Jump to content

Odebrecht contesta leilão de Viracopos


teiacontabil

Recommended Posts

07/03/2012 - 09h15

 

Odebrecht contesta leilão de Viracopos

 

DE BRASÍLIA

 

Em uma ação que pode mudar o resultado da concessão do aeroporto de Campinas, a empresa Odebrecht pediu anteontem a eliminação da primeira colocada no leilão de Viracopos, realizado no início do mês passado, informa reportagem de Natuza Nery e Dimmi Amorapublicada na Folha desta quarta-feira.

 

A íntegra da reportagem está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).

 

Maior empreiteira do país, a Odebrecht entrou na disputa em consórcio com a operadora de aeroportos Changi, de Cingapura, considerada uma das maiores do mundo.

 

O grupo, porém, ficou em segundo lugar, com proposta de R$ 2,5 bilhões. Perdeu para o consórcio formado pelas construtoras Triunfo e UTC com a operadora francesa Egis, vencedor ao oferecer R$ 3,8 bilhões como valor de outorga (concessão).

 

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1058183-odebrecht-contesta-leilao-de-viracopos.shtml

Link to comment
Share on other sites

publica pra agente aqui q nao assina uol.

 

Odebrecht contesta leilão de Viracopos

 

Segunda colocada, empresa recorre à Anac sob a alegação de que consórcio vencedor não cumpriu exigências do edital .

Oferta ganhadora foi de R$ 3,5 bi, feita por Triunfo, UTC e Egis Avia; lider de consórcio descarta problemas.

 

NATUZA NERY

DIMMI AMORA

DE BRASÍLIA

 

Em uma ação que pode mudar o resultado da concessão do aeroporto de Campinas, a empresa Odebrecht pediu anteontem a eliminação da primeira colocada no leilão de Viracopos, realizado no início do mês passado.

Maior empreiteira do país, a Odebrecht entrou na disputa em consórcio com a operadora de aeroportos Changi, de Cingapura, considerada uma das maiores do mundo.

 

O grupo, porém, ficou em segundo lugar, com proposta de R$ 2,5 bilhões. Perdeu para o consórcio formado pelas construtoras Triunfo e UTC com a operadora francesa Egis Avia, vencedor ao oferecer R$ 3,8 bilhões como valor de outorga (concessão).

Em recurso à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a construtora alega que o grupo vitorioso não cumpriu todas as exigências do edital. A Odebrecht TransPort, responsável pelo negócio, confirmou o recurso, mas disse que não vai comentá-lo até que seja julgado pela comissão de licitação da Anac.

 

Pelas regras do edital, as empresas perdedoras têm até hoje para contestar o resultado do leilão dos três principais aeroportos do país: Brasília, Guarulhos e Campinas.

A concessões renderam R$ 24,5 bilhões, no total. A Anac tem até o dia 16 para analisar pedidos de revisão.

 

O recurso contra o vencedor de Viracopos ocorre após a cúpula do governo Dilma ter ficado insatisfeita com o fato de grandes operadores aeroportuários terem ficado de fora dos grupos vitoriosos.

 

DÚVIDAS

 

O Palácio do Planalto abrigou várias reuniões para avaliar se as vencedoras cumpriam, de fato, as condições contratuais. Nos bastidores, havia dúvida sobre a capacidade de o consórcio liderado pela Triunfo cumpri-las.

 

Nessa ocasião, a Triunfo se manifestou afirmando que havia sido comprovada a viabilidade financeira da proposta, que as empresas formadoras do consórcio atendiam às exigências do edital e tinham "plena capacidade econômica para realizar os investimentos necessários".

 

Viracopos registrou 7,54 milhões de passageiros em 2011, uma alta de 38,9% em relação ao ano anterior.

Link to comment
Share on other sites

publica pra agente aqui q nao assina uol.

 

Odebrecht contesta leilão de Viracopos

Segunda colocada, empresa recorre à Anac sob a alegação de que consórcio vencedor não cumpriu exigências do edital

 

 

Oferta ganhadora foi de R$ 3,5 bi, feita por Triunfo, UTC e Egis Avia; lider de consórcio descarta problemas

 

NATUZA NERY

DIMMI AMORA

DE BRASÍLIA

 

Em uma ação que pode mudar o resultado da concessão do aeroporto de Campinas, a empresa Odebrecht pediu anteontem a eliminação da primeira colocada no leilão de Viracopos, realizado no início do mês passado.

Maior empreiteira do país, a Odebrecht entrou na disputa em consórcio com a operadora de aeroportos Changi, de Cingapura, considerada uma das maiores do mundo.

O grupo, porém, ficou em segundo lugar, com proposta de R$ 2,5 bilhões. Perdeu para o consórcio formado pelas construtoras Triunfo e UTC com a operadora francesa Egis Avia, vencedor ao oferecer R$ 3,8 bilhões como valor de outorga (concessão).

Em recurso à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a construtora alega que o grupo vitorioso não cumpriu todas as exigências do edital. A Odebrecht TransPort, responsável pelo negócio, confirmou o recurso, mas disse que não vai comentá-lo até que seja julgado pela comissão de licitação da Anac.

Pelas regras do edital, as empresas perdedoras têm até hoje para contestar o resultado do leilão dos três principais aeroportos do país: Brasília, Guarulhos e Campinas.

A concessões renderam R$ 24,5 bilhões, no total. A Anac tem até o dia 16 para analisar pedidos de revisão.

O recurso contra o vencedor de Viracopos ocorre após a cúpula do governo Dilma ter ficado insatisfeita com o fato de grandes operadores aeroportuários terem ficado de fora dos grupos vitoriosos.

DÚVIDAS

O Palácio do Planalto abrigou várias reuniões para avaliar se as vencedoras cumpriam, de fato, as condições contratuais. Nos bastidores, havia dúvida sobre a capacidade de o consórcio liderado pela Triunfo cumpri-las.

Nessa ocasião, a Triunfo se manifestou afirmando que havia sido comprovada a viabilidade financeira da proposta, que as empresas formadoras do consórcio atendiam às exigências do edital e tinham "plena capacidade econômica para realizar os investimentos necessários".

Viracopos registrou 7,54 milhões de passageiros em 2011, uma alta de 38,9% em relação ao ano anterior.

Link to comment
Share on other sites

Viracopos pode ter novo concessionário

 

 

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), poderá ter uma novo concessionário.

Isto se deve ao fato da segunda colocada do leilão do aeroporto, a construtora Odebrecht, ter entrado com um recurso na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) contra o resultado da disputa.

O leilão foi realizado no dia 06 de fevereiro, na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), e foi vencido pela Triunfo Participações e Investimentos, com um lance de R$ 3,821 bilhões (ágio de 159%), enquanto a Odebrecht, via consórcio Novas Rotas, deu um lance de R$ 2,524 bilhões e ficou em segundo lugar.

De acordo com interlocutores, a iniciativa encontra o apoio do governo que nos bastidores vem manifestando o desejo de desclassificar a vencedora, diante da repercussão negativa da privatização, principalmente no caso de Viracopos, em Campinas.

A situação financeira da Triunfo preocupa as autoridades do setor, além da empresa ter pouco experiência no setor.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com intuito de acelerar o processo, inverteu as fases do leilão e não avaliou previamente dados contábeis das empresas interessadas. Só agora é que os balanços estão sendo examinados.

A presidente Dilma Rousseff, de acordo com fontes do governo, não ficou muito satisfeita com o resultado do leilão dos aeroportos, principalmente, Viracopos, mesmo com os ágios elevados.

A expectativa do Planalto era que grandes administradores internacionais entrassem no processo da concessão, o que não ocorreu.

Existem muitas dúvidas em relação ao certame que os vencedores terão que pagar, o medo é dos concessionários não terem condições de arcar com os valores de outorga durante a vigência dos contratos e ainda deixarem de realizar os investimentos necessários.

Viracopos, por exemplo, fechou o ano passado com sete milhões de passageiros, de acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), já que a intenção do governo é transformá-lo em uma alternativa para o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos.

O ministro da Secretária de Aviação Civil (SAC), Wagner Bittencourt, durante audiência do Congresso na semana passada, deixou algumas dicas sobre a expectativa do governo, quando respondeu algumas críticas dos parlamentares sobre o fato de a licitação ter sido ganha por empresas de "segunda linha".

Ele pediu para que se aguardasse a fase de recursos e a decisão da comissão de julgamento.

O prazo para apresentação de recursos termina nesta quarta-feira (07/03), com previsão de divulgação dos resultados pela comissão de julgamento, no dia 16.

Os vencedores do leilão deverão ser homologados no dia 20 e os contratos assinados no início de maio, para não prejudicar o cronograma das obras para a Copa em 2014.

O governo, segundo relatos, prefere conceder Viracopos à Odebrecht que entrou na licitação, tendo como sócia a operadora Changi, que administra o aeroporto de Cingapura, considerado modelo.

A Triunfo trouxe a parceria da operadora francesa Egis, uma empresa pouco conhecida e que administra pequenos terminais africanos e a construtora paulista Constran (que pertence a UTC Engenharia).

Porém, o governo ainda não sabe exatamente como fazer para reverter o resultado da licitação, sem atrasar todo o processo.

Há ainda o medo de que, se acolher o recurso da Odebrecht, abra precedente para os demais, pois os editais são muito parecidos.

O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, foi arrematado pelo consórcio liderado pela Invepar, em parceria com a sul-africana ACSA e o Aeroporto Juscelino Kubistchek, em Brasília, pelo grupo coordenado pela Engevix, com a Corporacion América (que administra aeroportos na Argentina).

 

 

 

http://www.viracopos.com.br/noticias/viracopos/viracopos-pode-ter-novo-concessionario

Link to comment
Share on other sites

Quem perde sempre recorre, ainda mais o de Campinas, uma mina de ouro, nao desmerecendo, queria ver se fosse o aeroporto de Teresesina, nao tinha nem proposta.....

Link to comment
Share on other sites

O pior cenário para as companhias aéreas seria uma batalha jurídica em torno dos resultados das licitações dos três aeroportos que foram a leilão em fevereiro, afirmam fontes do setor e especialistas em direito.

 

Um advogado avalia que, além do aeroporto de Viracopos, cuja licitação está sendo questionada pelo Consórcio Novas Rotas, liderado pela Odebrecht Transpot, há o risco de que os perdedores também contestem a licitação do aeroporto de Brasília, embora não haja ainda notícias neste sentido.

 

O aeroporto de Viracopos é o que possui as maiores oportunidades para realização de obras, por isso o grande interesse das construtoras. "O potencial de construção do aeroporto de Campinas, onde ainda há espaço, é seis ou oito vezes maior que o de Cumbica", diz um executivo do setor aéreo. Devem ser construídas mais duas pistas em Viracopos, acrescenta.

IG

Link to comment
Share on other sites

A Oderbrecht é uma empresa com forte influencia no atual governo e não seria estranho desqualificar o ganhador da licitação de VCP .

Creio que a medida correta seria aguardar o prazo legal para verificar se a empresa cumpre o combinado , para se for o caso de não cumprir revogar a concessão.

Link to comment
Share on other sites

Me cheira a manobra do próprio governo, que, como foi comentado após os leilões, gostaria que um dos grandes operadores aeroportuários internaionais tivesse levado um aeroporto (e a relação governo odebrech dispensa comentários). Pode ser uma forma "legal" de conceder VCP ao grupo odebrecht-changi no tapetão

Link to comment
Share on other sites

Isso estava demorando para acontecer.

 

 

Recurso ameaça mudar o gestor de Viracopos

 

 

Concorrente no leilão de privatização questiona capacidade de grupo vencedor

 

 

O Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, poderá mudar de mãos em cerca uma semana, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) irá divulgar a análise do recurso impetrado pelo consórcio Novas Rotas, formado por Odebrecht Transpor Participações, Capricórnius Fundo de Investimentos em Participações e Changai, de Cingapura. O grupo recorreu administrativamente contra o vencedor da concessão, o consórcio Aeroportos Brasil, formado pela Triunfo Participações (TPI), UTC Participações e a francesa Egis Airport. O consórcio vencedor do leilão ofereceu R$ 3,82 bilhões por Viracopos, um ágio de 159%. O grupo da Odebrecht, segundo colocado, ofereceu R$ 2,5 bilhões.

Se o recurso for aceito, a Novas Rotas passa a ser a vencedora do leilão. A decisão do consórcio em impetrar recurso administrativo, questionando a capacidade financeira e gerencial do primeiro colocado no leilão, alertou o mercado e trouxe dúvidas sobre a manutenção das datas de assinatura de contratos. Uma fonte ligada ao grupo Triunfo Participações informou, que se o recurso for aceito, terá início uma batalha judicial, porque a empresa irá à Justiça.

A Anac informou que o resultado do recurso será divulgado dia 16 e que os vencedores do leilão deverão ser homologados no dia 20 e os contratos assinados no início de maio, para não prejudicar o cronograma das obras para a Copa em 2014. Não há informações de recursos administrativos contra os vencedores dos aeroportos de Guarulhos e Brasília.

 

Fonte com mais informações :

 

 

http://correio.rac.com.br/correio-popular/noticias--correio-popular/109502/2012/03/07/recurso-ameaca-mudar-o-gestor-de-viracopos.html

Link to comment
Share on other sites

Agora, será que uma mudança repentina assim no ganhador do processo licitatório não pode abalar a confiança dos investidores/empresas em futuros processos licitatórios dos demais aeroportos brasileiros?

Link to comment
Share on other sites

Num longo processo judicial, os projetos podem voltar pra gaveta e atrapalhar os planos para copa 2014 e para o futuro do aeroporto.

Link to comment
Share on other sites

Tendo em vista que para VCP as obras podem esperar, poderia ter mais critério para assinar esse contrato, e quem sabe o aeroporto mudar de mãos.

 

O ruim se isso acontecer em GRU e BSB.

Link to comment
Share on other sites

Me cheira a manobra do próprio governo, que, como foi comentado após os leilões, gostaria que um dos grandes operadores aeroportuários internaionais tivesse levado um aeroporto (e a relação governo odebrech dispensa comentários). Pode ser uma forma "legal" de conceder VCP ao grupo odebrecht-changi no tapetão

 

Se for isso os leilões estão acabados, pois perde-se a credibilidade do processo.

Link to comment
Share on other sites

Tendo em vista que para VCP as obras podem esperar, poderia ter mais critério para assinar esse contrato, e quem sabe o aeroporto mudar de mãos.

 

O ruim se isso acontecer em GRU e BSB.

 

Deve fazer tempo que você não vai a VCP...O terminal é caótico e pequeno, nos bancos de conexão da AZUL a forma-se uma fila imensa no banheiro masculino da sala de embarque; não há mais SLOTS em horários nobres, o pátio destinado às operações comerciais (excluindo os cargueiros) ja está ficando carregado; faltam ônibus; falta agilidade nas operações do pátio devido medidas de segurança da Infraero. Eu diria que junto com GRU, VCP precisa das reformas para ontem!

Link to comment
Share on other sites

Nao senta muito perto para assistir... aí é "Splash Area"

 

Aliás, "brown" splash coming up! ;)

Link to comment
Share on other sites

Eu até gostei que a Odebrecht não tivesse ganho nada, pq a maioria de nossos "novos" terminais foi ela quem fez, além de mal projetados, todos chovem dentro........Odebrecht terceiriza a parte de projetos, já trabalhei com o povo que fez T2 do GIG e o novo SDU, bando de malucos.....

Link to comment
Share on other sites

Acho errado essa idéia de que, caso o primeira seja desqualificado, o segundo seja o vencedor. O correto seria que acontecesse um novo leilão.

ta parecendo nossas eleiçoes.

desde que o segundo colocado seja um sarney logico!

Link to comment
Share on other sites

Eu até gostei que a Odebrecht não tivesse ganho nada, pq a maioria de nossos "novos" terminais foi ela quem fez, além de mal projetados, todos chovem dentro........Odebrecht terceiriza a parte de projetos, já trabalhei com o povo que fez T2 do GIG e o novo SDU, bando de malucos.....

 

Com a diferença que no caso dos terminais atuais, a culpada sempre é a Infraero.

 

Se isso ocorrer numa aeroporto administrado pela construtora, a culpa recairia sobre a construtora. Teoricamente, o terminal seria melhor construído.

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade