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Base aérea do pré-sal em 2015


Ronaldo Araujo

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Base aérea do pré-sal em 2015

http://www.guiaoilegas.com.br/pt/site_extras_detalhes.asp?titulo_link=Not%C3%ADcias&id_tb_extras=359179&id_parent=1399&classificacao=&tipo_extra=1

A Petrobras espera colocar em operação em 2015 a Base Aérea de Santos, no município de Guarujá (SP). A previsão é do gerente da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos, José Luiz Marcusso.

 

A companhia, segundo ele, já deu andamento aos trabalhos de sondagem e topografia e agora desenvolve estudos de impacto ambiental. A base é resultado de um termo de cooperação firmado em agosto do ano passado entre a diretoria de E&P da estatal e o alto comando da Aeronáutica.

 

A Base Aérea de Santos, que se somará às de Itaguaí (RJ) e Cabo Frio (RJ) vai apoiar as atividades do pré-sal na Bacia de Santos. Atualmente todo o transporte de pessoal à área é feito a partir do aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

energiahoje

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Base aérea do pré-sal em 2015

http://www.guiaoileg...o=&tipo_extra=1

A Petrobras espera colocar em operação em 2015 a Base Aérea de Santos, no município de Guarujá (SP). A previsão é do gerente da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos, José Luiz Marcusso.

 

A companhia, segundo ele, já deu andamento aos trabalhos de sondagem e topografia e agora desenvolve estudos de impacto ambiental. A base é resultado de um termo de cooperação firmado em agosto do ano passado entre a diretoria de E&P da estatal e o alto comando da Aeronáutica.

 

A Base Aérea de Santos, que se somará às de Itaguaí (RJ) e Cabo Frio (RJ) vai apoiar as atividades do pré-sal na Bacia de Santos. Atualmente todo o transporte de pessoal à área é feito a partir do aeroporto de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro (RJ).

energiahoje

 

Interessante ver que Santos vem ganhando uma importância crescente nos planos da Petrobras, ressaltando que a Bacia de Santos, cujas operações serão sediadas em Santos, produzirá mais petróleo que a Bacia de Campos até o final desta década.

Veja a matéria do Valor esta semana:

 

Parque tecnológico terá aporte inicial de R$ 50 mi

 

 

 

A prefeitura de Santos (SP) estima investimento inicial de R$ 50 milhões nas obras das duas unidades-âncora do futuro parque tecnológico de Santos, que atenderá sobretudo a cadeia de petróleo e gás da Bacia de Santos. São elas um núcleo do Centro de Pesquisas (Cenpes) da Petrobras e a própria sede do parque tecnológico. Para o entorno dessas duas instalações serão atraídas as empresas fornecedoras da operação de exploração e produção de óleo e gás.

"De modo geral, a gente pode olhar para Macaé (RJ). A lista das empresas que já estão lá na cadeia de petróleo e gás tende a ser a mesma das que serão instaladas na Baixada Santista", afirmou o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Estratégicos de Santos, Márcio Lara, sem discriminar nomes.

Atualmente, estão sendo feitos os planos de marketing e atração de empresas; e de ciência, tecnologia e inovação. Ambos são necessários para que o parque receba o certificado definitivo do governo do Estado. Assim, as empresas ali instaladas poderão gozar de benefícios fiscais desde que sejam inovadoras e de base tecnológica. As contrapartidas do Estado variam da isenção de ICMS à diminuição do imposto, dependendo da vocação do parque.

"Precisamos dos planos concluídos. Com isso, a prefeitura apresenta o projeto da obra física e já é possível celebrar o convênio", afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado, Paulo Alexandre Barbosa.

Segundo Lara, a previsão é entregar os planos até o fim deste ano. Somente após a aprovação dos estudos, o governo liberará os recursos para a formação do parque. Entre 2004 e 2010, o Estado diz ter liberado cerca de R$ 50 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Neste ano, estão previstos mais R$ 20 milhões. E outros R$ 30 milhões para o próximo exercício, disse Barbosa.

O parque tecnológico de Santos terá perfil diferenciado e inédito dos demais paulistas. Em razão da falta de espaço na cidade, será formado por um complexo de áreas descentralizadas em três bairros (Valongo, Vila Mathias e Vila Nova). Parte dessas áreas, que somam cerca de 330 mil m2, já existe e é formada pelos laboratórios e centros de pesquisas das universidades da região, assim como pelas instalações das empresas que participam da iniciativa (Petrobras, Usiminas e Codesp, além da Prefeitura e da Associação Comercial). O braço do Cenpes e a sede do parque são as duas primeiras unidades a serem erguidas do zero.

A Hospedaria dos Imigrantes, prédio histórico localizado na Vila Mathias, também integrará o conjunto do parque tecnológico. Será a sede da Faculdade de Tecnologia (Fatec) Rubens Lara. O início das obras, que custarão R$ 25 milhões, está previsto para o primeiro semestre de 2012. Todas essas áreas ficam na parte insular da cidade. Recentemente, foi aprovada a destinação de uma outra zona, de 3 milhões de m2 para o parque tecnológico na área continental da cidade, separada da ilha pelo canal de navegação do porto.

Além do segmento de energia, o parque será caracterizado para receber atividades de porto, retroporto e logística. "Toda semana recebemos consultas de empresas querendo se instalar em Santos. Temos uma estrutura de acolhimento para que as indústrias atendam, no caso do petróleo e gás, aos editais da Petrobras na produção de bens e serviços. Outro esforço é mobilizar as empresas da região a se aperfeiçoarem para assumir essa oportunidade", afirma Lara.

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Lembrando apenas que a Bacia de Santos abrange parte do litoral do Rio de Janeiro, toda faixa litorânea de São Paulo, Paraná e parte do litoral de Santa Catarina.

 

Ou seja, 4 estados. :joinha:

 

É verdade: são 35% no RJ, 52% em SP e o restante no PR e SC, mas a sede das operaçôes é em Santos, o que faz todo o sentido.

 

Da mesma forma, a Bacia de Campos engloba os estados do RJ e ES.

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Philo, o aeroporto já existe. Por ser propriedade da Aeronaútica, a Petrobras está solicitando a eles usar a Base como apoio ao pré-sal. Muitos querem usar este argumento para transformar em cívil de vez, uma vez que é uma base com pouco movimento.

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Philo, o aeroporto já existe. Por ser propriedade da Aeronaútica, a Petrobras está solicitando a eles usar a Base como apoio ao pré-sal. Muitos querem usar este argumento para transformar em cívil de vez, uma vez que é uma base com pouco movimento.

 

 

aaahh...ok. valeu pela explicação, meu caro. foi por causa dos estudos de impacto ambiental..imaginei que iriam fazer algo novo por lá.

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