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Infraero Defende Discussão Em Locais Com Maior Demanda


PedroCNF

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INFRAERO DEFENDE DISCUSSÃO SOBRE AEROPORTOS EM LOCAIS C/MAIOR DEMANDA

 

Brasília, 1 - O presidente da Infraero, Antonio Gustavo Matos do Vale, afirmou hoje que, depois da privatização dos aeroportos de Guarulhos,

Campinas (Viracopos) e Brasília, é necessário discutir a realização de novas estruturas aeroportuárias em cidades que contam com forte

demanda. Na saída da audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, Vale citou como exemplo Porto Alegre (RS),

Recife (PE) e Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) como capitais em que, nos próximos dez anos, deverão ser construídas novas

pistas nos aeroportos já existentes ou construir novos aeroportos.

 

Já neste semestre, segundo Vale, o governo vai decidir o que fazer com a capital gaúcha. O Exército finaliza este mês um estudo para saber a

viabilidade econômica de se fazer uma nova pista no Aeroporto Salgado Filho. Além das recorrentes dificuldades climáticas, o maior problema lá,

segundo o presidente da Infraero, é que o aeroporto não comporta o recebimento de aviões de carga. O aeroporto conta com uma capacidade de

operação de 12 milhões de passageiros ao ano, embora passem por lá apenas 7,8 milhões de passageiros. Com a nova pista, se esta for a

decisão, a capacidade subirá para 17,8 milhões.

 

Vale defendeu para o aeroporto um modelo de concessão que misture o projeto do Aeroporto de São Miguel do Amarante (RN), o primeiro a ser

repassado para a iniciativa privada no País, e as três concessões realizadas no mês passado pelo governo.

 

Contudo, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, limitou-se a dizer que o governo estuda quais serão os aeroportos

que poderão ser privatizados futuramente. "Isso (novas concessões) é uma coisa que está sendo discutido dentro do governo. Assim que tiver

novidades, nós comunicaremos", afirmou.

 

Bittencourt disse apenas que os recursos que a União vai receber das três concessões deste ano, cerca de R$ 1 bilhão, serão utilizados de forma

prioritária para melhorar a aviação regional do País. A ideia é, com esses recursos, aumentar de 130 para 200 o número de aeroportos que

recebem voos regulares. O País conta com 720 aeródromos públicos. (Ricardo Brito)

 

Fonte: AE

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INFRAERO DEFENDE DISCUSSÃO SOBRE AEROPORTOS EM LOCAIS C/MAIOR DEMANDA

 

Brasília, 1 - O presidente da Infraero, Antonio Gustavo Matos do Vale, afirmou hoje que, depois da privatização dos aeroportos de Guarulhos,

Campinas (Viracopos) e Brasília, é necessário discutir a realização de novas estruturas aeroportuárias em cidades que contam com forte

demanda. Na saída da audiência pública na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado, Vale citou como exemplo Porto Alegre (RS),

Recife (PE) e Salvador (BA), Belo Horizonte (MG) e São Paulo (SP) como capitais em que, nos próximos dez anos, deverão ser construídas novas

pistas nos aeroportos já existentes ou construir novos aeroportos.

 

Já neste semestre, segundo Vale, o governo vai decidir o que fazer com a capital gaúcha. O Exército finaliza este mês um estudo para saber a

viabilidade econômica de se fazer uma nova pista no Aeroporto Salgado Filho. Além das recorrentes dificuldades climáticas, o maior problema lá,

segundo o presidente da Infraero, é que o aeroporto não comporta o recebimento de aviões de carga. O aeroporto conta com uma capacidade de

operação de 12 milhões de passageiros ao ano, embora passem por lá apenas 7,8 milhões de passageiros. Com a nova pista, se esta for a

decisão, a capacidade subirá para 17,8 milhões.

 

Vale defendeu para o aeroporto um modelo de concessão que misture o projeto do Aeroporto de São Miguel do Amarante (RN), o primeiro a ser

repassado para a iniciativa privada no País, e as três concessões realizadas no mês passado pelo governo.

 

Contudo, o ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, limitou-se a dizer que o governo estuda quais serão os aeroportos

que poderão ser privatizados futuramente. "Isso (novas concessões) é uma coisa que está sendo discutido dentro do governo. Assim que tiver

novidades, nós comunicaremos", afirmou.

 

Bittencourt disse apenas que os recursos que a União vai receber das três concessões deste ano, cerca de R$ 1 bilhão, serão utilizados de forma

prioritária para melhorar a aviação regional do País. A ideia é, com esses recursos, aumentar de 130 para 200 o número de aeroportos que

recebem voos regulares. O País conta com 720 aeródromos públicos. (Ricardo Brito)

 

Fonte: AE

 

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Pelo visto, o Governo Federal mais uma vez aumentou a capacidade do Salgado Filho com um canetaço. kkkkkkkkkkkkkkkkk Agora está até sobrando espaço no terminal de passageiros. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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Tem que parar que ficar dando ouvido pra Infraero. O tempo dela passou, agora a ordem é privatizar os principais e fim de papo. Ninguém mais está disposto a ouvir as pérolas deles. O país desistiu de tentar fazer esse pessoal trabalhar, o foco é outro agora.

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Tem que parar que ficar dando ouvido pra Infraero. O tempo dela passou, agora a ordem é privatizar os principais e fim de papo. Ninguém mais está disposto a ouvir as pérolas deles. O país desistiu de tentar fazer esse pessoal trabalhar, o foco é outro agora.

o problema é que logo logo vem gente aqui tentar justificar a perola!

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