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Lufthansa afinal avalia possíveis aquisições mas ainda sem alvos definidos


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Lufthansa afinal avalia possíveis aquisições mas ainda sem alvos definidos Presstur 27-10-2011 (13h42)

 

O grupo Lufthansa, nº 1 da aviação europeia, que tem afirmado estar concentrado em “digerir” as aquisições dos últimos anos, não deixa por isso de estar a observar os desenvolvimentos do sector e avaliar “aquisições selectivas de companhias”, segundo afirmou hoje o seu CEO, que sublinhou de imediato que, “contudo, presentemente não há aquisições planeadas”.

Christoph Franz falava à imprensa e analistas durante a apresentação dos resultados do grupo até Setembro que, como já tinha antecipado, ficaram aquém do período homólogo do ano passado (clique para ler: Lufthansa já não vai lucrar mais que em 2010. Agosto foi “mais fraco” do que esperava), mas que, sublinhou, são “o melhor que foi possível”, face às circunstâncias, designadamente a crise das dividas soberanas na Europa, a turbulência nos mercados financeiros, a taxa aérea na Alemanha, o abrandamento do crescimento da economia mundial e “a concorrência desleal”.

http://www.presstur.com/site/news.asp?news=32839

“É verdade que esperávamos mais no princípio do ano; mas tivemos que ajustar as nossas previsões durante o ano e vale a pena também dizer que os valores estão abaixo, mas não são nada de que nos devamos envergonhar”, sublinhou Christoph Franz, que, aliás, também comentou que aparentemente os mercados não vislumbraram “o bom desempenho” do grupo “nestes tempos turbulentos”.

Só assim se explica, segundo o executivo, que nas últimas semanas as acções da Luftansa tenham registado forte quebra, situando-se 40% abaixo da cotação de finais de 2010, levando a uma redução da capitalização bolsista em três mil milhões de euros, apesar de “os fundamentos do grupo continuarem sólidos”.

O balanço publicado hoje indica que o grupo aumentou as receitas em 9,6%, nos nove meses de Janeiro a Setembro, para 22.138 milhões de euros, com a “parte de leão” do crescimento a ser geradas em receitas de tráfego, que cresceram 11,9%, para 18.410 milhões de euros.

Apesar deste crescimento, os resultados operacionais caíram 5,6%, para 612 milhões de euros, o EBITDA (resultados antes de juros, impostos, amortizações e provisões) caiu 16%, para 1.854 milhões, e o resultado líquido baixou de 45%, para 288 milhões de euros.

Este desempenho, de acordo com Stephan Gemkow, responsável financeiro (CFO) do grupo, reflecte do lado da receita um desenvolvimento positivo assente no crescimento do tráfego, mais do que na subida de preço, que foi principalmente por repassar para os clientes a taxa aérea na Alemanha e o aumento do custo do combustível.

Os dados divulgados por Stephan Gemkow indicam que o crescimento do tráfego gerou mais 1.259 milhões de euros de receita, enquanto via preço o aumento foi de 953 milhões, nos quais, no entanto, estão incluídas a taxa aérea, no montante de 265 milhões, e a subida da sobretaxa de combustível.

Do lado dos custos, o destaque de Gemkow foi precisamente para a factura de combustíveis, que aumentou 23,7% ou 913 milhões de euros, para 4.772 milhões.

Os dados divulgados pelo CFO do grupo Lufthansa mostram que esse aumentou foi impulsionado por maior consumo (+302 milhões de euros) e, sobretudo, pela subida do preço do fuel (.1.539 milhões), apenas parcialmente compensado por instrumentos de hedging (-616 milhões) e por variações cambiais (-312 milhões).

Stephan Gemkow também destacou na sua apresentação que a queda mais acentuada do lucro operacional reflecte o facto de no ano passado o grupo ter tido ganhos de capital (venda de parte da participação na Amadeus e transferência de acções da Fraport para o fundo de pensões) que este ano não se verificaram, indicando que ajustando do impacto de operações não recorrentes, a queda do resultado operacional foi de 34 milhões, para 578 milhões, o que significa uma redução da margem operacional em meio ponto percentual, para 3%.

 

Clique para mais notícias: Lufthansa

Clique para mais notícias: Aviação

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Ao que parece, a DLH deve vender a BMI de forma fatiada e sua parte na Jade Airways, além de empresas do grupo.

Os alvos de compra são dois: SAS e TAP.

 

A conferir.

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Incluiria a Air Mata,a LOT e a Olympic na hipotética lista.

Eu tiraria a Air Malta, acho que ela não tem muito o que acrescentar. Mas eu imagino que a LOT seja um caminho natural e acho que está até demorando a LH comprar a polonesa. A Olympic seria interessante . . .

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A Air Malta, como os antigos membros regionais da Star, taiscomo Croatia, Blue1 ou Adria, já tem forte presença da H. A Lufthansa tem em Malta um centro de manutenção e especula-se a adesão da companhia à Star Alliance há anos.

A Air Malta acrecentaria à LH o mesmo que Croatia, Adria, Blue1, Aegean ou mesmo a LOT já fazem: complementar a rede de rotas regionais européias da Aliança, hoje incomparável. Malta está estrategicamente entre Roma e Cartago (rsrsrs), no meio do Mediterrâneo... O que eu não entendo exatamente é o porque da LH ter refugado o mercado italiano e inglês, abrindo mão da BMI e da LH Itália...

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Delenda Cartago!

 

Mas a Air Malta tem pouca relevância na malha da LH, ela pode ser um pequeno hub entre sul da Europa e norte da África.

 

Eu não entendo também a LH ter saído, talvez seja para evitar fogo amigo com a Air Dolomiti, mas a BMI é uma loss-making há tempos.

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Delenda Cartago!

 

Mas a Air Malta tem pouca relevância na malha da LH, ela pode ser um pequeno hub entre sul da Europa e norte da África.

 

Eu não entendo também a LH ter saído, talvez seja para evitar fogo amigo com a Air Dolomiti, mas a BMI é uma loss-making há tempos.

 

A LH saiu da Italia exatamente pela Air Dolomiti.

A LOT como você mesmo disse acima, será natural.

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A TAP vai depender unica e exclusivamente da decisão da LATAM.

Acho que a decisão de prorrogar o leilão inclusive foi uma forçada dos Alemães junto aos Portugueses via Brasil, já que a decisão da Latam não sairia a tempo.

 

A SAS é o alvo principal da LH na minha visão. Ela opera em área próxima demais da zona prinicipal de influência da LH (CPH pode influenciar o norte da Alemanha e a rica região onde se situa Hamburg) e a frota já tem similaridade forte com a LH. Duvido que a LH deixe a IAG entrar mais ao norte , mas vai ser uma disputa interessante.

 

Quando eu vejo o mapa atual das cias, chega a ser irônico que ao leste fica o grupo LH , na região central o grupo AF/KL/AZ, e ao oeste da Europa, BA/IB.

A unica empresa fora da regra, de maior importância, é a Bmi.

 

TAP e SAS podem mudar o mapa... e trazer talvez alguma competição.

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A SK mais cedo mais tarde estará sobre o manto da Lufthansa, eles desistiram de serem a segunda força européia na Star Alliance e vem se dedicando mais ao core business de transporte aéreo. A IAG pode até fletar mas a UE pode reclamar, uma vez que o tráfego da Escandinávia ficaria centrado em SK/AY.

 

Lipe, uma outra grande companhia fora das 3 grandes e até agora não deu sinais de ser comprada/vendida é a Finnair, que possui uma malha interessante para o Extremo Oriente.

 

A IAG vai ter que correr muito para se igualar aos grupos LH/LX/OS e AF/AZ/KL, e a Finnair e/ou a TAP podem diminuir o caminho.

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