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Passageiros de aeroportos no País crescerão 5 vezes até 2030


Mills

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Os 20 principais aeroportos do Brasil vão multiplicar por cinco o número de passageiros até 2030, aponta estudo do BNDES apresentado na última sexta-feira, pelo superintendente de infraestrutura do banco, Nelson Siffert.

De acordo com a projeção, em 2014 os aeroportos receberão 165 milhões de pessoas; em 2020 já serão 257 milhões, e em 2030, 530 milhões de passageiros.

Para atender a essa demanda crescente de forma veloz, o BNDES estima a necessidade de investimentos entre R$ 25 bilhões e R$ 34 bilhões.

 

Atualmente, a Infraero administra 67 aeroportos, na maior rede do mundo. Nesta sexta-feira, o governo federal anuncia o modelo de concessão para os aeroportos de Guarulhos, Viracopos (Campinas) e Brasília. A licitação será em 22 de dezembro.

 

O BNDES deve financiar os consórcios vencedores para a gestão dos aeroportos, com o teto de 70% .

 

De acordo com Siffert, aeroportos já em operação têm financiamento facilitado, tendo em vista o fluxo permanente de receita, em comparação com um aeroporto a ser construído.

 

 

 

 

Fonte: Correio do Estado

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Brasuca, como o Lipe disse, SP basta melhorar sua infra-estrutura, principalmente em GRU e a longo prazo em VCP.

 

Por nada não, mas não ponho fé que chegaremos a transportar meio bilhão de pessoas até 2030. Nem países ricos como Alemanha, Japão ou superpopulosos como a Índia, China e Indonésia fazem, por que o Brasil estaria assim? Expectativa é uma coisa, realização é outra.

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Expectativa é uma coisa, realização é outra.

Mas planejamento trabalha em cima de expectativa, não com bolas de cristal ou tarô. Se hoje CGH+GRU já movimentam mais de 40 milhões anuais, em 2030, vezes cinco, serão 200 milhões em SP. Onde acomodar isso?

 

A galera acha que reorganizar os aeroportos de SP exclui o fato de fazer melhorias urgentes. É tudo necessário.

Aqui. Se for assim vai ter 3 aeroporto em BH, no Rio, ate BSB vai precisar do seu.

É megalomania sua comparar BH e BSB com SP. Olha a monstruosidade daquela cidade e o poder de atração. BSB, CNF e GIG não precisam de outro aeroporto porque têm pra onde crescer no mesmo sítio aeroportuário. E SP, mesmo se tivesse (já que não tem), o tamanho da cidade exige outro(s) aeroporto(s).

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É megalomania sua comparar BH e BSB com SP. Olha a monstruosidade daquela cidade e o poder de atração. BSB, CNF e GIG não precisam de outro aeroporto porque têm pra onde crescer no mesmo sítio aeroportuário. E SP, mesmo se tivesse (já que não tem), o tamanho da cidade exige outro(s) aeroporto(s).

 

Nao estou comparando e nem é megalomania. Nao precisa ser grosseiro. A questao é que se todas as cidades vao multiplicar por 5 nenhuma estrutura vai aguentar, portanto para o Rio, o GIG e SDU nao seriam suficientes, para BH CNF e PLU tb nao para BSB precisaria de um outro aeroporto e por ai vai. Nao acho que isso vai acontecer.

 

Abs

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Nao estou comparando e nem é megalomania. Nao precisa ser grosseiro. A questao é que se todas as cidades vao multiplicar por 5 nenhuma estrutura vai aguentar, portanto para o Rio, o GIG e SDU nao seriam suficientes, para BH CNF e PLU tb nao para BSB precisaria de um outro aeroporto e por ai vai. Nao acho que isso vai acontecer.

 

Abs

 

É, rs, acho que o Brasil dele é só São Paulo .. aliás como o de muitos aqui nesse fórum. Só lá que vai crescer. Se o movimento de BH multiplicar por 5, nem o master plan de Confins totalmente executado suportaria o fluxo. Para PLU acho difícil qualquer projeto para mais de 10 milhões de pax/ano, devido a localização do sítio.

 

Mas vamos discutir o presente que já está um tanto complicado. Até 2015 vai passar é água debaixo das pontes.

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Espero estar comentendo um ato falho:

 

Essa direção centralizadora, principalmente em relação à São Paulo, é preocupante. A capital paulista está saturada, em todos os sentidos, e não há condições técnicas de se fazer algo, sem se gastar um montante excessivo de dinheiro em projetos minimamentes controversos.

Há de se levar em conta ainda a situação econômica mundial, que se não alterar nos próximos 15 meses, invertendo os índices atuais, fatalmente afetará nossas projeções futuras. Corremos risco de ter uma Copa e uma Olimpiada esfaziadas, por motivos de estagnação ecônomica mundial. Havemos de considerar ainda que, o nosso país se ajustou à sua nova realidade, e para continuar nesse ritmo, teríamos de contar com a pujança dos paises norte-americanos e europeus.

 

Não devemos esquecer que, para voltar ao quadro anterior de grande atividade econômica, interrompido em 2008, esses paises, têm de recuperar os índices perdidos e trabalhar firmemente para retomar o crescimento parado desde então, coisa de no mínimo 10 anos, se tudo ocorrer como esperado.

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Mas planejamento trabalha em cima de expectativa, não com bolas de cristal ou tarô. Se hoje CGH+GRU já movimentam mais de 40 milhões anuais, em 2030, vezes cinco, serão 200 milhões em SP. Onde acomodar isso?

Brasuca, de fato planejamento trabalha com expectativa. Mas o que eu contesto são estes números tão ufanistas. Imagine em 2030 teremos 500 milhões de paxs, seria uma maravilha. Imagina se a futura LATAM com 20% do share serão 200 milhões, ou a Gol ou até companhias com 1% do mercado e com 5 milhões. Seria um sonho, mas fico com um pé atrás diante de tanta expectativa. Espero queimar a língua. Só um exemplo de expectativas vs realidade, em 1990 o índice Nikkei da Bolsa de Tokyo atingiu 38 mil pontos e a maioria já anunciava que chegaria a 70 mil em dois anos, depois de 1990 o índice foi caindo até atingir os 8 mil pontos em 2008.

 

Historicamente, o tráfego dobra a cada década no Brasil, então é possível que chegue em 400-500 mil pontos, mas será que a atividade econômica até lá vai ficar firme para sustentar este tráfego? Será que não teremos uma saturação do mercado doméstico? Ou então o Brasil vai atrair tanto turista - tirando pontualmente 2014 e 2016.

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Mas planejamento trabalha em cima de expectativa, não com bolas de cristal ou tarô. Se hoje CGH+GRU já movimentam mais de 40 milhões anuais, em 2030, vezes cinco, serão 200 milhões em SP. Onde acomodar isso?

 

O crescimento maior não ocorre nos grandes centros mas sim nos centros mal servidos pelo transporte aéreo.

CWB, POA, GYN cresceram quase 300% de 2003 a 2011, São Luís 500%, só para exemplificar.

CGH cresceu cerca de 50% e GRU 160%

 

E isso dificilmente vai se alterar pelo ciclo natural de crescimento e acomodação. Menos conexões, passageiros locais substituindo-os. Mais destinos em mercados secundários, incentiva-se a aviação.

 

Vide dados da Infraero.

 

O resto é expectativa, de fato.

 

Acomode o crescimento onde ele faz diferença, não temos voos Sul-Manaus por exemplo.

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Estou aqui Brasuca, e continuo achando que não precisa.

 

Basta gerenciar melhor o que existe, os investimentos e as obras.

 

Também acho, dá pra fazer muito mais com CGH, GRU, VCP e MAE.

Mas muito mais mesmo!!

 

CGH tem uma área de hangares que poderia ir ao chão e o terminal poderia ser extendido para o lado da Washginton Luis, GRU pode viver muito bem com duas pistas, mas para isso precisa de mais saídas rápidas, uma txwy entre a pistas 09L-27R - 09R-27L, dois eficientes terminais, APM entre esses mesmo terminais.

Marte pode ser muito bem utilizado para a aviação geral e executiva, existe tecnologia disponível para procedimentos por instrumentos.

VCP, a, nem precisa falar né? Mas aquela história de invasão nas redondezas do aeroporto já está avançando e muito.

 

Mas nosso plano é para 2041, até lá aperta ali e acolá.

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Os 20 principais aeroportos do Brasil vão multiplicar por cinco o número de passageiros até 2030, aponta estudo do BNDES apresentado na última sexta-feira, pelo superintendente de infraestrutura do banco, Nelson Siffert.

De acordo com a projeção, em 2014 os aeroportos receberão 165 milhões de pessoas; em 2020 já serão 257 milhões, e em 2030, 530 milhões de passageiros.

Para atender a essa demanda crescente de forma veloz, o BNDES estima a necessidade de investimentos entre R$ 25 bilhões e R$ 34 bilhões.

 

Atualmente, a Infraero administra 67 aeroportos, na maior rede do mundo. Nesta sexta-feira, o governo federal anuncia o modelo de concessão para os aeroportos de Guarulhos, Viracopos (Campinas) e Brasília. A licitação será em 22 de dezembro.

 

O BNDES deve financiar os consórcios vencedores para a gestão dos aeroportos, com o teto de 70% .

 

De acordo com Siffert, aeroportos já em operação têm financiamento facilitado, tendo em vista o fluxo permanente de receita, em comparação com um aeroporto a ser construído.

 

 

 

 

Fonte: Correio do Estado

 

 

 

O Governo já tem a solução perfeita. Ele vai aumentar a taxa base juros e subir os impostos, dessa forma o mercado retrai e não precisa de infraestrutura.

 

:mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad: :mad:

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