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Gulf Air em serias dificuldades financeiras


jmoura

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http://www.thenational.ae/thenationalconversation/industry-insights/aviation/bahrains-gulf-air-faces-having-its-wings-clipped-after-review

 

Bahrain's Gulf Air faces having its wings clipped after review

Rebecca Bundhun

 

Gulf Air once had the biggest network in the Gulf region.

 

Phil Weymouth / Bloomberg

 

The government of Bahrain and its biggest sovereign wealth fund are expected to announce within days whether it will close down, sell off or undertake a wholesale restructuring of the struggling carrier Gulf Air.

 

"Gulf Air has faced challenges in recent times, in common with other carriers around the world and combinations of unprecedented regional and economic factors have made business increasingly difficult," Gulf Air said.

 

"Given this, Gulf Air, its shareholder Mumtalakat and the government, both through the cabinet and parliament, are all working towards a common goal - to secure Gulf Air's long-term sustainability and to actively address the airline's loss-making position. A range of strategic options are currently under consideration."

 

They include downsizing Gulf Air or dissolving it, injecting more state funds into it, or even selling it off, according to the Bahraini newspaper Gulf Daily News.

 

"We expect that [this] week there will be some announcement," Samer Majali, the chief executive of Gulf Air told Bloomberg News.

 

Analysts said major changes would need to be made to salvage the carrier.

 

"It's likely that one possible option is to inject more state aid into the carrier," said Saj Ahmad, the chief analyst at StrategicAero Research.

 

"After all, Emirates, Etihad and Qatar Airways have all started life through state aid and are currently among the world's fastest-growing carriers … and so there is a perception that Gulf Air can and should emulate its GCC peers and stage some sort of recovery with a new management focus."

 

He said Gulf Air, which once had the biggest network in the Gulf region, had struggled to compete against its GCC rivals, including low-cost airlines such as flydubai and Air Arabia.

 

The International Air Transport Association has forecast that Middle East carriers will post a profit of US$300 million (Dh1.1 billion) this year, down from a previous forecast of $700m, with long-haul market conditions likely to deteriorate, particularly those linked to weak economies in Europe.

 

"Gulf Air has been for too long living off past glories," Mr Ahmad said.

 

"In this competitive, cut-throat day and age, that simply isn't good enough and the carrier needs to radically change the way it flies or face entering the history books."

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Desde que seus antigos sócios começaram a sair da empresa, ela vem perdendo a atratividade, somado à agressividade de suas novas rivais e antigas parceiras. A cia. tentou lançar um braço mais barato (Gulf Traveller) e se focar mais no regional (através do A320 e E-Jets), além disso Bahrain não tem um projeto de hub como foi feito com Doha, Dubai e Abu Dhabi.

 

Lá eles tem dinheiro para se reinventarem, mas será que vale a pena? Ou vai virar apenas uma companhia bem menor atendendo apenas os principais destinos O&D de Bahrain. E aposto que nenhuma empresa da região tem interesse nela, talvez para a BA seja interessante ter um braço no golfo (em última análise manter uma companhia na OW). Se um dia isso ocorrer, seria a volta da "BA" na GFA, uma vez que a precursora BOAC era acionista da empresa.

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Não sei se no momento atual o Oriente Médio teria demanda para um novo player, pois apesar de a Gulf Air ser a mais antiga, como o colega disse acima, perdeu o momento... Na minha opinião a Gulf Air deveria mudar o foco da operação, pois agora ela não joga nem com as grandes nem com as pequenas, está meio que no "limbo"...

 

Precisa padronizar a frota, que de acordo com o site tem airbus, boeing e embraer e rever as rotas... As vezes é necessário enxugar o mapa de rotas para manter a companhia voando ao invés de manter rotas que não dão lucro apenas pelo status da cidade... A Gulf Air deveria investir no mercado da India para o norte da Africa e sul da Europa com aeronaves do tamanho do a320 (seja lá qual for a acft escolhida), que atendem bem aquela faixa de mercado e é um mercade de grande tráfego de pax.

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Mas inadroig, é exatamente o que ela faz. Os A330/340 são para os destinos mais longíquos, enquanto que a turma E-Jets/A320 fazem o resto e o 737NG são vôos executivos exclusivos. Quando ela resolveu apostar no mercado regional, as LCLF (o nível delas deve ser de uma full services) Air Arabia e FlyDubai ainda eram pequenas.

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Então Leadership, eu acho que ela deveria abandonar os vôos mais longínquos no momento e padronizar a frota que agora tem 330/340, 320, 737(mesmo que só em vôos executivos) e os E-jets.... É muito equipamento diferente para uma empresa que está ruim das pernas...

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Trabalhei por anos na região do Golfo. Infelizmente, a Gulf Air era sempre a mais fraquinha de todas: em 1996 ainda tinha 737-200... nada contra os breguinhas, não é isso. é que o produto sempre foi abaixo das concorrentes diretas.

 

Não vejo realmente como alavancar uma mudança hoje em dia.

 

Abraços!

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Então Leadership, eu acho que ela deveria abandonar os vôos mais longínquos no momento e padronizar a frota que agora tem 330/340, 320, 737(mesmo que só em vôos executivos) e os E-jets.... É muito equipamento diferente para uma empresa que está ruim das pernas...

Acho que ela pode enxugar tirando os A340, pois o A330 faz o mesmo trabalho com dois motores a menos e são empregados em rotas mais nobres e concorridas como Paris, Londres e Singapore. O 737 snme é da Privatair.

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