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Embraer lucra com "retrofit" de aviões


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Embraer lucra com "retrofit" de aviões

 

A revitalização tecnológica de aeronaves militares pode movimentar algo como US$ 2 bilhões para a fabricante de aviões

 

Divulgação

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No Brasil, a empresa está atualizando um total de 57 supersônicos F-5 e mais 43 bombardeiros leves AMX, todos da FAB

 

 

São Paulo - Em tempo de dinheiro curto, soluções criativas. Esse ambiente está abrindo para a Embraer Defesa e Segurança (EDS), um novo viés de negócios - o da revitalização tecnológica de aeronaves militares, que pode movimentar algo como US$ 2 bilhões.

A Colômbia é o primeiro cliente internacional. A Embraer fará a modernização de 12 aviões Tucano, de treinamento de pilotos da força aérea, produzidos há cerca de 25 anos. O pacote completo abrange 126 aeronaves que serão trabalhadas na fábrica de Gavião Peixoto, a 300 quilômetros de São Paulo.Metade disso é o tamanho estimado da demanda externa para esse tipo de serviços, segundo o analista americano Rick Austin, da Universidade da Califórnia. A outra metade, a empresa fatura executando três contratos nacionais - dois da Aeronáutica e um da Marinha.

No Brasil, a empresa está atualizando um total de 57 supersônicos F-5 e mais 43 bombardeiros leves AMX, todos da FAB. A encomenda da Marinha envolve 12 jatos combate Skyhawk, embarcados no porta-aviões São Paulo. A estimativa dos dois comandos é de que, na nova configuração, os seus esquadrões possam ser mantidos em operação até 2025. A EDS tem como parceira a israelense Elbit.

Segundo um especialista dessa companhia, que não quer ser identificado, a característica dos programas "é a sua notável capacidade de fazer dos velhos caças, novos caças; não somente reformados, mas sim virtualmente reconstruídos, dos rebites ao novo radar de longo alcance".

Para o presidente da Embraer Defesa e Segurança, Luiz Carlos Aguiar, "há 250 Emb-312 Tucano em operação em 20 países usuários, passíveis de revitalização e, na mesma situação, ao menos 70 supersônicos F-5". O fabricante original, a americana Northrop, produziu cerca de 1.350 jatos nos anos 70. Resistentes, com considerável poder de fogo, boa parte deles ainda está em operação, todavia, modernizados.

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Ponto para a Embraer, partir para a área de defesa. Pelo que soube, será ou já é uma empresa independente da Embraer Aeronáutica. Algo como a TAM e a TAM MRO. Até para a Marinha (não apenas nos aviões e helicópteros) farão projetos.

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