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Gol estabelece bônus polêmico para pilotos por economia de combustível


Galley

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Vamos ver no que vai dar isso.

 

http://www1.folha.uo...mbustivel.shtml

 

 

 

Gol estabelece bônus polêmico para pilotos por economia de combustível

 

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

 

 

Com um prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012, a Gol encontrou um maneira polêmica para tentar reduzir gastos: a empresa decidiu pagar um bônus salarial para pilotos e comissários de bordo se eles economizarem combustível.

 

Metas de economia não põem voos em risco, diz Gol

Para analistas, bônus por economia de combustível em voos é controverso

 

Entre analistas de segurança de voo, não há consenso. Alguns afirmam que o bônus abre um precedente que, no limite, pode levar um piloto a tomar decisões baseadas não só na segurança mas também no que ganhará se poupar combustível.

 

Outros especialistas, mais a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), dizem não haver risco se os procedimentos de segurança forem seguidos.

 

A Gol nega risco. Diz que os pilotos são bem treinados e que monitora os voos para detectar eventuais desvios.

 

Afirma também que, entre economia e segurança, a prioridade será sempre a segurança. E diz que as metas não são individuais (leia abaixo).

comunicado

 

A política de bônus foi divulgada por meio de um informe que a Folha obteve.

 

Datado de 27 de fevereiro, ele diz que a meta é economizar 700 t de combustível por mês. Para isso, seria preciso reduzir em 40 segundos o tempo de cada voo e manter 55,1% dos voos sem atraso.

 

 

 

Se a meta for atingida, a Gol economizará R$ 1,9 milhão por mês, dos quais R$ 820 mil serão divididos entre pilotos e comissários. Isso dá 3,3% a mais no salário mensal, para os pilotos; o primeiro pagamento será em julho.

 

 

 

O combustível é o maior gasto de uma linha aérea. Na Gol, são 43% das despesas.

 

 

 

O resultado, segundo a Gol, poderá ser obtido com algumas medidas, como não acionar o reverso (dispositivo que ajuda a frear) em aeroportos com pistas mais longas, como Cumbica (Guarulhos), se elas estiverem secas.

 

 

 

Um avião é preparado para pousar sem o reverso. Em Congonhas e no Santos Dumont, de pistas mais curtas, o procedimento é proibido.

 

Os pilotos foram encorajados também a pedir ao controle de tráfego aéreo rotas mais diretas entre um destino e outro, o que acelera a viagem. Nem sempre é possível, em razão do movimento.

 

 

 

Outra ação foi incentivar que o avião desça de maneira mais direta possível da altitude de cruzeiro (12 mil metros) até o pouso. Era comum o avião descer em degraus.

lá fora

 

 

 

Essas ações de economia são aplicadas em outras empresas do mundo todo, como a Lufthansa --sem o bônus.

 

 

 

A empresa alemã disse que não recorre à bonificação por questões de segurança --para não envolver o piloto em uma questão econômica.

 

As companhias dos EUA tampouco pagam bônus. A Folha consultou a American Airlines, a United, a US Airways e a Southwest.

 

A Continental, hoje incorporada à United, chegou a fazê-lo entre os anos 1980 e 1990. Abandonou a ideia, entre outras razões, por constatar o mau uso da medida pelos pilotos, como voar mais lentamente ou desligar o ar-condicionado da cabine.

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Autorize pouso com flap30, mude o sop para procedimentos ils vmc dando trem e flap posteriormente, mude sua política de arremetida. Agora quem vai pedir proa direta para encurtar o salário? Vou te falar uma coisa esse kakinof tá mais perdido que ........

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Salvo engano, houve um acidente nos EUA no final dos anos 80 (Northwest) em que a causa foi o DC 9 taxiar com apenas um motor para economizar combustível e por pouca energia gerada, um aviso sonoro não alertou os pilotos do perigo.

 

Colocar a economia em primeiro lugar em detrimento à segurança pode ser um erro fatal. São R$ 1,1 milhões/mensais previstos como economia, já descontados a gratificação. R$ 13,2 mi ao ano. Não seria melhor pegar e lançar um programa de gratificação para os funcionários pensarem em prol da empresa, com idéias? Com o perdão aos colegas da G3, mas estão sendo intelectualmente subestimados pela diretoria.

 

Podem falar que é seguro, não vão seguir as normas de vôo, mas sempre há um que extrapola os limites, e pode não ter como corrigir o erro.

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Autorize pouso com flap30, mude o sop para procedimentos ils vmc dando trem e flap posteriormente, mude sua política de arremetida. Agora quem vai pedir proa direta para encurtar o salário? Vou te falar uma coisa esse kakinof tá mais perdido que ........

 

A GOL ja autoriza pouso com Flap 30 na maioria dos aeroportos. Já está pagando a atapa garantida desde janeiro deste ano, e ja consta no SOP, o delayed flap approach.....

 

esse boeng733 ta mais perdido que........

 

 

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Metas de economia de combustível não põem voos em risco, diz Gol

 

 

RICARDO GALLO

DE SÃO PAULO

As metas de economia de combustível não põem em risco a segurança de voo, diz Adalberto Bogsan, vice-presidente técnico da Gol.

 

Ele diz que a proposta de bônus foi antecedida de análise, durante 13 meses, de voos da empresa, para identificar os pontos de economia. Também foi acompanhada durante todo o tempo pela diretoria de segurança da Gol.

 

A iniciativa só saiu do papel, diz, porque a conclusão foi que não causava riscos. E que, entre a economia e a segurança, sua prioridade será sempre a segurança.

 

A Gol tem um sistema que permite acompanhar o desempenho dos pilotos para saber de que maneira se comportam e se atuam dentro dos padrões de segurança. O dispositivo registra os dados da aeronave durante os voos.

 

Quando ficam fora da margem de segurança, pilotos são chamados para treinamento, disse a empresa.

 

Os índices de problema são baixos e estão melhores do que os registrados na indústria, diz Sergio Quito, diretor de segurança: de um universo de 280 mil aproximações para pouso, em 800 voos o avião deveria arremeter em vez de pousar, porque não estava estabilizado (dentro da altura e velocidade adequadas, por exemplo). Em 760 desses 800 voos os pilotos, acertadamente, arremeteram. Em 40, pousaram.

 

 

FATOR

 

Outro fator a contribuir para a segurança, diz o vice-presidente Bogsan, é que as metas não são individuais, mas coletivas, de modo a evitar que um piloto se arrisque, por exemplo, para bater a meta.

 

 

Os tripulantes só terão acesso aos dados do voo no mês seguinte. Assim, não conseguem saber, no mesmo mês em que estão voando, se atingiram a meta ou não.

 

O vice-presidente afirma que a intenção do projeto, no futuro, é transformá-lo em um PLR (Participação nos Lucros e Resultados).

 

Por fim, Bogsan diz que a medida ajudará a empresa a melhorar os seus resultados --a Gol teve prejuízo em 2012.

 

 

 

Para analistas, bônus por economia de combustível em voos é controverso

 

 

Não há consenso entre especialistas sobre o bônus dado pela Gol.

 

 

Entre os críticos, um exemplo recorrente foi o de um piloto que decida não arremeter (abortar o pouso) quando preciso -ao levar em conta a economia em vez da segurança.

 

"Os comandantes são pessoas maduras e não acredito que, em troca de alguns centavos, alguém deixe a segurança de voo de lado e não arremeta quando necessário", disse Jorge Kersul Filho, ex-chefe do Cenipa (órgão da Aeronáutica responsável por apurar acidentes aéreos).

 

 

Consultor de segurança de voo e também ex-membro do Cenipa, Roberto Peterka discorda. "O bônus dessa forma pode ser incentivo à indisciplina. O ideal é separar a segurança de voo do aspecto financeiro." A opinião é compartilhada por Carlos Camacho, diretor de segurança de voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

 

 

"O pagamento a pilotos por economia de combustível foi tentado nos EUA alguns anos atrás. Há definitivamente implicações à segurança de voo porque alguns pilotos levam o avião ao extremo", disse o piloto aposentado John Cox, membro da Sociedade Internacional de Investigadores de Segurança Aérea e CEO de uma consultoria de segurança de voo.

 

Quando as empresas decidem adotar medidas de economia que envolvem pilotos, diz, treinamento constante é essencial.

 

 

COMUNS

 

Professor da Universidade do Sul da Califórnia na área e consultor de aviação, Douglas Moss diz que as os métodos da Gol para reduzir combustível (rotas mais diretas, desligar um dos motores durante o taxiamento) são adotados e bem aceitos pela indústria.

 

 

Sobre o bônus, ele não vê problemas quando se trata de algo coletivo, como no caso da Gol. Arriscado seria, diz, premiar pelo desempenho individual ou punir quem não poupe.

 

Folha de São Paulo

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Ate onde sei, as medidas aplicadas neste programa de redução de consumo de combustível esta lastreada não só pela diretoria de segurança da empresa, mas vem acompanhada do expertise dos pilotos da GOL que possuem experiência consistente neste modelo de avião ,assessorados por uma consultoria da gigante fabricante de motores GE.

 

O programa pode ser polemico para alguns na medida em que a empresa reverte parte da economia gerada em pagamento aos seus aeronautas,quando o ideal seria uma aderência espontânea e natural de seu pessoal.Os mais críticos acham que tal medida poderia comprometer a segurança do voo supondo que os pilotos poderiam ultrapassar limites visando economizar combustível.Na minha modesta opinião o programa não diminui o alto padrão de segurança operacional da empresa uma vez que :Solicitar proas diretas,não acelerar o motor em reverso(Idle Reverse) em pistas longas e secas,taxi-in monomotor etc não implicam necessariamente em colocar em risco a operação.Alia-se ainda aos fatos de que os cmtes tem total liberdade em gerenciar seu voo tendo a segurança em primeiro lugar, jamais colocando uma maquina calculadora de dinheiro entre seus olhos e o windshield.

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Medida inteligente , com um defeito, demorou 10 anos.

 

Inteligente??? Tiro no pé da Gol! Vc não imagina a repercussão negativa causada junto ao pessoal lendo a notícia na CAPA da Folha hoje pela manhã na banca de jornal no Leblon! Muitos diziam que não voariam mais de GOL de jeito nenhum!!!

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É, isso para o leigo é o fim da picada. Mas também sejamos realistas, a maioria nem vai lembrar disso na hora de comprar um bilhete.

 

Apesar de toda economia ser bem vinda, estimam economizar 1,9 mi, gastando 800 em bônus. É de se supor que essa medida tenha outros inúmeros reflexos, uma possível redução nos custos de manutenção, melhora na pontualidade, etc. Porque friamente falando, é um número muito pouco expressivo na conta final.

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É medida é interessante do ponto de vista financeiro e também acho que em nada compromete a segurança.

 

No entanto, a GOL precisar lutar contra um grande vilão: IMAGEM! E tudo que eles tem pensado e divulgado, contribuem para deixar uma sensação ruim no passageiro em geral.

 

É estranho demais essa sucessão de "bolas fora" da Gol...

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Só 2 milhões por mês? 24 Milhões por ano?

Isso é meio insignificante. Eu gostaria muito de saber onde esta o rombo dos outros 1.2 bilhoes.

 

O rombo esta na visão que frota unificada em um unico modelo para operar toda a malha inclusive long haul gera ecônomia de escala suficiente para justificar sua padronização sem considerar o fator mercado na análise.

O B738 é uma excelente aeronave. Mas não para operar 100% da malha com 60% de LF.

 

Não seria mais racional adequar o plano de frota da empresa e produto? O problema é estrutural....

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Como aviador eh tonto! Deixaram de pagar o domingo pra pagar essa esmola! Trocaram 6 por meia dúzia em questão de gasto e o cara acha eles estão dando bônus, bônus nada isso eh uma parte do salário q eles raparam dos especiais.

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é a notícia mais enviada do site... pra vc ver como tá "repercutindo bem"...

 

e pode ser até uma boa, mas como já dito, é ruim em imagem.. empresa que economiza em combustível mas não economiza no pagamento de bônus aos acionistas... empresa que incentiva pilotos a economizar combustível como se fossem motoristas de ônibus..

 

daqui a pouco os motores serão parametrizados pra diminuir o torque..

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Corta um e desse na "banguela" com o outro...vai economizar bastante. :rage:/>

 

Kakakakakaakakak P E R F E I T O!!!

 

 

 

 

 

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Gol cria bônus em dinheiro para piloto que economizar combustível

 

Tripulação tem que reduzir em média 40 segundos por voo para bater meta.

Economia foi de R$ 4,6 mi em janeiro e fevereiro; prêmio será coletivo

 

 

A Gol implementou em 1º de janeiro um sistema de bonificação em dinheiro para pilotos que reduzirem o tempo dos voos e diminuírem atrasos, economizando combustível. A empresa teve prejuízo de R$ 1,5 bilhão em 2012.

 

Segundo Pedro Scorza, diretor de controle de operações da companhia, o cálculo é feito mensalmente com base em um parâmetro de combustível gasto no período por cada escala de voo.

A meta inicial de cortar 700 toneladas de querosene de aviação por mês – economizando R$ 1,9 milhão – foi batida em janeiro e fevereiro pela companhia: nos dois primeiros meses do ano a economia foi de R$ 4,6 milhões (R$ 2,3 milhões mensais. Além disso, a empresa tem que atingir um nível de pontualidade das decolagens e pousos em 55,1% dos voos.

 

Entre as sugestões da Gol para os pilotos economizarem combustível estão reduzir a altitude de forma mais direta possível para o pouso, desligar um dos motores durante o taxiamento, deixar um dos reversos (freio) travado para pousar em pistas longas, usando os freios manuais, e fazer rotas mais diretas.

medida foi considerada polêmica por especialistas do setor, por acreditar que envolvem riscos à segurança. Já a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) diz entender que não há risco para os passageiros e que não tem competência para avaliar este tipo de política. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) não se manifestou até a publicação desta reportagem.

 

No início de março, as empresas aéreas se reuniram com a presidente Dilma Rousseff pedindo a redução do preço da querosene de aviação que, segundo a Associação Brasileira das Empresas Aéreas, representa 43% do custo médio das passagens aéreas.

 

Bonificação inclui comissários

Scorza salienta que em grandes cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, é possível reduzir em 1 ou 2 minutos o tempo de voo, e assim economizar combustível, quando não se faz desvios. Nas rotas pequenas e diretas, a redução de 1 ou 2 segundos.

 

“Os cálculos foram feitos com base no histórico de consumo de combustível de cada trecho. Fizemos uma linha de frequência que é analisada mensalmente. Por exemplo: na média histórica desta linha há o consumo de 2 mil quilos de combustível. Ficamos monitorando e percebendo que no mês o gasto foi de 1.380. Se é um voo feito 32 vezes por dia, são 960 voos por mês que conseguiremos reduzir”, explica ele.

A bonificação será concedida após seis meses de avaliação. A cada mês que a meta é atingida, R$ 820 mil são guardados. Pilotos e comissários serão beneficiados. A 1º bonificação será realizada em agosto, diz Scorza.

Segundo ele, o bônus será para todas as tripulações, não exclusivamente para aquelas que estão em rotas que conseguirem economizar combustível.

“Cada rota contribuiu para o bônus, mas não há uma separação. Ou todos batem, ou ninguém bate. Com o resultado coletivo buscamos não gerar uma competição individual”, diz.

 

Sobre riscos, o gerente de operações afirma que os voos são monitorados e que a empresa vai analisar comandantes que adotarem atitudes anormais que possam implicar em segurança.

G1

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Lembrei de uma antiga história da VP. Diz a lenda que o dono precisava que a revisão de uma anv fosse feita em 30 dias(60 era o normal), ofereceu para isso um carro zero , cujo o valor seria dividido entre a equipe de manutenção. Em 30 dias a anv estava voando e o acordo foi cumprido. Meses depois mais uma anv foi pra revisão e como o dono sabia que era possível , solicitou que a mesma fosse entregue em 30 dias , só que o prêmio era diferente , se não sair em 30 dias alguém vai pra rua.

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Lembrei de uma antiga história da VP. Diz a lenda que o dono precisava que a revisão de uma anv fosse feita em 30 dias(60 era o normal), ofereceu para isso um carro zero , cujo o valor seria dividido entre a equipe de manutenção. Em 30 dias a anv estava voando e o acordo foi cumprido. Meses depois mais uma anv foi pra revisão e como o dono sabia que era possível , solicitou que a mesma fosse entregue em 30 dias , só que o prêmio era diferente , se não sair em 30 dias alguém vai pra rua.

 

Isso não é lenda...

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Lembrei de uma antiga história da VP. Diz a lenda que o dono precisava que a revisão de uma anv fosse feita em 30 dias(60 era o normal), ofereceu para isso um carro zero , cujo o valor seria dividido entre a equipe de manutenção. Em 30 dias a anv estava voando e o acordo foi cumprido. Meses depois mais uma anv foi pra revisão e como o dono sabia que era possível , solicitou que a mesma fosse entregue em 30 dias , só que o prêmio era diferente , se não sair em 30 dias alguém vai pra rua.

Foi a primeira coisa que lembrei quando li a noticia!!!!

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Lembrei de uma antiga história da VP. Diz a lenda que o dono precisava que a revisão de uma anv fosse feita em 30 dias(60 era o normal), ofereceu para isso um carro zero , cujo o valor seria dividido entre a equipe de manutenção. Em 30 dias a anv estava voando e o acordo foi cumprido. Meses depois mais uma anv foi pra revisão e como o dono sabia que era possível , solicitou que a mesma fosse entregue em 30 dias , só que o prêmio era diferente , se não sair em 30 dias alguém vai pra rua.

 

Ouvi essa história citando dois MD-11 da RG, e seria um carro zero para cada responsável pelo setor... De um jeito ou de outro, perfeita colocação. Uma hora é bônus, logo, vira obrigação...

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Ouvi essa história citando dois MD-11 da RG, e seria um carro zero para cada responsável pelo setor... De um jeito ou de outro, perfeita colocação. Uma hora é bônus, logo, vira obrigação...

Fiquei sabendo que tinha sido do especialista em gestão de empresa aereas Sr. Canhedo.

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