.

 

De acordo com Félix, um dos desafios da Infraero no universo de carga aérea é harmonizar o relacionamento entre 49 mil clientes, 640 agentes de carga, 250 companhias aéreas e oito órgãos reguladores. "Identificamos recentemente 2 mil atendimentos não programados ou retrabalhos, frutos da falha na comunicação do processo. Já tomamos várias iniciativas, como o regime de desembaraço expresso, uma instrução normativa da Receita Federal que nasceu na Infraero para que clientes pudessem ter esse benefício".

 

Regulamento

 

Embora os investimentos estejam em curso, quem depende do modal aéreo para o transporte de carga é penalizado pela conhecida morosidade do processo de liberação. O gerente de operações aéreas da DHL no Brasil, Gustavo Santi, aponta como prioridade a simplificação do regulamento aduaneiro, a exemplo de modelos sul-americanos já adotados que beneficiaram transações comerciais nesses países. "Há experiências na Colômbia e no Chile que reduziram drasticamete o tempo que a carga fica no aeroporto, da chegada à liberação. Aqui a regulamentação aduaneira é muito antiga; Uma divergência de peso de alguns gramas para uma linha de produção por três ou quatro dias", conta.

 

Outas sugestões apontadas por Santi foram automatizar o sistema de desembaraço e modificar o sistema de liberação de carga, aumentando o volume de Canal Verde. "Uma forma de se fazer isso é tentar focar nas pequenas empresas, assim é possível deixar um grande volume em Canal Verde e isso ajuda. O processo no Canal Vermelho em Guarulhos pode levar até 15 dias", justifica.

 

Atrativos

 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Internacional Logistics, são cinco os atributos que o cliente busca no modal aéreo: Segurança; Confiabilidade; Consistência; Preço justo e Velocidade. O diretor de cargas da Gollog, Carlos Figueiredo Santos, adverte, entretanto, que a atual situação dos aeroportos nacionais compromete justamente a agilidade do modal. "Qual a representatividade do modal aéreo? Em volume, menos de 2%, mas em valor, o transporte aéreo é responsável por movimentar 35% em todo o mundo. O segmento deveria ser melhor atendido. Falta vontade política e gerencial para adequar a demanda. Em Guarulhos, por exemplo, há 38 mil metros quadrados não utilizados para operação de carga", reclama Santos.

 

O executivo da Gollog é enfático em afirmar que não há tempo a peder. Para ele, seria útil se fosse adotada uma análise parcial da cadeia, segmentando as etapas e ganhando mais fluência. "Estamos atrasados. A previsão é que o mercado de carga aérea multiplique os volumes por três nos próximos anos", alerta.

 

 

AIRPORT NEWS / JACKSON MOURA

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Falta de infraestrutura e morosidade nos processos de liberação penalizam a eficiênia do transporte aéreo de cargas.

 

A expansão econômica experimentada pelo país nos últimos anos tem proporcionado o crescimento da indústria ao mesmo tempo em que evidencia gargalos que podem atravancar as oportunidades. Esses efeitos são facilmente diagnosticados no transporte aéreo de cargas: Requisitado para importação, exportação ou mesmo movimentações no mercado doméstico, o serviço vivencia um crescimento inédito, mas empresas do ramo têm que lidar com desafios urgentes que podem comprometer a qualidade do serviço prestado no país.

 

Para debater o assunto a AmCham (Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos) realizou em Maio um seminário com representantes da Infraero e das empresas Gollog e DHL que se reuniram para analisar o cenário atual e propor soluções para o setor.

 

Eficiência

 

Coordenador regional de logística de cargas da Infraero, Luiz A. Félix apresentou o programa de eficiência logística que a estatal desenvolve com o intuito de atingir os mais altos padrões internacionais e preparar as empresas nacionais para o mercado global.

"Na última década o setor cresceu 122%, com provisões de aumento da ordem de 5 a 7% ao ano nos próximos 5 anos. Temos que melhorar sim, não pela Copa do Mundo apenas, mas pela forte pressão da economia internacional que se instala aqui", argumentou.

A Infraero é hoje responsável pelo gerenciamento de 67 aeroportos, montante que engloba 34 terminais de carga, 30 que atuam com importação, 24 com exportação, 13 com foco em transporte de carga nacional e quatro habilitados para serviços de remessa expressa.

A variedade de cargas impressiona: Por via aérea são transportados fármacos e produtos químicos que exigem refrigeração especial, cargas radioativas, cargas declaradas valiosas e cargas vivas que devem ser submetidas a quarentena para entrar no país.

 

Investimentos

 

Parte dos investimentos feitos hoje em aeroportos favorece diretamente o transporte de carga. Para os próximos anos está prevista a criação de um terminal no aeroporto de Curitiba (PR), já em andamento, orçado em R$ 25,7 milhões, enquanto no Galeão (RJ) serão investidos R$ 26,1 Milhões; em Goiânia (GO), um novo complexo logístico receberá R$ 22,7 milhões e outros R$ 45,4 milhões serão destinados para o complexo logístico de Brasília (DF), além de R$ 135 milhões para obras no aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre (RS), e R$ 69,5 milhões para um novo terminal de cargas em Guarulhos (SP).

 

Dois aeroportos que devem receber maior atenção são Guarulhos e Viracopos. Este recebe 3,6 toneladas de carga por pouso. Já Guarulhos tem 236% mais pousos e decolagens, 394% mais passageiros e, no entanto, apenas 46% a mais de carga que o aeroporto de Campinas. O Investimento é necessário já que, na Copa, por exemplo, as aeronaves virão com um grande volume de cargas.

 

 

 

AIRPORT NEWS / JACKSON MOURA

 

 

Guarulhos tem 46% a mais de carga que o aeroporto de Campinas, no total.. Se considerar apenas o volume de "carga internacional" [que gera mais receita], VCP faz algum tempo, que se encontra em 1º lugar no volume!

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Posted · Hidden by Omykron, September 7, 2011 - da série verdades impublicaveis
Hidden by Omykron, September 7, 2011 - da série verdades impublicaveis

vontade de botar um 'nobody cares, dude... nobody cares'

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O setor cargueiro tem mostrado sua eficiência em todo o mundo. Atualmente, tão necessário quanto a internet, o mundo não vive mais sem a velocidade das encomendas expressas, graças ao modelo Just In Time criado pela Toyota.

 

Tive a oportunidade de fazer uma visita técnica ao TECA da Infraero de Guarulhos, realmente há muito espaço que pode ser utilizado e pode haver mais ainda se eles organizassem melhor o ambiente. No dia que fui, a funcionária disse que o TECA estava completamente lotado, mas algumas áreas estavam com espaço de sobra e outras com espaço de menos, gente trabalhando em áreas apertadíssimas la dentro.

 

Vale ressaltar que a Infraero fez um excelente investimento (elogio para a Infraero, meu Deus!) com os Transelevadores, para se ter uma noção, são ferramentas absurdamente inteligentes que possuem trilhos em meio às prateleiras muito altas, incapazes de serem alcançadas por empilhadeiras. Essa ferramenta calcula através de raios lasers o volume da carga e sabe onde exatamente, há um espaço ideal para aquele volume em meio a corredores infinitos, as cargas são identificadas pelo seu código de barras e podem ser encontradas a qualquer instante, bastando o operador solicitá-la através dos computadores.

 

Adoro esse universo da carga aérea, procuro um fórum de logística na Internet aos modelos do CR mas lamentavelmente nem o Google me ajudou.

 

Abraços!

 

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O setor cargueiro tem mostrado sua eficiência em todo o mundo. Atualmente, tão necessário quanto a internet, o mundo não vive mais sem a velocidade das encomendas expressas, graças ao modelo Just In Time criado pela Toyota.

 

Tive a oportunidade de fazer uma visita técnica ao TECA da Infraero de Guarulhos, realmente há muito espaço que pode ser utilizado e pode haver mais ainda se eles organizassem melhor o ambiente. No dia que fui, a funcionária disse que o TECA estava completamente lotado, mas algumas áreas estavam com espaço de sobra e outras com espaço de menos, gente trabalhando em áreas apertadíssimas la dentro.

 

Vale ressaltar que a Infraero fez um excelente investimento (elogio para a Infraero, meu Deus!) com os Transelevadores, para se ter uma noção, são ferramentas absurdamente inteligentes que possuem trilhos em meio às prateleiras muito altas, incapazes de serem alcançadas por empilhadeiras. Essa ferramenta calcula através de raios lasers o volume da carga e sabe onde exatamente, há um espaço ideal para aquele volume em meio a corredores infinitos, as cargas são identificadas pelo seu código de barras e podem ser encontradas a qualquer instante, bastando o operador solicitá-la através dos computadores.

 

Adoro esse universo da carga aérea, procuro um fórum de logística na Internet aos modelos do CR mas lamentavelmente nem o Google me ajudou.

 

Abraços!

O ideal mesmo é que a Carga não fique parada no aeroporto, o que é completamente desnescessário, integração intermodal e agilização nos processos vão fazer a diferença!

Faltou mencionar MAO, que se for contar a movimentação de carga aérea pela população atendida, tem o Hub de carga aérea mais produtivo do Brasil,

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O ideal mesmo é que a Carga não fique parada no aeroporto, o que é completamente desnescessário, integração intermodal e agilização nos processos vão fazer a diferença!

Faltou mencionar MAO, que se for contar a movimentação de carga aérea pela população atendida, tem o Hub de carga aérea mais produtivo do Brasil,

 

É verdade Solomo.

 

Os Transelevadores tem sua necessidade justificada pelo tempo de coleta dos caminhões. Uma coisa que eu não entendi patavinas é:

 

O TECA de GRU possuem duas metades, importação e exportação. Até aí tudo bem, MAS.

 

A carga que chega de avião, NÃO pode sair de avião. Ela tem que obrigatoriamente sair do aeroporto de caminhão. (?). Ao questionar, a guia não soube me explicar o porquê, disse apenas que era procedimento. E disse que a VARIGLOG fazia esse tipo de serviço, no terminal ao lado.

 

Ou seja, se a Lufthansa tem uma mercadoria de Munique para sei lá, Goiás. A Mercadoria DESEMBARCA do jato da LH em GRU e tem que sair, obrigatoriamente, de caminhão até GYN! Ela nao pode ir para uma seção e embarcar em uma aeronave da TAM por exemplo. Particularmente achei um total absurdo! Alguém sabe dizer o porquê disso?

 

Abraços!

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É verdade Solomo.

 

Os Transelevadores tem sua necessidade justificada pelo tempo de coleta dos caminhões. Uma coisa que eu não entendi patavinas é:

 

O TECA de GRU possuem duas metades, importação e exportação. Até aí tudo bem, MAS.

 

A carga que chega de avião, NÃO pode sair de avião. Ela tem que obrigatoriamente sair do aeroporto de caminhão. (?). Ao questionar, a guia não soube me explicar o porquê, disse apenas que era procedimento. E disse que a VARIGLOG fazia esse tipo de serviço, no terminal ao lado.

 

Ou seja, se a Lufthansa tem uma mercadoria de Munique para sei lá, Goiás. A Mercadoria DESEMBARCA do jato da LH em GRU e tem que sair, obrigatoriamente, de caminhão até GYN! Ela nao pode ir para uma seção e embarcar em uma aeronave da TAM por exemplo. Particularmente achei um total absurdo! Alguém sabe dizer o porquê disso?

 

Abraços!

 

FiLiPe ,

 

A informação é a seguinte:

 

Empresa aerea estrangeira para reembarcar por via aerea para outro aeroporto é muito burocratico pois a Receita Federal faz exigencias por parte do importador habilitando no sistema RADAR um novo transportador e geralmente como são empresas , as coisas andam a passo de lesma as vezes não compensa.

As unicas exceções são para HUM/AVI/PER onde os pre arranjos de reserva já garantem espaço interline desta forma as mercadorias conectam por via aerea.

Para evitar estes contratempos as empresas estrangeiras fazem parcerias com o modal rodoviario onde a DTA-E é feita pela cia aerea e o transportador rodoviario somente carrega apos a liberação da Receita Federal quando o problema está resolvido.

A TAM por exemplo pode sim fazer o desembarque aereo de uma aeronave e reembarcar para outro aeroporto alfandegado sem problemas no modal aereo , basta gerenciar os prazos de tratamento pela Receita já que quando se utiliza uma DTA sem desembaraço por mais de 24 em TC-4 gera-se um transtorno para regularização.

Na verdade a Receita Federal até melhorou o transit-time nos aeroportos , mas sempre ocorrem alguns buracos negros onde ninguem sabe o que houve com certas cargas mas no geral o sistema funciona razoavelmente.

Por exemplo em GRU nos anos 90 a Variglog tinha um time de mais de 200 pessoas tratando as cargas de importação/conexão e por mais que as automações ocorrem sempre vai precisar de muitas pessoas envolvidas e geralmente as empresas torcem o nariz quanto a aumento de funcionarios na area operacional .

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Ah sim, entendi agora. Vai muito mais pelo lado burocrático da Receita Federal do que pela "organização" da coisa, digamos assim.

 

Correto?

 

É engraçado ver como as coisas são aparentemente fáceis lá fora. O documentário da UPS exibido pelo NatGeo e um da FEDEX que postei na seção de videos de fórum, parece ser muito mais fácil.

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Aeroportos brasileiros movimentaram quase 680 mil toneladas

 

[De janeiro-julho/2011]

O balanço mensal dos Terminais de Logística de Carga (Teca) da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) divulgou que os aeroportos brasileiros movimentaram quase 680 mil toneladas entre os meses de janeiro e julho deste ano.

Esses dados são dos aeroportos que são controlados pela Infraero, sendo que a quantidade já é 6,6% superior que o mesmo período de 2010.

As exportações foram o destaque nos sete primeiros meses, com uma alta de 11,3%, acumulando recorde de circulação financeira com o valor de US$ 140,6 bilhões.

Enquanto isto a circulação nacional de cargas aumentou 12,8%, porém as importações mostraram uma queda de 0,7%.

Do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo, das 194.677 toneladas de mercadorias expedidas ao exterior, foram enviadas 41%, em segundo lugar ficou o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), que enviou 31,5%, acompanhado pelo complexo do Galeão no Rio de Janeiro que enviou 12,6%.

Os aeroportos de Confins (MG) e Recife (PE) foram os que mais ampliaram as exportações no país, com incremento 38,09% e 28,57%, respectivamente, em relação a 2010.

Já as importações somaram US$ 124,4 bilhões representando 292.040 toneladas. O Aeroporto de Viracopos ficou em primeiro lugar entre os que receberam mais produtos do exterior, com 36% do total que entrou no país por aviões. Das cargas internacionais 27,8% estiveram no Aeroporto de Cumbica e no aeroporto de Manaus (AM) foram 11,3%.

Os aeroportos de Florianópolis (SC) e Vitória (ES) foram os que mais cresceram no quesito importação, com alta de 36,66% e 31,57%, respectivamente.

Mercado doméstico

A circulação de produtos entre os estados totalizou 186.393 toneladas. Dessas, 37,9% passaram pelo Aeroporto de Manaus, 30,4% por Cumbica, em Guarulhos e 9,7% por Recife.

Os aeroportos de Cuiabá (MT) e Fortaleza (CE) registraram altas surpreendentes na movimentação de carga nacional, de 1.967,19% e 617,29% cada um.

Produtos

Os principais aeroportos transportaram cargas bastante diversificadas. Em Viracopos, em Campinas, destaque para o metal mecânico, produtos automotivos, de telecomunicações, informática, químicos, aeronáuticos, eletroeletrônicos, calçados, bolsas e cintos.

Já em Cumbica, em Guarulhos, chamou a atenção a movimentação de autopeças e produtos químicos farmacêuticos, confecções (têxteis), alimentícios, eletrônicos e frutas.

 

 

Fonte:

 

http://www.viracopos.com.br/noticias/cargas/divulgou-que-os-aeroportos-brasileiros-movimentaram-quase-680-mil-toneladas

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