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Órgão para transplante é embarcado no voo errado em SP


Renan - SAO

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Um voo da TAM entre São Paulo e Rio atrasar cerca de dez minutos, como ocorreu na manhã desta sexta-feira, é coisa que ocorre com certa frequência.

 

O inusitado no voo JJ3910, entretanto, é o motivo. O voo atrasou porque o comandante da aeronave percebeu que estava transportando um órgão vivo, para transplante, que deveria seguir para um hospital de Brasília.

 

O piloto só percebeu o engano quando já preparava a decolagem da aeronave, que deveria deixar o aeroporto de Congonhas às 8h30 com destino ao Santos Dumont.

 

Como o voo para Brasília ainda não havia decolado, segundo a TAM, deu tempo de fazer a troca e o órgão chegou a tempo no Distrito Federal, por volta das 10h30.

 

De acordo com a companhia aérea, o transporte de órgãos é feito com frequência nas aeronaves devido a uma parceria da empresa com o Ministério da Saúde. Os órgãos são levados sempre na cabine, sem identificação de qual parte do corpo pertencem.

 

A empresa afirma que o engano de hoje pode ter sido causado pelo reposicionamento das aeronaves, o que levou funcionários a embarcarem o recipiente no voo errado.

 

Para a sorte do paciente, o piloto não estava distraído.

 

Folha SP

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De acordo com a companhia aérea, o transporte de órgãos é feito com frequência nas aeronaves devido a uma parceria da empresa com o Ministério da Saúde. Os órgãos são levados sempre na cabine, sem identificação de qual parte do corpo pertencem.

BS. vem sempre descrito no NOTOC.

 

quando trabalhava no solo, quando eram córneas ou qualquer outro tecido sem ser pele ou osso, sempre ia um funcionário acompanhando para garantir a entrega no prazo desejado. não preciso dizer que esses casos são BEEEEM raros.

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De acordo com a companhia aérea, o transporte de órgãos é feito com frequência nas aeronaves devido a uma parceria da empresa com o Ministério da Saúde. Os órgãos são levados sempre na cabine, sem identificação de qual parte do corpo pertencem.

Não sabia da existência dessa parceria.

 

Muito louvável! :rev:

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Ainda bem que o comando percebeu...agora tem que saber se esse "já preparava a decolagem" foi no momento da decolagem mesmo ou houve um exagero por parte do autor da notícia.

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Não sabia da existência dessa parceria. Muito louvável! :rev:

Sem dúvida louvável, haja vista que o transporte é feito gratuitamente e envolve grande responsabilidade. Notar, porém, que a parceria não é com a TAM, mas com o SNEA, e abrange ainda a GOL, Azul, Avianca, Webjet e Trip pelo menos. O acordo existe há bastante tempo -- ainda quando as grandes eram, veja só, VARIG, VASP e Transbrasil...

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Incrivel!!! Ate agora nao apareceu ninguem pra meter o pau e falar que a empresa so faz isso pra pedir proa direta e bla bla bla ....

 

hahahaha, pensei a mesma coisa quando vi o tópico

abs

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uma duvida

tipo, como o jornalista soube do que se tratava? assim, ele notou algo sendo feito q foge da operação normal e buscou averiguar pra dar noticia d edição?

ou seja, conforme outros topicos, noto um "caça" bruxa, ops, caça a noticias aeronauticas.

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Eu já imaginei o sujeito chegando no LL de BSB perguntando se alguém havia encontrado um coração extraviado..kkkk

- TAM, você roubou meu coração!!

- Também te amo!!

 

Sem dúvida louvável, haja vista que o transporte é feito gratuitamente e envolve grande responsabilidade. Notar, porém, que a parceria não é com a TAM, mas com o SNEA, e abrange ainda a GOL, Azul, Avianca, Webjet e Trip pelo menos. O acordo existe há bastante tempo -- ainda quando as grandes eram, veja só, VARIG, VASP e Transbrasil...

Pois é! Que eu saiba isso já existe há séculos, não é exclusividade da TAM.

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O orgão sempre vai na cabine, pelo menos, foi assim que eu sempre vi.

 

Esse problema, como citou o amigo Omikron, e na minha época tbm era assim, o funcionário levava o orgão logo antes do início do embarque, mas em alguns casos, poderia também ser embarcado no final, caso chegasse ao aeroporto muito encima da hora.

Um funcionário ser destacado pra acompanhar o processo também era comum, mas hj em dia, com a escassez de funcionários nos aeroportos, não sei como estao fazendo.

 

Em tempos, ha um tempo atrás, um rim embarcou em FLN, com destino à chapecó. Porém, XAP fechou por nevoeiro, e o voo cancelou. Não sei qual foi o procedimento adotado, mas creio q o orgão tenha se perdido, por não chegar a tempo no destino.

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O orgão sempre vai na cabine, pelo menos, foi assim que eu sempre vi.

 

Esse problema, como citou o amigo Omikron, e na minha época tbm era assim, o funcionário levava o orgão logo antes do início do embarque, mas em alguns casos, poderia também ser embarcado no final, caso chegasse ao aeroporto muito encima da hora.

Um funcionário ser destacado pra acompanhar o processo também era comum, mas hj em dia, com a escassez de funcionários nos aeroportos, não sei como estao fazendo.

 

Em tempos, ha um tempo atrás, um rim embarcou em FLN, com destino à chapecó. Porém, XAP fechou por nevoeiro, e o voo cancelou. Não sei qual foi o procedimento adotado, mas creio q o orgão tenha se perdido, por não chegar a tempo no destino.

dependendo do orgão, e que demande um cuidado extra, vai um médico ou técnico responsavel.

só vi esse embarque uma vez quando estavam encaminhando um figado para transplante.

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