Jump to content

Balanço EK no Brasil: 5 Anos de operação


rogger

Recommended Posts

Emirates: 5 anos de operações no país e ambição de continuar crescendo

 

redim-20121008121410_---_expotur_2012_009.jpg

Ralf Aasmann, diretor da Emirates para Brasil

A Emirates Airline acaba de completar cinco anos de operações no Brasil, período marcado por conquistas, aumento do transporte de cargas e novos voos. Como será o futuro? Se depender das ideias e projetos da companhia, os próximos cinco, dez, 15 anos serão de mais crescimento. “O setor de passageiros é fantástico. Viemos para o Brasil na época certa e conseguimos excelentes resultados. Este país tem grande potencial econômico. Acredito que futuramente podemos até aumentar nossa oferta. Atualmente não, mas se o país continuar se desenvolvendo, isso pode acontecer. A atual conjuntura está excelente para a Emirates”, avalia o diretor da companhia para Brasil, Ralf Aasmann.

 

Não existe um número específico da Emirates para o Brasil, mas em todo o mundo, somente no período de 1º de abril de 2011 até 31 de março de 2012 foram transportados 34 milhões de passageiros. No setor de cargas, 1,8 milhão de toneladas transportadas. De acordo com o diretor, houve um desenvolvimento grande da carga no Brasil. “No avião de passageiro temos em média 24 toneladas por dia, de espaço, a disposição. E, além disso, desde novembro de 2010, operamos voos cargueiros. Em 1º de novembro daquele ano iniciamos o primeiro voo cargueiro para o aeroporto de Viracopos. No mês seguinte aumentamos para duas frequencias semanais, só com cargueiro. E desde 16 de setembro de 2011 operamos três frequencias semanais no Boeing 777-S, que tem capacidade de 105 toneladas”, destaca.

 

Apesar de admitir que novos concorrentes estão chegando ao mercado, Aasmann explica que, por enquanto, a companhia está bem posicionada. “Tudo isso deve ser levado em consideração. Mas vai chegar o momento que toda a demanda vai estar atendida. Teremos que buscar onde se concentra a demanda para os destinos que nós operamos. Por exemplo, valeria à pena criar uma rota de Goiânia? Claro que temos passageiros que vêm de Goiânia, mas fazer um voo Goiania-Dubai provavelmente não teria sentido. Sempre precisamos avaliar qual a procura. Em 2007 começamos nossa atuação com um voo para São Paulo seis dias por semana. Logo depois aumentamos para voos diários. No início deste ano de 2012, começamos o segundo voo para o Brasil, pelo Rio de Janeiro, com continuação para a Argentina”, relata.

 

E existem planos de criar uma rota em outro país da América do Sul? Ralf é enfático ao responder a pergunta: “A Emirates não entra para perder. Não vamos colocar um voo apenas por colocar, porque achamos legal. Ele tem que ser economicamente viável. E, claro, o ideal seria ter um voo para todos os países da América do Sul, ou fazer combinações que pudessem atendê-los. Hoje não acredito que tenha um país, além do Brasil, que possa encher um avião, pelo menos para nós”, garante.

 

O novo voo saindo do Rio, citado por Aasmann, tem demandado ações da companhia no mercado carioca. Em evento na capital fluminense, a Emirates anunciou que nos meses de agosto e setembro iria aumentar os ganhos dos consolidadores em 3% como uma forma de estímulo. “Na verdade é uma estratégia para direcionar e aumentar as vendas no Rio de Janeiro, especificamente. Não é uma estratégia de longo prazo, mas sentimos falta do passageiro argentino, porque o nosso voo nasce e termina em Buenos Aires, via Rio de Janeiro. Então nos falta o passageiro argentino. Nós precisamos de uma ocupação maior. Isso não tem absolutamente nada a ver com o mercado do Rio de Janeiro. Nem quer dizer que algo esteja ruim. Não, não está ruim”, esclarece.

 

Nessa rota, a média de passageiros do Brasil é de 70%, sendo os outros 30% da Argentina. “Isso pode variar, já que esses não são dados precisos. O bom para os brasileiros, é que com esse novo voo, os clientes têm sempre duas opções: via Rio ou São Paulo”, frisa.

 

 

Fonte > mercado e eventos

 

 

 

Interessante a media de paxs do GIG em media mais do que o dobro de paxs embarcados em EZE. Com as campanhas de marketing no RIO e MG , e com politicas de incentivos para os consolidadores a rota so tem a crescer e a consolidar com sucesso !!!

 

Desejo muito sorte a EK no Brasil, em especial no GIG.

Link to comment
Share on other sites

Nossa a coisa TA feia, Emirates aumentando a comissão temporariamente para tirar a rota do preju,embora não falou se que a vota e deficitária mas um B777 fazendo Tag-On e tendo apenas 30% de ocupação no trecho argentino e uma media total de 70 no trecho Rio- Dubai,deve estar com um mega preju,afinal vôo com Tag-On sempre tem os custos inflados,afinal são mais taxas e custos de combustível para o mesmo vôo.

Link to comment
Share on other sites

Com essa fraca demanda EZE-DXB, a EK nao vai querer prejuizo arriscando um voo EZE-DXB sem uma escala. O GIG sim tem potencial de se sustentar sozinho.

Link to comment
Share on other sites

Mas eles enchendo o aviao de cariocas a ezeiza e vice versa não dá uma compensada no tag?

 

O problema esta no fato que nem somando 2 mercados,Eze+Gig o vôo consegue superar 70% de ocupação,imagine se o Gig fica sem os pax de Eze,que representam 30% do vôo,ou seja,sem eles o vôo ficaria com aproximados 50% de ocupação,melhor seria trocar o avião por um menor e recolocar o B 777-300 quando a demanda aquecer e/ou na alta

Link to comment
Share on other sites

Nossa a coisa TA feia, Emirates aumentando a comissão temporariamente para tirar a rota do preju,embora não falou se que a vota e deficitária mas um B777 fazendo Tag-On e tendo apenas 30% de ocupação no trecho argentino e uma media total de 70 no trecho Rio- Dubai,deve estar com um mega preju,afinal vôo com Tag-On sempre tem os custos inflados,afinal são mais taxas e custos de combustível para o mesmo vôo.

 

Não vi o Aasmann falar de prejuízo. Ele deu a entender que os embarques em EZE estão diminuindo e a EK está buscando ocupar esses lugares com pax embarcando no GIG. Simples assim. E esperado.

 

Isso é compreensível visto que a situação econômica argentina se deteriora a olhos vistos e as restrições de viagem aos argentinos são crescentes e grandes.

Link to comment
Share on other sites

Nossa a coisa TA feia, Emirates aumentando a comissão temporariamente para tirar a rota do preju,embora não falou se que a vota e deficitária mas um B777 fazendo Tag-On e tendo apenas 30% de ocupação no trecho argentino e uma media total de 70 no trecho Rio- Dubai,deve estar com um mega preju,afinal vôo com Tag-On sempre tem os custos inflados,afinal são mais taxas e custos de combustível para o mesmo vôo.

 

Creio que você interpretou tudo errado.

 

ele diz, simplesmente, que a proporção de passageiros na rota é 70% GIG / 30% EZE.

Link to comment
Share on other sites

Nossa a coisa TA feia, Emirates aumentando a comissão temporariamente para tirar a rota do preju,embora não falou se que a vota e deficitária mas um B777 fazendo Tag-On e tendo apenas 30% de ocupação no trecho argentino e uma media total de 70 no trecho Rio- Dubai,deve estar com um mega preju,afinal vôo com Tag-On sempre tem os custos inflados,afinal são mais taxas e custos de combustível para o mesmo vôo.

 

Lee, longe disso! GIG-EZE hoje tava 99% cheio

Link to comment
Share on other sites

O fato é que pouco a pouco o mercado do Rio está de fato dominando o voo, mas faz sentido já que Buenos Aires é cheia de opções de vôo com 1 conexão via Europa.

Link to comment
Share on other sites

Gente, mas eu gostaria de saber se o tag pra BUE tendo pax originado no rio e pax com destino rio quebra um pouco o preju de ter que mandar o avião pra lá pra vir com meia duzia de pax com destino dubai.

Link to comment
Share on other sites

 

Não vi o Aasmann falar de prejuízo. Ele deu a entender que os embarques em EZE estão diminuindo e a EK está buscando ocupar esses lugares com pax embarcando no GIG. Simples assim. E esperado.

 

 

E isto vem de encontro à divulgação do voo GIG-DXB no mercado Mineiro, o terceiro do país. Acredito que, no fundo, estão arrependidos de ter entrado em EZE, mas precisavam de 2 grandes mercados para criar um segundo voo para a America do Sul. Perceberam que MG é bem mais interessante que EZE.... :macumba:

Link to comment
Share on other sites

 

Creio que você interpretou tudo errado.

 

ele diz, simplesmente, que a proporção de passageiros na rota é 70% GIG / 30% EZE.

 

Exato. Ele quis dizer que DXB-GIG-EZE-GIG-DXB está nesse percetual.

 

Lee, longe disso! GIG-EZE hoje tava 99% cheio

 

Bem longe, o vôo não registra prejúizo.

Agora a questão da tag que leva passageiros no GIG-EZE e EZE-GIG seria interessante ver se a demanda está boa, somente isso.

Eu só tenho um pouco de medo de muita oferta para EZE, a QR já faz isso, a EK também e a Turkish também fará.

Sim, a EK faz a tag por GIG, mas mesmo assim não pode estar ocorrendo uma oferta demasiada?

Link to comment
Share on other sites

Só a EK pode responder se o vôo está tendo prejuízo ou não, mas voei (passageiro) DXB-GIG-DXB em Agosto e em ambas as pernas o vôo estava bem vazio - eu estimaria 60% de ocupação na C e no "olhômetro" mais ou menos a mesma coisa na Y. Ouvi de conhecidos a mesma coisa acontecendo em outras datas.

 

Não deve estar tão ruim porque a EK nunca coloca este vôo nas suas promoções mensais, mas não parece estar sendo um tremendo sucesso. E com esta ocupação baixa no DXB-EZE, vai ser difícil o vôo ser desmembrado tão cedo.

Link to comment
Share on other sites

Gente, mas eu gostaria de saber se o tag pra BUE tendo pax originado no rio e pax com destino rio quebra um pouco o preju de ter que mandar o avião pra lá pra vir com meia duzia de pax com destino dubai.

 

Olha, o que eu sei é que este tag só enche nos finais de semana (sextas e domingos). O restante da semana é muito vazio. Já vi casos em que não desembarcou sequer um passageiro de EZE em GIG.

 

A coisa lá na Argentina anda preta.....

Link to comment
Share on other sites

Só a EK pode responder se o vôo está tendo prejuízo ou não, mas voei (passageiro) DXB-GIG-DXB em Agosto e em ambas as pernas o vôo estava bem vazio - eu estimaria 60% de ocupação na C e no "olhômetro" mais ou menos a mesma coisa na Y. Ouvi de conhecidos a mesma coisa acontecendo em outras datas.

 

Não deve estar tão ruim porque a EK nunca coloca este vôo nas suas promoções mensais, mas não parece estar sendo um tremendo sucesso. E com esta ocupação baixa no DXB-EZE, vai ser difícil o vôo ser desmembrado tão cedo.

 

A grande questão é se a EK, dependendo da situação na Argentina, vai acabar com o tag para EZE, ao ponto de não voar mais para lá. Já sabemos que o vôo para GIG se sustenta sozinho. Aqui estamos a salvo. Eu nunca ouvi falar que a Emirates cancelou alguma vez em sua história recente a rota para uma cidade, mas a Cristina Kirchner não está ajudando muito.

Link to comment
Share on other sites

Eu acredito que a EK seria muito feliz se tivesse em jan de 2012 colocado o B777-200 para operar EZE-GIG-DXB ,gerando

uma ocupaçao substancialmente bem melhor do os 70% do B773.

Depois de 1 ano ou mais quando o voo ja tivesse consiguido consolidar,finalmdente a EK poderia promover o Upgrade para 773.

Link to comment
Share on other sites

O melhor seria cancelar EZE e deixar GIG dedicado com 777-200 por enquanto, ou entao ver se o tag SCL daria mais certo. Pelo que percebi ai mercado do Rio vai bem, o que ta pegando mal é Bs As que nao esta correspondendo ao tag feito.

 

Sobre ocupaçao, ja vi Zurich-Dubai com 32% de ocupaçao no 777-300.

Link to comment
Share on other sites

Penso eu que essa "investida" em BH é "sintoma" de que EZE vai fazer "água".......

 

Obs.: Uma amiga fez GIG X DXB x GIG em maio e foi e voltou com o voo quase full na Y.....

Link to comment
Share on other sites

Acho que todos concordam que há dias muito bons e dias muito mal na ocupação para DXB, seja vindo do Rio ou de Bs.

 

Realmente o mercado argentino, e as políticas da Cristinita, não ajudam.

 

E também acho que a EK não é o foco principal dela fazer GIG/EZE mas sim EZE/DXB.

Link to comment
Share on other sites

Acho que todos concordam que há dias muito bons e dias muito mal na ocupação para DXB, seja vindo do Rio ou de Bs.

 

Realmente o mercado argentino, e as políticas da Cristinita, não ajudam.

 

E também acho que a EK não é o foco principal dela fazer GIG/EZE mas sim EZE/DXB.

 

Como não é se o GIG gera mais do dobro de passageiros que EZE?

Link to comment
Share on other sites

 

Como não é se o GIG gera mais do dobro de passageiros que EZE?

 

se você ler direito falei que não é importante a EK focar no EZE/GIG mas sim no EZE/DXB. Não estou comentando da perna GIG/DXB que acredito não ter problemas de ocupação.

Link to comment
Share on other sites

Archived

This topic is now archived and is closed to further replies.

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade