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Eike Batista entra no setor de catering em aeroportos


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Eike Batista entra no setor de catering em aeroportos

Eike Batista, dono de um grupo empresarial e da oitava maior fortuna do mundo – US$ 30 bilhões, segundo a revista Forbes –, fundou uma nova empresa e vai atuar na área de catering (refeição) em aeroportos, aviões, trens e plataformas de petróleo no País.

 

A companhia leva o nome de NRX, uma joint venture com a multinacional Newrest – presente em 46 países oferecendo serviços de catering e que deve faturar US$ 800 milhões este ano. A informação é do jornal O Estado de S.Paulo de hoje.

 

“A NRX não revelou valores de investimentos ou detalhes dos planos, mas estima que o setor movimente cerca de R$ 13 bilhões no Brasil. O plano é treinar mil profissionais nos próximos cinco anos”, diz o texto do Estadão

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Vamos ver se um cara que nem o Eike é consegue mudar o que temos hoje

 

Não depende dele, mas sim das companhias aéreas, se o que for contrato é barrinha, vai ser barrinha e pronto.

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Aqui vai a noticia com mais detalhes:

 

SÃO PAULO - O grupo EBX, do empresário Eike Batista, anunciou dia 27 a criação de uma joint venture com o grupo Newrest, que atua no mercado de catering aéreo e ferroviário em 46 países.

 

Luciana Seabra

 

As duas empresas formaram a NRX-Newrest para atuar no mercado nacional, que, segundo o comunicado, movimenta R$ 13 bilhões. Entre os serviços que pretendem oferecer estão os de alimentação, apoio operacional e limpeza.

 

"Com a NRX-NEWREST, vamos elevar para outro patamar esse mercado em expansão no Brasil, com serviços de qualidade, eficiência e custo adequado", diz Eike Batista, presidente do Grupo EBX, na nota.

 

O negócio vai gerar cerca de mil empregos nos próximos cinco anos, segundo o sócio fundador Aziz Ben Ammar. "Trabalharemos para ser um dos maiores players desse mercado no Brasil”.

 

O grupo de Eike Batista é formado por cinco companhias, que pretendem investir US$ 50 bilhões nos próximos dez anos no Brasil. O foco é principalmente os setores de infraestrutura e recursos naturais, mas há iniciativas também nos setores de tecnologia, entretenimento e esporte. A Newrest, no mercado há 15 anos, vai fechar o ano com receita de US$ 800 milhões e 17,5 mil funcionários.

 

Fonte: valor_economico.gif , via Revista Aviação Notícias: http://www.aviacaono...nt-venture.html

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O grupo de Eike Batista é formado por cinco companhias, que pretendem investir US$ 50 bilhões nos próximos dez anos no Brasil. O foco é principalmente os setores de infraestrutura e recursos naturais, mas há iniciativas também nos setores de tecnologia, entretenimento e esporte. A Newrest, no mercado há 15 anos, vai fechar o ano com receita de US$ 800 milhões e 17,5 mil funcionários.

 

 

uma pequena "derrapada" da fonte.. acho que já passaram de cinco, não?

 

as conhecidas: MMX (mineração); LLX (logística); OGX (óleo e gás); MPX (energia); OSX (off-shore); AUX (ouro e prata); REX (emp. imobiliários)...

eu sei que tem mais, mas não lembro de cabeça..

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Não depende dele, mas sim das companhias aéreas, se o que for contrato é barrinha, vai ser barrinha e pronto.

 

Desculpe, achei que era uma empresa tipo Swissport, me referia a entrega de malas e coisas do tipo

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Desculpe, achei que era uma empresa tipo Swissport, me referia a entrega de malas e coisas do tipo

 

Está escrito no texto da matéria:

 

Entre os serviços que pretendem oferecer estão os de alimentação, apoio operacional e limpeza.

 

Ou seja, um handling completo.

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Até o dia em que ele acreditar e abrir uma cia aérea diferenciada. O "X" da questão vai ser interessante de se ver.

Quer que a fortuna dele encolha, Lipe? :P

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Quer que a fortuna dele encolha, Lipe? :P

 

rs

 

De jeito algum Thiago. Com a segunda maior petrolífera de capital nacional (majoritaria) acho que ele tem 50% do que precisa para fazer uma cia aérea de sucesso. Os outros 50% seriam o capital , que convenhamos, não é um problema para o Sr. Eike.

Com a LLX (logistica) e o modelo de negócios de integrar suas empresas, acho que uma empresa aérea se encaixaria bem no grupo.

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rs

 

De jeito algum Thiago. Com a segunda maior petrolífera de capital nacional (majoritaria) acho que ele tem 50% do que precisa para fazer uma cia aérea de sucesso. Os outros 50% seriam o capital , que convenhamos, não é um problema para o Sr. Eike.

Com a LLX (logistica) e o modelo de negócios de integrar suas empresas, acho que uma empresa aérea se encaixaria bem no grupo.

Talvez essa empresa de handling seja o primeiro passo dessa empreitada, Lipe. Como você mesmo disse, o modelo adotado pelo grupo EBX procura integrar negócios de forma a capturar externalidades e, assim, alavancar empreendimentos de risco elevado.

 

Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.

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Talvez essa empresa de handling seja o primeiro passo dessa empreitada, Lipe. Como você mesmo disse, o modelo adotado pelo grupo EBX procura integrar negócios de forma a capturar externalidades e, assim, alavancar empreendimentos de risco elevado.

 

Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.

 

Eu acho que o Neeleman foi o último dos moicanos nessa fase que estamos. Um investidor pra se lançar numa companhia aérea de porte, com crescimento rápido e consistente, vai ter que esperar alguns anos pela definição das concessões e das ampliações. Hoje é basicamente inviável ter garantias pra criar uma malha decente. Tem que entrar onde dá e da forma que dá, e isso não é exatamente um plano bem definido de negócio.

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Seria interessante a entrada dele, pelas vantagens que o Lipe e o Thiago citaram, mas acho que o passo que falta para entrar na aviação chama-se a ausência de uma regulamentação e de um ambiente propício para poder prosperar. E como citei em outro tópico ele vai entrar com tudo.

 

Mas quem sabe não surja alguma empresa de táxi aéreo AeroX, uma vez que suas operações petrolíferas vão precisar de helicópteros. É negócio menos arriscado que a aviação de carreira.

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Acredito que o Mr. Eike Batista tem para conseguir abrir uma empresa digna.

A Azul conseguiu se virar sem Guarulhos ou Congonhas, porque ele nao conseguiria, sendo que ele tem um poder aquisitivo maior que do Mr. David

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Acredito que o Mr. Eike Batista tem para conseguir abrir uma empresa digna.

A Azul conseguiu se virar sem Guarulhos ou Congonhas, porque ele nao conseguiria, sendo que ele tem um poder aquisitivo maior que do Mr. David

 

Mas uma coisa não tem nada haver com outra.

Não é ele que diz: "Ò vamos ter caviar agora, viu?"

 

e sim: "qual opção mais barata"?

"Pão com manteiga"

"assina aí"

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Agora, o passo definitivo tem que ser dado logo, pois pode haver espaço para crescer no GIG, mas a empresa não poderá voar dali para lugar nenhum. De uma forma ou de outra ela terá que atender SAO, BSB, VCP, CNF, POA, CWB, SSA, entre outras. E em todos esses mercados, onde não há restrições absolutas à entrada de novos players (casos de GRU e CGH), elas já estão começando a se conformar há pelo menos um ano.

 

Bom, eu não acredito na entrada do Eike no mercado de aviação, porém voar para lugar nenhum pode ser uma condição hoje, mas com obras em curso, muitos aeroportos ganharão capacidade de atender mais voos, inclusive GRU. CGH é um caso à parte.

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Da série "Devaneios Idéias Idiotas do Minduim": :P

 

Que tal um triunvirato envolvendo Tio David (Azul/Brasil), Tio Branson (Virgin/EUA-EUR) e o Tio Eike no meio de campo???

 

 

Até o dia em que ele acreditar e abrir uma cia aérea diferenciada. O "X" da questão vai ser interessante de se ver.

 

Poder-se-ía chamar Virgin X.

 

 

 

(...)

Mas quem sabe não surja alguma empresa de táxi aéreo AeroX, uma vez que suas operações petrolíferas vão precisar de helicópteros. É negócio menos arriscado que a aviação de carreira.

 

Aí seria o caso da criação da Heli X.

 

 

Supunhetéticamente falando... :hypocrite:

 

O executivo vem de LHR à bordo de uma aeronave da Virgin X Brasil (devidamente pintada de azul), pousa no GIG e embarca num voo da Azul para VIX (ou NVT). De lá, pega um voo da Heli X para alguma plataforma.

 

Todas as aeronaves atendidas pela Cat X, o catering do Tio Eike.

 

 

Viajei??? :facepalm:

 

 

 

 

Forte abraço a ambos os dois conjuntamente juntos;

Minduim

;)

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