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Jopeg

Berlim - uma cidade dividida

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Caros Amigos,

 

Deixo aqui o relatório, e algumas fotos, da minha recente visita a Berlim onde fiz todo o percuso do Muro.

 

Este é um relatório algo diferente já que não vou mostrar as maiores atracções de Berlim, mas sim uma parte específica da cidade … a sua divisão através do famoso Muro de Berlim.

 

Um pouco de história (baseado no Wikipédia):

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O Muro de Berlim (em alemão Berliner Mauer) foi uma realidade e um símbolo da divisão da Alemanha em RFA - República Federal da Alemanha e RDA - República Democrática Alemã. Este muro, além de dividir a cidade de Berlim ao meio, simbolizava a divisão do mundo em dois blocos ou partes: Berlim Ocidental (RFA), que era constituído pelos países capitalistas; e Berlim Oriental (RDA), constituído pelos países socialistas simpatizantes do regime soviético. A famosa “Cortina de Ferro” …

Para travar o êxodo de muitas pessoas que emigravam para a RFA, o secretário para questões de segurança do governo da RDA, Erich Honecker (o “pai do Muro” e futuro líder da RDA), decidiu iniciar a construção do Muro na madrugada de 13 de Agosto de 1961, dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Esta é uma das partes que mais confusão me faz, é que o Muro foi construído de “um dia para o outro” dividindo famílias, amigos, impossibilitando imediatamente muitas pessoas de fazer a sua “vida normal” … a partir desse dia Berlim não voltou a ser a mesma.

Este muro provocou a morte de mais de uma centena de pessoas, muitas ficaram feridas e milhares aprisionadas nas várias tentativas de o atravessar.

Depois de 28 anos de existência, o Muro de Berlim caiu na noite de 09 de Novembro de 1989, acto inicial da reunificação das duas Alemanhas. Muitos apontam esta noite como o fim da Guerra-fria e da divisão do mundo em dois blocos. Antes da sua queda, houve grandes manifestações que, entre outras coisas, pediram a liberdade de viajar. Além disto, houve um enorme fluxo de refugiados ao Ocidente pelas embaixadas da RFA e pela fronteira recém-aberta entre a Hungria e a Áustria. O impulso decisivo para a queda do muro foi um mal-entendido entre o governo da RDA. Na tarde do dia 9 de Novembro houve uma conferência de imprensa, transmitida ao vivo na televisão alemã-oriental. Günter Schabowski, membro do Politburo do SED, anunciou uma decisão do conselho dos ministros de abolir imediatamente e completamente as restrições de viagens ao Oeste. Esta decisão deveria ser publicada só no dia seguinte, para anteriormente informar todas as agências governamentais. Mas quando um jornalista lhe perguntou quando é que a medida entrava em vigor, Günter Schabowski … hesitou e disse: já !. Pouco depois deste anúncio houve notícias sobre a abertura do Muro na rádio e televisão ocidental. Milhares de pessoas marcharam aos postos fronteiriços e pediram a abertura da fronteira. Nesta altura, nem as unidades militares, nem as unidades de controle de passaportes haviam sido instruídas. Por causa da força da multidão de pessoas, e porque os guardas da fronteira não sabiam o que fazer, a fronteira abriu-se no posto de Bornholmer Straße, às 23 h, mais tarde em outras partes do centro de Berlim, e na fronteira ocidental. Muitas pessoas viram a abertura da fronteira na televisão e pouco depois marcharam à fronteira. Como muitas pessoas já dormiam quando a fronteira abriu-se, na manhã do dia 10 de Novembro havia grandes multidões de pessoas querendo passar pela fronteira. Os cidadãos da RDA foram recebidos com grande euforia em Berlim Ocidental. Muitos bares perto do Muro espontaneamente serviram cerveja gratuita, houve uma grande celebração na Rua Kurfürstendamm, e pessoas que nunca se tinham visto antes cumprimentavam-se. Cidadãos de Berlim Ocidental subiram o muro e passaram para as Portas de Brandenburgo, que até então não eram acessíveis aos ocidentais. O Bundestag interrompeu as discussões sobre o orçamento, e os deputados espontaneamente cantaram a hino nacional da Alemanha.

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Hoje, vinte e um anos passados sobre a sua queda, restam pequenos trechos do Muro e está marcado no chão o percurso que o muro fazia quando estava erguido. Ainda é possível observar as diferenças entre as duas partes da cidade, algo que faz de Berlim uma cidade única e cheia de história, algo que me apaixona.

 

É isso que vos vou mostrar de seguida … Berlim, a divisão da cidade.

 

Local onde tudo começou na noite de 09/11/1989, Bornholmer Straße (uma placa assinala o acontecimento)

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A Capela da Reconciliação em Bernauer Strasse

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O Muro numa das ruas que mais sofreu com a sua presença, Bernauer Strasse

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o Muro visto do lado da RDA

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O que resta do Muro na Liesen Str.

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Uma das antigas torres de vigia na zona de Invaliden-Park junto ao Rio Spree

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Arquitectura moderna e uma homenagem as vitimas do Muro junto ao Reichstag

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Mais uma homenagem, no inicio do parque Tiergarten

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Aqui podemos ver através da marca no chão o quanto o Reichstag (actual parlamento alemão) estava perto do Muro. Os responsáveis pela RFA faziam raves e concertos rock no seu interior, algo que desagradava a RDA

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O Muro e alguns cartazes de explicação na actual Potsdamer Platz

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Na Zimmerstrasse (Exposição sobre o regime Nazi, Topographie des Terrors)

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Cartazes históricos na zona de Checkpoint-Charlie

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Checkpoint-Charlie - Zimmerstrasse

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Os habitantes da Rua Sebastian tinham de viver com o Muro praticamente encostado às suas portas

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Na East-Side Gallery (a maior extensão do Muro ainda de pé)

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Uma agradável praia junto à East-Side Gallery

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Uma torre de vigia no Treptower Park

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O Trabant, o carro da RDA

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A entrada para o recente Museu da RDA ( http://www.ddr-museum.de )

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Uma típica sala de estar de uma qualquer casa na RDA dos anos 80

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O interior de um "Trabi"

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Os produtos da RDA

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Berlim Oriental vista do cimo da Torre da TV (Fernsehturm). Nota-se perfeitamente o estilo de arquitectura realístico-socialista do Bloco-de-Leste, o "pastelão". Prédios todos iguais e nacionalistas na forma, mas socialistas no conceito.

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Um video que merece ser visto ! Tecnicamente muito bem feito, um verdadeiro espectaculo

 

Vale a pena ver:

http://www.dw-world.de/popups/popup_single_mediaplayer/0,,4838682_type_video_struct_7148_contentId_3597444,00.html?&format=FlashHigh

 

 

Alguns links sobre o Muro:

http://www.die-berliner-mauer.de

http://www.berlinermaueronline.de

http://www.berlin.de/mauer/index.de.html

http://www.berliner-mauer.de

http://www.mauerfotos.de/index.php4?TEMPLATE=index_de

 

Um abraço e espero que gostem deste post algo diferente e carregado de história

 

Jopeg

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Escrito originalmente em 13/08/2011

O Muro de Berlim

50 anos da sua construção

 

Fez hoje precisamente 50 anos, a histórica data de meio século, que o Muro de Berlim começou a ser construído. Para uns “O Muro da Vergonha”, para outros o “Muro de Proteção Antifascista”, o certo é que mais que dividir uma cidade, este muro dividiu dois mundos, o Capitalista e o Comunista.

 

Se caiu numa noite, o marcante 9 de novembro de 1989, também foi erigido apenas numa única noite, pois a sua eficácia dependia do efeito surpresa.

 

Foi a 13 de agosto de 1961 que os responsáveis da RDA (República Democrática da Alemanha), numa decisão do futuro presidente Eric Honecker, avançaram com a “Operação Rosa” e em apenas 5 horas tinham a cidade de Berlim dividida.

 

Naquela madrugada de domingo, enquanto os berlinenses dormiam, era finalizada a primeira parte da operação que bloqueava 81 pontos de cruzamento e 193 ruas que atravessavam a fronteira, bem como os sistemas de transportes públicos. Apesar de dividida pelas potências vencedoras após a Segunda Guerra Mundial, a cidade funcionava como uma só. Mas neste fatídico domingo acordou dividida, cortada ao meio, separando famílias, amigos, casais e afastando trabalhadores dos seus empregos e estudantes de suas escolas. Foi o dia do “o domingo do arame farpado”, um dia marcante na história mundial.

 

A construção do “Muro de Proteção Antifascista” foi a forma que os lideres da recém criada RDA encontraram para estancar o fluxo de pessoas que fugiam definitivamente para o lado ocidental, em busca de uma vida melhor no regime capitalista. O polémico Muro desempenhou eficazmente a sua função e permitiu a sobrevivência da RDA por mais 29 anos.

 

Em tempos de Guerra-Fria, Berlim tornou-se o palco principal deste conflito. Era aqui que as potências dominantes (URSS e EUA) desenhavam as suas políticas internacionais e estudavam a reação do adversário.

 

Construído numa só noite, o Muro durou 28 anos até que acabou por cair também numa só noite, quando numa conferência de impressa transmitida em direto pela TV, em 9 de Novembro de 1989, Günter Schabowski disse: «Sofort (imediatamente)» …

 

 

Deixo aqui uma coleção de fotos tiradas nas minhas visitas a Berlim em 2010 e 2011 e que ilustram a história do Muro que dividiu o mundo.

 

Uma foto do “Domingo do arame”, 13/08/1961

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A liberdade, um bem supremo

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A East Side Gallery

Ver: http://www.eastsidegallery.com/

Ver: http://en.wikipedia.org/wiki/East_Side_Gallery

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O Muro e a Torre da TV, dois símbolos da RDA

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Uma torre de vigia ainda existente em Treptow

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O famoso ponto de fronteira Check Point Charlie

Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/Checkpoint_Charlie

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O posto fronteiriço na Estação de Friedrichstrabe, o Palácio das Lágrimas

Ver: http://en.wikipedia.org/wiki/Tr%C3%A4nenpalast

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Gedenkstätte Berliner Mauer na Rua Bernauer, o Memorial do Muro

Ver: http://www.berliner-mauer-gedenkstaette.de/en/

 

O Centro de Visitantes

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O Centro de Documentação

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O Muro, a parte mais bem conservada em toda a cidade

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O Memorial do Muro na Bernauer Strabe

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A Rua Bernauer ainda em obras (foto de 2010). O Memorial do Muro inaugurado oficialmente em 13/08/2011

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Bernauer Strabe, a rua que mais sofreu com a construção do Muro

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Aqui passava o Muro (Bernauer Strabe) …

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A marca de um túnel utilizado para uma fuga para o Ocidente

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Uma maqueta do percurso do Muro na Bernauer Strabe

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A Capela da Reconciliação, no lugar onde estava a antiga Igreja da Reconciliação.

Esta igreja ficava na “terra de ninguém”, não era utilizada e foi demolida em 1985.

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Informação sobre o Muro neste Memorial

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Vestígios arqueológicos (cabos elétricos utilizados na vigia)

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O local do primeiro muro (lado da RDA) antes da zona de fronteira

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A janela da memória. A brilhante ideia de mostrar o rosto das vitimas.

O rosto daqueles que morreram ao tentar passar o Muro

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Gunter Litfin, a primeira vítima morta a tiro pelos guardas do Muro

Ver: http://pt.wikipedia.org/wiki/G%C3%BCnter_Litfin

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Os protestos em 1989 que levaram à queda do Muro (Exposição de 2010)

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Uma conhecida marca de refrigerantes a distribuir o seu produto aos habitantes da RDA

(Exposição de 2010 – Os vinte anos da Reunificação da Alemanha)

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A Potsdam Platz a seguir à queda do Muro (Exposição de 2010)

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Berlim, uma cidade unida ao fim de 28 anos

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O Muro da divisão Capitalismo/Comunismo, 50 anos passados sobre a sua construção

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Cumps,

 

Jopeg

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Embarco pra Berlim semana que vem!!!

 

Valew pelas dicas, espero que meus 3 dias lá dêem pra ver tudo!

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Este ano tive o privilegio de ter aula com um professor alemao que falava do planejamento urbano na capital alema. Incrivel que como o Muro fez que a as duas Berlims tivessem que se reinventar e mesmo que separadas ideologicamente, tinha conceitos de planejamento semelhantes.

 

Nao conheco Berlim pessoalmente, mas ela e' um dos destinos europeus que "must see", e fora do eixo Barcelona-Londres-Paris-Roma, por sua historia recente e pelo que ela vem passando nos ultimos 20 anos.

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Muito bom seu relato!

Berlim é mesmo uma cidade maravilhosa! Eu fui lá duas vezes ano passado e ainda sinto que vi muuuuuito pouco do que a cidade tem pra mostrar.

Gostaria de contribuir também com algumas atrações que ao meu ver valem muito à pena ir:

 

Para quem gosta de compras, duas ruas são "must go's", a Kantstrße, e a Friedrichstraße, ruas com grande concentração de lojas tanto de marcas famosas e griffes quanto lojas comuns. Inclusive, na Kant, fica a KaDeWe, uma loja de departamentos estilo harrods, que vale apena pelo menos conhecer, principalmente o último piso, onde fica o centro gastronômico. É uma espécie de mercado, com comida de todo tipo feita na hora, e claro, muitas vendas de salsichas. Sem falar, para os colecionadores(como eu), o andar de brinquedos tem uma variedade incrível de modelos de tudo que você imaginar, carros, navios, aviões trens... Há uma vitrine inteira de miniaturas Herpa, das mais variadas escalas e modelos, e também muitos aviões da Revell, inclusive com locais de venda de tintas pincéis, cola e equipamentos para montar uma miniatura

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Friedrichstraße

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KaDeWe

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Uma das vendas do centro gastronômico.

Saindo um pouco do eixo das compras, um lugar imperdível é a Potsdammer platz. É o centro financeiro de Berlim, lá existem muitos prédios emblemáticos como a sede da Deutsche Bahn e o Sony center, que na verdade, são muitos prédios com uma grande praça ao centro, abaixo de um grande teto de vidro. Lá existem muitos restaurantes, um cinema colossal, e o museu da Lego. No museu, exitem uma mini Berlim, com monumentos construidos em lego, um passeio curto explicando sobre o processo de fabricação, uma sala de cinema 4D, e um grande centro de atividades para a criançada. O mais legal é que praticamente todas as facilidade da praça estão no subsolo.

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Entrada da estação da praça

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O centro da Potsdammer

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O edifício da Deutsche Bahn

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A praça durante a noite

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O Portal de Brandenburgo no museu da Lego

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O mini Reichtag

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A mini potsdammer platz

Outro lugar que deve ser visitado é o domo do prédio do parlamento (Reichtag). Eu infelizmente não pude ir, mas minha prima foi e disse que a vista de lá é linda. Mas atenção, para visitar, deve-se primeiro AGENDAR uma visita. O agendamento é feito pela internet no site do Reichtag

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A fachada do Reichtag

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A cúpula

Um outro lugar que eu gostei muito foi o zoológico (zoologischer gaarten). É muito bom. Ele tem uma grande variedade de animais, de todo o mundo. Eu recomendo ir no verão, pois no inverno a maioria dos animais ficam guardados em ambientes fechados e climatizados (ou seja, muito quentes de fedendo a cocô), e muitos sequer ficam disponíveis para a exposição. Por outro lado, ir no inverno é uma oportunidade única de ver uma zebra na neve.

 

Agora acho bom dar uma dica de onde ficar. Em Berlim eu fiquei em três hotéis.

O primeiro foi o Dorint Tegel Airport, que fica a menos de um quilômetro da cabeceira principal do Aeroporto Tegel e a alguns metros dos limites dele. Para gente como nós, o hotel é uma maravilha, pois de 7 da manhã até 10 d anoite, passam aviões em curtíssima final para pouso, e ás vezes, decolando, e o estacionamento é o lugar idela para tirar fotos (confira a proximidade do hotel com a pista aqui: http://maps.google.com.br/maps?q=Dorint+Tegel+Airport,+berlin&rlz=1C1CHNU_enBR339BR339&sugexp=chrome,mod%3D7&um=1&ie=UTF-8&sa=X&ei=7fpoULfjLJGW8gSMpoHIDw&ved=0CAsQ_AUoAg)

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Pessoalmente, eu esperava mais do hotel, mas ele ainda está dentro da média, Acho que se deve ao fato de ele ser uma construção mais antiga... As acomodações são boas, mas ainda poderiam ser melhores

 

O Segundo hotel que fiquei foi o Mercure Airport Berlin tegel. O hotel é bem melhor que o Dorint, mas ainsa tem muito que melhorar. Ele fica dentro dos limites do aeroporto, mas não exatamente próximo ao terminal, mas há um serviço de shuttle grátis para o terminal, de onde é possível pegar ônibus para o centro.

 

O que mais pesa nesses hotéis é a localização. Eles ficam muito longe do centro e não tem muito o que fazer por perto. pelo menos o transporte fica perto.

 

Agora, o último hotel que eu fiquei, e o que mais recomendo, é o Scandic Potsdammer Platz.

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O hotel é novíssimo, tem um ótimo serviço, moderno, aconchegante, e quartos muito bons. Sem falar na localização. Tem uma linha de metrô literalmente dentro do hotel. Entre o térreo e os andares principais, há um vão, por onde passa uma linha de metrô. Mas o acesso não é dentro do hotel. É preciso sair e andar alguns metros até a estação. O hotel também é muito bem localizado e fácil de achar e de se orientar a partir dele.Para quem gosta de andar, tudo está relativamento próximo. A Potsdamer platz está bem próxima, bem como um pequeno shopping center. que na verdade, é uma galeria de três pisos, entre alguns prédios comerciais, e completamente fechada e climatizada. mas nem por isso deixa de ser interessante. Conta com muitas lojas e restaurantes, e vem acalhar como atalho para a Potsdammer platz em dias de chuva.

 

Agora o mais importante sobre Berlim: EVITE A TODO CUTSTO OS FINS DE SEMANA, PRINCIPALMENTE OS DOMINGOS. Nesses dias, absolutamente NADA funciona na cidade. Não só lá, mas em praticamente toda a Alemanha. Se você acha que pouca coisa funciona nos domingos aqui, espere até você ver lá. NADA abre, e as únicas almas das ruas são turistas.

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Tudo anotadinho....hehehehe

 

segunda embarco pra zurich, depois praga, berlim, cracóvia, budapeste, bratislava e finalmente vienna!

 

Pessoal valeu pelas dicas!!!

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Tudo anotadinho....hehehehe

 

segunda embarco pra zurich, depois praga, berlim, cracóvia, budapeste, bratislava e finalmente vienna!

 

Pessoal valeu pelas dicas!!!

 

Oi rbullara,

 

Já que vai a Bratislava vou colocar aqui no CR o meu relatório sobre esta cidade. Também já coloquei aqui o de Cracóvia ;)

 

Abraço,

 

Jopeg

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Que saudades de Berlin !!!

Lembrando que em Postdamerplatz e no Checkpoint Charlie tem "quiosques" turisticos onde ha atores uniformizados com trajes de policiais de imigracao. Pode-se carimbar o passaporte (o fiz nas ultimas folhas) pagando EUR 5,00. Vale a pena a recordacao!

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