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Anac pode multar donos de avião que caiu no Pantanal


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Anac pode multar donos de avião que caiu no Pantanal

Monomotor não tinha autorização para voar em solo brasileiro

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) pode multar a família do fazendeiro Vagner Martins, de 46 anos, dono da aeronave que caiu no último dia 12, em Poconé (104 km de Cuiabá). Na queda, Vagner e outras três pessoas acabaram mortas.

 

De acordo com as investigações da aeronáutica, o fazendeiro tinha habilitação para pilotar, mas o monomotor (modelo Cessna 210 N) foi comprado nos Estados Unidos e ainda não tinha autorização para sobrevoar em solo brasileiro.

O avião estava em processo de regularização junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e, em tese, não poderia sair do solo.

 

"A Anac atua administrativamente. O que pode acontecer é a aplicação de uma penalidade, que seria uma multa, aos responsáveis pelo avião", informou a assessoria de imprensa da Agência de Aviação. Como o proprietário da aeronave morreu na queda, a família deve ficar com o prejuízo.

 

Para dar prosseguimento ao processo administrativo que já foi aberto, segundo a assessoria, será necessário esperar o resultado da perícia feita pela Aeronáutica. "Ainda não sabemos o resultado da investigação, mas nossas medidas são apenas administrativas", enfatizou a Anac.

 

No último dia 14 uma equipe do Departamento de Aviação Civil (DAC) esteve no local do acidente, região de mata fechada a 11 quilômetros do aeroporto.

Os peritos colheram informações que vão ajudar a esclarecer as causas da queda. Os primeiros laudos serão divulgados em, no mínimo, 30 dias.

 

Paralelo a isto, a Polícia Civil já instaurou inquérito para investigar o desastre aéreo. Peritos estiveram na região e emitirão laudos que vão auxiliar o delegado da cidade, Rodrigo Bastos da Silva, na condução do caso.

O acidente

Além do fazendeiro Vagner Martins, também morreram seu filho Thiago Martins, 27, e os mecânicos Alcindo Bernardo Fogaça e Adeusdete Luiz Barbosa, 50. O vôo só teria acontecido porque partiu do aeroporto do município, onde não há controle de vôos e fiscalização.

 

Alcindo e Adeusdete trabalhavam em uma empresa de táxi aéreo e foram até a fazenda de Vagner, em Poconé, para realizar uma verificação de rotina na aeronave, conhecida como "inspeção de 50 horas", que analisa as velas, faz a troca de óleo do motor e outros procedimentos simples, que não possuem qualquer implicação com a segurança da aeronave.

 

A troca de qualquer componente do motor, por exemplo, só poderia ter sido feita em uma oficina credenciada pela Anac.

Os dois mecânicos são considerados por aviadores de Mato Grosso como grandes profissionais, experientes e capacitados. Seria por isso que Vagner os teria contratado. "É uma perda muito grande para a aviação de toda a região", afirmou um aviador que preferiu não ser identificado.

 

A aeronave foi comprada nos Estados Unidos e descredenciada no órgão que regula a aviação do país em março deste ano. Fabricada em 1984 e com capacidade para 6 passageiros, pertencia a uma empresa com sede na Flórida, antes de ser comprada pelo fazendeiro.

fonte: Euziany Teodoro para Mídia News (Cuiabá-MT)

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Sinceramente, acho que multar a família seria um exagero.

 

O responsável pelo avião morreu, o avião, muito provavelmente, tenha sofrido PT e a família já deve estar sofrendo o bastante. Eu sei que a Lei deve ser "cega", mas um pouco de humanidade não faz mal a ninguém.

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Jornalistas que dão medo...Além de mal escrito, o cara conseguiu até fazer o DAC reaparecer

Essa sede de dar o furo, detona os Jornalistas.... no caso ele quis citar o CENIPA ao invés do Finado DAC....

 

precisam aprender mais, afinal o DAC de antes é a ANArC de Hoje, mais bagunçada claro... rs

 

Abrass

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