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Satélite Geoestacionário - Governo deve investir R$720 milhões para ter satélite em 2014

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Em sequência a http://forum.contatoradar.com.br/index.php/topic/63913

Satélite Geoestacionário - Governo deve investir R$720 milhões para ter satélite em 2014

Proposta de ministérios foi apresentada ontem a Dilma, e lançamento pode facilitar telecomunicações na Copa

 

O governo pretende lançar, em 2014, um satélite geoestacionário, voltado a telecomunicações e a comunicações na área de defesa nacional e controle do espaço aéreo. A proposta de viabilidade técnica e econômica, elaborada pelos ministérios das Comunicações, da Ciência e Tecnologia e da Defesa, foi apresentada ontem à presidente Dilma Rousseff.

 

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que estão estimados investimentos de R$720 milhões para o lançamento do satélite brasileiro. Porém, ainda não foi decidida qual será a base de lançamento.

 

O governo também está estudando se fará uma licitação ou um chamamento público. Serão analisados critérios técnicos e de preço e não está descartada a possibilidade de uma parceria público-privada.

 

Se o satélite for lançado no início de 2014, poderá ser usado para as telecomunicações na Copa, sobretudo transmissões de vídeo e dados. Paulo Bernardo explicou que o satélite será usado em conjunto com a rede da Telebrás para a banda larga e a tecnologia de 450 megahertz (Mhz). O objetivo, nesse caso, será fornecer às áreas rurais do país e à Amazônia internet de alta velocidade.

 

Comunicações do governo são atendidas por setor privado

 

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloisio Mercadante, já havia esclarecido que o governo está analisando várias possibilidades: qual o melhor equipamento, com quem deve fazer parceria, onde vai ter mais transferência de tecnologia e onde a indústria nacional vai ter maior participação para gerar emprego e tecnologia no Brasil.

 

Desde 1998, quando a Embratel foi privatizada com os cinco satélites que possuía, as comunicações do governo, inclusive da área da Defesa, passaram a ser feitas por satélites de empresas privadas. Em 2009, o governo começou a estudar o lançamento do um satélite nacional, capitaneado pela Agência Espacial Brasileira. Embora tenha as posições orbitais consignadas junto à União Internacional de Telecomunicações (UIT), até agora o projeto ainda não saiu do papel.

fonte: Monica Tavares para Defesanet

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Excerto de uma notícia veiculada pelo "Valor Econômico":

"A colaboração no projeto do satélite geoestacionário que o Brasil quer lançar até o fim de 2014 também fez parte da agenda entre os dirigentes. Segundo o ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, o governo pretende investir cerca de R$ 700 milhões, mas exigirá a transferência de tecnologia e a participação da indústria nacional no projeto.

Já há negociações com a Embraer nesse sentido, disse. "Não queremos simplesmente comprar um satélite da prateleira."

O satélite será usado para a comunicação das Forças Armadas, a oferta de serviços de telecomunicações e internet em áreas remotas e o controle do espaço aéreo. Atualmente, o Brasil aluga os serviços de satélites geoestacionários de terceiros."

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Agora vem cá, sério mesmo, tudo bem que tem engenharia Brasileira no meio, avanços, estudos e bláblá...tudo lindo.

Mas pra quê?

Não temos outras coisas para investir não?

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Se bobear, o que o governo deixará de pagar para as teles durante o tempo de vida útil do satélite, deverá cobrir fácil fácil o custo, lançamento, desenvolvimento e manutenção!

Edited by Lvcivs

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Agora vem cá, sério mesmo, tudo bem que tem engenharia Brasileira no meio, avanços, estudos e bláblá...tudo lindo.

Mas pra quê?

Não temos outras coisas para investir não?

Nao sou um mestre do assunto, mas acredito que banda para uso de satelites deve ser cada vez mais escassa.

dominar essa tecnologia é fundamental.

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Falta fabricante para satélite

 

Equipamento vai atender municípios que não têm banda larga por questões geográficas

 

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A contração de fabricantes para a compra do primeiro satélite geoestacionário brasileiro será um dos desafios do governo para que o projeto se torne realidade, segundo informações da Agência Brasil. A meta é que o equipamento entre em órbita até dezembro de 2014, prazo estabelecido em acordos internacionais.

 

De acordo com a Agência, o custo estimado para o satélite, incluindo o lançamento, é R$ 720 milhões. A escolha do fabricante se dará levando em conta especificidades técnicas determinadas em um termo de referência.

 

O satélite geoestacionário é fundamental para atender a cerca de 1,2 mil municípios que ainda não têm banda larga por questões geográficas, além de suportar a troca de dados da administração pública. Atualmente, para suprir a demanda pública, o país contrata a tecnologia de satélite privados.

 

A compra e a fabricação do satélite, sob a supervisão do Ministério das Comunicações, será feita por uma sociedade entre a Telebras e a Embraer.

fonte: Defesanet

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Depois do papelão com a ISS, será que a Embraer (ou Visona) está pronta para se meter com o espaço novamente?

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Caraca, quando é copa e olimpiada reclama-se que é desperdicio de dinheiro.

Agora quando é um satélite de comunicação também? Muito melhor gastar nisso que num Itaquerão da vida.

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O governo deveria pensar em investir num satélite meteorológico. Ate onde sei, despendemos de satélite americano para esse fim, e recentemente eles reduziram a disponibilidade de imagens para a América do Sul.

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geoestacionário de com, meteorologia, não importa, o brasil precisa dominar a tecnologia de lançamento de objetos em órbita.

 

 

lembrando que EUA e a ex-URSS só entraram nessa brincadeira porque era o jeito mais 'barato' e socialmente aceito para desenvolver armas (misseis balísticos). A consequencia foi um salto gigantesco em quase todas as áreas de atuação da NASA.

Não existe retorno financeiro que renda mais que o ganho tecnológico que uma nação tem quando existe "acesso" ao espaço.

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Militares concluem primeira etapa de transferência de tecnologia na França
Profissionais se preparam para operar o primeiro satélite de comunicações militares brasileiro a ser lançado em 2016
Militares da Força Aérea Brasileira (FAB) concluíram na quinta-feira (19/06) em Cannes, na França, o curso avançado do programa de absorção de tecnologia do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas. Esta é a primeira etapa de preparação dos militares que devem operar o primeiro satélite de comunicações militares brasileiro.
Com lançamento previsto para 2016, o satélite também atenderá às necessidades do Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e uma ampla área comunicações estratégicas nos âmbitos civil e militar.
De acordo com o chefe do Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal (NuCOPE-P), unidade da FAB que vai operar todos os satélites militares brasileiros, Tenente-Coronel Helcio Vieira Junior, o projeto vai mais que dobrar a capacidade de comunicação satelital nacional. “Vamos operar aqui do Brasil com domínio de comando e controle”, afirma.
Entre as novas capacidades, estão o aumento de cobertura das comunicações das Forças Armadas, principalmente em apoio ao SISFRON (Sistema de Monitoramento das Fronteiras Terrestres), ao SISGAAZ (Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul) e ao SISDABRA (Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro).
Ao longo de dez semanas de aulas, os militares participaram de instruções nos diversos sistemas que envolvem o planejamento, o projeto, a construção, a operação e a validação de Sistemas Espaciais, abordando tecnologias, sistemas e gerência de sistemas.
Além da operação de maneira eficaz, eficiente e segura, garantindo o sigilo das informações trafegadas pelo satélite, a preparação dos militares permite conhecimento para a especificação da constelação satelital para sensoreamento, previsto para 2018. “Estamos participando da construção e aprimorando conhecimento sobre satélites em geral pensando na próxima etapa do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais, o PESE”, explica.
Equipe multidisciplinar – Além dos futuros “pilotos satelitais”, participam da capacitação militares do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI) e da Marinha do Brasil, além de representantes da Empresa Visiona e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, especificamente a Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE).
O programa de absorção de tecnologia tem o objetivo de construir competência nacional para promover a maior qualificação e inserção das empresas brasileiras no mercado de manufatura e serviços de satélites geoestacionários.
Para o curso de Engenharia Espacial do ITA, por exemplo, é uma oportunidade de atualização, com abertura de novas linhas de pesquisa com o objetivo de disseminar os conhecimentos na indústria espacial brasileira. Para o IFI, permitirá cursos de certificação e confiabilidade de produtos, colaborando com a capacitação do Instituto nas áreas de garantia do desempenho, da segurança e da disponibilidade de produtos e sistemas espaciais.
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Fonte: Agência Força Aérea 24/06/2014 09:48h

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Brasileiros são capacitados em tecnologia espacial na França

Programa de absorção e transferência de tecnologia deve promover impactos positivos no parque industrial aeroespacial do País

Um grupo de 26 técnicos e engenheiros brasileiros concluiu este mês, em Cannes (França), uma parte do curso avançado do programa de absorção e transferência de tecnologia do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Em julho, 16 deles irão voltar à França para integrar, até o início de 2015, equipes da empresa Thales Alenia, responsável pela construção do satélite.

Além dos engenheiros bolsistas da Agência Espacial Brasileira (AEB), Pedro Luiz Kaled Da Cas, Erlan Rodrigo de Souza Cassiano, Cristiano Queiroz Vilanova e Ronne Toledo, integraram o grupo especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Telesbras, da empresa Visiona e dos ministérios da Defesa e Comunicações.

O programa de absorção e transferência de tecnologia, cuja elaboração é de responsabilidade da AEB e Telebras, objetiva construir competência nacional para promover a maior qualificação e inserção das empresas nacionais no mercado de manufatura e serviços de satélites geoestacionários.

Para os bolsistas Kaled e Vilanova, que já estagiaram na área espacial na Ucrânia, está oportunidade na França é uma experiência fantástica.

“Na Ucrânia tivemos uma visão mais acadêmica do conjunto espacial, enquanto que no curso em Cannes, conhecemos mais sobre o desenvolvimento na prática empresarial”, explica Kaled. Vilanova diz que o curso também “permite que se faça uma avaliação mais abrangente do estágio tecnológico em que estão ambos os países”.

Aplicação

Cassiano, que teve sua primeira experiência no exterior, acha que o curso incrementa ainda mais os recursos humanos do nosso segmento espacial.

“Os conhecimentos acumulados não só estão qualificando pessoas, como dando condições a que venhamos desenvolver e inovar produtos voltados à tecnologia espacial.”

Na visão dos bolsistas, essa massa crítica que está em formação deve impulsionar o governo na direção de aportar mais recursos na área aeroespacial, “até porque o país não pode desperdiçar todo conhecimento que cada integrante do grupo vai absorver nessa experiência”, diz Cassiano.

Outra possibilidade que entusiasma os bolsistas é oportunidade que terão de repassar a outros profissionais todo aprendizado acumulado no curso. “No caso da AEB, poderemos colaborar com mais solidez na formação dos próximos bolsistas”, ressalta Kaled.

Para o diretor de Política Espacial e Investimentos Estratégicos da AEB, Petrônio Noronha de Souza, a capacitação de profissionais brasileiros impactará positivamente o parque industrial aeroespacial do país.

Ele considera que o conjunto de absorção e transferência de tecnologia também terá reflexos relevantes no campo da pesquisa espacial do Brasil.

SGDC

Baseado na plataforma Spacebus 4000, o SGDC terá duas cargas úteis. Uma com 50 transponders banda Ka, oferecendo taxa de transferência de até 80 Gbps, e a outra com sete transponders banda X.

O satélite pesa próximo de 5,8 toneladas na decolagem e oferecerá mais de 11 kW de potência. A previsão é de que seja entregue para o lançamento em 2015.

Fonte:Agência Espacial Brasileira via CECOMSAER 28 jun 2014

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Programa de satélite brasileiro sobrevive a ajuste fiscal

Prioridade nacional desde a revelação de que a presidente Dilma foi espionada pelos EUA, em 2013, a criação de uma rede segura de telecomunicações do governo brasileiro caminha para se tornar realidade com o lançamento do primeiro satélite geoestacionário do país.

Com previsão de entrar em órbita entre setembro do ano que vem e fevereiro de 2017, o SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas) vai custar R$ 1,8 bilhão ao país.

Os primeiros equipamentos de solo que irão equipar as bases de Brasília e Rio já chegaram, e a construção do satélite nas instalações da fabricante franco-italiana ThalesAlenia Space, na França, já está "mais de 50% avançada", diz Eduardo Bonini, presidente da Visiona, joint venture entre Embraer (51% de participação) e a estatal Telebras (49%) criada para executar o projeto do SGDC.

"Todas as datas estão dentro do cronograma."

Embora o orçamento da Agência Espacial Brasileira não tenha passado ileso pelo ajuste fiscal promovido pelo governo Dilma (foi reduzido de R$ 300 milhões para R$ 230 milhões neste ano), a verba do programa SGDC, bancada pelos ministérios da Defesa e das Comunicações, está garantida.

Localizado a 35,8 mil km da terra, o satélite será lançado da Guiana Francesa e terá uso 10% militar e 90% civil.

A chamada banda X será usada para as necessidades de comunicação do governo, sob gestão da Defesa. E a banda KA será usada para atender ao PNBL (Plano Nacional de Banda Larga).

"De um lado, ficaremos livre do tipo de influência como a da Agência de Segurança Nacional dos EUA [NSA, na sigla em inglês], com uma rede segura de governo", afirma o presidente da Telebras, Jorge Bittar.

"De outro, o satélite vai complementar a nossa rede de fibra óptica para podermos atingir áreas remotas e muito pobres e oferecer serviços de governo, nas áreas de educação, de saúde."

Só uma dezena de países é capaz de construir o próprio satélite e fazer seu lançamento. Mas, se no passado a corrida espacial estava envolta em disputas geopolíticas entre as grandes potências, hoje a indústria é movida pela necessidade estratégica de controle e acesso a uma rede de telecomunicação.

A indústria de satélites já representa cerca de 60% da indústria espacial. Segundo a Associação da Indústria de Satélites, o setor movimentou US$ 195,2 bilhões em 2013. Só os EUA são responsáveis por 44% desse total.

Um dos objetivos do governo com o SGDC é adquirir tecnologia, por meio de um programa de absorção e transferência incluído no contrato com a ThalesAlenia, para que um dia o país seja capaz de produzir um satélite geoestacionário nacional.

"Este é o objetivo, mas esse processo não se materializa em menos de uma década", diz Petrônio de Souza, diretor de Política Espacial da Agência Espacial Brasileira, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

APOSTA

A Visiona, que traz na bagagem a experiência da Embraer e um time de engenheiros com passagem pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), é a nova aposta do governo para estimular a indústria espacial nacional.

"Queremos reforçar a cadeia industrial nacional para que a gente tenha competência não apenas para fazer satélites de órbita baixa, mas também fazer a integração de satélites geoestacionários", diz Bonini. "Mas esse é um plano de longo prazo, não é para dois ou três anos."

Para estimular a demanda por satélites e diversificar seus próprios negócios, a Visiona também vai entrar no mercado de fornecimento de imagens de satélite de altíssima resolução para empresas dos mais variados setores como agricultura, construção, mineração.

A empresa acaba de firmar um acordo com quatro dos maiores operadores de satélite do mundo e que juntos contam com mais de 20 satélites em órbita.

"Nosso objetivo é que clientes nacionais ajudem a estimular a demanda para se ter mais um satélite de órbita baixa, o que poderia ocorrer em três a cinco anos."

Fonte: Mariana Barbosa para o jornal FOLHA DE SÃO PAULO via CECOMSAER 15 NOV 2015

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Começa montagem do Centro de Controle do Satélite Geoestacionário da Telebras

Thales Alenia monta equipamentos do satélite no Centro de Controle de Brasília

Técnicos da empresa francesa Thales Alenia Space começaram esta semana a instalar os equipamentos de controle terrestre do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) no Centro Temporário de Operações Espaciais (Cope) em Brasília. A instalação prossegue nos próximos dias, acompanhada por colaboradores da Gerência de Satélites da Telebras.

Os equipamentos serão usados para controlar remotamente o posicionamento do satélite, que cobrirá todo o território brasileiro. Atualmente o SGDC encontra-se em estágio de montagem na sede da Thales Alenia em Cannes, na França. Um grupo de engenheiros da Telebras acompanha a montagem do artefato, além de profissionais da Visiona e do Ministério da Defesa.

Além de Brasília, está em fase de conclusão o Cope Temporário no Rio de Janeiro, construído em terreno da Marinha, na Ilha do Governador. Os equipamentos para este centro de controle já foram encaminhados ao Brasil pela Thales Alenia.

Um terceiro estágio do projeto satélite são as plataformas de comunicação e estações de acesso (gateways), de interligação do sistema, cujas licitações estão em andamento. As instalações dessas estações deverão ser concluídas no segundo semestre de 2016, segundo previsão do gerente do Projeto Satélite na Telebras, Sebastião do Nascimento Neto. Ao todo, serão cinco estações: em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis, Salvador e Campo Grande.

A previsão para colocar o satélite em órbita é o terceiro trimestre de 2016, pela empresa Arianespace, a partir da base espacial na Guiana Francesa. Após um período de ajustes e de testes, o satélite começará a sua operação comercial no início de 2017.

O satélite terá capacidade de 54 Gbit/s, destinada à banda Ka, usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telebras. Pesa 5,8 toneladas e vai garantir conexão banda larga nos municípios mais distantes do país. Ele irá reforçar a rede terrestre da Telebras, atualmente com 28 mil km de extensão, presente em todas as regiões brasileiras.

Fonte: TELE.SINTESE (SP) via CECOMSAER 3 DEZ 2015

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Satélite geoestacionário brasileiro ingressa na fase de integração e testes
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Brazilian geostationary satellite enters the integration and testing phase (Link)
A Visiona Tecnologia Espacial, responsável pela integração do sistema SGDC (Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas) anuncia a conclusão de mais um marco importante no desenvolvimento do programa.

No último dia 14, nas instalações da Thales Alenia Space, fornecedora do satélite do sistema SGDC, foi realizada com sucesso a junção entre a plataforma do satélite e o módulo de comunicação (carga útil), marcando assim o início da campanha de integração e testes.

“O programa continua avançando conforme o planejado e em linha para o lançamento em 2016. Nos próximos meses, o satélite passará por uma bateria de testes que simularão o ambiente de lançamento e espacial, além de testes funcionais”, disse Eduardo Bonini, presidente da Visiona.

Com o sistema SGDC, o Brasil pretende não só conquistar a soberania em comunicações estratégicas civis e militares, como ampliar o acesso à banda larga de internet para todo o território nacional.

A Visiona Tecnologia Espacial S.A. é uma empresa dos grupos Embraer e Telebras, controlada pela Embraer e constituída com o objetivo inicial de atuar na integração do sistema do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do governo brasileiro, que visa atender às necessidades de comunicação satelital do Governo Federal, incluindo o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) e um amplo espectro de comunicações estratégicas de defesa.

A Visiona tem também como objetivo atuar como empresa integradora de satélites, com foco nas demandas do Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE/AEB) e do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE/FAB).
Fonte: Defesanet 22 DEZ 2015 – 11:00 (Brasília)

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Ministro das Comunicações reitera cronograma de lançamento de satélite brasileiro
Lançamento deve acontecer entre setembro deste ano e fevereiro de 2017, afirma o Minicom

Telesíntese Portal De Telecomunicações, Internet E Tics

O Ministro das Comunicações, André Figueiredo, afirmou hoje, 07, que o cronograma para lançamento do satélite geoestacionário de defesa e comunicações estratégicas (SGDC) será seguido. “Vamos seguir os cronogramas de instalação e investimentos para lançar, até 2017, esse equipamento”, disse, durante visita ao 6º Comando Aéreo Regional (COMAR), em Brasília (DF). Ali ficarão o campo de antenas e a estrutura provisória do centro de comando e controle do satélite.

Construído pela Thales Alenia Space (TAS), empresa franco-italiana, e supervisionado pela Visiona, parceria entre a Embraer e Telebras, o equipamento, orçado em R$ 1,7 bilhão e previsto para ser lançado entre setembro de 2016 e fevereiro de 2017, atenderá as demandas do Plano Nacional de Banda Larga e de comunicação do Ministério da Defesa.

O SGDC terá capacidade de transmitir 54 gigabits por segundo. Além de servir como canal para as comunicações sensíveis do governo, a banda Ka do satélite – que corresponde a 75% da sua capacidade – será usada também para ampliar a oferta de internet. Todo o território brasileiro estará coberto pelo sinal do equipamento. Segundo a Telebras, será possível levar internet de alta performance a municípios brasileiros onde existe limitação física de acesso, incluindo a região da Amazônia Legal e o arquipélago de Fernando de Noronha. O satélite permitirá ainda a extensão da oferta de internet a mais de mil cidades onde a rede terrestre da estatal – rádio e fibra óptica – não é suficiente para atender toda a população.

Fonte: revista ÉPOCA via CECOMSAER 9 JAN 2016

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Antena que vai controlar satélite geoestacionário brasileiro é instalada em Brasília
Convergência Digital
Mais uma etapa da construção do primeiro satélite geoestacionário brasileiro foi concluída com a instalação da antena que fará o controle do equipamento em terra. A antena foi montada no Centro de Comando e Controle do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), localizado no 6º Comando Aéreo Regional (COMAR), em Brasília.
O lançamento do Satélite Geoestacionário está previsto para ocorrer entre setembro de 2016 e fevereiro de 2017. Orçado em R$ 1,7 bilhão, o artefato é construído pela Thales Alenia Space (TAS), empresa franco-italiana, e supervisionado pela Visiona, parceria entre a Embraer e Telebras. O satélite vai permitir cobrir áreas isoladas com internet, atendendo às demandas do Plano Nacional de Banda Larga, e também servir às comunicações estratégicas do Governo Federal.
O secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Maximiliano Martinhão, reforça que a instalação da antena é uma etapa fundamental no cronograma de construção do satélite geoestacionário. Ele explica que essa antena, de 18 metros de altura, será utilizada para controlar remotamente o satélite, que ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra. De acordo com o gerente de Satélite da Telebrás, Sebastião Nascimento, a montagem da antena é muito importante no processo de instalação da estação de controle do satélite. Segundo ele, o trabalho é muito delicado e difícil de ser implementado por se tratar de uma antena de alto desempenho, com requisitos técnicos bastante rígidos.
Uma nova etapa já foi iniciada com testes do mecanismo de movimentação da antena para ajuste dos motores do sistema de apontamento. Técnicos do governo federal estão sendo capacitados na França para assumir as atividades de comando do satélite. Outro estágio do projeto são as plataformas de comunicação e estações de acesso (gateways), de interligação do sistema, cujas licitações estão em andamento. Uma segunda antena auxiliar no comando do satélite também vai ser montada em outro centro de operações, no Rio de Janeiro.
Estrutura
O satélite está sendo fabricado em Cannes, na França. Esse será o primeiro satélite totalmente controlado pelo governo brasileiro e o projeto envolve os Ministérios das Comunicações, da Defesa e da Ciência e Tecnologia. Ele começou a ser construído em janeiro de 2014.
O Satélite Geoestacionário vai pesar 5,8 toneladas e terá capacidade de transmitir 54 gigabits por segundos. A banda Ka – que corresponde a 75% da sua capacidade - será usada para ampliar a oferta de internet no pais. Todo o território brasileiro estará coberto pelo satélite e, assim, será possível levar internet de alta performance a municípios brasileiros onde existe limitação física de acesso, incluindo a região da chamada Amazônia Legal. O satélite permitirá ainda a extensão da oferta de internet em mais de mil cidades onde a rede terrestre da Telebras – rádio e fibra óptica - não é suficiente para atender toda a população.
O equipamento também estará equipado com a banda X, uma faixa de frequência destinada ao uso militar, que corresponderá a 25% da sua capacidade. Atualmente, as comunicações militares são realizadas por meio do aluguel da banda X em dois satélites da Embratel. Quando o satélite geoestacionário for lançado, o satélite privado será usado apenas como backup.
Fonte: Convergência Digital para portal UOL via CECOMSAER 16 JAN 2016

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Eis a antena:

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Satélite brasileiro está em fase de testes
Na França, ministro das Comunicações acompanha testes com satélite brasileiro. Um grupo de 22 profissionais brasileiros estão acompanhando como parte do processo de absorção de tecnologia.
O ministro das Comunicações, André Figueiredo, acompanhou nesta segunda-feira (22/02) os testes com o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGCD) em Cannes, na França. O ministro se reuniu com diretores da empresa e acompanhou detalhes da montagem do SGDC. André Figueiredo explica que o lançamento do satélite é uma prioridade do governo federal e a meta é que, até dezembro deste ano, o empreendimento esteja concluído.

Ainda no primeiro semestre também estarão prontas para testes as bases de controle em Brasília e no Rio de Janeiro.

“Nessa primeira visita pudemos ver o satélite em fase de finalização, testes e junção de seus componentes. Conversamos com a direção da Thales e a perspectiva é de que o lançamento aconteça até dezembro. Essa é a meta que a empresa busca cumprir”, afirmou o ministro.
Neste momento são realizados testes térmicos. Em seguida, o equipamento passará por testes mecânicos e, em junho, serão preparados os exames com a parte de comunicações.Em dezembro de 2015, os módulos de comunicação e serviço foram integrados.
Um grupo de 22 profissionais brasileiros acompanha a construção do SGDC como parte do processo de absorção e transferência de tecnologia. O empreendimento é supervisionado pela Visiona, empresa formada pela parceria entre a Telebras e a Embraer. A partir de março, os profissionais que vão operar o satélite terão os treinamentos finais no centro de operações em Brasília (DF).
SGDC - O satélite vai operar nas chamadas banda X e Ka. Em relação à primeira, trata-se de uma faixa de frequência destinada exclusivamente ao uso militar, correspondendo a 25% da capacidade total do satélite. A banda Ka terá capacidade de 54 Gbit/s será usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telebras. O satélite pesa 5,8 toneladas e vai garantir conexão banda larga nos municípios mais distantes do País. Ele irá reforçar a rede terrestre da Telebras, atualmente com 28 mil km de extensão, presente em todas as regiões brasileiras.
O projeto é uma parceria entre os ministérios da Defesa (MD), das Comunicações (MC) e da Ciência e Tecnologia (MCTI) e envolve investimentos da ordem de R$ 1,7 bilhão.
Fonte: Agência Força Aérea 24 de Fevereiro, 2016 - 09:10 ( Brasília )

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Cenic integra projeto de satélite brasileiro

O satélite geoestacionário brasileiro de defesa e comunicações estratégicas, que será lançado no segundo semestre deste ano, com custo estimado em R$ 2,2 bilhões, está equipado com dois painéis estruturais desenvolvidos no Brasil pela Cenic, de São José dos Campos. Feito em estrutura "sanduíche" de alumínio, os painéis suportam as baterias do satélite.

A Cenic forneceu os painéis para a Thales Alenia Space, contratada pela Visiona (joint venture entre Embraer e Telebras) para produzir o satélite. O contrato está avaliado em US$ 250 mil, segundo o diretor da Cenic, Francisco Dias. "A Cenic foi a única empresa brasileira qualificada para participar do fornecimento de um sistema para o satélite", disse o executivo.

O projeto, segundo Dias, representou um salto tecnológico para a Cenic, que pela primeira vez desenvolveu e exportou um componente estrutural para um satélite geoestacionário. Segundo a Thales, a entrega dos painéis no prazo, incluindo a integração com o satélite, foi um grande desafio para as duas empresas.

Em nota, o vice-presidente da Thales na América Latina, Ruben Lazo, disse que o projeto do satélite geoestacionário representa um passo importante para duplicar a presença da companhia na América Latina até 2019.

No fim de 2015, a Cenic assinou um contrato de subvenção econômica com a Finep, de R$ 4 milhões, para participar do processo de transferência de tecnologia da Thales para o setor aeroespacial.

O satélite vai ampliar o acesso aos serviços de internet no âmbito do Programa Nacional de Banda Larga e garantir a segurança nas comunicações estratégicas do governo federal.

Fonte: VIrginia Silveira para Valor Econômico via SECOMSAER 11MAR 2016

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Finep aprova R$ 4 milhões para equipar satélite brasileiro
Satélite vai garantir conexão com a internet nos municípios mais distantes, além de permitir mais segurança às comunicações estratégicas do governo

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) aprovou um repasse de R$ 4 milhões à empresa de engenharia Cenic para equipar o satélite geoestacionário brasileiro de defesa e comunicações estratégicas. Com os recursos, dois painéis estruturais serão desenvolvidos para suportar as baterias do satélite, que deve ser colocado em órbita no segundo semestre de 2016 pela empresa Arianespace.

Além da Cenic, Fibraforte, Orbital Engenharia, Equatorial Sistemas AEL Sistemas, dentre outras, também foram empresas selecionadas. O edital previa ao todo a aplicação de R$ 53 milhões em recursos não reembolsáveis.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) brasileiro é um projeto em construção em Cannes, na França, fabricado pela Thales Alenia Space (TAS).

Supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial, em parceria com a Embraer e Telebras, o equipamento pesa 5,8 toneladas e vai garantir conexão com a internet mesmo nos municípios mais distantes do País, ampliando o acesso à banda larga. Além de permitir cobrir áreas isoladas com internet, ele deve garantir mais segurança às comunicações estratégicas do governo federal, reforçando a rede terrestre de autarquia, atualmente com 28 mil quilômetros de extensão e presente em todas as regiões brasileiras.

O satélite, que custou R$ 2,2 bilhões, passará por um período de ajustes e testes e começará sua operação em definitivo no início de 2017. Ele ficará posicionado a uma distância de mais de 35 mil quilômetros da superfície da Terra.

Fonte: Portal Brasil via CECOMSAER 18 MAR 2016

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Satélite vai permitir universalização da banda larga em todo o país

A presidenta Dilma Rousseff visitou hoje (23) as obras de construção do centro de controle do satélite que vai levar internet de alta velocidade a regiões longínquas do país, onde ainda não é possível chegar com cabos de fibra ótica. O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas está sendo fabricado na França desde janeiro de 2014 e o lançamento deve ocorrer entre dezembro de 2016 e fevereiro de 2017.

“Ele vai ser lançado em parceria com a França e é um patamar tecnológico que temos de alcançar. Lançar o satélite, mas, em um segundo momento, sermos capazes de produzir esse satélite no Brasil”, disse Dilma. A construção do equipamento está sendo acompanhada pela Visiona, uma empresa brasileira de cooperação entra a Telebras e a Embraer.

Durante a visita às obras da antena de monitoramento do satélite, no 6º Comando Aéreo Regional em Brasília, o ministro das Comunicações, André Figueiredo, explicou que o equipamento é um grande instrumento para alcançar a universalização do acesso à internet, por meio da banda KA, dentro do novo Programa Nacional de Banda Larga.

“Queremos chegar, até o fim de 2018, com fibra ótica a 70% dos municípios brasileiros que representam 95% da população, propiciando não apenas a integração da população brasileira mas o acesso ao conhecimento”, disse Figueiredo. “No restante onde não conseguirmos chegar com fibra ótica, vamos com satélite, que vai servir como redundância para que possamos chegar em locais mais longínquos, mesmo já cobertos com fibra ótica. Por exemplo, na Região Nordeste, vamos chegar em Fernando de Noronha”, explicou.

O equipamento deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2017. Um segundo ponto de monitoramento será montado em outro centro de operações no Rio de Janeiro.

Segurança Nacional

Além de internet, o satélite tem o objetivo de trazer mais segurança às comunicações estratégicas e militares do governo brasileiro, utilizando a banda X, faixa destinada exclusivamente ao uso militar. Segundo o comandante do Centro de Operações Espaciais, coronel Hélcio Vieira Júnior, o satélite vai cobrir todo o território brasileiro, o Atlântico Sul e grande parte da área de interesse do país, do Haiti até a Antártica.

“Militarmente falando, ele vai possibilitar que façamos comando e controle de todos os tipos de ações em que as Forças Armadas estão envolvidas, desde combate a ilícitos nas fronteiras e ajuda humanitária até, se for o caso, ações realmente militares”, disse.

O projeto do satélite geoestacionário é uma parceria entre os ministérios das Comunicações e da Defesa e tem investimento de R$ 1,7 trilhão. Hoje, segundo as pastas, as comunicações militares brasileiras são feitas por meio de aluguel da banda X em dois satélites privados, ao custo anual de R$ 13 milhões. Quando o satélite geoestacionário do Brasil entrar em operação, apenas um dos contratos será mantido, como garantia em caso de falha do novo satélite.

O satélite geoestacionário, segundo o coronel Vieira, é o primeiro do Programa Estratégico de Sistemas Espaciais, do Ministério da Defesa, que inclui vários grupos de satélites.

O primeiro visa a levar muitas informações a pontos distantes. Além do satélite geoestacionário, o grupo terá satélites de sensoriamento remoto que vão possibilitar o monitoramento de toda a fronteira seca e molhada e o controle do tráfego marítimo. “Além disso, estão previstos satélites de geoposicionamento, a exemplo do GPS americano, que vão permitir que o governo brasileiro tenha um referencial de tempo nacional. Vão melhorar muito nossos sistemas bancário, de transmissão de energia e de bolsa de valores, entre outros”, afirmou.

Fonte: Andreia Verdélio repórter da AGÊNCIA BRASIL via CECOMSAER 24 MAR 2016

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Satélite brasileiro transmite a 80 Gbps e vai levar internet para todo o país

Internet banda larga para quem não tem acesso, principalmente para as regiões mais afastadas do Brasil. Esta é a promessa do primeiro satélite de comunicação e defesa 100% nacional. O que chama atenção neste satélite é sua alta capacidade de transmissão de dados que pode chegar a incríveis 80 gigabits por segundo. Apesar da altíssima capacidade, este satélite não vai fazer qualquer diferença para quem vive nas grandes cidades e já tem acesso.

A explicação é econômica. Neste satélite, o preço do megabyte ainda é mais caro para lugares onde já existe ou seja possível construir rotas de fibra óptica para oferecer acesso à internet. De qualquer forma, existem diversos pontos no país onde não vale a pena ou é simplesmente impossível levar fibra óptica - principalmente locais onde o número de usuários é pequeno demais. Nestes casos, o satélite é a solução.

O interessante é que, em um segundo momento, satélites com capacidade de transmissão ainda maior - podendo chegar a 300 gigabits por segundo de velocidade - aí, sim, o preço do megabyte vai ser bem inferior ao da fibra; pelo menos é o que se imagina. Com esta previsão, é possível pensar em satélites que melhorem significantemente a qualidade da internet de todo o país, inclusive nas grandes metrópoles. Se animou? Calma, esta previsão é só para daqui mais 5 ou 8 anos.

A previsão de lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas é dezembro deste ano. Ele deve entrar em operação ainda no primeiro trimestre de 2017. Outra notícia boa - esta para a segurança do Brasil - é que, quando estiver em órbita, este satélite terá 30% da sua banda de uso exclusivo militar, o que vai garantir a soberania do país em transmissões de informações estratégicas.

Fonte: portal OLHAR DIGITAL via CECOMSAER 16 MAI 2016

 

 

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Satélite de Defesa e Comunicações Estratégicas em fase de testes
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Contagem regressiva: Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) está em fase de testes e profissionais se preparam para controlar o equipamento que vai levar banda larga a todo o País e garantir comunicação segura ao governo brasileiro
É em Cannes, cidade ao sul da França, que o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) passa, a partir do mês de abril, por testes para simular as condições encontradas no espaço.

Com 5,8 toneladas e cinco metros de altura, o satélite será levado para um suporte que o faz vibrar, simulando as condições de lançamento.
Já para os meses de junho e julho está prevista a campanha de testes de comunicações. Dentro de um câmara anecóica, que não reflete as ondas de rádio, serão avaliadas a qualidade do sistema e das antenas responsáveis por transmitir e receber os sinais.

O primeiro teste do satélite, iniciado em março, foi o térmico: o equipamento foi colocado em uma câmara de vácuo e submetido a temperaturas entre -100 °C a 125 °C.
Os testes fazem parte da fase final de preparação para o lançamento, previsto para o segundo semestre de 2016. O SGDC ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo o território brasileiro e o oceano Atlântico.
De lá, o satélite vai se comunicar com uma antena de 18 metros de altura, 13 metros de diâmetro e 42 toneladas, localizada em Brasília (DF). Uma segunda antena, em um centro de controle secundário, ficará no Rio de Janeiro (RJ).
No espaço, por meio da banda Ka, o SGDC terá capacidade para tramitar 54 gigabits por segundo, sendo considerado pelo Governo Federal como prioritário para expandir o acesso à banda larga em regiões remotas do país. Ao mesmo tempo, por meio da banda X, o satélite será utilizado para transmissões militares.
O projeto, uma parceria entre os ministérios da Defesa, das Comunicações e da Ciência, Tecnologia e Inovação, é um investimento da ordem de R$ 1,7 bilhão. A expectativa é entrar em serviço no início de 2017, após um período de ajustes, e permanecer ativo durante quinze anos.
Participação brasileira – De olho no desempenho do satélite estão brasileiros como o Tenente-Coronel Christian Taranti. Engenheiro eletrônico da Força Aérea Brasileira e doutor pela Naval Postgraduate School (EUA), o militar atua na definição dos procedimentos de controle da órbita do satélite, nos procedimentos de voo e na engenharia de sistemas do satélite.

“Minha atuação é particular, tanto no segmento de solo quanto no satélite. Isto me permite uma visão global, identificando interdependências entre o satélite, a estação de solo e os clientes, no caso militares e civis”, explica o engenheiro.
A participação dos brasileiros em todas as etapas, construção, montagem e testes, permite a cada um conhecer melhor os procedimentos e também as dificuldades práticas encontradas em cada área de atuação (térmica, mecânica e comunicações). Outros parâmetros devem ser levados em consideração e contornados para que os resultados previstos durante o projeto do satélite, possam ser validados e confirmados durante os ensaios.
São cerca de 30 profissionais brasileiros, oriundos da Agência Espacial Brasileira, Telebras, Visiona, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Ministério da Defesa, que acompanham o processo, cada um dedicado a uma área específica. A presença de profissionais brasileiros, militares e civis, faz parte do processo de absorção de tecnologia.

O conhecimento detalhado vai permitir que eles identifiquem e resolvam possíveis falhas de funcionamento que possam vir a surgir durante os 15 anos de vida útil do satélite. A expertise também será útil às organizações em projetos futuros de novos satélites.
A visão geral sobre o funcionamento, desenvolvimento e fabricação do SGDC é considerada pelas organizações brasileiras como um passo importante para que o Centro de Operações Espaciais (COPE) possa, futuramente, especificar e contratar novos satélites, tanto em relação à infraestrutura de solo como a parte espacial.

“Cada um está sendo exposto não só a novas tecnologias, mas principalmente novos conceitos, novas formas de trabalhar. Diversos pontos do projeto e da operação de satélites vão sendo, aos poucos, compreendidos e desmistificados”, analisa o Tenente-Coronel.

Fonte: FAB 28 MAI 2016

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Satélite que promete ampliar banda larga no país passa por testes

Com investimento de R$ 1,7 bilhão, equipamento deve viabilizar internet mais barata e garantirá segurança a comunicações do governo

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) entrou em fase final de testes. Construído na França, o equipamento garantirá a comunicação segura ao governo e levará banda larga para todo o País. A previsão é que o satélite seja lançado em órbita no primeiro trimestre do ano que vem. As informações são do Portal Brasil.

Com investimentos de cerca de R$ 1,7 bilhão, o SGDC cobrirá todo o território nacional com uma banda larga de altíssima qualidade, com uma capacidade 60 vezes maior que a dos satélites atuais. Operado pela Telebrás, deve entregar entre 58 e 59 gigabytes por segundo. As condições dos equipamentos atuais levam o morador de localidades mais isoladas a pagar 10 a 15 vezes mais em comparação a grandes cidades.

“Esse é o primeiro satélite que vai conseguir levar uma cobertura de alta capacidade para todos os cantos do País”, afirmou Artur Coimbra, diretor de Banda Larga do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações.

Além de melhorar a cobertura da internet, o SGDC dará maior autonomia e segurança para as comunicações das Forças Armadas. Hoje, a comunicação de operações militares é feita em equipamentos controlados por empresas estrangeiras. Outro benefício é o ganho de capacidade e qualidade na comunicação.

“Esse satélite vai oferecer à Defesa um feixe de comunicação também móvel. Esse feixe permite uma cobertura dinâmica, contínua, para operações específicas em determinadas áreas do globo. Por exemplo, se a gente tem uma operação no sul do Oceano Atlântico, a gente consegue levar essa cobertura até lá”, disse Coimbra.

Testes

Construído em Cannes, na França, o satélite geoestacionário passou por testes iniciais para verificar a qualidade do sistema e por testes ambientais, que consistem na verificação da resistência física do equipamento no espaço. O SGDC passou também por um teste de termovácuo, para simular a temperatura e o alto nível de radiação a que será submetido.

Agora, os técnicos da empresa Thales Alenia Space verificam se o equipamento funciona corretamente após a bateria de experimentos. “Essa etapa ainda não terminou, mas tudo indica que vai ser bem sucedida”, disse Coimbra.

A projeção do governo brasileiro é que o satélite tenha vida útil de 18 anos, três a mais que o previsto. Isso porque, um técnico brasileiro que foi à França para participar de um processo de transferência de tecnologia ao Brasil, conseguiu aumentar a capacidade do tanque de combustível.

Fonte: PORTAL NOTÍCIAS AO MINUTO (Portugal) via CECOMSAER 11 SET 2016

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