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Avianca Brasil não descarta venda de parte da empresa


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Estado de S.Paulo

Avianca Brasil não descarta venda de parte da empresa

01 de dezembro de 2011 | 14h 06

SILVANA MAUTONE - Agencia Estado

 

SÃO PAULO - Caso seja ampliado o porcentual limite de participação estrangeira nas companhias aéreas brasileiras, que hoje é de 20%, a Avianca Brasil não descarta a possibilidade de vendar uma parte minoritária da empresa. "Neste momento não temos intenção nenhuma de vender parte da Avianca Brasil. Mas se for ampliada a participação estrangeira e pudermos abrir mão de uma parte do capital em condições adequadas, estaremos abertos a conversar", afirmou hoje José Efromovich, presidente da Avianca Brasil.

 

Segundo ele, a empresa cresce atualmente com recursos próprios, seguindo o plano de reestruturação traçado em 2008. O executivo reafirmou que a expectativa é de que a empresa registre seu primeiro lucro ao longo de 2012.

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A venda seria para a própria Avianca Colômbia, uma questão estrutural para ela formar parte do grupo e unificar os serviços. creio que seria isso. Atualmente a Avianca Colômbia e Avianca Brasil são duas empresas distintas apesar de fazerem parte do mesmo grupo

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Eframovich (german e josé) falam que o que falta integrar as duas de fato são as composições acionárias. Isso desde sempre e como o RR citou, paga menos impostos. Veja que no fundo tudo é todo de um boliviano naturalizado brasileiro com negócios na Colômbia (inclusive tem cidadania) e que no final das contas é dona da AVB.

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Olha, se continuarem a trilha de sucesso, chegarem a uma frota de 30 Airbus com uns 4 A330 e um mix bem planejado de A320/19/18, a melhor alternativa seria ir a Bolsa de Valores e levantar quem sabe até R$ 750 milhões por 30% da empresa.

Tais recursos poderiam ajudar na expansão da empresa para um tamanho em torno de 60 aeronaves, focando no nicho A-B, com serviço diferenciado e produto superior.

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Olha, se continuarem a trilha de sucesso, chegarem a uma frota de 30 Airbus com uns 4 A330 e um mix bem planejado de A320/19/18, a melhor alternativa seria ir a Bolsa de Valores e levantar quem sabe até R$ 750 milhões por 30% da empresa.

Tais recursos poderiam ajudar na expansão da empresa para um tamanho em torno de 60 aeronaves, focando no nicho A-B, com serviço diferenciado e produto superior.

 

Caro LipeGIG, não sou especialisa, mas a bolsa tem sido, no mundo, uma das opções menos interessantes para investidores. no Brasil, o acumulado até agora é de queda de 16% no ano. Além disso, Cias Aéreas, hoje, e acredito que com os custos operacionais do jeito que estão, enfim, empresas aéreas não são considerados negócios atrativos, principalmente em época, para não dizer década, de crise.

 

Quem conhece o oficio, por favor, dá uma mão para entendermos melhor a dinâmica.

 

Muito obrigado,

 

Navegador.

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Salvo engano, a Avianca chegou a falar em um IPO em 2008 e teria desistido da idéia pois o mercado não estava favorável, mas teoricamente esta seria uma opção que não dependeria do aumento do limite da participação de estrangeiros.

Uma aquisição de uma maior participação na Oceanair por parte da própria Avianca Colômbia parece ser o caminho natural em busca da integração das empresas, que hoje utilizam-se de subterfugios legais para driblar a já inócua restrição legal de participação de estrangeiros.

A questão tributária não me parece ser fator decisivo, pois como a filial terá obrigatoriamente sede fiscal no Brasil, toda sua operação vai continuar sendo tributada por aqui, para se promover ilisão fiscal através de sócios no exterior, ela poderia utilizar-se de suas "filias" em delaware ou no paraguai, por exemplo, ou o já conhecido esquema de holding nas ilhas cayman, não faria muito sentido uma aquisição "direta" de ações por parte da Avianca Colômbia ou o aumento da participação social da Synergy Aerospace na Synergy na SPSYN Participações (Salvo engano é a holding que controla a totalidade das ações da Oceanair, que por sua vez é controlada pela Synergy Aerospace e pelo Jose Eframovich)!

 

Abraços!

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