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03 companhias solicitam voos para CPV


SOUSA CPV

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3 empresas propõem voos para Campina Grande.

 

 

Marcelo Rodrigo

Três companhias aéreas já encaminharam à Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) propostas de voos entre cidades do interior e capitais do Nordeste: Azul/Trip, Voa Brasil e, a última, Passaredo. A última reunião para construção de uma malha aérea na Região aconteceu há dez dias. Na Paraíba, o principal aeroporto será o Presidente João Suassuna, em Campina Grande. A intenção é iniciar os voos já em janeiro do ano que vem.

O executivo da Sudene, Adonis Oliveira, contou que na última reunião os representantes da companhia Passaredo entregaram proposta de disponibilizar três aviões na primeira etapa do projeto e outros dois na segunda. "O planejamento dessa malha precisa ser muito bem elaborada porque será feito investimento pesado. Não queremos horários de madrugada e queremos que os voos que passam pelas cidades do interior sempre desaguem em alguma capital. João Pessoa com certeza será uma delas", afirmou.

Adonis advertiu ainda que os aeroportos que apresentarem alguma irregularidade ficarão de fora da primeira etapa de implantação da malha viária do Nordeste. "O aeroporto de Mossoró (RN), por exemplo, é administrado pelo Departamento de Estradas de Rodagens (DER). Outro exemplo é o aeroporto de Barreiras (BA). Temos informações de que foi construído um prédio próximo à saída da pista. São problemas como esses que precisam ser solucionados, caso contrário, esses terminais não serão incluídos nas rotas", disse.

Além das três companhias que já encaminharam propostas, a Avianca também faz parte do projeto. Todas participam do consórcio que atua na aviação executiva da região. O centro das rotas (HUB) será a cidade de Petrolina (PE), onde acontecerão as trocas de aeronaves. Para a operação dos voos, as companhias terão isenção de impostos dos estados, como o ICMS, e demanda de crédito tanto da Sudene, quanto do BNB e BNDES.

A construção das linhas aéreas nas cidades do interior entre si e com as capitais irá contemplar em sua primeira fase: Imperatriz (MA), Parnaíba (PI), Juazeiro do Norte (CE), Petrolina (PE), Campina Grande (CG), Mossoró (RN), Paulo Afonso, Barreiras, Ilhéus e Porto Seguro (BA), Linhares (ES) e Montes Claros (MG).

 

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Azul e Trip apresentam propostas para ampliar malha aérea do NE

 

 

Valor OnLine

 

MONTES CLAROS - Os governadores do Nordeste e de Minas Gerais e o governo federal começaram a analisar ontem propostas para ampliar a malha aérea regional do Nordeste, em troca de subsídios e empréstimos em condições facilitadas para as empresas. Duas propostas foram apresentadas ontem na reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, em Montes Claros. A mais ambiciosa é a da Azul Linhas Aéreas, que ampliaria em 52% o número atual de linhas aéreas regulares entre cidades nordestinas.

 

 

 

Pela proposta da Azul, o Banco do Nordeste financiaria a aquisição de até oito aeronaves da Embraer, a um custo médio de US$ 35 milhões cada uma. As novas aeronaves operariam duas linhas novas partindo de Teresina, três saindo de Aracaju, quatro partindo de Fortaleza, duas saindo de Salvador, quatro deixando Recife, uma saindo de João Pessoa, uma de Natal e duas de São Luis. A Azul pede a desoneração tributária do ICMS sobre o querosene de aviação, o que poderia afetar a receita futura dos Estados.

 

A outra proposta, mais modesta, foi apresentada pela Trip Linhas Aéreas, que adquiriria sete novos aviões: cinco jatos Embraer e dois turboélices ATR. Com essa frota a empresa passaria a operar sete novas rotas, algumas bastante longas.

 

A proposta de rota 3, por exemplo, envolve um voo de Fortaleza a Salvador, com escalas na ida e na volta em Natal, Campina Grande, Recife e Petrolina.

 

Duas das rotas propostas pela Trip não receberiam financiamento da Sudene, por terem como destinação final Palmas (TO) e Belo Horizonte, que estão fora da zona de benefício.

 

Segundo o superintendente da Sudene, Paulo Fontana, o tema será discutido nos próximos dias em uma reunião da superintendência com as companhias aéreas, o que incluiria aquelas que não apresentaram propostas ainda.

 

O trânsito aéreo regional no Nordeste é tão limitado que chega a dificultar as reuniões itinerantes da própria Sudene.

 

Fontana relembrou o encontro de julho do ano passado em Teresina, que obrigou aos técnicos e políticos de Salvador a enfrentar voos que chegaram a durar 22 horas para irem da Bahia ao Piauí, tempo suficiente para uma viagem do Brasil para o Extremo Oriente.

 

De Maceió a João Pessoa, um trecho rodoviário cumprido em não mais que quatro horas de viagem de carro, o passageiro que preferir ir de avião enfrentará uma jornada de oito horas, além de pagar uma tarifa próxima a R$ 2 mil.

 

(César Felício | Valor Econômico)

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