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Santos Dumont ainda precisa concluir obras que iniciou em 2004


marcelo carvalho

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Na tarde de hoje (22/12) a Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos deputados, representada pelo deputado Otavio Leite, e acompanhada pela Infraero, fizeram uma vistoria técnica nas obras do aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro. As obras tiveram no início em 2004 e estão paralisadas desde 2007, quando o Tribunal de Contas da União cortou a verba em função do sobrepreço das obras, e até hoje não existe uma conclusão para o problema. Dados do ministério do Planejamento, entre 2005 e outubro de 2011, mostram que do total de R$ 353.777.528 bilhões da dotação, apenas R$ 252.048.212 milhões foram executados, ou seja, 71%.

 

“O que me preocupa são os nós e as barreiras que não conseguem ser ultrapassadas. O objetivo dessa vistoria é chamar a atenção do ministro da Aviação Civil para que as devidas providências sejam tomadas. Essa é uma obra que duplicaria o tamanho do Santos Dumont, e traria grandes performances para o aeroporto, mas que está parada desde 2007. É preciso desatar esse nó, porque temos uma série de espaços que não rendem o que poderia estar sendo gerado.”, afirma o deputado Otavio Leite.

 

O terceiro andar de um dos prédios está sendo construído e as obras já estão avançadas, o novo andar vai abrigar uma área maior de comércio, que é o setor com mais reclamações na ouvidoria do aeroporto, além de um restaurante que tem previsão de abertura na segunda metade de janeiro de 2012. O gerente de Obras e Empreendimentos da Infraero, Cristiano Brito, estima que para conclusão dessa parte da obra serão necessários mais 5 milhões de reais. E existe também a parte da obra que não começou, que são os andares que pegaram fogo em 1997 e ainda não foram reformados. A área deve ser transformada em um hotel ou será utilizada para abrigar a parte administrativa do aeroporto, segundo o superintendente Regional do Rio de Janeiro, Lucinio Baptista.

 

Para que as obras sejam retomadas é preciso que seja realizada uma perícia no que foi feito até o momento. Apenas após a vistoria que a autorização para a retomada das obras será concedida. “Enquanto não tiver uma perícia não podemos continuar a obra. A solicitação já foi feita, mas o assunto ainda está na justiça. O problema não é concluir as obras, mas ter a autorização para que elas continuem.”, disse Lucinio Baptista.

 

No entanto, conseguir a autorização não é a última etapa no processo para a que as obras sejam concluídas. O projeto feito em 2004 ainda terá que ser revisto, antes que possa ser feito um novo orçamento para a obra. O gerente de Obras da Infraero comenta que o projeto também precisa ser incrementado, porque as necessidades de um projeto feito em 2004 não são mais as mesmas de hoje.

 

“Estou muito preocupado com a situação do país em relação aos eventos esportivos que vamos sediar, porque muitas mudanças ainda precisam ser feitas. Existe sempre uma desculpa, mas o problema prossegue sem soluções. O ministro da Aviação Civil precisa tomar providências, porque é inadmissível ter uma área tão grande do aeroporto não sendo utilizada.”, ressalta Otavio Leite.

 

Fonte: Mercado & Eventos

 

http://www.mercadoeeventos.com.br/site/Noticias/view/79610

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Tinha que botar tudo na conta da empreiteira que gastou a grana toda e deixou a obra pela metade! Agora é esse oceano de burrocracia para que uma obra seja concluída DEZ anos depois do seu começo.

 

VIX feelings...

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Que novidade... É nessas horas que eu gosto de postar essa notícia de 2001:

 

 

Infraero reformará Aeroporto Santos Dumont, no Rio

 

Terça-feira, 26 de Junho de 2001, 08:07

 

O Aeroporto Santos Dumont, no Rio, deve passar por reformas. A Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) tem projetos de remodelar o aeroporto, que completa 65 anos em novembro. A idéia é construir mais um andar no prédio, onde funcionaria o embarque, retirar as lojas do térreo para deixar mais espaço livre nas calçadas, e erguer um edifício-garagem para triplicar o número de vagas para carros - atualmente, são 1.100.

 

Depois do incêndio em 1998, o Santos Dumont recuperou o prestígio. Em 1997 - antes que um curto-circuito destruísse as instalações -, 2,6 milhões de pessoas passaram pelo aeroporto. No ano passado, esse número foi de 4,8 milhões. Esse aumento no número de passageiros foi determinante para a urgência das obras, que estão orçadas em R$ 80 milhões.

 

A fachada do prédio não pode ser alterada porque o governo estadual estuda o tombamento do edifício. O novo pavimento abrigaria o check in e a venda de bilhetes. Dali, o passageiro seguiria para o mezanino, já existente no aeroporto. O acesso aos aviões seria feito por uma rampa de embarque, partindo do mezanino, que terá lojas, praça de alimentação e o setor de embarque. "Comercialmente é melhor ter as lojas ali, perto do embarque, porque 65% dos nossos passageiros são da ponte Rio-São Paulo, e querem resolver a vida rápido para embarcar", afirmou o superintendente da Infraero no Rio, Luiz Carlos Aguieiras.

 

O térreo, onde hoje funcionam bomboniére, livraria, lanchonete, e outros estabelecimentos, seria destinado somente ao desembarque. "Uma idéia é abrir a parede das lojas para que os passageiros chegassem mais facilmente à calçada, mas tudo dependerá do projeto dos arquitetos", disse o superintendente. A Infraero já lançou o edital de licitação para o projeto. A estimativa é de que as obras iniciem em junho do ano que vem.

 

De acordo com Aguieiras, uma das prioridades da Infraero é o edifício-garagem, com cerca de 3 mil vagas. "O estacionamento é tão caótico que interfere no trânsito de quem vem do Aterro do Flamengo", afirmou. A construção do edifício-garagem, num terreno ao lado do aeroporto, terá recursos da iniciativa privada, por meio de licitação. A Infraero espera também ocupar o espaço com hotel ou centro empresarial. Esses projetos devem exigir investimentos de R$ 120 milhões.

 

http://www.estadao.com.br/arquivo/cidades/2001/not20010626p19541.htm

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Coiote, essa é a melhor parte... Interessante como a Infraero planeja suas prioridades... :facepalm:

 

 

De acordo com Aguieiras, uma das prioridades da Infraero é o edifício-garagem, com cerca de 3 mil vagas. "O estacionamento é tão caótico que interfere no trânsito de quem vem do Aterro do Flamengo", afirmou. A construção do edifício-garagem, num terreno ao lado do aeroporto, terá recursos da iniciativa privada, por meio de licitação. A Infraero espera também ocupar o espaço com hotel ou centro empresarial. Esses projetos devem exigir investimentos de R$ 120 milhões.

 

http://www.estadao.c...10626p19541.htm

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Pois é, dez anos depois, nada foi feito no estacionamento.

Ô, se não.... sucatearam, cortaram pela metade no espaço e multiplicaram por dezenas no preço...

 

Achei interessante a parte das "lojas do térreo"... devem estar falando do TPS antigo e das lojas que ainda estão em construção. Lá tem umas paredes adesivadas dizendo que vai ser uma Laselva, uma cafeteria e um Bob's, o que combina bem com o "livraria, bomboniere e lanchonete" que citaram na matéria. Só esbarra num problema: eles "planejam" melhorar o acesso à calçada derrubando paredes de uma construção tombada pelo INEPAC?

 

A única lanchonete do TPS novo vende um miserável de um joelho a R$ 5,00 e não aceita nada mais que dinheiro como pagamento. Não tem uma farmácia, não tem caixas eletrônicos... hoje passei pelo segundo andar e vi uma lojinha às moscas vendendo umas blusas a R$ 280,00! A equação é bem simples, não? A Infraero mete a mão no aluguel, as lojas metem a mão nos preços, ninguém compra nada, a loja fecha e nem lojista nem Infraero lucram.

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A Infraero informa:

 

Seguimos o calendário Maia, e de acordo ao mesmo não irá concluir as obras, pois o mundo acaba em 2012.

 

 

CAAAAAAAAAAAABUM, Bra-sil-sil-sil!! :Brazil:

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Vendo o título do tópico fiquei confuso...

Ele não morreu em 1932? Como vai concluir algo depois de morto?

 

 

tumblr_lixw081mse1qdl41d.jpg

 

 

Vc tá brincando né ??

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