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Tarifa por peso - Samoa Air


trevisan26

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A empresa Samoa Air se tornou a primeira companhia aérea do mundo a implementar voos com tarifas “pague quanto você pesa”. Com a medida, os passageiros com sobrepeso vão pagar mais caros por seus assentos.

— Esta é a forma mais justa de viajar — afirmou o executivo-chefe da Samoa Air, Chris Langdton, para a ABS Radio. Não há nenhuma taxa extra em termos de excesso de bagagem ou peso. Ou seja, um quilo é sempre um quilo.

Como muitas outras nações insulares do Pacífico, Samoa tem um sério problema com obesidade e frequentemente figura entre os dez países com os maiores índices de obesidade. Com a medida, segundo o jornal Sydney Morning Herald, Langton acredita que a nova política da companhia vai também ajudar a promover cuidados com saúde.

 

O novo sistema implantado pela Samoa Air pedirá que os passageiros indiquem o seu próprio peso e o peso das suas bagagens no site da empresa. As taxas vão variar de acordo com a distância voada: sairá de US$ 1 por quilo na rota doméstica mais curta para até US$ 4,16 por quilo na viagem mais longa, ligando Samoa a Samoa Americana. Os passageiros serão medidos novamente em balanças no aeroporto para checar que indicaram o valor correto. A empresa opera um jato Cessna 172 e um BN2A Islander.

 

 

 

 

 

Fonte: http://oglobo.globo....ce-pesa-8005907

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Bem, neste caso ESPECIFICO, dadas todas as variáveis especiais, a cobrança por excesso de peso não é inteiramente absurda - embora haja margem para alguma contestação, mesmo assim.

 

O que não dá pra imaginar é que isso possa ser precedente para outras cias onde não há tais variáveis.

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Meus prezados:

 

Gordo paga mais

O preço da passagem na Samoa Air agora depende do peso do passageiro. Outras companhias pensam fazer o mesmo, porque cada quilo a mais aumenta o custo do voo

Há dois anos, a Air New Zealand anunciou que as passagens custariam mais caro para gordos. Era piada de 1º de abril. Na semana passada, a Samoa Air soltou notícia parecida. Desta vez é para valer.

 

A Samoa Air, que começou a operar no ano passado no Pacífico Sul, tornou-se a primeira empresa aérea a perguntar o peso do passageiro e de sua bagagem ao reservar a passagem. É a soma desses fatores que determina o valor a ser pago. Para não ser enganada por quem esconde quilinhos extras, a companhia submete o viajante, assim como suas malas, ao teste da balança no check-in. O novo sistema de fixação do preço da passagem leva em conta que a maior variável para o custo de um voo é o peso transportado. Quanto mais alto esse fator, maior é o gasto de combustível.

 

"Nas companhias, principalmente as menores, pouco se pode aceitar na variação de peso na aeronave", justifica Chris Langton, presidente da Samoa Air. Como antes o valor da passagem era estimado com base no peso médio do passageiro, Langton afirma que magros acabavam pagando pela gordura alheia. A relação peso-custo é questão básica na aviação. Cada quilo transportado por um Boeing 777, além das 144 toneladas da estrutura do avião, consome 50 centavos de dólar de combustível por hora de voo.

 

O economista norueguês Bharat Bhatta calculou que cada quilo retirado de um avião comercial representa uma economia anual de 3 000 dólares. O combustível equivale a 18% dos gastos de uma empresa aérea. O impacto é maior para a Samoa Air, que voa distâncias de no máximo 180 quilômetros com três aviões pequenos, com cerca de 1 tonelada cada um, e capacidade, no maior deles, de nove passageiros. A empresa opera na Polinésia, onde a obesidade é tradicionalmente vista como sinal de riqueza.

 

A chegada da calórica e abundante comida ocidental permitiu que, no espaço de uma geração, uma grande quantidade de polinésios pudesse ostentar a desejada gordura dos abastados. Nas duas ilhas de Samoa, localizadas a 4000 quilômetros da Austrália, 70% dos 190.000 habitantes são obesos.

Companhias maiores estudam adotar métodos de cobrança similares. Em algumas, como na Air France e na United Airlines, obesos que ocupam dois assentos já pagam dobrado. Em sua pesquisa, Bhatta aponta outra vantagem no novo sistema: "Além de justa, essa cobrança incentiva passageiros a perder peso".

A Samoa Air soma o peso do passageiro ao de sua bagagem e cobra entre U$0,44 e U$1,05 por quilo.

 

fonte: Filipe Vilicic e Victor Caputo para VEJA 10 abr 2013

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O ser humano virou carga...... :cry:

 

virou?

 

Veja – De onde surgiu a idéia de mudar de caminhão para ônibus?

 

Nenê (Constantino) – Eu tinha um Chevrolet ano 49 e fazia frete para São Paulo e para o Rio de Janeiro. Carregava madeira, gasolina, cebola. Uma vez, peguei uma carga de manteiga para levar para o Recife. Cheguei lá depois de trinta dias e falei para o chapa (empregado contratado para descarregar o caminhão): "O que eu levo para o Sul?" Aí, o chapa disse para levar pau-de-arara. Eu perguntei o que era isso. Ele falou: "Uai, é gente. Põe aí umas tábuas no caminhão e escreve no pára-brisa: Rio–São Paulo". À noite, o caminhão estava lotado. O povo chegava com o dinheirinho no bolso e já me dava na hora. Eu passei a pensar: passageiro é melhor que carga, porque ele entra e sai sem eu pôr a mão nele. Achei a coisa melhor do mundo.

 

fonte: http://veja.abril.com.br/130900/p_104.html

 

é 'issaê': "Passageiro é uma carga que entra e sai sem manuseio"

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Só seria justo cobrarem por peso se o assento também se adaptasse.

 

Ora, cobrar pelo peso e oferecer o mesmo espaço diminuto para todos os pax não é justo.

 

Um pax que pesa 50kg paga 50x e vai com conforto. Um pax que pesa 200kg paga 200x e vai espremido.

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Eu sairia ganhando nessa, 56 quilos daria um ticket barato. Adoraria que as companhias adotassem essa idéia além de incentivar os passageiros a emagrecer.

 

 

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