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De olho na Copa,governo cortará tarifas aeroportuárias e imposto de combustível para atrair visitantes


andrezito12

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Que venham os turistas

 

De olho na Copa, governo cortará tarifas aeroportuárias e imposto de combustível para atrair visitantes

 

 

BRASÍLIA - O governo está prestes a lançar um pacote de medidas para atrair os turistas estrangeiros para o Brasil, visando aos grandes eventos esportivos: Copa e Olimpíadas. Redução de tarifas aeroportuárias, corte de impostos sobre combustível de aviação e bens para hotéis e parques temáticos, além de redução do custo da energia para todo o setor estão no cardápio. Ao todo, 14 medidas estão sobre a mesa de negociação que reúne a equipe econômica, o Ministério do Turismo, a Infraero, a Embratur e os empresários neste momento.

 

Até a semana que vem, deve ser publicada no Diário Oficial autorização para que a Embratur use R$ 8 milhões do orçamento para fazer propaganda no exterior de voos diretos para o Brasil. As companhias aéreas e empresas de turismo poderão se candidatar para receber esse dinheiro. Ganharão o patrocínio do Estado as empresas que oferecerem voos para as cidades que normalmente não são as mais procuradas. A ideia é ampliar os portões de entrada dos estrangeiros — que geralmente desembarcam no Rio de Janeiro e em São Paulo.

 

Temor de alta de preços generalizada

 

A equipe econômica também estuda a mudança de classificação de equipamentos para parques temáticos e hotéis. Se a pressão do setor der certo, TVs e aparelhos de ar-condicionado seriam rotulados como investimento e teriam corte de impostos. Isso beneficiaria diretamente os 36 hotéis em construção só no Rio de Janeiro. A estrutura que a cidade tem hoje não comporta o aumento do turismo. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Hoteleira (ABIH), a ocupação dos hotéis é de 85% em média.

 

— Isso significa que, no ano, há picos de 100% de ocupação. O Rio já perde grandes eventos hoje. Na Copa, estamos falando de 600 mil turistas estrangeiros — diz o presidente da ABIH, Enrico Fermi Torquato.

Uma das preocupações do governo é evitar que o setor aumente os preços. Esse foi considerado o "pecado grego" nas Olimpíadas de Atenas: para lucrar mais com o evento, a cidade aumentou todos os preços e o país ficou com a imagem de ser muito caro e afastou turistas. Por isso, a equipe econômica analisa um pedido dos empresários, que conta com total respaldo do Ministério do Turismo: a redução do custo da energia elétrica para o setor.

Para ter certeza de que os preços não vão disparar, o governo quer criar uma câmara setorial para o turismo e fechar um acordo com o setor para que não haja uma alta generalizada.

 

— O principal legado desses eventos não é o turismo no período dos eventos, mas o que vai gerar depois. É a imagem que vamos deixar para os 20 mil jornalistas que estão aqui — afirma o presidente da Embratur, deputado Flávio Dino (PCdoB).

 

Ele assumiu o cargo há apenas cinco meses e terá que lidar com problemas de infraestrutura e promoção. Em relação ao primeiro, Dino espera contar com o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que contempla as obras necessárias para Copa e Olimpíadas.

 

Para a publicidade do país no exterior, foi necessário repensar os rumos do que foi feito até 2011. O presidente da entidade pediu que sua equipe levantasse os casos de campanhas publicitárias de sucesso do Brasil, mas não havia nenhuma para ilustrar a apresentação feita há pouco mais de um mês para os secretários estaduais.

 

Para dar uma guinada nos rumos do turismo de estrangeiros no país, a Embratur vai concentrar o uso dos R$ 48 milhões que tem para gastar em publicidade. Na nova estratégia, Dino resolveu reduzir os países onde esse dinheiro será gasto. Eram 35 e agora são 17 países, principalmente México — o maior emissor de turistas para a Copa da África do Sul — e Canadá. O Brasil quer deixar de ser um destino clássico apenas para argentinos.

 

— Os mexicanos são amantes do futebol como nós. Se foram para a África, não é possível que, aqui do lado, não virão — alega Dino.

 

Brasil vai reabrir filiais no exterior

 

O Brasil também reabrirá as filiais da Embratur no exterior que passaram 2011 fechadas. A internet é outro foco, já que a maioria dos turistas decide na rede o destino das férias. Foi posto no ar um vídeo interativo em 3D com cinco cidades que serão sede da Copa de 2014. No Rio, é possível fazer uma viagem de asa-delta sobre a cidade. Em Manaus, o passeio é num barco virtual para conhecer as redondezas. Já em Curitiba, é numa bicicleta.

 

O Executivo quer um acordo entre governadores para que sigam o exemplo de Rio de Janeiro, Bahia e Amazonas, unindo-se ao apresentar roteiros aos estrangeiros numa espécie de venda três em um: em uma viagem só, o turista conhece os três estados.

 

A principal crítica dos turistas estrangeiros ainda segue sem remédio: a prestação de serviço. A crise política do primeiro ano do governo Dilma Rousseff provocou a suspensão do programa de qualificação por suspeita de desvio de dinheiro. Agora, o Ministério do Turismo estuda usar a estrutura do Sistema S — como Senai e Senac — para treinar mão de obra.

— Hoje, por que uma pessoa nos Estados Unidos iria escolher o Brasil, se o serviço daqui é péssimo? Nos resorts all inclusive, não há garçom e você tem que se servir. O melhor é ir para o Caribe — diz fonte do setor.

Outro desafio do governo é facilitar a entrada pelas fronteiras do país. Atualmente, os postos da Polícia Federal e da Receita Federal já têm fila. E cerca da metade dos turistas que o país recebe hoje vem por terra.

 

A preocupação com o turismo não é apenas por causa de Copa e Olimpíadas. Com o crescimento da renda do brasileiro e, consequentemente, dos gastos de turistas daqui no exterior, as despesas têm pesado cada vez mais nas contas externas. Em 2012, os gastos do brasileiro em viagens internacionais não devem crescer com a mesma velocidade dos anos anteriores. Mesmo assim, o rombo nas contas externas deve continuar alto e superar o de 2011, que já foi um recorde.

 

O Banco Central (BC) estima que o déficit em viagens internacionais fique em US$ 14,3 bilhões em 2011. E neste ano, o desempenho deve ser um pouco pior: rombo de US$ 14,5 bilhões.

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Na época que o país mais vai receber visitante naturalmente é que eles resolvem cortar taxa e imposto. Não sei se é pra rir ou pra chorar.

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Só falta combinar isso com o trade turístico né? De que adianta cortar a taxa de embarque de 20 R$ se a GOL vai cobrar 3 mil reais em um GRU - MAO (como já fazem em alguns períodos do ano), ou cortar os impostos de hoteis se os mesmos vão querer mil reais por dia para oferecer um serviço 3 estrelas?

 

Sempre achei um absurdo como alguns setores do turismo alopram e cobram preços irreais principalmente quando sabem que o consumidor é de fora. Natal perdeu muito com esse tipo de prática, ficou tão caro que o pessoal prefere ir ao Caribe. As empresas aéreas tb não ficam atrás, me lembro em 2008 onde queriam cobrar R$ 6186,00 num JPA - CGB - JPA só por que era janeiro, é mais caro que uma passagem em classe econômica para a UE e os EUA mesmo em período de alta temporada. Aí o povo vem com justificativas como '' mas por que eles iriam te vender por R$ 4000 se tem alguem que pague os R$ 6000''... simplesmente por que é indecente vc pagar o valor equivalente a 10 salários mínimos para fazer um voo dentro do país entre cidades que estão a 2000 km uma da outra...

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Rio de Janeiro é o principal portao de entrada de estrangeiros no Brasil, apesar de ganhar varios voos internacionais non-stop nos utlimos anos o fluxo de turistas estrangeiros nao consegue passar a barreira de 2 milhoes/ano.Tambem com as condiçoes precarias de nosso aeroporto, diarias de hotel entre as mais caras do mundo , falta de sinalizaçao turistica bilingue ,porto com fortes gargalos para receber turistas adequadamente com conforto e desembaraço no desembarque . :salute: :salute: :salute:

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A nossa cultura latina muito contribui para a ganância que poderá tomar conta do país, principalmente nas cidades sedes, na época desses eventos. O governo faz bem em se precaver ao adotar essas medidas, tomando como exemplo a Grécia, mesmo não tendo garantias da eficácia. O empresariado brasileiro é mestre em reclamar do custo Brasil, e está certo, porém, toda vez que o governo aliviou a carga tributária, o desconto dado a eles, não chegou por inteiro aos bolsos dos consumidores.

 

A crise financeira mundial, com certeza, tirará muitos turistas europeus dos eventos que aqui serão realizados, (a previsão da retomada financeira aos níveis de antes da crise, são de 10 anos, portanto, estamos falando de 2018). Corremos riscos de termos uma Copa e uma Olimpíada esvaziadas.

 

Uma prévia do que está por vir poderá ser visto agora, no meio do ano, com a Olimpíada na Inglaterra, e onde o governo já faz marketing dos descontos de 30%, que serão dados nos preços praticados pelo setor turístico, uma tentativa de cativar os vizinhos para que venham assistir aos jogos em suas terras.

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A nossa cultura latina muito contribui para a ganância que poderá tomar conta do país, principalmente nas cidades sedes, na época desses eventos. O governo faz bem em se precaver ao adotar essas medidas, tomando como exemplo a Grécia, mesmo não tendo garantias da eficácia. O empresariado brasileiro é mestre em reclamar do custo Brasil, e está certo, porém, toda vez que o governo aliviou a carga tributária, o desconto dado a eles, não chegou por inteiro aos bolsos dos consumidores.

 

 

O problema aqui, infelizmente é cultural: Eu cobro quanto EU quiser e lucro quanto EU quiser. F*da-se o resto! :facepalm:

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O problema aqui, infelizmente é cultural: Eu cobro quanto EU quiser e lucro quanto EU quiser. F*da-se o resto! :facepalm:

 

 

Por isso brasileiro é o povo mais egocêntrico do mundo!!!

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Por isso brasileiro é o povo mais egocêntrico do mundo!!!

 

exatamente!

 

Acredito que sejamos o 2º mais egocêntrico... Em primeirissímo lugar, nossos hermanos argentinos, não há como ganhar deles. (bricadeirinha).

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O Brasil também reabrirá as filiais da Embratur no exterior que passaram 2011 fechadas. A internet é outro foco, já que a maioria dos turistas decide na rede o destino das férias. Foi posto no ar um vídeo interativo em 3D com cinco cidades que serão sede da Copa de 2014. No Rio, é possível fazer uma viagem de asa-delta sobre a cidade. Em Manaus, o passeio é num barco virtual para conhecer as redondezas. Já em Curitiba, é numa bicicleta.

 

 

Não é por nada não, mas o ditado "muito ajuda quem não atrapalha" cabe direitinho aqui. A Embratur nunca teve habilidade suficiente para nos divulgar lá fora, e francamente, não vai ser agora que fará a coisa certa. Pra fazer meleca, deixa que o mercado faz melhor.

 

O problema aqui, infelizmente é cultural: Eu cobro quanto EU quiser e lucro quanto EU quiser. F*da-se o resto! :facepalm:

 

Acho que a fala do colega merece um pouco mais de análise, para que não pensemos errado.

 

Até onde sei, somos um país capitalista, e por tal, devemos deixar o mercado se regular. As ações governamentais são válidas apenas para definir regras básicas, e em casos muito excepcionais, intervir.

 

Pegue como exemplo qualquer país mais desenvolvido que nós no turismo - coisa fácil de fazer - e veja que o mercado lá certamente é auto regulado. Não precisa do governo pra fazer tabelinha de preço e coisas do gênero. Um hotel cobra mais caro que deve? Ele vai perder cliente para outro mais honesto, simples assim.

 

Os problemas que nos afetam aqui são muito mais de um alicerce sólido que não temos nessa área.

 

Uma das falhas que aqui acontece, que provavelmente é o que o colega quis se referir - pelo menos assim entendi - é justamente a cartelização. Em determinadas cidades, os hotéis cobram o quanto querem justamente por serem poucos - e cartelizados - com ônus ao consumidor. Não é tão simples quanto parece a resolução desse problema, pois uma solução "guarda-chuva" pode atender uns poucos e prejudicar muitos. E não podemos matar a sede tomando veneno, querendo combater a cartelização com medidas que inibam a livre concorrência.

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Dexter, não falo de tabela de preços do governo, mas deve haver um trrabalho maciço pra isso p q se não a coisa começa a se tornar autodestrutiva.

 

É como comentei sobre Natal, alguém de lá pode até falar melhor sobre isso, mas o número de turistas estrangeiros vem caindo a cada ano p q o pessoal surtou nos preços de tudo que remetia a turismo. Os turistas nacionais fugiram e os internacionais começaram a fugir p q era mais barato ir ao Caribe que ir a Natal. Agora que eles estão voltando a realidade os nacionais começam a voltar e os internacionais fugiram mesmo.

 

Salvador e Rio de Janeiro são as próximas se alguma coisa não for feita, muita gente aqui me pergunta se é bacana ir pro Rio e eu falo: é maravilhoso, mas vc tem, que ter bastante dinheiro.

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Tem muita coisa que pode ser feita, mas infelizmente tudo no Brasil é feito fora de ordem de prioridade.

 

Querem trazer turista sem ter hotéis suficientes ?

 

Para aqueles que conseguem hotéis, alugar carro é impossível (nossas placas são amigáveis... a sinalização é um primor negativo...e quando tem carro, um pé de boi custa caro, muitoooo caro), e taxistas acham que cada turista é sua chance de décimo terceiro salário.

 

Aqueles que conseguem hotéis e sobrevivem aos táxis, refeição é um suplício pois 98% dos estabelecimentos mal falam o português....

 

Para os que sobrevivem com "FastFood", comprar algo é a mesma dificuldade, não somos amigáveis com turista com relação a tamanhos (que custa ter tabelas comparativas a mão...), e mais ainda se quiserem conhecer nossa cultura: salvo poucas exceções nossos museus são feitos para Brasileiros, nossas exibições / exposições não levam em conta o turista...

 

É por isso que somos o país da praia

Na praia não precisa se pedir nada.

 

Querem corrigir isso ? Temos um belo caminho pela frente:

 

- Qualificar o tratamento ao turista

- Treinamento de ingles e espanhol, pelo menos, para taxistas e empregados do comércio

- Desonerar compra das frotas e o aluguel de carro

- Desonerar construção e operação de hotéis

- Desonerar as cias aéreas e conversar com as mesmas sobre formas de acomodar demanda temporária.

- Que as cidades invistam em seus museus ou equipamentos culturais para atender ao Latino, aos falantes de Ingles ou mesmo Francês

- Incentivar a abertura de negócios por estrangeiros, pois a criação de áreas com ligação externa trazem também voos e turistas.

 

Enfim, é um começo.

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Lendo a reportagem nao pareceu que o titulo nao e muito adequado, pois o governo vai reduzir taxas aeroportuarias e de combustivel como medida direta para atrair turistas e sim como forma de incentivo para as empresas privadas investirem o necessario para suportar o amento da demanda, assim como as medidas de qualificacao, reducao do imposto sobre energia eletrica e outros...

Estes incentivos teriam como contrapartida o nao aumento de precos.

Os gastos do governo para atrir turistas seriam os em publicidade.

 

Abracos

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Uma das falhas que aqui acontece, que provavelmente é o que o colega quis se referir - pelo menos assim entendi - é justamente a cartelização. Em determinadas cidades, os hotéis cobram o quanto querem justamente por serem poucos - e cartelizados - com ônus ao consumidor. Não é tão simples quanto parece a resolução desse problema, pois uma solução "guarda-chuva" pode atender uns poucos e prejudicar muitos. E não podemos matar a sede tomando veneno, querendo combater a cartelização com medidas que inibam a livre concorrência.

 

Exatamente. O grande problema esta na cartelização associada aos fatos que o Lipe descreve abaixo.

 

Tem muita coisa que pode ser feita, mas infelizmente tudo no Brasil é feito fora de ordem de prioridade.

 

Querem trazer turista sem ter hotéis suficientes ?

 

Para aqueles que conseguem hotéis, alugar carro é impossível (nossas placas são amigáveis... a sinalização é um primor negativo...e quando tem carro, um pé de boi custa caro, muitoooo caro), e taxistas acham que cada turista é sua chance de décimo terceiro salário.

 

Aqueles que conseguem hotéis e sobrevivem aos táxis, refeição é um suplício pois 98% dos estabelecimentos mal falam o português....

 

Para os que sobrevivem com "FastFood", comprar algo é a mesma dificuldade, não somos amigáveis com turista com relação a tamanhos (que custa ter tabelas comparativas a mão...), e mais ainda se quiserem conhecer nossa cultura: salvo poucas exceções nossos museus são feitos para Brasileiros, nossas exibições / exposições não levam em conta o turista...

 

É por isso que somos o país da praia

Na praia não precisa se pedir nada.

 

Querem corrigir isso ? Temos um belo caminho pela frente:

 

- Qualificar o tratamento ao turista

- Treinamento de ingles e espanhol, pelo menos, para taxistas e empregados do comércio

- Desonerar compra das frotas e o aluguel de carro

- Desonerar construção e operação de hotéis

- Desonerar as cias aéreas e conversar com as mesmas sobre formas de acomodar demanda temporária.

- Que as cidades invistam em seus museus ou equipamentos culturais para atender ao Latino, aos falantes de Ingles ou mesmo Francês

- Incentivar a abertura de negócios por estrangeiros, pois a criação de áreas com ligação externa trazem também voos e turistas.

 

Enfim, é um começo.

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A crise financeira mundial, com certeza, tirará muitos turistas europeus dos eventos que aqui serão realizados, (a previsão da retomada financeira aos níveis de antes da crise, são de 10 anos, portanto, estamos falando de 2018). Corremos riscos de termos uma Copa e uma Olimpíada esvaziadas.

Uma prévia do que está por vir poderá ser visto agora, no meio do ano, com a Olimpíada na Inglaterra, e onde o governo já faz marketing dos descontos de 30%, que serão dados nos preços praticados pelo setor turístico, uma tentativa de cativar os vizinhos para que venham assistir aos jogos em suas terras.

 

 

Turismo londrino decepcionado com Jogos de 2012

 

A 200 dias do evento, pesquisa do setor indicou queda de 95% nas reservas de pacotes para período dos Jogos.

LONDRES - Faltando 200 dias para a abertura dos Jogos de 2012, em Londres, um setor vital para a economia da capital britânica está preocupado: o turismo. Uma pesquisa realizada pela Associação Europeia de Operadores de Turismo surpreendeu ao indicar uma queda vertiginosa - 95% - nas reservas de pacotes para os meses em que os Jogos serão disputados. Muitos especulam se os visitantes estão sendo afastados pela ideia de que Londres, uma das cidades mais visitadas do mundo, tenha de comportar ainda mais turistas no seu período mais movimentado. Com os dados à mão, a associação de operadores questionou as expectativas que vêm sendo alimentadas pelo setor hoteleiro e o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos.

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Notícia que o governo vai cortar impostos para a copa. Reação no CR: Críticas

Notícia que o governo vai manter os impostos do jeito que estão para a copa; Reação no CR: Críticas

Notícia que o governo vai aumentar os impostos para a copa. Reação no CR: Críticas

 

vai entender

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