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Combustíveis e Brasil agravam prejuízos da TAP em 76%


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Combustíveis e Brasil agravam prejuízos da TAP em 76%

 

Hermínia Saraiva

10/11/11 00:05

 

 

 

O Grupo TAP fechou o exercício de 2010 com prejuízos de 52,9 milhões e capitais próprios negativos em 272,1 milhões de euros.

 

 

A companhia aérea liderada por Fernando Pinto registou até Setembro prejuízos de 66,7 milhões de euros.

 

A companhia aérea liderada por Fernando Pinto assume, no relatório de gestão referente a Setembro, a que o Diário Económico teve acesso, que "o desempenho das empresas do Grupo TAP foi pior do que o realizado no ano anterior em menos 76,3% com a empresa a registar 66,7 milhões de euros de prejuízo. E foi ainda pior que o orçamentado em menos 613,8%. O mesmo documento explica que "os resultados da TAP estão influenciados pela envolvente económica, nacional e internacional, e pela evolução do preço dos combustíveis".

 

Só a factura da empresa com combustíveis cresceu 35,1% até Setembro, representando mais 138.4 milhões de euros que no ano anterior. Um agravamento que a companhia justifica como estando "associado maioritariamente ao aumento do preço médio do galão (+38,9%), incluindo a cobertura de risco (2010)". No total, a TAP teve de pagar 532,3 milhões de euros em combustível.

 

Questionada sobre estes resultados, fonte oficial da TAP refere apenas que a empresa "divulga os seus resultados duas vezes por ano, no final do semestre e no final do ano e nessas alturas esclarece todas as dúvidas colocadas". A empresa recusa, assim, "fazer comentários sobre situações que não reflectem realidades consolidadas" e afirma que "continua mobilizada e a trabalhar para atingir resultados equilibrados no final do ano".

 

Ainda que o transporte aéreo tenha terminado os primeiros nove meses do ano com uma quebra de 62,6% dos lucros (14,327 milhões de euros) face a 2010, não foi o segmento de negócios que mais penalizou os resultados do grupo. Os maiores prejuízos vêm do Brasil, da unidade de Manutenção e Engenharia (M&E), porque até a Groundforce apresenta neste período alguma recuperação, ao reduzir o prejuízo de 17,1 milhões de euros para 6,6 milhões.

 

 

 

Um abraço português,

 

Jopeg

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Eita... "capitais próprios negativos em 272,1 milhões de euros." Pelo que eu entendi, o patrimônio líquido está negativo, necessitando de um aporte de capital. Um péssimo sinal para a companhia que, sim, deve acelerar a emergência da privatização.

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