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Infraero: Galeão Recebe Projeto Para Bagagens


PedroCNF

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INFRAERO: GALEÃO RECEBE PROJETO DE R$ 59,5 MI PARA BAGAGENS

 

Brasília, 5 - A Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) iniciou hoje a fase de verificação dos documentos de habilitação

das empresas que formam o consórcio que ofereceu o melhor preço para fornecer e instalar o novo Sistema de Transporte e Manuseio de

Bagagens (STMB) do Terminal 2 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão/Antônio Carlos Jobim. A operação está sendo

firmada por meio do Regime Diferenciado de Contratações (RDC), o novo sistema que atende obras da Copa do Mundo de 2014 e dos

Jogos Olímpicos de 2016.

 

O grupo que apresentou o menor valor para executar o projeto foi o consórcio Tecnenge/Vanderlande, com proposta final de R$ 59,5 milhões.

Se todos os requisitos forem cumpridos - a apresentação de atestados de regularidade fiscal, trabalhista e de capacitação, entre outros -,

esse consórcio será declarado habilitado e considerado definitivamente como vencedor. O superintendente de licitações e compras da

Infraero, José Antônio Pessoa Neto, explica que o grupo Vanderlande, de origem holandesa, já operou, por exemplo, no aeroporto Charles de

Gaulle, na França.

 

Com o novo STMB, o terminal 2 do Galeão terá um sistema de bagagens capaz de atender requisitos internacionais de segurança,

argumenta a Infraero. A ideia é que esse terminal concentre o tráfego internacional no aeroporto na época da Copa. Este é o terceiro projeto

da Infraero lançado por meio do RDC, explica o superintendente de licitações e compras da empresa, José Antônio Pessoa Neto. Antes

disso, foram lançadas as contratações por RDC para a reforma e modernização do terminal 1 do Galeão e, depois, dos estudos de impacto

ambiental para a ampliação do aeroporto Salgado Filho, de Porto Alegre, que ainda está em andamento.

 

Na contratação das obras para o sistema de bagagens do terminal 2 do Galeão, quatro grupos apresentaram propostas. O consórcio

Siemens apresentou primeiramente o valor de R$ 137,49 milhões, reduzido para R$ 98 milhões depois de aberta a fase de lances, etapa

permitida pelo RDC que tem o objetivo de reduzir preços. O consórcio MPE/Alstef fez uma primeira proposta de R$ 109,39 milhões, depois

reduzida para R$ 74,2 milhões. O consórcio Beumer/Eface apresentou proposta inicial de R$ 76,9 milhões, posteriormente reduzida para R$

66,13 milhões. O consórcio que apresentou o menor preço foi o Tecnenge/Vanderlande, fez proposta inicial de R$ 93,06 milhões, que depois

caiu para R$ 59,5 milhões, na fase de lances.

 

Pessoa afirma que a redução de preços obtida no processo foi um benefício do RDC. "O RDC tem a possibilidade de lances e negociação

ao longo do processo, ao contrário da 8.666 (Lei de Licitações), que não permite essa negociação", diz o superintendente. "Com isso, foi o

mercado que ditou a regra", destaca. Podiam participar empresas nacionais ou estrangeiras, sozinhas ou em consórcio.

 

Como a diferença de preço entre a melhor oferta e a segunda colocada foi maior que 10% (na verdade, chegou a 11,15%), não houve

segunda fase de lances. Uma vez que o consórcio Tecnenge/Vanderlande tiver a habilitação aprovada e for considerado definitivamente o

vencedor, haverá prazo de cinco dias úteis para apresentação de recursos.

 

A Infraero traçou alguns objetivos que devem ser alcançados com esse processo de modernização do STMB no terminal 2 do Galeão.

Quando implantado, o sistema permitirá, por exemplo, o endereçamento automático das bagagens e a inspeção automática de 100% do

material em cinco níveis de segurança.

 

O processo de contratação começou no início de dezembro e as obras de implantação do novo STMB devem começar em março. Ainda este

mês, a Infraero deve lançar dois novos processos de contratação por meio do RDC: um relativo a apoio à fiscalização da reforma do

aeroporto de Confins (MG) e outro para a reforma e ampliação do terminal de passageiros do aeroporto de Fortaleza. (Ayr Aliski)

 

Fonte: AE

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Interessante que parece claro o projeto de tornar o TPS2, o terminal internacional do GIG.

Vai ser péssimo para a TAM e GOL, ótimo para as cias internacionais. E não vai ficar só no GIG....

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Bom, a gente não sabe se o T2 vai ser exclusivamente internacional. Nessa licitação do sistema de bagagens, as novas esteiras serão diferentes daquelas já instaladas. Serão do estilo inclinado sem buraco no meio, no entanto, as velhas não serão substituídas, ficarão onde estão. Na minha opinião, isso quer dizer que elas ficarão para o desembarque doméstico do T2.

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